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Em estréia da Copa Montana, Jimenez termina em 8º

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Piloto faz grande largada, garante ultrapassagens, mas toque prejudica planos de terminar entre os cinco primeiros

Texto e Foto: Imprensa Sérgio Jimenez

O piloto Sérgio Jimenez abriu a temporada 2010 da Copa Chevrolet Montana com uma grande corrida de recuperação. O piloto da equipe Scuderia 111/GFS largou da 15ª posição e concluiu a prova em oitavo. A primeira etapa da competição aconteceu na tarde deste domingo (11), no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais (PR).

Para chegar tentar chegar ao pelotão da frente, a estratégia de Jimenez foi arriscar desde o início. Deu certo: O piloto ganhou seis posições na largada e seguia firme, com ritmo muito forte, visando terminar entre os cinco primeiros.

No meio da prova, que teve um total de 27 voltas, Jimenez já brigava pela sexta colocação, mas um toque por pouco não o tira da corrida. “Eu tentei fazer a ultrapassagem, mas acabamos tocando e por pouco não saí fora da pista. Consegui voltar, mas perdi quatro posições”, afirmou.

Após a entrada do Safety Car, Jimenez continuou lutando e ganhou mais três posições. “Eu queria brigar para terminar entre os cinco primeiros, mas o oitavo lugar foi um bom resultado, especialmente se pensarmos na competição por equipes”, completou. Seu companheiro, Rafael Daniel, terminou na quarta colocação. O objetivo principal da equipe é subir para a Copa Caixa Stock Car em 2011. Apenas os dois melhores times da Copa Chevrolet Montana conquistarão o acesso.

“Tivemos problemas de motor desde o início dos treinos livres e optamos por trocá-lo depois do classificatório. Melhorou bastante, mas ainda não é o ideal. Vamos trabalhar para conseguir uma boa performance na próxima etapa”, afirmou o piloto da Scuderia 111/GFS. As próximas emoções da Copa Chevrolet Montana acontecem no dia 2 de maio, no Autódromo do Velopark, em Nova Santa Rita (RS). A prova marcará a inauguração do circuito gaúcho.

Confira os dez primeiros colocados em Curitiba

1. Júlio Campos – 40min33seg927
2. Nelson Piquet Jr – a 2s322
3. Diogo Pachenki – a 8s484
4. Rafael Daniel – a 8s858
5. Wellington Justino – a 10s357
6. Douglas Soares – a 12s899
7. Pedro Boesel – a 14s108
8. Sérgio Jimenez – a 15s209
9. Cássio Homem de Mello – a 16s295
10. Cadú Pasetti – a 16s717

Visite o site do piloto: www.sjimenez.com.br

Cláudio Ricci fica próximo da zona de pontuação em Curitiba

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Piloto da Crystal Racing Team ficou apenas duas posições distante de marcar seus primeiros pontos em 2010: foi o 17º

Texto: Rogério rezeke / Imprensa Crystal Racing Team
Foto: Luca Bassani

Faltou pouco para Cláudio Ricci comemorar seus primeiros pontos nesta temporada da Stock Car. Neste domingo (11), o piloto da Crystal Racing Team ganhou 10 posições durante a corrida, ficou em 17º lugar e por duas colocações não marcou pontos. Para o gaúcho e também para Amir Nasr, chefe da equipe, a falta de sorte foi um fator determinante para ele não ter pontuado na prova de Curitiba, a segunda do calendário da Stock Car.

“O carro estava melhor do que na classificação, andou razoavelmente bem e por uma falta de sorte não marquei pontos. Quando fui trocar pneus, teve aquela chuvinha de dois minutos. Com pneus slick frios e na chuva perdi quatro posições que me colocariam na zona de pontos”, disse Cláudio Ricci. Amir Nasr compartilha a opinião do piloto, que outra vez fez boa prova de recuperação, partindo do fim do grid.

“Choveu menos de dois minutos durante a corrida, mas foi justo na hora que o Cláudio Ricci estava saindo do pit stop. Com isso, os pneus demoraram mais para esquentar, perdemos posições e não conseguimos marcar pontos”, afirmou Amir Nasr. Constantino Jr. também teve uma prova bastante movimentada. Durante a corrida, ele ganhou oito posições, ficou em 20º lugar, mas não conseguiu entrar na zona de pontuação.

