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Pósitron lança antena AE600 com amplificador eletrônico de sinal

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A Pósitron, marca da PST Electronics, traz ao mercado a antena interna para som automotivo AE600. O novo produto já vem com amplificador eletrônico de sinal, garantindo uma recepção clara, livre de ruídos e interferências. A tecnologia utilizada neste produto permite uma sintonia muito precisa em estações de FM e AM, tanto nas grandes cidades como no interior. A nova antena possui design diferenciado, priorizando a discrição. Com 22 cm de comprimento, a AE600 é uma das menores do mercado e pode ser instalada no pára-brisa do veículo, logo acima do espelho retrovisor. Além do design e tamanho reduzido, a AE600 apresenta um pequeno logotipo Pósitron iluminado na cor azul, diferente da maioria dos modelos existentes no mercado, que possuem apenas um led vermelho. “Optamos por essas mudanças para tornar o aparelho mais discreto, em sintonia com as novas tendências de design dos últimos lançamentos de mercado”, explica Marcelo Debien, gerente de Marketing de Produtos.
Instalação facilitada
O cabo de ligação da AE600 foi estendido em 20 cm para facilitar a instalação e atender uma tendência do mercado automotivo, já que a distância da antena interna até o som automotivo está maior, devido a evolução do design do interior dos veículos. Com este cabo, a conexão ao aparelho ficou mais fácil para o instalador, não havendo necessidade de adaptação. Com garantia de um ano, a nova antena pode ser encontrada nas principais lojas de acessórios do País. O preço sugerido do produto para o consumidor final é de R$ 35.

Governo quer financiar carro usado com recursos do FAT

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Dinheiro do FAT vai para investimentos ou capital de giro, não sendo comum seu uso para financiar consumo

Sergio Gobetti, de O Estado de S. Paulo

O governo quer usar dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para criar uma linha especial de financiamento para tentar tirar o comércio de carros usados da paralisia em que se encontra. A linha será operada pelo Banco do Brasil e, segundo fontes ligadas ao Ministério do Trabalho, deverá somar R$ 2,5 bilhões.

Os detalhes sobre a medida, que depende de aprovação do Conselho Diretivo do FAT, deverão ser anunciados na próxima semana pelo BB. “O Conselho ainda não recebeu nenhuma proposta oficial sobre isso, mas não vemos problema em analisá-la se o governo considerá-la importante para enfrentar a crise”, disse ontem o presidente do Codefat, Luiz Fernando Emediato.

Normalmente, o dinheiro do FAT (oriundo de recolhimentos do PIS) é direcionado para investimentos ou capital de giro, não sendo comum seu uso para financiar consumo. O Codefat já aprovou, por exemplo, uma linha de financiamento popular para fogão e geladeiras, mas a mesma não teve demanda. “Os consumidores preferiram comprar e financiar diretamente com as lojas de varejo”, disse Emediato.

No caso atual, entretanto, ele avalia que uma linha para carros de segunda mão possa ter boa receptividade, até porque a taxa de juros é bem menor do que a atualmente praticada, de cerca de 1,8% ao mês. O BB, lembra o presidente do Codefat, adquiriu recentemente o controle acionário do Banco Votorantim justamente de olho em sua carteira de crédito no setor automotivo.

O encalhe de veículos usados estaria, segundo empresários do setor, em torno de 1 milhão. A demanda por esse tipo de carro caiu também por causa do barateamento dos carros novos, beneficiados com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Programa Árvore da Vida gera renda para comunidade carente de Betim

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Criado pela Fiat Automóveis, programa oferece oportunidade de trabalho e renda para comunidade vizinha à montadora

