A Blumo Mecânica Automotiva explicou os sinais que os veículos emitem antes de apresentar falhas mecânicas e destacou cinco itens que devem ser revisados antes das viagens de férias de julho, período em que aumenta a circulação de carros nas rodovias. Entre os alertas mais comuns estão barulhos ao frear, vibrações no volante, o carro puxando para um dos lados, dificuldade para dar partida e cheiro de queimado.
Especialista reforça importância de avaliar mudanças no funcionamento do carro

“Muitos acreditam que o carro quebra de uma hora para outra, mas isso raramente acontece, porque, na maioria das vezes, ele vai dando sinais. O problema é que o motorista acaba se acostumando com um barulho, deixa para verificar depois ou acha que consegue viajar e resolver quando voltar, e esse tipo de atitude acaba sendo um risco”, afirmou Claudio Santos, CEO da Blumo Mecânica Automotiva.
Segundo o especialista, não é necessário conhecimento técnico aprofundado para perceber que algo está errado. Qualquer mudança no funcionamento habitual do veículo deve ser avaliada, pois pode indicar desgaste ou falha iminente em componentes essenciais.
Entre os itens que merecem atenção antes de viajar estão os pneus e rodas, que devem ser verificados quanto à pressão e necessidade de balanceamento e alinhamento. Os fluidos, como óleo do motor, água do radiador e fluido de freio, também precisam ser conferidos. A parte elétrica deve ser testada, incluindo faróis, setas, luzes de freio, ré e pisca-alerta.
Outro ponto importante é a segurança. É necessário verificar o funcionamento dos cintos e garantir que o kit de troca de pneus esteja completo, com macaco, chave de roda e triângulo. Os limpadores de para-brisa também devem ser avaliados, com atenção às palhetas e ao reservatório de água.
Revisão de cinco itens evita riscos em viagens nas férias escolares

Ignorar sinais emitidos pelo veículo pode comprometer o controle, reduzir a aderência dos pneus ao solo e aumentar o risco de acidentes. A recomendação é realizar revisões periódicas e não adiar verificações quando surgirem indícios de desgaste.
“O motorista não precisa saber exatamente qual é o problema, mas entender que qualquer mudança no funcionamento habitual do veículo merece avaliação”, concluiu Claudio Santos, reforçando a importância de atenção preventiva antes das viagens.