“Acho que o carro está equilibrado para as corridas, mas não temos um acerto bom para os treinos. Vamos trabalhar para evoluir ainda mais para a próxima corrida, pois fica muito complicado largar do pelotão lá de trás”, revelou Constantino Jr. A próxima etapa da Stock Car, a terceira da temporada, será realizada no dia 2 de maio no Velopark, autódromo recém construído em Nova Santa Rita (RS).

O RESULTADO FINAL EM CURITIBA

1°. Allam Khodair, 33 voltas em 45min56s768
2°. Ricardo Mauricio, a 1s967
3°. Nonô Figueiredo, a 3s261
4°. Max Wilson, a 3s566
5°. Valdeno Brito, a 8s548
6°. Marcos Gomes, a 11s257
7°. Átila Abreu, a 23s966
8°. Thiago Camilo, a 30s204
9°. Cacá Bueno, a 39s816
10°. Lico Kaesemodel, a 42s552
11°. Giuliano Losacco, a 43s391
12°. Daniel Serra, a 52s461
13°. Ricardo Zonta, a 52s628
14°. Pedro Gomes, a 54s629
15°. Felipe Maluhy, a 54s878
16°. Popó Bueno, a 55s167
17°. Claudio Ricci, a 55s289
18°. Diego Nunes, a 55s543
19°. Alceu Feldmann, a 59s100
20°. Constantino Jr., a 1min03s755
21°. Christian Fittipaldi, a 4 voltas
22°. Allan Hellmeister, a 5 voltas

Quebra de Burti e acidente de Muffato tiram Itaipava Racing Team da corrida em Curitiba

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Luciano Burti tinha chances de chegar ao pódio, mas precisou deixar a corrida em função de um problema na alavanca do câmbio

Texto: Imprensa Itaipava Racing Team
Foto: Luca Bassani

Luciano Burti contornava a penúltima curva do circuito, na sexta das 33 voltas previstas, quando o carro ficou preso em terceira marcha. A alavanca havia quebrado e determinava o fim da prova para o piloto. Até ali, fazia boa corrida. Largou em terceiro e, naquele momento, se defendia dos ataques de Atila Abreu na disputa pela quarta posição. “Eu estava no limitador, acelerando tudo em terceira marcha, com um monte de gente atrás de mim e sem espaço para passar. O Atila (Abreu) foi até cuidadoso, porque não tinha por onde ele escapar”, contou Luciano Burti.

A quebra impediu o que poderia render um ótimo resultado. “O carro não tinha performance no começo, mas bem na hora em que eu achei que pudesse começar a recuperar, quebrou a alavanca do câmbio. Eu teria feito pontos importantes aqui”, lamentou. A corrida foi vencida por Allam Khodair, com Ricardo Maurício em segundo e Nonô Figueiredo em terceiro. Max Wilson segue na liderança do campeonato. “Foi um ponto positivo melhorar na classificação, mas enquanto não terminarmos as corridas não podemos pensar em campeonato”, resumiu.

Nas cinco voltas que completou, Luciano Burti teve uma excelente disputa por posição com Ricardo Maurício, mas reconhece que levava desvantagem no duelo pela terceira colocação em função do ajuste do carro, que não estava tão bom quanto se imaginava. “Alguma coisa aconteceu com o carro, que estava com um equilíbrio muito diferente do que nós esperávamos. Escolhemos fazer certos ajustes para ter um carro bom para a corrida, mas alguma coisa está fora do que nós tentamos fazer”, explicou o piloto da Itaipava Racing Team, que busca os primeiros pontos na temporada.

David Muffato teve uma corrida ainda mais curta: completou apenas uma volta em função de um acidente sofrido com Betinho Gresse na largada. “Essa posição, largando ali no meio do pelotão, de décimo para trás, é complicada. Eu larguei relativamente bem, passei alguns carros e na freada estava tranquilo atrás do Betinho (Gresse) quando levei uma pancada, que não sei nem de quem foi, e bati nele, danificando o capô e a frente do carro”, disse David Muffato – os danos provocaram o abandono imediato do piloto paranaense.

Depois do acidente, David Muffato conta que ficou um bom tempo sem ver o que acontecia à frente, já que o capô estava se soltando e impedia a visão do piloto. “Eu não tinha visão nenhuma na reta, não conseguia enxergar. Tanto que eu tinha a preocupação de sair da frente dos outros, mas não dava para saber para onde ir, então muita gente bateu em mim. Foi uma pena porque, como em São Paulo, dava para chegar entre os dez primeiros”, acrescentou. A próxima etapa da Stock Car será disputada no dia 2 de maio no novo autódromo Velopark, em Nova Santa Rita (RS).

