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Coluna “Fernando Calmon”: Kardian conta com preço e conjunto moderno entre SUVs compactos

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Fernando Calmon*


Lançamento oficial será no começo de março, quando se poderá avaliar o carro de perto, sentir como será seu comportamento dinâmico e desempenho do conjunto motor-câmbio. Nas concessionárias as entregas começarão em 19 de março. Mas desde já a Renault apresentou numa live estática, no começo desta semana, tudo sobre o Kardian.

Trata-se de um SUV compacto de clara derivação de hatch, porém com arquitetura e mecânica totalmente novas. Traz para o Brasil a plataforma CMF-B que dá origem a vários Renaults na Europa e estará também em outros produtos do grupo francês na Turquia, Marrocos e Índia. Aqui, além de abrir outras frentes por meio de um futuro SUV médio para preencher a vaga do Captur, entrará numa faixa do mercado nacional bastante disputada e rentável.

O Kardian tem 2.604 mm de entre-eixos, 4.119 mm de comprimento, 1.773 mm de largura, 1.544 mm de altura e massa em ordem de marcha de 1.190 kg. Porta-malas ótimo de 410 litros e tanque de combustível de 50 litros para bom alcance urbano e rodoviário.

Destaques de estilo para a grade do radiador, teto e rodas bitom de até 17 pol. nas versões mais caras, rack de teto (pode ser reposicionado transversalmente) e conjuntos óticos dianteiro e traseiro. No interior, uma nítida evolução com painel moderno, tela multimídia de 8 pol., Android Auto, Apple CarPlay (espelhamento sem fio), carregador de celular por indução (só na versão mais cara), um volumoso console central e freio de estacionamento eletromecânico.

A Renault, além dos seis airbags, ainda avançou nos sistemas eletrônicos de assistência ao motorista para o Kardian. São 13 no total com destaques para alertas de colisão frontal, distância segura, ponto cego, frenagem autônoma de emergência e câmera multivisão. Volante novo tem regulagens de altura/distância e alavanca de câmbio, sem cabo físico, do tipo joystick.

Trem de força é totalmente novo e um dos seus pontos mais fortes. Motor flex 1-litro turbo, de 125 cv e o maior torque nesta cilindrada (22,4 kgf·m). Já a caixa de câmbio automatizada de dupla embreagem e seis marchas garante sempre mais prazer. Não há previsão de uso de motor de aspiração natural nem de câmbio manual, salvo para exportações.

Do ponto de vista dimensional, o Kardian se aproxima mais do Pulse, C4 Cactus, Renegade e até do Nivus (maior em comprimento, menor em entre-eixos). São três as versões em pré-venda com preço de lançamento: Evolution, R$ 112.790; Techno, R$ 122.990 e Première edition, R$ 132.790.

EUA, Europa e Brasil: cenário confuso para elétricos

Embora os veículos elétricos a bateria (VEB) tenham alcançado 8% do mercado americano em 2023, permanecem informações de que a expansão continua, porém, o ritmo já é bem menor. Há sinais controversos sobre as estatísticas e algumas fontes apontam para estagnação nas vendas ou mesmo leve diminuição em 2024.

De modo surpreendente, o governo dos EUA mudou de ideia e em breve anunciará uma revisão das metas, segundo a agência de notícias Reuters. A exigência inicial era de que 60% da produção em 2027 fosse de VEB e 67% até 2032 para cumprir regras de emissões mais rigorosas. O que se prevê é baixar o objetivo para 40% ou 50%, em 2030, a pedido da GM, Ford, Stellantis, Toyota e Volkswagen ao argumentarem sobre dificuldades à frente.

Está em curso uma redução generalizada de preço dos VEB, inclusive por parte da Tesla que lidera com folga esse mercado. Mas para ser sustentável deve-se esperar que o preço do lítio continue a cair. Também há grande procura por fontes de grafite para os anodos das baterias, depois de a China cortar suas exportações desse material, após os EUA trancarem as portas para elétricos chineses ao impor tarifas elevadas.

No Reino Unido há multas pesadas para fabricantes que não cumprirem exigências ainda mais restritas que as dos EUA, principalmente para os próximos dois anos. Mas a JLR (atual nome da Jaguar Land Rover) anunciou que lançará novos híbridos plugáveis (PHEV) para atender à recente forte demanda e atrasaria alguns modelos BEVs. A Volvo, ao contrário, afirma que em 2030 só produzirá BEVs, descartando a produção de PHEV até lá. Conseguirá?

