Das 61 voltas da São Paulo Indy 300, 42 aconteceram sob bandeira verde, permitindo, assim, várias disputas por posição nos 4.180 metros do circuito urbano idealizado pelo neozelandês Tony Cotman. O notável é que durante estes 42 giros aconteceram nada menos que 95 ultrapassagens. Os números foram fruto de um levantamento feito pela NZR Consulting, empresa contratada pela IndyCar para consultoria e projetos de circuitos – e fundada pelo próprio Cotman.
Inicialmente prevista para ter 75 voltas, a São Paulo Indy 300 atingiu o limite estipulado de duas horas por causa da quantidade de voltas sob bandeira amarela – 19 no total. Metade das 95 ultrapassagens aconteceram na região da Curva da Vitória (curva 11), no final da Reta dos Bandeirantes, cumprindo o propósito do trecho de 1,5 quilômetro em linha reta na Marginal Tietê – o maior de todo o calendário da Fórmula Indy.
Foram sete trocas de liderança entre cinco pilotos: Dario Franchitti – que liderou o maior número de voltas, com 29 -, Ryan Hunter-Reay, Simona de Silvestro, Ryan Briscoe e o vencedor Will Power. Em terceiro lugar na corrida, o brasileiro Vitor Meira havia largado da 16ª posição e foi o que mais colocações ganhou no decorrer da prova.
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