O RESULTADO FINAL EM CURITIBA

1°. Allam Khodair, 33 voltas em 45min56s768
2°. Ricardo Mauricio, a 1s967
3°. Nonô Figueiredo, a 3s261
4°. Max Wilson, a 3s566
5°. Valdeno Brito, a 8s548
6°. Marcos Gomes, a 11s257
7°. Átila Abreu, a 23s966
8°. Thiago Camilo, a 30s204
9°. Cacá Bueno, a 39s816
10°. Lico Kaesemodel, a 42s552
11°. Giuliano Losacco, a 43s391
12°. Daniel Serra, a 52s461
13°. Ricardo Zonta, a 52s628
14°. Pedro Gomes, a 54s629
15°. Felipe Maluhy, a 54s878
16°. Popó Bueno, a 55s167
17°. Claudio Ricci, a 55s289
18°. Diego Nunes, a 55s543
19°. Alceu Feldmann, a 59s100
20°. Constantino Jr., a 1min03s755
21°. Christian Fittipaldi, a 4 voltas
22°. Allan Hellmeister, a 5 voltas

Pipo pontua em sua segunda corrida na Fórmula 3 Alemã

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Piloto, o mais jovem brasileiro em atividade no automobilismo europeu, conquistou a oitava colocação

Texto: Imprensa Pipo Derani
Foto: Roelof Oosterhuis/Insight F1

O estreante Pipo Derani marcou seu primeiro ponto no Campeonato Alemão de Fórmula 3. O piloto da Motopark Academy terminou em oitavo lugar, na segunda corrida da rodada de abertura da competição, realizada neste domingo (11), no circuito de Oschersleben. Pipo, de 16 anos, é o mais jovem brasileiro a competir no automobilismo europeu.

Mesmo correndo com um carro muito “dianteiro”, Pipo, que largou em 11º, mostrou personalidade e ganhou duas posições no início da corrida. A primeira delas na largada, e na seqüência, na abertura da segunda volta, na freada da curva um. Ávido por marcar seu primeiro ponto na competição, Pipo ultrapassou mais um adversário a duas voltas do final. “Estava difícil de segurar o carro. Ele estava saindo de frente desde a largada. Eu precisava ser muito cuidadoso na freada e com isso perdia muito tempo”, afirmou o piloto. O francês Tom Dillmann foi o vencedor.

Na primeira corrida, realizada no sábado (10), Pipo também deu mostras de que pode brilhar na competição. O piloto fazia um grande início de prova, mas um toque em um dos pneus dianteiros, ainda na primeira volta, o obrigou a voltar aos boxes para trocá-lo. Pipo retornou à pista uma volta atrás dos líderes, mas manteve um ritmo mais forte que o do sétimo colocado, de quem voltou imediatamente à frente. O 16º lugar ficou aquém das expectativas, mas serviu para o brasileiro ganhar experiência com o carro.

“A Fórmula 3 Alemã é extremamente competitiva e um bom acerto no carro é fundamental. Aprendi muito nesse meu primeiro final de semana. Com certeza esse aprendizado já refletirá na próxima etapa”, afirmou o piloto da Motopark Academy. A próxima rodada dupla do Campeonato Alemão de Fórmula 3 acontece nos dias 8 e 9 de maio, no circuito de Sachsenring.

Confira os dez primeiros colocados da segunda corrida:

1. Tom Dillmann (França) – a 30min07seg281
2. Stef Dusseldorp (Holanda) – a 08s417
3. Kevin Magnussen (Dinamarca) – a 13s448
4. Daniel Abt (Alemanha) – a 14s566
5. Jimmy Eriksson (Suécia) – a 24s068
6. Marco Sörensen (Dinamarca) – a 28s597
7. Markus Pommer (Alemanha) – a 29s822
8. Pipo Derani (Brasil) – a 42s765
9. Willi Steindl (Áustria) – a 43s217
10. Alon Day (Israel) – a 43s772

Classificação geral

1. Tom Dillmann (França) – 18
2. Kevin Magnussen (Dinamarca) – 16
3. Daniel Abt (Alemanha) – 15
4. Stef Dusseldorp (Holanda) – 13
5. Markus Pommer (Alemanha) – 6
6. Jimmy Eriksson (Suécia) – 5
7. Gary Hauser (Luxemburgo) – 3
8. Marco Sörensen (Dinamarca) – 3
9. Willi Steindl (Áustria) – 2
10. Pipo Derani (Brasil) – 1

