A linha LESS já é produzida no Brasil e contribui para a redução de consumo de combustível dos veículos e auxilia a diminuir a emissão de gases poluentes na atmosfera
Texto: Assessoria de Imprensa
A Freudenberg-NOK América do Sul já produz os retentores da linha LESS (Low Emission Sealing Solution) na fábrica de Diadema (SP). Estes retentores já equipam veículos flex de uma das grandes montadoras presentes no Brasil, especialmente partes como motor, transmissão, direção, transmissão, direção, suspensão, freios, chassis, ar-condicionado, atuadores e centrais eletrônicas. “A tecnologia dos retentores da linha LESS trazem à indústria automotiva diversos benefícios quando comparados aos retentores convencionais, como a redução do consumo de combustível e consequente redução da emissão de gases na atmosfera aliada ao aumento da durabilidade do produto”, comenta o engenheiro Rodrigo Vilela, diretor de vendas da Divisão Automotiva da Freudenberg-NOK América do Sul.
A Freudenberg-NOK é a líder global em vedações para diversas indústrias e maior fabricante de retentores da indústria automobilística mundial. No caso do conceito da linha LESS, Vilela explica se tratar de uma solução alinhada à tendência de os veículos serem mais eficientes e ambientalmente corretos. O executivo ressalta, neste sentido, que a subsidiária sul-americana da empresa está pronta para apoiar seus clientes da indústria automobilística no que se refere aos novos padrões de emissões de poluentes que entrarão em vigor na região em curto e médio prazos. “Como estamos integrados aos centros mundiais de desenvolvimento da Freudenberg-NOK, podemos contar com a experiência e a infraestrutura global da organização para fornecer rapidamente e com alta tecnologia qualquer nova vedação aos nossos clientes”, frisa Vilela.
Sobre a tradição da Freudenberg-NOK em inovação, o presidente da empresa na América do Sul, George Rugitsky, ressalta que a companhia destina cerca de 4% da sua receita para investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Este fator se reflete também na subsidiária sul-americana, pois apesar do envolvimento da equipe brasileira com a equipe global, a gestão de criação, pesquisa e desenvolvimento para atender o mercado sul-americano advêm de profissionais alocados no Brasil. “Nossa linha se tornou mais eficiente para o sistema veicular, visando o melhor desempenho, custo e eficácia e impacto ambiental”, explica.