Já é quase certo que veículos a combustão poderão continuar à venda na Alemanha, desde que usem gasolina sintética. Como peso do país (maior mercado do bloco) dentro da União Europeia é muito grande e a Itália já sinalizou apoio, não se descarta mudar a meta para 2035, que vai impor comercialização apenas de VEB daquele ano em diante. Prevê-se queda de 14% nas vendas de VEBs, em 2024, com o fim dos subsídios alemães.

No Brasil, o mês passado apontou súbito volume de vendas de elétricos, puxado pela BYD e especificamente o Dolphin. No entanto, a marca chinesa acelerou as importações no quarto trimestre de 2023 para se blindar do imposto de importação, reiniciado de forma escalonada em 1º de janeiro último. Sua maciça campanha publicitária pela TV nos últimos meses continua, em fevereiro, mantendo o clássico apelo “compre antes do aumento”. Só em abril o cenário aqui estará mais claro.

Uma fera para acelerar: Mustang Mach-E GT Performance

Uma das características dos motores elétricos é a entrega quase instantânea de potência e torque às rodas. No caso do Mustang Mach-E GT Performance as costas e a cabeça do motorista (e dos passageiros) colam no banco de forma impressionante. Afinal, são dois motores, um para cada eixo, totalizando 487 cv e 87,7 kgf·m. Mesmo com uma massa total de 2.278 kg e aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 s, o que chama atenção em particular é a “pancada” inicial ao retirar o SUV cupê de quatro portas da inércia.

As linhas, obviamente, não são tão harmoniosas como as do Mustang tradicional, um cupê de duas portas. Entretanto, o grande teto solar fixo e as maçanetas com botões discretos para abertura elétrica das portas destacam-se, além do coeficiente aerodinâmico (Cx) 0,29. Outra vantagem: dois portas malas, o dianteiro de 140 litros (abriga cabo e recarregador portátil de 7 kW AC) e o traseiro, 402 litros. O interior bastante amplo reflete a generosa distância entre eixos de 2.984 mm, o que garante confortável espaço para cinco ocupantes.

Acabamento interno de alto nível só é ofuscado pela enorme tela multimídia vertical de 15,5 pol., fácil de operar e com o indispensável botão giratório para volume e regulagem da temperatura do ar-condicionado. Além do GPS nativo, há espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay com carregador por indução.

Vem do México, sem imposto de importação, por R$ 486.000.

Notícias

Nissan comemora dez anos do Complexo Industrial no Brasil

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Nissan comemora dez anos do Complexo Industrial no Brasil

A Nissan comemora a primeira década da sua unidade industrial em Resende/RJ, um exemplo de excelência de produção, práticas sustentáveis e promoção de equidade e inclusão.

Complexo da Nissan se destaca pelas práticas sustentáveis e promoção da equidade, diversidade e inclusão em suas equipes

“O nosso Complexo Industrial de Resende é ainda muito jovem, mas, mesmo assim, nos orgulha porque já é reconhecido globalmente na Nissan pela sua excelência e qualidade de produção, sempre buscando fabricar carros que tornem muito positiva a experiência de nossos clientes “, afirma Gonzalo Ibarzábal, presidente da Nissan do Brasil.

O Complexo Industrial da Nissan é formado por uma fábrica de veículos e uma de motores e conta com um ciclo completo de produção. É uma das poucas unidades industriais inauguradas mais recentemente no Brasil que possui, dentro de suas instalações, da área de estamparia até pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade.

Juntamente com a celebração de sua primeira década de operação, e mesmo ainda sendo muito moderno, o complexo começa a passar pela sua primeira grande transformação, como resultado do investimento de R$ 2,8 bilhões anunciado pela Nissan no fim do ano passado.

O montante, que já faz parte do novo plano estratégico global da Nissan, The Arc, permitirá a instalação de novos equipamentos, ampliações na linha de produção e a evolução de processos para permitir a fabricação de dois novos SUVs e um motor turbo.

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Ao longo desses 10 anos, além de inúmeras conquistas e momentos especiais dentro do universo Nissan, o complexo de Resende fez história, por exemplo, ao ter sido a primeira fábrica do mundo a ter o revezamento da Tocha Olímpica passando em meio as suas linhas de produção, em 2016, como parte dos Jogos do Rio. Também dentro do espaço de manufatura, em 2017, foi realizado um show de um astro da música sertaneja brasileira, reunindo cerca de 1.800 funcionários.