Campeonato de estreantes

1. Kevin Magnussen (Dinamarca) – 20
2. Daniel Abt (Alemanha) – 16
3. Jimmy Eriksson (Suécia) – 12
4. Kevin Friesacher (Áustria) – 6
5. Marco Sörensen (Dinamarca) – 5
6. Alon Day (Israel) – 5
7. Rene Binder (Áustria) – 4
8. Pipo Derani – 4

Confira o site do piloto: www.pipoderani.com.br

Siga Pipo Derani no Twitter: www.twitter.com/lfderani

Mitsubishi Outdoor 2010 : belas paisagens animam Nação 4×4 na abertura da temporada

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Trecking, tirolesa, rafting e até teste cego de café foram algumas das tarefas enfrentadas pelas equipes

Texto: Imprensa Mitsubishi
Fotos: Fernando Cassini

Muito sol e alegria nas cidades de São Pedro, no interior paulista, para a primeira etapa do rally de estratégia Mitsubishi Outdoor 2010. E as equipes, de até dez competidores, que resolveram encarar esse desafio ainda puderam desfrutar de um belo visual, com direito a cachoeiras, rios e mata preservada na trilha montada entre as cidades de São Pedro, Santa Maria da Serra, Torrinhas, e Brotas.

Repleta de novidades, a etapa marcou a estréia de um novo mapa, onde a maior tecnologia de impressão permitiu as equipes uma melhor visualização dos detalhes da trilha.

Na largada pela primeira vez as categorias -Fun e Extreme – saíram separadas. E nas trilhas, a surpresa ficou a cargo das tarefas como trecking, rafting, bike, tirolesa, teste cego de café, que serviram para animar ainda mais as equipes

Um dos destaques no dia ficou para a tarefa 3 – Caça-cachoeira. Nesse desafio as equipes precisavam realizar um trecking e descobrir quedas d’água, antes de carimbar o passaporte. Na categoria Fun, a aventura terminava ao descobrir uma cachoeira. Já na Extreme era necessário apertar o passo para visitar três. “Foi muito legal, a região é maravilhosa e com um visual incrível”, disse o navegador Paulo Sales Junior, da equipe Juda Nóis.

Outro desfio que alegrou as equipes foi a tarefa 5/ uma garra do Falcão, onde as equipes precisavam realizar uma tirolesa de 400 metros, ida e volta, por cima do Rio Jacaré-Pepira, uma das riquezas naturais da região. “Era uma tarefa tranqüila de se realizar, mas com um visual surpreendente” contou Pedro Berbelini, da equipe Terra Luna.

A hora do cafezinho é sempre bem vinda até no rally. E foi isso que provou a tarefa 11,Teste Cego do Café, onde as equipes precisavam descobrir, com a ajuda do paladar, qual das três opções da bebida correspondia ao café premiado da região. “A prova do café foi muito engraçada. Tínhamos um especialista na turma. O Gustavo tomando e a Bete sentindo o aroma do café foram sensacionais” disse Edi Padilha, Zequinha da equipe Omellettes Rally’s Team.

No final do dia, a equipe “Sem Rumo” comemorou em grande festa a vitória na categoria Fun. “Corremos em família e não existe coisa melhor do que poder compartilhar isso entre a gente” disse Marcos Galutti que estava radiante ao lado da fila Giovanna de onze anos que também participou.

Já na categoria Extreme, a vitória ficou com a equipe Bora Bora. “A prova deixou com que todos participassem. Ela não focou em dois ou três do time. Nós fizemos uma estratégia no carro. Foi mais dinâmico e muito gostoso” disse Marcos Giuca que desta vez participou como Zequinha no time.

Premiação

Por não ser um campeonato, o Mitsubishi Outdoor distribui troféus e prêmios por etapa, nas categorias nas categorias Fun e Extreme.

Calendário

A próxima etapa do Mitsubishi Outdoor 2010 ocorre em Uberlândia/MG (01/05), Depois as emoções seguem por Blumenau/SC (29/05), Londrina/PR (26/06) e Itaipava/RJ (25/09), e encerra o ano na cidade de Ribeirão Preto/SP (27/11).

