Texto: Imprensa GNT
Na faixa especial das 20h30 do GNT desta sexta, dia 17, os últimos passos do tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna são o tema do documentário “Os Últimos Dias de um Ícone – Ayrton Senna”, com narração de Marcello Antony. A produção mostra a repercussão e os efeitos da morte do ídolo no Brasil e imagens do cortejo fúnebre que parou a cidade de São Paulo. O mundo assistiu perplexo e comovido ao seu funeral.
O episódio sobre Ayrton Senna traz depoimentos de especialistas e de pessoas intimamente ligadas ao piloto, como o seu personal trainer, Nuno Cobra, e o mecânico Tché, que consertava seus carros na época em que o piloto ainda competia no circuito de kart. “Ele era um garoto quieto, que amava o que fazia. Por isso, dava tudo de si. Ele se acostumou a vencer”. Outra participação importante é de Alain Prost, o maior adversário de Senna nas pistas. “Nossa rivalidade serviu bem aos dois lados. Poucas vezes no passado houve uma competitividade dessas”. Dizia-se, na época do acidente fatal, que o brasileiro sentia falta do francês, que se aposentara havia pouco tempo.
Além das entrevistas, o documentário mostra que os últimos dias do ídolo foram marcados por tragédias que o deixaram abalado. No primeiro treino da temporada de 1994, Rubens Barrichello capotou e se feriu gravemente, também em San Marino, GP onde ocorreu o acidente de Senna. O piloto, na época, chegou a pular o muro do hospital para ver o amigo. No dia seguinte ao acidente de Barrichello, o novato Roland Ratzenberger morreu na pista. Em um depoimento, o próprio Senna fala sobre a iminência constante da morte em sua profissão. “Em uma corrida você pode morrer em uma fração de segundo. (…) Eu gosto demais do que faço para desistir. Não consigo. Faz parte da minha vida”.
