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Óleo lubrificante exige atenção às normas técnicas e trocas regulares

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A Castrol apresentou um levantamento sobre mitos e verdades relacionados ao uso de óleo lubrificante automotivo. O objetivo é esclarecer dúvidas comuns que podem comprometer a durabilidade dos motores e orientar consumidores sobre a importância de seguir especificações técnicas.

Viscosidade, borra e consumo de combustível são pontos centrais

“O óleo é um componente de engenharia. Ele é formulado com óleos básicos, pacote de aditivos e focados em especificações técnicas da indústria e de montadoras. Não é tudo igual e não pode ser escolhido apenas pelo preço”, afirmou Wellington Santos, especialista em tecnologia de produto da Castrol.

Entre os mitos mais recorrentes está a ideia de que óleos mais espessos oferecem maior proteção. A recomendação correta é sempre seguir a viscosidade indicada pela montadora, já que produtos fora da faixa especificada podem prejudicar a circulação e aumentar o desgaste, especialmente na partida. Outro mito é acreditar que veículos que rodam pouco não precisam de troca. Mesmo parados, os lubrificantes sofrem degradação química e podem perder eficiência.

Também é incorreto considerar que todo óleo sintético é igual. As diferenças estão no pacote de aditivos e nas normas técnicas atendidas, como SAE, API e ACEA. O escurecimento do óleo não significa necessariamente perda de validade, já que pode indicar que o produto está cumprindo sua função de limpeza. Completar com qualquer óleo da mesma viscosidade é outro mito parcial, pois as formulações podem variar em aditivos e normas.

Entre as verdades destacadas, está o fato de que cerca de 75% do desgaste do motor ocorre na partida, momento em que o óleo ainda não circulou completamente. Lubrificantes também influenciam no consumo de combustível, já que menor atrito resulta em maior eficiência energética. Normas técnicas são fundamentais para garantir desempenho e durabilidade, e a borra pode comprometer seriamente o motor ao obstruir a circulação.

Óleo lubrificante exige atenção às normas técnicas e trocas regulares

O uso urbano é considerado severo devido ao trânsito intenso, partidas frequentes e variações térmicas. Isso reforça a necessidade de seguir o manual do fabricante e escolher lubrificantes adequados à rotina de uso.

“O óleo lubrificante não é apenas um fluido, mas sim parte estrutural da engenharia do motor. Ele controla atrito, ajuda na limpeza interna, contribui para a eficiência térmica, durabilidade, economia de combustível e emissões mais limpas”, concluiu Wellington Santos.

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