Patrocínios

O Mitsubishi Outdoor conta com o apoio exclusivo de: Mira Transportes, Itaú Card, Artfix, Gol linhas aéreas inteligentes, Nokia Nseries, Centauro, Clarion, Castrol, Du Pont, Cisa Trading, Pirelli

Classificação Etapa São Pedro (SP)

Categoria Extreme
1° Equipe Bora-Bora/Clovis Fernando Greca e Sandor Shmuck – 3622 pontos
2° Equipe Futura Tintas/ Julio Cesar Lopes Gabriolli e Gustavo Granado – 3384 pontos
3° Equipe Juda Nóis /Sandro Cancian e Paulo Roberto Sales/3008 pontos

Categoria Fun

1° Equipe Sem Rumo/Marcos da Costa Galutti e Paulo Sérgio Armani Nora – 2759 pontos
2° Equipe Pápa-léguas/Tercio Amaral de Camargo e Daniel Ribeiro W. Araújo – 2535 pontos
3° Equipe Flex Soft/Wilson José de Souza Filho e Raul Fanani de Almeida – 2312 pontos

Mitsubishi Motorsports Sudeste abre temporada 2010 em São Pedro

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Mais tradicional Rally de regularidade do Brasil movimenta cidade no interior paulista

Texto: Imprensa Mitsubishi
Fotos: Ricardo Leizer

Neste sábado a cidade de São Pedro, a 209 Km da capital paulista, viveu a grande festa de abertura da 16ª edição do Mitsubishi Motorsports Sudeste, que atraiu competidores do sul e sudeste do país em três categorias: Graduados, Turismo e Turismo Light.

A largada, em frente a igreja matriz da cidade, foi o ponto de partida para os competidores que seguiram por trilhas de cascalho e areia entre as cidades de Santa Maria da Serra, Charqueado, Brotas e Tirapina: “A prova foi sensacional e técnica. Na segunda etapa, tiveram várias pegadinhas com velocidades baixas e muito rápidas, o que exigiu muito de navegação”, afirmou o piloto mineiro Luiz Renato de Rezende Lopes, da categoria Turismo.

Na categoria Graduados, em meio a um prova extremamente técnica, o entrosamento foi um diferencial importante para o desempenho das duplas. Que o diga os catarinenses Luis Roberto Eckel e Luis Felipe Eckel, pai e filho, vencedores da etapa: “Depois de oito anos, pela primera vez conquistamos o lugar mais alto do pódio. Mas só essa oportunidade de convivermos juntos, praticando um esporte que gostamos, é um grande troféu”, explicou Luiz Roberto, orgulhoso da parceria. O vice-campeonato na categoria ficou para a dupla gaúcha Marcos Fernado Bortoluz e Marcelo Nestor Bortoluz.

Entre pilotos e navegador da categoria Turismo, os paulistas Norival Nogueira e Marcelo Boscoli Batista mais do que competir, buscavam diversão entre amigos e no final a estratégia foi recompensada com o primeiro lugar no pódio. “Para nós o rally é sinônimo de alegria. Por isso procuramos manter esse espírito durante toda a prova”, afirma o navegador Marcelo Boscoli. Com o vice campeonato ficou a dupla formada por Bruno Eymael e Victor Eymael. Entre as mulheres, as campeãs foram as irmãs Ariadne e Marcele Aldins Buckvar, estreantes na competição.

Na categoria Turismo Light, a vitória foi da dupla mineira Valdir de Lacerda e Elisa Borges de Lacerda. “Foi a estréia da Elisa como navegadora. Digo que o DNA pode até ter influenciado, mas ela tem facilidade para navegar e passa muita segurança durante a trilha”, justifica o piloto. Entre as duplas femininas, as vencedoras foram Adriana Antunes e Ana Cristian Andrade e o troféu de melhor dupla mista ficou com a dupla Amauri Marengoni e Dominique Marengoni.

Mitsubishi Pró-Brasil

A cada etapa, a ação social Mitsubishi Pró-Brasil arrecada alimentos não perecíveis e produtos de higiene pessoal (sabonetes ou escova de dentes), que são repassados as instituicões sociais na cidade sede do evento. Em São Pedro (SP) foram arrecadadas um total de 10 toneladas, entregues para o Rotary Club, e repassados a 18 entidades, como a Casa do Abrigo, União Espírita de São Pedro e Casa das crianças. “Com essa ajuda é possível garantir o suprimento de seus beneficiados por cerca de dois meses e meio, dando oportunidade para que o orçamento mensal seja revertido em benefício da melhoria de suas instalações”, afirma a presidente Sandra Golinelli.