O programa social Árvore da Vida fechou o ano de 2008 com resultados recordes. A Cooperárvore – cooperativa social mantida pelo programa – apresentou um salto significativo na produção, aumentando a renda e melhorando a vida de cooperados e suas famílias. Em 2008, foram produzidas e comercializadas 42 mil peças, um aumento de 127% se comparado à produção de 18.500 unidades no ano de 2007.
A gerente da cooperativa, Carla Cristina de Matos, explica que o crescimento se deve à fidelização dos antigos clientes e maior participação em feiras, o que aumentou a visibilidade da marca e, consequentemente, da demanda. Em 2008, a Cooperárvore participou de 17 eventos. “O fato de oferecermos produtos ambientalmente corretos também impulsiona as vendas”, conta Carla. Parte da linha de produtos é confeccionada a partir de materiais reciclados, disponibilizados pela Fiat e seus fornecedores, como refugos e retalhos de cintos de segurança e tecidos de estofados automotivos.
Uma das cooperadas é Marilene Alves de Souza, 49 anos, moradora do Jardim Teresópolis, comunidade atendida pelo projeto. Participando das atividades do programa desde 2006, ela conta que o bom resultado da Cooperárvore no último ano foi importante para gerar muito trabalho e garantir sua renda mensal. Além disso, afirma que ser cooperada trouxe benefícios ainda mais profundos para sua vida, comprovando outros relevantes pontos de atuação da Cooperárvore. “Antes de entrar para a cooperativa eu estava com dificuldades financeiras, depressão e não saía de casa. Trabalhar e conviver com as pessoas me ajudou a superar essa fase difícil”, diz Marilene.
Os resultados da Cooperárvore apontam o crescimento e o desenvolvimento dos participantes que, de acordo com o diretor de Comunicação Corporativa da Fiat, Marco Antônio Lage, é o objetivo principal. “2008 marca um importante salto da cooperativa. E é exatamente isso que esperamos; o fortalecimento das pessoas na gestão, no compromisso e na produção para que no futuro eles sejam totais responsáveis pelo sucesso da Cooperárvore”, afirma.
O Programa Árvore da Vida – Jardim Teresópolis é realizado desde 2004 pela Fiat Automóveis e pelas as ong´s AVSI e CDM, com o objetivo de promover o desenvolvimento humano, social e econômico da comunidade, localizada próxima à fábrica da montadora, em Betim. O programa já conta com mais de 8 mil pessoas beneficiadas com atividades de capacitação profissional, encaminhamento para o mercado de trabalho, esporte, música, dança e formação cidadã.
Números da Cooperárvore
Produção em 2008: 42 mil peças
Crescimento da produção em relação a 2007: 127%
Participação em eventos 2008: 17
Aumento da renda média por cooperado/mês em 2008, com relação a 2007: 101%

Banco Mercedes-Benz realiza dia do voluntariado

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No dia 07 de fevereiro, 270 colaboradores participarão de uma série de atividades no Asilo Raiar do Sol

