Texto e Foto: Assessoria de Imprensa
O piloto de ralis Daniel Oliveira começou recentemente o Campeonato da Europa de Ralis, o único piloto brasileiro a competir naquele campeonato e a levar o nome do seu país um pouco por toda a Europa. O desporto automóvel, nas suas variadas vertentes, é um importante fator de desenvolvimento do turismo, como o demonstram os milhares de espectadores que se deslocam para presenciar as provas assim como as muitas horas de transmissão televisiva que asseguram a cobertura mediática deste e outros eventos.
Porta-estandarte do Brasil, ao volante de um Ford Fiesta RRC “ verde e amarelo” , Daniel Oliveira é responsável pela deslocação dos seus compatriotas às diversas competições em que participa com o piloto a não esconder. “A satisfação por isso suceder. É que, apesar da velocidade e da concentração que um rali exige, há sempre tempo para ver as bandeiras verdes e amarelas, que muitas vezes estão pelas estradas. Isto para não falar da quantidade de espectadores que acorre às zonas de assistência, onde há oportunidade para dar-lhes mais atenção, uma vez que é normal haver um tempo para reagrupamento, ao longo do qual não temos nada para fazer e podemos atender as solicitações dos fãs”.
E o piloto do Brasil World Rally Team não esconde que gostava de ver o Campeonato do Mundo de Ralis regressar ao Brasil e lembra. “Para isso acontecer é necessário que as entidades ligadas ao turismo, sejam federais, sejam estatuais, invistam na realização da prova, pois o retorno é garantido. Numa altura em que o Brasil é foco das atenções desportivas, por causa da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos, em 2016, não é ocasião para fazer um esforço para fazer o país regressar ao calendário do Mundial de Ralis? É que o retorno do investimento está assegurado”.
E para que não haja dúvidas, nesse aspeto em particular, Daniel Oliveira recorre aos números divulgados pelo ACP, organizador do Rali de Portugal. “Segundo foi revelado na apresentação da prova, o Rali de Portugal custa 3,5 milhões de euros (8,75 milhões de reais), mas provoca um retorno de 55 milhões (137,5 milhões de reais), em três dias, e tem um impacto económico total muito perto dos 100 milhões de euros (250 milhões de reais). Estes números foram divulgados pela Universidade do Algarve, que fez o estudo do retorno que a prova proporciona”.





