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Consórcio de viagens cresce como alternativa para planejar turismo

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O consórcio de viagens tem crescido como alternativa para consumidores que desejam planejar férias, intercâmbios e roteiros turísticos sem recorrer a financiamentos com juros. A modalidade permite organizar experiências de médio e longo prazo por meio de parcelas mensais e contemplação por sorteio ou lance, oferecendo previsibilidade financeira e maior controle sobre o orçamento.

Modalidade permite organizar férias sem recorrer a financiamentos

“Viajar envolve decisão emocional, mas o planejamento financeiro permite transformar esse desejo em um projeto estruturado. O consórcio possibilita que o cliente organize a viagem com antecedência e distribua o investimento ao longo do tempo”, afirmou Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios, empresa que acompanha esse movimento e disponibiliza planos voltados à realização de viagens nacionais e internacionais.

O funcionamento do consórcio é baseado na formação de grupos de participantes que contribuem mensalmente para um fundo comum. Periodicamente, um ou mais integrantes são contemplados e recebem a carta de crédito, que pode ser utilizada para pacotes turísticos, hospedagens, intercâmbios ou serviços relacionados à viagem.

A modalidade tem atraído consumidores que desejam planejar experiências sem comprometer o orçamento com pagamentos concentrados ou encargos financeiros elevados. O consórcio permite definir o valor do crédito e o prazo de pagamento, criando previsibilidade nas despesas mensais e facilitando o planejamento de viagens futuras.

“Muitas pessoas realizam viagens no impulso e passam meses reorganizando as finanças depois. Quando existe planejamento, o consumidor consegue conciliar experiências de lazer com equilíbrio financeiro”, explicou Marcelo Lucindo.

Consórcio de viagens cresce como alternativa para planejar turismo

Em 2025, os brasileiros priorizaram o turismo interno, com destaque para destinos de sol e praia no Nordeste e grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo. João Pessoa (PB) figurou entre as principais tendências globais, atraindo visitantes pela combinação entre praias e custo-benefício. Salvador, Foz do Iguaçu, Paraty e Florianópolis também estiveram entre os destinos mais procurados.

No cenário internacional, locais como Sanya, na China, Villajoyosa, na Espanha, San Pedro de Atacama, no Chile, Trieste, na Itália, e Tromsø, na Noruega, ganharam relevância. As escolhas foram associadas a experiências culturais, turismo de natureza e roteiros diferenciados, incluindo fenômenos naturais como a aurora boreal.

As preferências revelaram mudanças no comportamento do turista brasileiro: 62% das viagens foram para destinos de praia e sol, seguidas por turismo religioso (18%) e cultural/histórico (14%). O ecoturismo também ganhou espaço, com destaque para Pantanal e Amazônia.

Nesse contexto, o consórcio de viagens tem sido utilizado para estruturar experiências de forma planejada. Ao definir previamente o objetivo e o valor da carta de crédito, o consumidor organiza o investimento necessário para realizar a viagem, evitando impacto financeiro imediato.

“O planejamento permite que a viagem seja vivida com tranquilidade. Quando o consumidor organiza suas metas financeiras, ele cria espaço para experiências culturais e momentos de lazer sem comprometer o equilíbrio do orçamento”, concluiu Marcelo Lucindo.

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