O Banco Mercedes-Benz, por meio de seu programa de Responsabilidade Social, busca incentivar a prática de atividades voluntárias entre seus colaboradores. Nesse sentido, a instituição financeira realiza, em 07 de fevereiro, o dia do voluntariado. Nesta data, 270 colaboradores, dentre eles 37 profissionais da Mercedes-Benz Corretora de Seguros, participarão de uma série de atividades no Asilo Raiar do Sol. O objetivo da iniciativa é implantar melhorias na entidade e integrar a equipe do Banco e da Corretora com os idosos residentes, proporcionando mais bem-estar aos moradores, além de conscientizar sobre a importância do trabalho social. “Buscamos desenvolver iniciativas que estimulem a ação social entre nossos colaboradores. Além da doação para custear a obra, temos que incentivar a participaç&atil de;o de cada um neste tipo de atividade. No final, os benefícios são enormes, tanto para quem recebe como para quem ajuda”, explica Marcelo Simonae, membro do Comitê de Responsabilidade Social do Banco Mercedes-Benz. Antes da visita dos voluntários do Banco Mercedes-Benz, serão realizadas recuperações básicas na estrutura do local. Entre as ações de melhoria estão a troca do piso e do revestimento da sala de fisioterapia, a limpeza da área externa e a aquisição de vários equipamentos. No dia do voluntariado, os colaboradores serão divididos em equipes, que serão responsáveis pela desmontagem das antigas camas e montagem das novas; instalação das prateleiras no roupeiro e câmara fria; montagem da sala de fisioterapia; montagem do jardim e pintura dos muros; além da preparação de um j antar festivo e de atividades recreativas com os idosos. No total, serão investidos cerca de R$ 90 mil nesta ação. “Essa ação é uma forma de despertar a solidariedade em cada um de nós, fazendo do mundo um lugar melhor para todos”, afirma Marcello Larussa, membro do Comitê de Responsabilidade Social da Mercedes-Benz Corretora de Seguros. O dia do voluntariado do Banco Mercedes-Benz foi criado em parceria com o Projeto Velho Amigo, que tem como missão contribuir para a inclusão do idoso, assegurar que seus direitos sejam respeitados e valorizar sua participação na sociedade. Este projeto visa a angariar recursos para a acolhida permanente de idosos com condições dignas de vida e moradia promovendo seu desenvolvimento social, educacional, esportivo e cultural. Atualmente o Projeto Velho Amigo assiste 10 casas de longa permanênci a para idosos. O Asilo Raiar do Sol, uma das entidades acolhidas no Projeto e a escolhida para a ação do Banco Mercedes-Benz, é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos para atendimento integral a homens e mulheres com idade a partir de 65 anos. Atualmente, presta assistência a 85 idosos em regime de abrigo. A instituição é mantida por doações pontuais, sem parcerias com o poder público. Nos últimos anos, o Banco Mercedes-Benz, com a participação ativa de seus colaboradores, já promoveu a revitalização de duas praças, situadas próximas à antiga sede da empresa no Jardim São Luís. “Além do lado social, estas iniciativas ajudam a integrar os nossos colaboradores e reforçar a importância do trabalho em equipe”, complementa Simonae

MAUÁ oferece Pós-graduação em Engenharia Automotiva no campus de São Caetano do Sul

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Inscrições estão abertas; aulas têm início em março

Há cinco décadas a indústria automobilística aportou no Brasil e, desde então, se coloca entre os setores mais fortes da economia nacional. Com a globalização, projetos desenvolvidos no país, na área de sistemas de combustível, por exemplo, são incorporados pelas matrizes das montadoras e exportados para outros continentes. Como conseqüência, os profissionais que atuam na área são cada vez mais exigidos e disputados pelo mercado. Para atender às novas exigências de um setor cada vez mais competitivo, o Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia passa a oferecer, a partir de 2009, um novo curso de Pós-graduação em Engenharia Automotiva no campus de São Caetano do Sul. As inscrições já estão abertas e as aulas têm início em março. O curso será ministrado no período noturno e terá duração de dois anos, num total de 420 horas-aula.

O programa do curso foi desenhado com o objetivo de atender às necessidades atuais da indústria automobilística e se baseia na proposta pedagógica desenvolvida para os cursos in company e no Programa de Pós-graduação em Engenharia Automotiva oferecido pela Mauá em São José dos Campos. Além de sua reconhecida competência, o Instituto Mauá de Tecnologia detém conhecimento comprovado na área e conta com laboratórios dotados de equipamentos e ferramentas para auxiliar nos trabalhos de pesquisa que serão desenvolvidos durante o curso. O corpo docente é formado por profissionais com sólida formação acadêmica e destacada atuação em empresas líderes do setor.

A intenção é formar profissionais altamente qualificados para atuarem nos setores automobilísticos, de autopeças e segmentos correlatos, ou ampliar o nível de conhecimento daqueles que já atuam na área, mas necessitam capacitação para atender às exigências do mercado. Por isso, a Pós-graduação em Engenharia Automotiva da Mauá é direcionada aos engenheiros e outros profissionais com sólida formação acadêmica e reconhecida experiência no segmento automotivo. A seleção será feita por meio de entrevistas e análise de currículo.