Em 2022, outro momento inédito no país: a produção foi interrompida por dois dias para que todos os funcionários participassem de um letramento racial com objetivo de acelerar a promoção da igualdade racial na empresa. Realizado em conjunto com o Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), a ação impactou mais de 2 mil funcionários e foi um dos maiores treinamentos presenciais sobre diversidade racial realizado no Brasil.

Assim, o Complexo Industrial da Nissan em Resende segue construindo a história e impulsionando o futuro da marca e do nosso país com foco na qualidade de produção, honrando o seu DNA japonês, dando prioridade as práticas sustentáveis e valorizando as pessoas, em uma jornada consistente para a promoção da equidade, diversidade e inclusão em suas equipes e na sociedade.

Um caminho positivo reconhecido pelos funcionários que, nos últimos dois anos, levaram a Nissan a ser certificada como Great Place to Work e motivou mais de 500 deles a ajudarem na realização da foto oficial dos 10 Anos do Complexo Industrial de Resende, realizada nas ruas internas da unidade.

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Esportes

GP da China é a próxima etapa da Fórmula 1 2024

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GP da China é a próxima etapa da Fórmula 1 2024

O GP da China está de volta ao calendário após um intervalo de cinco anos. 2019 foi o último ano em que a Fórmula 1 correu em Xangai, realizando nessa ocasião as celebrações para marcar o milésimo evento na história do campeonato mundial de maior prestígio na história do motorsport.

O trio de pneus Pirelli escolhidos para o GP da China são o C2 como Duro, o C3 como Médio e o C4 como Macio

A longa pausa se deveu ao lento retorno à normalidade após os efeitos da pandemia de Covid-19 e a China agora está de volta ao calendário, com sua primeira aparição a poucos meses de completar 20 anos. A primeira edição deste GP foi realizada em setembro de 2004.

Todas as 16 edições foram realizadas no Circuito Internacional de Xangai, projetado por Hermann Tilke, cujo traçado é vagamente baseado no caractere chinês “shang”, que significa “acima”.

O percurso de 5,451 quilômetros traz 16 curvas, várias delas muito lentas, por exemplo a sessão entre as curvas 1 e 3 e 6 a 14, enquanto outras são de alta velocidade, como o ‘S’ entre as curvas 7 e 8. Há duas longas retas, ambas utilizadas como zona de DRS, com uma na reta de largada e chegada e a outra na reta oposta, de mais de um quilômetro, a partir da curva 13, que é ligeiramente inclinada na entrada da curva 14.

Com base em simulações e dados anteriores, os pneus estão sujeitos a forças laterais e longitudinais que se enquadram na categoria média, com a parte externa do pneu, especialmente no lado esquerdo do carro, sofrendo o maior desgaste.

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Abril em Xangai pode registrar uma mudança acentuada nas temperaturas

GP da China é a próxima etapa da Fórmula 1 2024

O trio de pneus escolhidos para Shanghai é o meio da gama, com o C2 como Duro, o C3 como Médio e o C4 como Macio. Nominalmente, é a mesma seleção de 2019, mas o cenário é muito diferente.

Há cinco anos, os pneus de 13 polegadas ainda estavam em uso, instalados na geração anterior do carro, que tinha um assoalho plano e aerodinâmica completamente diferente do carro atual.

Na verdade, para os pilotos, as equipes e também para a Pirelli, é praticamente uma questão de começar do zero, visto que as referências são muito vagas.

Complicando ainda mais a situação está o fato de que o GP da China ser o primeiro de seis eventos desta temporada no formato Sprint, que por sua vez foi levemente modificado para este ano em termos da ordem de execução das sessões.

Os treinos livres e a classificação Sprint são na sexta-feira, a corrida Sprint e a classificação no sábado, com o GP, como sempre, no domingo. O parque fechado também foi alterado, passando a ser dividido em duas partes: uma que cobre a classificação e a corrida Sprint e a outra que começa antes da classificação de sábado à tarde.

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Isso significa que há apenas uma hora de treinos livres na sexta-feira para encontrar a configuração certa para os carros e, acima de tudo, para avaliar os pneus durante uma longa corrida numa pista que inevitavelmente estará longe das condições ideais.

É provável que, em termos de aderência, a evolução da pista, que não mudou desde 2019 e só foi utilizada com pouca frequência desde então, seja muito significativa, à medida que pouco a pouco os carros vão depositando borracha na superfície. Isso significa que o trabalho no simulador tem uma importância ainda maior para pilotos e engenheiros, tanto na preparação para a prova como durante.

