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Alpha Esportes: BFGoodrich conquista a décima vitória consecutiva no Rali Dakar

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Texto: Assessoria de Imprensa
O piloto Stéphane Peterhansel conquistou o pódio pela 10ª vez ao volante do seu MINI ALL4 Racing equipado com pneus BFGoodrich. A marca de pneus americana, pertencente ao Grupo Michelin, teve a sua primeira vitória em 1999 e está invicta desde 2002, sendo agora a 10ª vez consecutiva no rali mais exigente do mundo. Ao todo, a BFGoodrich já soma 12 vitórias. 
Pelo regulamento do Rali Dakar, apenas um tipo de pneu pode ser utilizado durante todo o trajeto. Diante desse cenário, o pneu All-Terrain+ foi escolhido pelos principais parceiros da BFGoodrich na categoria T1 (MINI, Toyota, Mitsubishi etc.), devido a durabilidade, versatilidade e desempenho desse pneu. 
Os MINI ALL4 Racing, equipados com pneus BFGoodrich All-Terrain+, conquistaram uma vitória dupla com os pilotos Stéphane Peterhansel e Nani Roma. O sul-africano Giniel de Villiers também chegou ao pódio com pneus BFGoodrich, ao volante do seu novo Toyota Hilux. 
Stéphane Peterhansel conseguiu bater um novo recorde de vitórias no Dakar e sofreu apenas quatro perdas de pressão nos pneus, durante as duas semanas de uma corrida extremamente disputada do início ao fim.  A maioria das perdas de pressão foi por motivos rotineiros, como o caso de um galho pontiagudo que fez um furo na lateral, ou uma pedra arrancada pela roda dianteira que atingiu o pneu traseiro. 
“Estou muito satisfeito com os meus pneus BFGoodrich. Este ano, a equipe de engenheiros trabalhou muito na parte do chassi, da suspensão e dos pneus para que tudo funcionasse de maneira harmoniosa. Quero agradecer ao meu copiloto Jean-Paul Cottret, a toda a equipe X-raid e aos nossos parceiros. Todos merecem esta vitória!”, declarou o piloto Stéphane Peterhansel. 
A concorrência contou com a presença dos potentes Hummer, do atual detentor do título Al-Attiyah e Gordon, na categoria Open, onde o regulamento permite pneus de grandes dimensões (mais de 13 cm de diâmetro) que podem ser inflados e desinflados de dentro do cockpit, o que é muito eficaz para atravessar as dunas.
A edição de 2012 foi particularmente difícil, com mais de quatro mil quilômetros cronometrados entre Mar del Plata (Argentina) e Lima (Peru) em pistas acidentadas e rochosas, nas areais do Deserto de Atacama no Chile ou nas dunas peruanas, descobertas pela primeira vez pelos participantes.

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