A Toyota iniciou a produção da Sienna em 1997 para atender principalmente o mercado norte-americano. A minivan substituiu a Previa naquela região e utilizou uma plataforma derivada do Camry, com motor dianteiro e tração dianteira, configuração alinhada aos principais concorrentes do segmento naquele período.

Minivan combina plataforma derivada do Camry, sistema híbrido e até oito lugares

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O nome Sienna faz referência à cidade italiana de Siena, localizada na região da Toscana. A escolha manteve uma ligação sonora com outros nomes utilizados pela fabricante, mas o desenvolvimento industrial e comercial do modelo foi direcionado às necessidades de famílias dos Estados Unidos e do Canadá.

A primeira geração foi produzida em Georgetown, no estado norte-americano do Kentucky. A linha oferecia configurações CE, LE e XLE, além de bancos removíveis. A proposta combinava espaço para passageiros com comportamento mais próximo daquele encontrado em automóveis construídos sobre plataformas semelhantes.

A segunda geração chegou em 2003 e transferiu a produção para Princeton, Indiana. O projeto ampliou o volume interno e a área destinada às bagagens. A terceira fileira rebatível permitiu reorganizar o espaço sem retirar os assentos, solução posteriormente adotada por diferentes minivans.

A terceira geração foi apresentada em 2009 para o ano-modelo 2011. A Toyota ofereceu versões com oito lugares e opção de tração integral. Atualizações introduziram conectividade, assistência ao motorista e equipamentos destinados ao uso familiar durante viagens e deslocamentos cotidianos.

Toyota Sienna atende famílias no exterior desde 1997

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A quarta geração passou a utilizar exclusivamente propulsão híbrida em 2020. O sistema combina motor a combustão e unidades elétricas sem depender de recarga externa. Algumas versões podem utilizar um terceiro motor elétrico no eixo traseiro para formar a tração integral.

A Sienna também começou a ser produzida na China em 2021 por meio das operações locais da Toyota. Uma derivação recebe o nome Granvia naquele mercado. O modelo não integra a gama brasileira, embora a fabricante comercialize automóveis, utilitários e veículos híbridos no País.

A trajetória da Sienna mostra como uma marca global mantém produtos destinados a necessidades regionais. Dimensões, configuração interna, legislação e procura por minivans justificam uma linha que permanece fora do Brasil, mas participa há quatro gerações da estratégia internacional da Toyota.