Diferenciais – A atuação do IMT na prestação de serviços na área automotiva tornou possível formar um corpo docente reunindo alguns dos melhores profissionais de cada área, possibilitando ao aluno desenvolver conhecimentos abrangentes e ao mesmo tempo com a profundidade exigida num cenário automotivo globalizado.
Esta abrangência e profundidade proporcionadas garantem ao profissional capacitação para atuar com competência nas áreas técnica e gerencial. O coordenador da pós-graduação, professor Fernando Malvezzi, explica que o curso terá caráter abrangente, mas dará condições ao profissional de se aperfeiçoar em sua área de atuação. Segundo Malvezzi, é importante que o profissional tenha uma visão global do veículo. “Nosso objetivo é que o aluno conheça o desenvolvimento dos sistemas veiculares, com oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em uma determinada área de seu interesse”.

Outros diferenciais do curso oferecido pela Mauá são os ensaios em laboratórios, testes com veículos em campos de prova e a possibilidade de os alunos desenvolverem pesquisas em associação com as empresas em que atuam.

Outras informações e inscrições pelo telefone (11) 4239.3401 com Margareth, pelo email posgraduacao@maua.br ou pelo site www.maua.br/posgraduacao

Dalia Comunicação

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Amigos,

Para conhecer mais sobre os produtos e serviços da Dália Comunicação, empresa que edita o jornal Alpha Autos, acesse http://www.daliacomunicacao.blogspot.com/

Um abraço.

Felipe Massa visita a Fiat Automóveis

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O piloto de Fórmula 1 Felipe Massa, vice-campeão mundial pela Ferrari, participou de evento interno com os funcionários da Fiat Automóveis, na última terça-feira, 27 de janeiro, onde foi cumprimentado pelo Presidente da empresa na América Latina, C. Belini e pelos funcionários da Fiat por seu desempenho na Fórmula 1 em 2008 e pelo título mundial de construtores conquistado pela Ferrari neste ano.
Felipe massa visitou também a fábrica da Fiat Automóveis e já testou o próximo lançamento da montadora, o Punto Turbo. O modelo estará disponível no mercado brasileiro no primeiro semestre deste ano.

Ford Ecosport atinge a produção de 500.000 unidades em Camaçari

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A Ford comemorou esta semana a produção de 500.000 unidades do EcoSport na Fábrica de Camaçari, na Bahia, mais um marco que reflete o sucesso do veículo, líder da categoria de utilitários esportivos desde o lançamento. Fenômeno de vendas em vários mercados, o EcoSport conquistou diversos prêmios nestes seis anos de vida, com características que fazem dele um carro único e desejado.
Do meio milhão de unidades produzidas, 246.131 foram vendidas no mercado interno e 244.979 exportadas. O modelo é exportado hoje para dez países, incluindo Argentina, Venezuela, Equador, Colômbia, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru e México. Tem também unidades rodando em outros 16 países, como Síria e Líbano, no Oriente Médio, além do Cazaquistão, Angola, Nigéria e Etiópia, na Ásia e África.
“Mais que um carro de apelo jovem e desejado por clientes de diferentes perfis, ele é um símbolo de liberdade, conectado com o estilo de vida dos consumidores. As mulheres, por exemplo, são responsáveis por metade das vendas da linha”, afirma Antonio Baltar, gerente geral de Marketing da Ford.
Entre os atributos diferenciados do Ford EcoSport estão a posição elevada de dirigir, a visibilidade, o grande porta-objetos embaixo do banco do passageiro, o compartimento refrigerado no painel, o fácil acesso ao porta-malas e a capacidade de enfrentar obstáculos.
Líder da categoria
O veículo oferece a maior gama de opções da categoria. Disponível nas versões 1.6 Flex, 2.0 Flex com transmissão manual e automática e 2.0 Flex 4WD, conta também com as opções de acabamento XL, XLS, XLT, FreeStyle e 4WD, além de um modelo com motor 1.4 diesel para exportação.
Criado no Brasil – único lugar do mundo onde é produzido – para atender o gosto e as necessidades do consumidor brasileiro, o EcoSport inaugurou um novo segmento e foi um dos responsáveis pela grande virada da Ford no País. A sua liderança foi reforçada por constantes inovações, tanto na motorização, no estilo e no acabamento como na oferta de equipamentos.
“Apesar das diversas tentativas da concorrência, nenhum modelo foi capaz até hoje de ameaçar a sua supremacia na categoria”, destaca Antonio Baltar. Em 2008, a linha vendeu 44.178 unidades no Brasil, com média mensal acima de 3.600 unidades e participação de 41,6% no segmento de utilitários esportivos compactos.
Evolução na qualidade
Desde o lançamento, o EcoSport registra uma evolução constante nos índices de qualidade e de satisfação do consumidor. Entre eles estão o TGW/1000 (“Things Gone Wrong”), que mede o número de defeitos apontados pelos clientes a cada mil veículos produzidos, e os indicadores de garantia. A Fábrica de Camaçari trabalha com ferramentas globais de qualidade para o aprimoramento contínuo do produto, que incluem desde o controle rigoroso dos processos de manufatura e inspeção até o acompanhamento do seu desempenho no campo. “O alto padrão de qualidade do EcoSport é um fator inerente à concepção do seu projeto, que vem sendo aprimorado com investimentos constantes no desenvolvimento do produto, na melhoria dos processos da fábrica e no treinamento dos times de trabalho”, diz Reinaldo Santos, gerente da Qualidade da Ford na Fábrica de Camaçari. “Conhecemos os pontos que impactam a satisfação do cliente e trabalhamos com metas cada vez mais rigorosas para que ele seja o melhor veículo da categoria”.