O formato Sprint também significa uma alocação diferente para pneus de pista seca, caindo de 13 para 12 conjuntos (dois Duros, quatro Médios e seis Macios), enquanto o número de conjuntos para chuva permanece o mesmo (cinco Intermediários e dois de Chuva Extrema).

Abril em Xangai pode registrar uma mudança acentuada nas temperaturas, com variações em torno de 10ºC, o que acrescenta mais uma variável ao quebra-cabeça que as equipes e pilotos devem montar.

Normalmente, o GP da China é uma corrida de duas paradas, em parte porque há vários locais onde as ultrapassagens são possíveis, como na freada da curva 14 e depois na reta principal e na freada da curva 6. Assim como foi em Suzuka, o undercut geralmente é muito eficaz em Xangai.

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Dos 20 pilotos que compõem o grid este ano, apenas três subiram no degrau mais alto do pódio de Xangai: Lewis Hamilton (seis vezes), Fernando Alonso (duas vezes) e Daniel Ricciardo (uma vez). Hamilton também tem seis poles em Xangai e marcou 204 pontos aqui. Das equipes, a Mercedes lidera o grid com seis vitórias, à frente da Ferrari, com quatro, enquanto a Red Bull venceu duas vezes. Na realidade, foi aqui, em 2009, que Sebastian Vettel deu a primeira vitória à equipe que, assim como agora, era dirigida por Christian Horner.

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Testes

Abarth Fastback e o delicioso ronco esportivo do motor

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Comemoramos os 75 anos da marca avaliando o Abarth Fastback com motorização turbo com 185 cavalos de potência

Comemorando 75 anos esse ano, a marca Abarth fez sua estreia em nossa garagem em novembro de 2023 com o Pulse. Agora foi a vez do segundo modelo passar por aqui: o Abarth Fastback, equipado com escapamento duplo esportivo, que para quem é apaixonado por carros, é um dos seus destaques pelo delicioso barulho que entrega.

Comemoramos os 75 anos da marca avaliando o Abarth Fastback com motorização turbo com 185 cavalos de potência

Comemoramos os 75 anos da marca avaliando o Abarth Fastback com motorização turbo com 185 cavalos de potência

O Abarth Fastback conta com motorização Turbo 270 e transmissão automática de seis velocidades, que juntos entregam até 185 cavalos de potência e 270Nm, acelera o modelo de 0 a 100 km/h em apenas 7,6 segundos e tem velocidade máxima de até 220km/h – tudo isso quando abastecido com etanol.

Um destaque da transmissão é que ela conta com paddle shifters ou “câmbio borboleta”, localizado logo atrás do volante, que permite a troca de marcha com apenas um toque, conferindo maior agilidade e precisão à condução – e entregando o magnífico ronco do motor, que pode ser conferido nesse vídeo https://youtu.be/uigaVFHYBKQ.

No quesito condução, destaque para os três modos disponíveis: Normal, com foco em esportividade e conforto; Manual, trazendo versatilidade e personalidade, e Poison, exclusivo da marca, com resposta rápida e envenenada e muito mais fun-to-drive.

O modo Poison pode ser acionado por meio de um botão vermelho exclusivo no volante, que permite uma condução mais firme, com progressão mais acentuada em velocidades maiores. Também há uma vetorização dinâmica do sistema que distribui o torque nas rodas durante as curvas, deixando o veículo mais provocante e insinuante nas manobras.

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Neste modo, ainda há uma calibração superesportiva do câmbio, com trocas mais rápidas e redução automática das marchas em frenagem, para auxiliar com freio motor e antecipar o engate da marcha mais apropriada para retomar a aceleração. Os controles de tração e estabilidade se tornam menos intrusivos, oferecendo uma direção ainda mais esportiva.

O modo Poison pode ser acionado por meio de um botão vermelho exclusivo no volante

Comemoramos os 75 anos da marca avaliando o Abarth Fastback com motorização turbo com 185 cavalos de potência

O Abarth Fastback contou com ajustes específicos, como a calibração do motor e do câmbio, levando a trocas mais rápidas e esportivas. Ele traz ainda uma dinâmica mais precisa, contando com uma direção mais direta, além de rodas mais largas e mais leves e pneus mais aderentes.

Também houve alterações no sistema de exaustão, com escape duplo bilateral e ronco muito esportivo e marcante. Já as suspensões passam a garantir mais estabilidade e dirigibilidade, com menor rolagem e menor altura de solo, cerca 5 mm a menos em relação ao Fiat Fastback.