Premiação

Por etapa, as melhores duplas de cada categoria recebem troféus e prêmios. Ao final do campeonato, as três melhores duplas classificadas na categoria Graduados, dividem o prêmio de R$ 43.000,00 em dinheiro, sendo R$ 22.000,00 ao piloto campeão, R$ 13.000,00 ao vice-campeão e R$ 8.000,00 ao piloto terceiro colocado.

Na categoria Turismo o piloto campeão da temporada ganhará uma viagem 4×4 com direito a três acompanhantes para se hospedar no exclusivo Hotel Explora, em Torres del Paine, na Patagônia Chilena.

Para a melhor dupla feminina da categoria Turismo o prêmio será uma viagem, com acompanhante, para o Costão do Santinho Resort e Spa, localizado na badalada Ilha de Florianópolis (SC). Na categoria Turismo Light os vencedores recebem troféus e prêmios especiais.

Calendário

A próxima etapa do Mitsubishi Motorsports ocorre na cidade de Uberlândia/MG (01/05), de onde segue para Blumenau/SC (29/05), Londrina/PR (26/06), Belo Horizonte/MG (28/08), Itaipava /RJ(25/09) até a etapa final, uma grande festa na cidade de Ribeirão Preto/SP (27/11).

Patrocínios

O Mitsubishi Motorsports conta com o apoio exclusivo de: Circuito Elegante, Mit Seguro, MVC Soluções em Plásticos, Mira Transportes, Banco Itaú, Claro, Artfix, Mit Consórcio, Mit Financiamento, Castrol, Clarion, WTruffi Blindados, Mangels Concept, Transzero, Mapfre Seguros, Pirelli, Du Pont, Embracon Consórcio Nacional, Keko, Daslu Homem, Usiminas Automotiva.

Classificação Mitsubisi Motorsports – Etapa São Pedro

Categoria Graduados

1. Luis Roberto Eckel e Luis Felipe Eckel (São Bento do Sul – SC)- 356 pontos perdidos
2. Marcos Fernando Bortoluz e Marcel Nestor Bortoluz (Caxias do Sul – RS) – 363 pontos perdidos
3. Nacleto Piovesam e Enedir Silva Junior (Chapecó – SC) – 394 pontos perdidos
4. Alfredo Turcatto e Camilo Turcatto (São Paulo) – 404 pontos perdidos
5. Ricardo Molica E Santos e Alexandre Martinez (Taubaté – SP) – 413 pontos perdidos

Categoria Turismo

1. Norival Nogueira e Marcelo Boscoli Batista (São Paulo – SP) – 331 pontos perdidos
2. Bruno Bernt Eymael e Victor Bernt Eymael (Santana de Parnaíba – SP) – 354 pontos perdidos
3. Rodrigo Eglinton Diener e Mauro A. Ribeiro (São Bento do Sul – RS) – 392 pontos perdidos
4. Celso Macedo e Belen Macedo (Iracaia – SP) – 414 pontos perdidos
5. Ivan da Silva Azevedo e Felipe Augusto Santos Azevedo (Belo Horizonte – MG) – 454 pontos perdidos

Categoria Turismo – Melhor dupla Feminina

1. Ariadne Ingrid Aldins Buckvar e Marcele Hayane Aldins Buckvar (Tupã – SP) – 3854 pontos perdidos
2. Claudia Tielas Moreira e Manuella Foz (São Paulo – SP) – 16834 pontos perdidos

Na F Truck equipe goiana concentra-se em recuperar caminhão para prova no Rio de Janeiro

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Mecânicos, pilotos e chefe de equipe da Original Reis Competições não descansaram desde a 1ª etapa da Fórmula Truck para refazer o Scania de Zé Maria Reis

Texto: Imprensa Equipe Original Reis
Foto: Orlei Silva

Desde o dia 5 de março, data do primeiro treino livre da temporada 2010 da Fórmula Truck, a equipe Original Reis Competições trabalha para recuperar o caminhão número 12 do piloto Zé Maria Reis. O goiano sofreu um grave acidente o início da atividade e na 2ª etapa, no dia 18 de abril, no Rio de Janeiro, quer recuperar os pontos que não marcou.

