Análise macroeconômica de outubro avalia preços do petróleo, metal e alimentos
Texto: Assessoria de Imprensa
Os preços das commodities vêm crescendo acentuadamente desde seu ponto mais baixo, registrado em 2009. No entanto, a expectativa de crescimento mundial moderado neste segundo semestre, as incertezas da economia europeia e a lenta recuperação dos EUA devem reduzir os preços no curto prazo, revela a Análise Econômica Global realizada pela PwC.
De acordo com a análise, o preço do petróleo comercializado na Bolsa de Nova Iorque (West Texas Intermediate -WTI) permanecerá estável em US$ 92 por barril até o final de novembro. Já o preço dos metais não deve subir até o final do ano, embora também seja esperado que permaneça volátil.
“Apesar dos preços dos metais terem subido no primeiro trimestre, refletindo, em parte, a alta demanda da China, há uma tendência de queda, com a desaceleração da demanda global. Os preços do minério de ferro, por exemplo, caíram 17% nos dois últimos trimestres, para US $ 100 por tonelada”, destaca Ronaldo Valiño, sócio da PwC Brasil e líder de Metais.
Em contraste com os preços do petróleo e dos metais, o preço global dos alimentos subiu cerca de 6% em julho, e tende a permanecer elevado devido às más colheitas, principalmente nos Estados Unidos, e baixos estoques. “O país norte-americano é um dos maiores exportadores no mundo e representam forte influência no preço global dos alimentos”, destaca.
A análise completa, com gráficos, tabelas e projeções pode ser acessada por meio do endereço http://www.pwc.co.uk/economic-services/global-economy-watch/october-summary.jhtml.