Manutenção do automóvel garante economia para os motoristas

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Motoristas devem ficar atentos às condições extremas de uso dos veículos

A cada dia 600 novos carros são emplacados em São Paulo. Apesar da frota crescente, as ruas e avenidas continuam as mesmas e acabam por gerar o caótico trânsito da cidade. O anda e pára dos automóveis, somados aos problemas do dia a dia da metrópole podem reduzir a vida útil das peças de maior uso do veículo, por isso, os motoristas devem ficar atentos à manutenção.

Esperar o carro dar sinais de que precisa de uma revisão não é a melhor alternativa, já que a manutenção preventiva garante segurança e, por estranho que possa parecer, até economia para os proprietários. Jair Silva, Supervisor de Assistência Técnica e Serviços da Affinia Automotiva – responsável pelas marcas Nakata, Wix, Brosol, Urba, Spicer, Perfect Circle e Victor Reinz -, utiliza um modelo da Volkswagen para um exemplo simples de como a manutenção ajuda no bolso. “Se o motorista fizer uma manutenção preventiva em seu Gol 1.0 e substituir lonas de freio e retificar o tambor, ele terá um gasto médio de R$ 130. Se optar por deixar essas peças esgotarem sua vida útil, além da substituição da lona, o tambor também deverá ser trocado e, nesse caso, o proprietário deverá desembolsar cerca de R$ 250, ou seja, quase o dobro”, calcula o técnico.

Algumas peças, devido sua importância e representatividade na segurança do veículo, devem ser substituídas preventivamente. É o caso das pastilhas, lonas e cilindros de freio; filtros de ar, óleo, combustível e cabina; correias; componentes de suspensão e direção; e óleos. Não substituir esses componentes durante seu período de vida útil pode provocar, em geral, maior consumo de combustível, aumento significativo com manutenção corretiva e, ainda, acidentes pela falta de freio ou pela perda de controle do veículo. “A manutenção preventiva é a melhor maneira de minimizar a possibilidade de imobilização do veículo, prevenir acidentes e reduzir o custo geral de manutenção do veículo,” afirma Silva.

Para aqueles proprietários de automóveis que não estão familiarizados com temas técnicos, basta seguir o plano de manutenção preventiva elaborado pela montadora do veículo que explica quais são os momentos adequados para se fazer uma revisão no carro, bem como substituir as peças importantes antes do fim da vida útil, sem caracterizar a condição extrema de uso.

