Texto e foto: Assessoria de Imprensa
A cada ano, o setor de motocicletas vem se consolidando como um dos que mais cresce no Brasil. De 2005 a 2009, o mercado saltou de 700 mil unidades para 1,6 milhão, devido principalmente ao fenômeno dos motoboys nas grandes cidades. Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), foram comercializadas somente em janeiro deste ano, 164.925 unidades, ante 124.548 no mesmo período de 2010 – configurando um aumento de 32,4%.
Á reboque, outro mercado que só cresce e ganha novos serviços é o de Motos Premium, acima de 500 cilindradas e com preço superior a R$ 30 mil. Dados da Abraciclo mostram que em 2009 foram comercializadas 26 mil Motos Premium, número que saltou em 2010 para 29 mil, representando crescimento significativo de 12%. Marcas que já estão no Brasil há algum tempo, se beneficiam diretamente, como o caso das japonesas Honda, Yamara e recentemente, a Kawasaki. A lendária Harley-Davidson seguiu o mesmo rumo e ao lado da alemã BMW também começam a fabricar esse tipo de moto no Brasil. A próxima pode ser a italiana Ducati.
De olho nesse mercado, o maior nome do motociclismo nacional, o piloto Alexandre Barros, único brasileiro a vencer provas da MotoGP, categoria máxima do motociclismo internacional resolveu apostar em um serviço único para esse público. A Alex Barros Riding School é uma escola de pilotagem que ensina como conduzir corretamente essas máquinas supervelozes. “As auto escolas ensinam o básico ao aluno. Saindo de lá a pessoa compra uma moto cinco ou seis vezes mais potente e é aí que está o perigo”, explica Barros. “Ouvi muitas reclamações das concessionárias de rodovias sobre a falta de preparo e imperícia dos motoristas, aí comecei a me preocupar também”, completa o piloto.