“A equipe está toda empenhada em recuperar o caminhão. Temos até segunda-feira para estar com tudo pronto”, disse Zé Maria. Ele e Leandro Reis, seu sobrinho e companheiro de equipe, pretendiam realizar testes com os equipamentos antes de embarcar para a capital carioca. “Mesmo sem fazer os testes que queríamos estamos confiantes. O caminhão do Leandro está muito bom e vamos fazer uma boa corrida no Rio”, garantiu Zé Maria.

O acidente com o caminhão 12 da Original Reis Competições ocorreu no início dos treinos livres para a etapa de abertura da Fórmula Truck, em Guaporé. Zé Maria Reis bateu forte no guard-rail na saída da curva do Túnel, onde a chuva caia forte apesar de a outra parte do circuito se manter completamente seca. As partes mais afetadas foram a suspensão e o eixo.

A equipe viaja nesta segunda-feira (12) para o Rio de Janeiro. Na classificação do campeonato após a primeira etapa o piloto Leandro Reis ocupa a 4ª posição com 15 pontos. O líder é Felipe Giaoffone com 31.

Keko patrocina Rally Mitsubishi

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Texto: Imprensa Keko

Pelo terceiro ano consecutivo, a Keko será uma das patrocinadoras do rally de regularidade Mitsubishi Motorsports Sudeste. A iniciativa da empresa tem como objetivo principal apoiar o esporte nacional – fomentando seu desenvolvimento e crescimento.

Durante o evento, a Keko – que é líder no Brasil em acessórios para personalização de veículos automotores – promoverá ações de relacionamento para aproximar a marca dos apaixonados por esta modalidade de corrida, que mistura adrenalina, diversão e aventura.
Serão montados dois “Espaços Keko”. Um na largada, onde será colocado um grande cubo inflável fechado e com fones de ouvidos suspensos, nos quais os participantes e o público poderão ouvir o manifesto da marca, que tem o mote “Seu carro, sua personalidade”, além da divulgação do blog feito especialmente para registrar as cenas de cada etapa do rally. Também será criado um lounge onde as pessoas poderão relaxar e conferir os momentos únicos da prova, através das fotos que serão postadas em um amplo painel.
Realizado desde 1995, o Rally Mitsubishi Motorsports Sudeste reúne proprietários de veículos modelo 4×4 da Mitsubishi para o rally dos Cinco Elementos. Os participantes disputam em três categorias: graduados, turismo e turismo light. Este ano o evento terá sete provas, em sete cidades da região Sudeste. A primeira ocorre amanhã, dia 10 de abril, em São Pedro, São Paulo.
Por ser um rally de regularidade, que busca promover diversão e aventura, podem participar competidores com pouca ou nenhuma experiência. Não há premiação em dinheiro, e os alimentos arrecadados na inscrição são doados a entidades assistenciais da cidade que sedia cada prova.

Toyota participa da Tecnoshow Comigo, o maior evento de agronegócio da região Centro Oeste

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Texto: Imprensa Toyota

A Toyota do Brasil participará da Tecnoshow Comigo 2010, o maior evento voltado ao agronegócio da região Centro Oeste, que acontece de 13 a 17 de abril, na cidade de Rio Verde, estado de Goiás. O estande da marca, localizado nos lotes L-4 e L-5 do Centro Tecnológico Comigo, terá 850 metros quadrados. Entre os veículos expostos, destaque para a picape Hilux, que estará à disposição dos visitantes nas versões SRV cabine dupla diesel 4×4 com transmissões automática e manual, SR cabine dupla gasolina 4×2 automática e Standard cabine simples diesel 4×4 manual, voltada para aplicação de trabalho.

A marca ainda irá expor outros modelos, como os utilitários esportivos SW4 SRV diesel com câmbio automático e o RAV4. Também estará à mostra na feira o novíssimo Corolla Altis, equipado com motor Dual VVT-i Flex que rende 153 cv de potência quando abastecido com álcool.

A Toyota disponibilizará na Tecnoshow Comigo uma pista off-road, onde os visitantes da feira poderão testar a robustez e a performance de todos os veículos para uso em terrenos fora-de-estrada.

A expectativa é comercializar 175 veículos durante a Tecnoshow Comigo, o que representará um crescimento de 9,3% ante as 160 unidades de veículos da marca vendidas no evento no ano passado. Consultores de vendas das concessionárias Toyota participantes do evento estarão à disposição dos clientes que visitarem o estande.

