Benedictis, que correu as últimas duas edições do Rally Dakar, tirou grandes lições destes cinco dias de provas na Sardenha. “Os trechos de trial formaram grande parte do percurso e isto foi um grande aprendizado. Não encontramos trechos tão técnicos assim no Dakar ou no Rally dos Sertões, quando o assunto é trial”, explicou o brasileiro, lembrando que todo tempo em cima da moto agrega algum valor ao piloto. Ele competiu a bordo de uma Beta 450RR e contou com o apoio da equipe Beta Dirt Star Racing.
O último dia de disputas teve início em Marina di Orosei, com 280 quilômetros – 151 de especiais. As dificuldades foram muitas até a chegada, e Benedictis aproveitou para resumir a experiência no evento. “A definição do Rally da Sardenha é diferente do que estamos acostumados, pois tem muitas características de enduro. O percurso foi muito travado, quase sem trechos de alta. Por isso, a prova exige ao máximo do piloto um bom preparo físico e psicológico, já que as referências da planilha são muito próximas umas das outras. Foi um rali bem desgastante e estou feliz por ser o primeiro brasileiro a viver isso”, concluiu o piloto.






