Grand Livina e Livina têm os menores custos de reparo em suas categorias

Grand Livina e Livina têm os menores custos de reparo em suas categorias

Testes de impacto do CESVI mostram que índices de reparabilidade dos modelos Nissan são os melhores entre os concorrentes
Imprensa Nissan
Além de serem os modelos mais espaçosos de suas categorias, os monovolumes Grand Livina e Livina também são os que causam menos estragos nos orçamentos dos proprietários. A conclusão é do Centro de Experimentação Viária (CESVI), que submeteu os dois veículos Nissan a testes de impacto para definir seus índices de reparabilidade, o chamado Car Group. Tanto o Grand Livina como o Livina obtiveram os melhores resultados em suas respectivas categorias – Minivan Média e Minivan Compacta. O índice Car Group ajuda às seguradoras a ter idéia do custo e do tempo necessário para o reparo dos modelos. Quanto menor este índice, melhor, pois indica um conserto mais fácil e mais barato.

O Grand Livina obteve Car Group 18, bem mais baixo que o dos seus concorrentes na categoria Minivan Média. O custo da cesta de peças do último modelo lançado pela Nissan ficou em R$ 9.110, o menor entre todos. O Livina também fez bonito: seu Car Group ficou em 17. Segundo o CESVI, o preço competitivo das peças foi fundamental para a primeira colocação do Livina. Entre funilaria e mecânica, o órgão de segurança viária verificou que as peças substituídas na dianteira do Nissan são, em média, 25% mais baratas que as dos rivais.

Estes resultados colaboram para que os monovolumes Nissan tenham excelentes valores de seguro. No caso do Grand Livina, um homem de 45 anos, casado e com garagem para o carro no trabalho e em casa paga no Seguro Auto Nissan* R$ 1.200 na cidade de São Paulo, R$ 1.130 em Campinas (SP), Recife (PE) e Salvador (BA), R$ 1.050 em Curitiba (PR) e R$ 760 em cidades do interior paulista como Ribeirão Preto (SP). Para o Livina, o mesmo perfil tem valores de R$ 1.035 na cidade de São Paulo, R$ 980 em Recife (PE), R$ 925 em Curitiba e R$ 984 no interior do estado de São Paulo.

Segundo Rodrigo Schmidt, gerente de marketing de pós-venda, este é mais um passo importante para a Nissan do Brasil: “O resultado do CESVI mostra toda a atenção dispensada pela marca para que nossos clientes tenham a melhor experiência com nossos veículos. Este esforço traduz-se em proteção e segurança aos ocupantes, em preços de peças competitivos, em facilidade de reparação e, consequentemente, em seguros competitivos. É um grande diferencial, que nos ajudará no caminho de consolidação da Nissan no mercado brasileiro”, diz.

Metodologia

Os testes de impacto CESVI são patrocinados por empresas da área de seguro. Os resultados são classificados em notas de 10 a 60, que definem o ranking Car Group em diversas categorias. Os índices baixos permitem às empresas de seguro oferecer apólices com preços mais acessíveis. Os testes são realizados na pista de crash tests do CESVI, em São Paulo, com impactos a 15 km/h. As colisões atingem 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita do veículo, seguindo a Norma Internacional do Research Council for Automobile Repair (RCAR), conselho internacional de centros de pesquisa especializados em reparação automotiva e segurança viária. Após o impacto, o carro é levado a uma oficina-modelo para levantamento da extensão dos danos e da facilidade de reparo. A tabela Car Group contém veículos fabricados no Brasil e no Mercosul e veículos importados, mas não inclui modelos fora de produção, esportivos fora-de-série, picapes e utilitários com peso superior a 2.300 kg.

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