O faturamento atingiu 37.791 milhões de euros, uma queda de 7% no ano e de 28,7% no último trimestre. . A margem operacional atingiu 212 milhões de euros. . Os estoques ao final de 2008 estão em queda de 666 milhões de euros em relação a 2007. . O endividamento financeiro líquido da Divisão Automotiva teve um aumento de 5.856 milhões de euros, atingindo 7.944 milhões de euros sob o efeito conjunto da forte queda da atividade e da valorização do iene. . Ao final de dezembro de 2008, o Grupo dispõe de acordos de crédito confirmados de 4,2 bilhões de euros para a Divisão Automotiva, dos quais 518 milhões foram utilizados, e de 5,2 bilhões de euros para o Financiamento das Vendas, dos quais 753 milhões foram utilizados. A isso se juntam o empréstimo de três bilhões de euros anunciado pelo Estado Francês, assim como uma duplicação das possibilidades de saques abertas para o Banco RCI à Sociedade de Financiamento da Economia Francesa (SFEF), atingindo um bilhão de euros. “Em 2008, a economia mundial confrontou-se com uma crise financeira e econômica brutal, de uma amplitude excepcional. A partir de julho, a Renault implementou um plano de ações adicional, baseado principalmente no controle dos estoques e na redução dos custos e dos investimentos, para se adaptar o mais rápido possível à nova realidade dos mercados. Em 2009, o Grupo aumentará estas ações, a fim de otimizar o seu fluxo de caixa disponível”, declarou Carlos Ghosn, Presidente do Grupo Renault.
Em um contexto extremamente deteriorado, Grupo Renault anuncia um resultado líquido de 599 milhões de euros
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