As molas ficaram mais rígidas e os amortecedores até 21% mais estáveis. Já a suspensão dianteira ganhou nova geometria, o que garantiu uma melhor dirigibilidade.

A exclusividade da Abarth também se estende ao visual do modelo, a começar pelos detalhes em vermelho, cor característica da marca, que está presente nas rodas e asa dianteira por fora. Já os retrovisores são em preto independentemente da cor do veículo. Os badges Abarth estão na lateral e na dianteira do carro e o aerofólio traseiro é outro detalhe que contribui para a esportividade do modelo, melhorando a aerodinâmica.

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O teto sempre pintado na cor preta dá um toque de sofisticação que não passa despercebido, assim como as rodas exclusivas de 18 polegadas, que agregam ainda mais personalidade ao modelo. Além disso, o wide blade, friso logo acima dos faróis dianteiros que contorna o final do capô, ganhou revestimento em fibra de carbono.

A exclusividade da Abarth também se estende ao visual do modelo

Comemoramos os 75 anos da marca avaliando o Abarth Fastback com motorização turbo com 185 cavalos de potência

Por dentro, o novo modelo possui elementos que lembram ao motorista que ele está em um SUV de alta performance. O interior escurecido, inclusive o teto, transmite elegância e sofisticação, e traz detalhes em vermelho que se destacam em meio ao acabamento premium reforçando sua esportividade. Traz também painel com revestimento que simula fibra de carbono.

O volante revestido em couro perfurado e os bancos em couro ecológico com costura vermelha são não apenas elementos de estilo, mas também sinônimos de conforto e requinte. Para completar, o badge Abarth no painel é um detalhe que reforça a identidade do carro. Vale dizer que por dentro e por fora do veículo o cliente consegue encontrar 13 escorpiões.

O Abarth Fastback traz diversas tecnologias de série que oferecem conforto e praticidade tanto para o motorista quanto para os passageiros. Uma delas é a plataforma de serviços conectados, Connect////Me, que oferece mais de 30 funcionalidades para tornar a experiência de condução ainda mais completa e interativa.

Já o cluster digital de sete polegadas é específico da Abarth, com informações como pressão do turbo, força G e potência na tela principal. O modelo traz ainda uma central multimídia de 10.1 polegadas com diversas possibilidades de entretenimento e conectividade a bordo.

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Para completar, tem Android Auto e Apple Carplay. Além disso, o modelo conta ainda com um carregador de celular por indução e entradas USB-A e USB-C.

O modelo possui diversos recursos de segurança

Comemoramos os 75 anos da marca avaliando o Abarth Fastback com motorização turbo com 185 cavalos de potência

O Abarth Fastback também possui recursos de segurança, como os ADAS, sistemas avançados de assistência à direção, que incluem alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa com correção ativa e comutação automática do farol alto.

Além disso, o carro conta com o ESP – Electronic Stability Program, que garante maior estabilidade e segurança na condução; sensor de chuva e luminosidade, que ajusta automaticamente os faróis e os limpadores de para-brisa de acordo com as condições climáticas.

O ABS com EBD – Antilock Braking System com Electronic Brakeforce Distribution é outro recurso que contribui para a segurança no veículo, garantindo uma frenagem mais eficiente e segura.

O Abarth Fastback conta ainda com ar-condicionado automático digital, faróis e lanternas full LED, keyless Entry’nGo com partida remota, freio de estacionamento eletrônico automático com Auto Hold e airbags frontais e laterais de tórax e cabeça para motorista e passageiros.

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O modelo está disponível nas cores Branco Banchisa, Cinza Strato, Preto Volcano e Vermelho Montecarlo com detalhes em vermelho.

Notas Rápidas, por Sérgio Dias

Picape BYD será híbrida plug-in com quase 480 cavalos de potência

A BYD vai oferecer no mercado brasileiro uma picape híbrida plug-in equipada com uma nova tecnologia de energia na plataforma DMO Super Híbrida Off-road para entregar uma mistura harmoniosa de desempenho robusto off-road, conforto e eficiência energética.

No comunicado para a imprensa a BYD afirma que “essa oferta inovadora tem como objetivo proporcionar uma experiência superior que supera a das picapes convencionais, posicionando-se como um divisor de águas no mercado.”

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Triumph inicia produção das novas Speed 400 e Scrambler 400 no Brasil

A Triumph anuncia o início da produção dos modelos Speed 400 e Scrambler 400 em sua fábrica localizada em Manaus/AM. Toda linha foi ajustada para receber as novas motos, contando com todo efetivo para a produção e entrega de mais de 2.000 motocicletas.