Como escolher o rastreador para seu veículo

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Como toda ferramenta tecnológica, o rastreador é projetado para operar em determinadas condições de aplicabilidade, ou seja, cumpre exatamente as funções para o qual foi projetado e idealizado. Portanto, cabe ao usuário, uma escolha criteriosa dos sistemas, tecnologias e prestadores de serviço, buscando atender às suas necessidades.

Responsável por uma avaliação de sistemas de rastreamento e bloqueio, o CESVI BRASIL aponta alguns questionamentos básicos que devem ser feitos na hora da escolha de um sistema e/ou prestador de serviço.

1- Para que preciso do rastreador?
Essa é a pergunta inicial que deve ser respondida. O rastreador pode ser uma ferramenta de logística com efeitos colaterais em segurança, ou vice-versa, ou seja, pode ser projetado para a segurança contra roubo, com limitadas funções de logística. Portanto, a necessidade poderá ser delineada para aplicações exclusivas em segurança, logística ou ambos. A partir dessa análise, é possível identificar as expectativas que o equipamento deverá atender.

2 – Onde o veículo rastreado irá trafegar?
É importante lembrar que a tecnologia escolhida representará a área de cobertura do rastreador. Deve-se analisar se o veículo irá trafegar grande parte do tempo em regiões metropolitanas, em rodovias interestaduais, ou ambos. Essa análise facilitará a escolha da tecnologia correta, visando à melhor relação custo-benefício.

3 – Quais funções precisam ser controladas no veículo?
O rastreador é uma ferramenta bastante flexível, que oferece desde as funções de controle mais simples até complexas informações de telemetria do veículo, controlando, por exemplo, áreas de acesso, abertura de portas, velocidade, etc. Analise a necessidade do uso dessas funções, visando à aplicação adequada ou à solicitação de novos recursos para atender a sua necessidade.

4 – Com que freqüência é necessário obter informações do veículo?
Neste ponto, é importante analisar com quanto tempo de “atraso” será recebida a informação do veículo rastreado. Analise se o tempo de comunicação é adequado e alinhado com suas necessidades, sejam de logística, segurança ou ambos. Se o rastreador estiver sendo utilizado para o transporte de cargas, alguns pontos devem ser considerados:
ü Qual o valor da carga transportada?
ü Qual o histórico de roubo da mercadoria transportada?
ü Por quantas áreas, consideradas de risco elevado, o veículo irá trafegar?
ü Quanto tempo ficará nessas áreas?
ü Qual tecnologia permite comunicação nessas áreas?
O custo estará diretamente ligado à freqüência de comunicação e à tecnologia escolhida.

5 – O custo da instalação está incluso no valor do equipamento?
Verifique se a instalação será cobrada pela empresa. Muitas vezes, essa informação não é esclarecida pelo prestador e, após a negociação dos equipamentos, descobre-se que é necessário gastar ainda mais para fazer a instalação.

6 – Quanto tempo de garantia é oferecido? Existe assistência local em caso de mau funcionamento?
Analise qual o tempo de garantia que a empresa oferece ao equipamento e se essa garantia estende-se também aos acessórios (travas, relés, chicotes, etc.). Caso necessite de alguma manutenção, verifique se a empresa possui pontos de atendimento próprios e/ou terceirizados próximos de sua localidade. Existem empresas que comercializam o equipamento em locais em que não oferecem qualquer tipo de suporte de manutenção.

7 – A empresa possui avaliação CESVI vigente?
O CESVI realiza uma análise criteriosa dos equipamentos disponíveis no mercado, avaliando aspectos, como a legalidade da empresa, qualidade de instalação do equipamento, assistência técnica oferecida, estrutura da central de monitoramento, dentre outros. Por meio dessa avaliação, aponta os sistemas de rastreamento e bloqueio de veículos que realmente cumprem o que prometem. Portanto, antes de adquirir qualquer equipamento e/ou prestação de serviço, consulte a relação de empresas aprovadas no site www.cesvibrasil.com.br.

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