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Revisões periódicas garantem eficiência dos amortecedores

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A Nakata explicou as diferenças entre amortecedores convencionais e pressurizados, destacando a importância desses componentes para a estabilidade e segurança dos veículos. Responsáveis por controlar oscilações da suspensão e influenciar diretamente o comportamento em curvas, frenagens e aderência dos pneus, os amortecedores estão presentes em diferentes tecnologias utilizadas na frota circulante.

Componentes influenciam estabilidade, frenagem e aderência dos pneus

“Em situações de trabalho intenso, pode ocorrer superaquecimento do óleo, favorecendo a formação de bolhas (aeração). Esse fenômeno reduz a eficiência do amortecimento e compromete o desempenho da suspensão”, afirmou Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Nakata, ao comentar sobre os limites dos amortecedores convencionais.

Os amortecedores hidráulicos utilizam fluido, pistão, haste, tubos e válvulas internas para controlar os deslocamentos da carroceria e reduzir oscilações excessivas. Apesar de amplamente utilizados em caminhões e ônibus, apresentam sensibilidade ao uso severo, o que pode comprometer sua eficiência.

Em busca de maior desempenho, surgiram os amortecedores pressurizados, que adicionam gás nitrogênio a baixa pressão ao sistema. O gás mantém o fluido sob pressão constante, evitando cavitação e preservando a eficiência mesmo em condições intensas. Entre as características estão resposta imediata às irregularidades do solo, maior controle das rodas em altas velocidades ou manobras bruscas e aumento da durabilidade do componente.

Além dos sistemas convencionais e pressurizados, alguns veículos utilizam amortecedores eletrônicos. Com gerenciamento eletrônico, esses sistemas ajustam automaticamente o nível de amortecimento conforme o tipo de uso, carga transportada, condição de piso e modo de condução selecionado. O resultado é maior estabilidade e aderência, embora o custo de manutenção seja superior.

Revisões periódicas garantem eficiência dos amortecedores

Independentemente da tecnologia, a Nakata orienta que sejam realizadas revisões periódicas do sistema de suspensão, em média a cada 10 mil quilômetros ou conforme indicação do manual do proprietário. Entre os sinais de desgaste estão vazamento de fluido, aumento da distância de frenagem, balanço excessivo da carroceria, perda de estabilidade em curvas, ruídos na suspensão e desgaste irregular dos pneus.

“Rodar com amortecedores em más condições pode comprometer o controle do veículo, reduzir a aderência dos pneus ao solo e aumentar o risco de acidentes”, reforçou Leandro Leite ao concluir sobre a necessidade de inspeções regulares.

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