“Este é um momento histórico da Triumph no Brasil, a produção da primeira moto de 400 cilindradas é um marco de entrada em um segmento que está em forte crescimento no país” declara Renato Fabrini, Gerente Geral da operação no Brasil.

BMW Group reforça seu compromisso com o Brasil

O BMW Group anunciou a eletrificação da sua planta no Brasil, localizada na cidade catarinense de Araquari, além de expandir suas atividades de engenharia local.

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Após um recorde histórico de vendas de veículos eletrificados no ano passado, o BMW Group anunciou agora a produção local do BMW X5, o primeiro modelo Premium híbrido Plug-in a ser feito na América do Sul. O modelo se juntará ao BMW X1, BMW X3 e BMW X4, além do BMW Série 3, na produção de Araquari.

Tecnologia torna gestão do pátio de veículos mais inteligente

A VWCO – Volkswagen Caminhões e Ônibus, em parceria com a Taggen Industries & Services, dá início a um projeto-piloto na sua fábrica, em Resende (RJ), utilizando a tecnologia de Internet das Coisas (IoT) para uma gestão mais eficiente do pátio de veículos.

O projeto tem como objetivo incorporar avanços tecnológicos para facilitar a geolocalização de caminhões e ônibus entre a linha de produção e os pátios externos, o que trará otimizações dos processos atuais logísticos e melhora no fluxo da produção.

Harley-Davidson traz modelos de motos exclusivas para o Brasil

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A Harley-Davidson traz para o Brasil modelos exclusivos da coleção CVO – Custom Vehicle Operation, inicialmente os Street Glide e Road Glide ST, disponíveis a partir de 15 de abril com preços a partir de R$ 257.450,00.

Os dois modelos vêm equipados com acabamentos exclusivos, toda a tecnologia de infotainment alimentada pelo novo sistema operacional Skyline e o som de alto desempenho Stage II, desenvolvido pela Rockford Fosgate, com amplificador de 500 Watts RMS e speakers de 150 Watts RMS.

Hyundai Palisade com oito lugares faz sua estreia no Brasil em 2024

O Hyundai Palisade faz a sua estreia no Brasil ainda em 2024 e chega para ser o veículo familiar definitivo para uso diário e viagens rodoviárias. O SUV oferece requinte premium, design interior e exterior renovados, novas funcionalidades de conveniência e conforto, além de sistemas avançados de assistência ao condutor.

O modelo é equipado com motor V6 de 3.8 litros que oferece 295 cavalos de potência a 6.000 rpm, aliado a uma transmissão automática de oito velocidades.

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Porsche define modelos de pneus Pirelli para o novo Taycan

A Porsche definiu que os pneus Pirelli P Zero R e o P Zero Trofeo RS vão equipar o novo Taycan e serão os únicos disponíveis na versão Turbo GT, a mais esportiva da linha. Ambos estão disponíveis nas medidas 265/35ZR21 e 305/30ZR21.

O primeiro foi projetado para a condução diária dos supercarros, enquanto o segundo é um semi-slick legalizado para uso nas ruas. Os dois pneus foram lançados no início deste ano e foram especificamente adaptados, em colaboração com a fabricante alemã, para melhorar a esportividade e a eficiência do veículo.

Ford vai doar Mustang GT Performance personalizado por Alan Mosca

A Ford, como parte das comemorações de 60 anos do Mustang, vai doar um GT Performance personalizado por Alan Mosca para ser leiloado por uma instituição, que será anunciada posteriormente.

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O Mustang GT Performance que será doado pela Ford foi o primeiro da sétima geração a desembarcar no Brasil e também o único na cor prata Orvalho, que não será comercializada no País.

Discovery Sport produzido no Brasil chega ao mercado com preço a partir de R$ 434.490,00

Foi apresentada a linha Discovery Sport 2024, com motorizações P250 Flex ou D200 Diesel, até sete lugares e o mais recente sistema de infoentretenimento Pivi Pro 2. Na motorização diesel, a tecnologia elétrica mild hybrid (MHEV) proporciona funcionamento suave da função start-stop.

Produzido no Brasil, a linha Discovery Sport 2024 apresenta interior com até duas opções de cores. Na opção com até sete lugares, a segunda fileira de bancos desliza e reclina com uma divisão de 40:20:40, disponibilizando uma área de carga de até 1.794 litros com os bancos traseiros rebatidos.

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