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Sistemas de arrefecimento exigem cuidados para evitar falhas e prejuízos

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O uso adequado da bomba d’água e a manutenção preventiva dos sistemas de sincronismo e arrefecimento são apontados por especialistas como fatores que influenciam diretamente a vida útil do motor. Oficinas e consumidores têm buscado informações sobre práticas que reduzam riscos de falhas e preservem o funcionamento do conjunto mecânico, especialmente diante do aumento de ocorrências relacionadas ao superaquecimento.

Troca conjunta de componentes e escolha do fluido adequado evitam falhas no motor

“No sistema de sincronismo, a substituição conjunta de todos os componentes é fundamental para garantir a durabilidade e confiabilidade que são indicadas pelo fabricante do motor”, afirma Edson Pinheiro, engenheiro de desenvolvimento de produto da SKF. A orientação reforça a necessidade de trocar bomba d’água, tensionador e correia dentada no mesmo procedimento, evitando desgaste desigual e falhas prematuras.

Outro ponto destacado pelos especialistas é a escolha do fluido de arrefecimento. Segundo Leonardo Menegatti, consultor técnico da SKF, a utilização de produtos fora das especificações pode comprometer o sistema. “Usar água de torneira ou aditivos fora das especificações da montadora pode gerar corrosão, entupimentos e até danificar o selo mecânico da bomba”, explica. A recomendação inclui ainda a limpeza completa do circuito e a verificação do assentamento correto da bomba no motor, etapa que assegura o vedamento e reduz a possibilidade de vazamentos.

Sistemas de arrefecimento exigem cuidados para evitar falhas e prejuízos

A preocupação com peças falsificadas também tem crescido no setor. Profissionais alertam que componentes irregulares podem comprometer o desempenho do sistema e gerar danos ao motor. Para reduzir riscos, oficinas e consumidores são orientados a verificar a procedência dos itens adquiridos. “A bomba d’água é um componente vital. Uma falha pode causar superaquecimento, empenar o cabeçote e gerar prejuízos altos. Por isso, investir em peças de procedência é uma economia inteligente”, conclui Edson Pinheiro.

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