“A Tecnoshow Comigo é um evento de suma importância para nós, uma vez que as regiões onde o agronegócio predomina têm apresentado índices significativos de crescimento nas vendas da nossa marca”, afirma Frank Gundlach, diretor comercial da Toyota do Brasil.

Motoristas preferem levar o carro em oficinas de confiança

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Pesquisa da GIPA identifica que o motorista leva o carro para fazer revisão em mecânico de confiança e a qualidade do serviço é fator determinante na escolha do estabelecimento

Texto: Imprensa GMA – Grupo de Manutenção Automotiva

Pesquisa da GIPA, órgão internacional que realiza estudos de mercado no pós-venda em vários países, revela que 74% dos motoristas brasileiros preferem levar o carro em um mecânico de confiança para fazer reparos e manutenção. Mesmo quando o automóvel está na garantia do fabricante, 16% dos proprietários não fazem a revisão da garantia de fábrica em concessionárias.
Além da confiabilidade na qualidade do serviço e a questão do preço do orçamento, o motorista leva em consideração a qualidade dos serviços prestados na hora de escolher o estabelecimento para realizar a revisão de seu veículo.

O estudo da GIPA, encomendado pelo GMA – Grupo de Manutenção Automotiva, indica também que o motorista não tem o hábito de realizar a manutenção preventiva do seu veículo, uma prática que evitaria quebras e falhas inesperadas e que causam enorme transtorno, sem falar na segurança do trânsito. Dados da pesquisa indicam que 48% dos motoristas de carros acima de cinco anos levam o carro em oficinas para fazer manutenção preventiva, sendo que esse índice cai à medida em que a idade do veículo aumenta. A média anual é de quatro visitas às oficinas com gasto de R$ 207,00, totalizando uma despesa de R$ 876,00/ano.

Desse total, está incluída a troca de óleo, por isso, o número ainda é muito baixo, comprovando que o motorista brasileiro faz apenas a manutenção para reparar problemas já existentes.

Nos Estados Unidos, o motorista gasta, em média, US$ 1.000,00/ano em manutenção do veículo. “Como ainda não há uma fiscalização rigorosa como já ocorre em mais de 50 países que possuem a Inspeção Técnica Veicular, o motorista brasileiro não tem o hábito de cuidar do carro preventivamente. Com a ampliação da inspeção ambiental para toda a frota de São Paulo que possui mais seis milhões de veículos entre carros, motos e caminhões e também para cidades de outros estados, os motoristas devem começar a se preocupar em fazer a manutenção preventiva em seus automóveis, o que provocará aumento de visitas às oficinas”, estima o coordenador do GMA, Antônio Carlos Bento.

A frota nacional de veículos é composta por 27,8 milhões de unidades (automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões), segundo Estudo da Frota Circulante do Sindipeças, 20 milhões (63%) possuem mais de cinco anos de idade. Considerada uma frota relativamente nova com idade média de nove anos, o problema incide exatamente na questão das condições dos veículos, pois pesquisa da GIPA revela que o índice de manutenção preventiva cai de acordo com o aumento da idade do carro. “O motorista brasileiro ainda não tem o hábito de cuidar preventivamente de seu veículo, muitas vezes, isso acontece por falta de informação sobre o assunto e pode colocar em risco a vida dos ocupantes e de outras pessoas, sendo um fator determinante que pode contribuir para que acidentes graves aconteçam”, revela Antônio Carlos Bento, coordenador do GMA, Grupo de Manutenção Automotiva.

Fidelização

A pesquisa mostra também que as oficinas independentes têm conseguido aumentar o índice de fidelização de seus clientes devido à contínua queda da taxa de abandono de 7% em 2006 para 5,7% em 2008. As oficinas independentes investem em modernização de equipamentos e aperfeiçoamento dos profissionais para garantir serviços de qualidade. “O automóvel é um sistema integrado, onde todas as peças são importantes para seu funcionamento. Com a tecnologia embarcada nos automóveis, as oficinas precisaram acompanhar essa evolução para garantir prestação de serviços com qualidade”, explica o coordenador do GMA.
Com a norma ABNT 15.296 para qualificação e certificação do mecânico de manutenção e reparação de veículos automotores pela ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas publicada este ano, a categoria passou a ter padrões estabelecidos que permitem a profissionalização e o consumidor garante a qualidade do serviço prestado com o aval do Inmetro.

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