ASEBRASIL adia teste de certificação por precaução contra a gripe suína
Texto: Imprensa ASEBRASIL
As inscrições podem ser feitas, até o dia 15 de agosto, pelo site www.asebrasil.org.br, nos SINDIREPAS e nas escolas do SENAI de diversos estados e do DF, e na sede do Instituto ASEBRASIL, em São Paulo (SP). A taxa de inscrição é de R$ 95,00 por teste. A mesma pessoa poderá participar de testes de diferentes temas.
O Instituto ASEBRASIL foi criada em 1996, sem fins lucrativos, como o único programa de certificação da competência dos profissionais automotivos em nosso País. Nesta primeira fase, o Instituto ASEBRASIL era vinculado à ASE dos Estados Unidos, criadora da marca. Até 2006, 73.881 técnicos passaram por 21 provas do Instituto. Hoje, existem 38.000 profissionais certificados pela entidade no País e outras 12.000 pessoas cujo certificado venceu em 2007 ou 2008, período no qual não foram realizadas provas. O teste do dia 13 de setembro será o 22º da história da entidade e marcará o reinício das provas da ASEBRASIL.
Copa Nextel: Festa da Stock Car e Goodyear nas ruas de Salvador
Os patrocinadores da Stock Car têm importância fundamental nas promoções montadas para o marco histórico da primeira corrida de rua da modalidade. E quem vai puxando o cordão é a Goodyear, que além de patrocinadora é a fornecedora oficial e exclusiva de pneus para a categoria.
Será a vez de o baiano conhecer de perto como a companhia encara as pistas de corrida como laboratório de testes e desenvolvimento, para que os motoristas tenham total segurança e conforto nas ruas e estradas. Mas ao mesmo tempo, a Goodyear quer aproveitar o clima de festa para ficar ainda mais próxima do povo quando completa 90 anos de presença no Brasil.
Desde o último final de semana as rádios Metropolitana e Transamérica estão fazendo promoções com os seus ouvintes, para sortear ingressos de arquibancada fornecidos pela Goodyear entre os que acertarem perguntas como “Quem é o patrocinador oficial que fornece com exclusividade pneus para a Stock Car?”
Já na terça-feira (04/8) o carro-madrinha da Goodyear foi escolhido para levar Lulu Geladeira, o maior nome do automobilismo baiano nas décadas de 60 e 70, para conhecer de perto o circuito e como o motor V8 despeja seus 480 cavalos de potência para os pneus radiais Eagle Racing 25.5×10.5/18 desenvolvidos no Centro Tecnológico da Goodyear em Akron, Estados Unidos.
Na quarta-feira (05/8) o carro-madrinha Goodyear vai até as escadarias da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, quando as 15 horas passará pelo tradicional ritual turístico de Lavagem pelas Baianas aparamentadas com as suas roupas típicas.
Na quinta-feira (06/8) será a vez do carro-madrinha da Goodyear e de outros patrocinadores fazerem uma grande apresentação ao público soteropolitano, participando de uma carreata. Os carros se concentrarão às 10 horas no Farol da Barra, de onde sairão às 11 horas seguindo pela Avenida Oceânica, passando pela Casa de Iemanjá na Rua da Paciência, prosseguindo até o Recuo da Igreja Santana do Rio Vermelho, onde ficam as famosas barracas de Acarajé na Praia do Rio Vermelho.
Os frotistas baianos também terão a oportunidade de conhecer de perto o Stock Car na sexta-feira (07/8), em jantar de congraçamento oferecido pela Goodyear em restaurante em Salvador.
No sábado (14 horas) e domingo (13h30), após os treinos e corridas, o carro-madrinha da Goodyear estará levando a imprensa e alguns convidados para Volta Rápida no circuito de 2.774 metros, com cinco curvas, quando eles poderão sentir a mesma emoção e adrenalina dos pilotos da Stock Car.
Visite http://www.goodyear.com.br/
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Um modelo Citroën de 1970
A emoção de viver sobre duas rodas é o tema do Roda de Box desta terça
Wagner Pagotto busca o pódio em Salvador
Para o piloto a forma de conduzir o carro em um circuito de rua é diferente. Deve-se tomar alguns cuidados especiais, principalmente nas curvas. “Por ser um circuito de rua, muda muito a forma de atacar as curvas”.
Wagner Pagotto tem conseguido bons resultados nas etapas da Stock Jr. Por ter conquistado um quarto lugar em Brasília, o piloto acredita que pode vir um pódio na etapa de Salvador. “Em todas as etapas fui muito bem. Nos circuitos de rua é fundamental sair na frente, pois as ultrapassagens são mais difíceis. Espero que a minha adaptação a esse novo circuito seja boa e me possibilite sair no pelotão da frente”.
O piloto também acredita que um bom resultado em Salvador possa fazer aparecer novos patrocínios, pois as etapas da Stock Jr. são sempre disputadas antes das etapas da Copa Nextel. “O pódio é um momento importante para divulgação e chama a atenção de possíveis patrocinadores. Tem também as Copa Nextel, Copa Vicar e Pickup Racing que frequentemente buscam novos pilotos na Stock Jr.”.
Wagner Pagotto viaja nesta quinta-feira para Salvador. Na sexta-feira começas os treinos. Mais informações para a imprensa através blog http://www.wagnerpagotto.blogspot.com/, dos e-mails marcel.dalia@terra.com.br e sergio.dalia@terra.com.br e pelos telefones 11-24526063, 11-78333784 e 11-78863745
Citroën confirma participação no Mundial de Ralís até 2011
parte de sua herança genética, colocam em destaque toda a sua Créative Technologie.
Itaú promove feirão em Barueri
O problema social do motoboys
Apesar da melhoria que a regulamentação pode trazer, o sentimento negativo que paira sobre esta categoria não tende a mudar apenas por causa de uma nova lei. A regulamentação trará novas exigências e certamente aumentará a fiscalização. Entretanto, a medida parece pequena demais perto do exponencial crescimento de motos e de entregas em tempo recorde nas grandes cidades.
Como motorista, vivo praguejando contra os motoboys que frequentemente levam meu espelho retrovisor em suas aceleradas frenéticas. Só este ano já foram três. Também reclamo quando quero mudar de faixa e eles ficam com suas buzinas histéricas avisando que estão ali.
Contraditoriamente, depois desse verdadeiro entrave no caminho de casa ao escritório, peço que a secretária chame um motoboy para que entregue um documento a um cliente do outro lado da cidade o mais rápido possível. Reforço também que meu almoço deve estar lá ao meio-dia em ponto para que não atrase os compromissos da tarde.
O escritor e futurista Alvin Tofler já previa que as três grandes ondas que influenciariam a sociedade seria a revolução agrícola, a industrial e a da informação. Ouso dizer que já estamos vivendo a quarta onda, a da velocidade. Queremos tudo de maneira expressa, na hora, de preferência para ontem. Ferramentas como o Twitter, o torpedo e também os motoboys não me deixam mentir.
Podemos aprender com um exemplo de Bombaim, onde um grupo de 5 mil homens transporta diariamente 200 mil marmitas das casas dos clientes aos escritórios e vice-versa, com precisão impressionante. Eles utilizam carrinhos de mão, bicicletas e trens, numa intrincada operação logística. Tudo isso sem confusão. O sucesso é tão grande que já foi matéria da revista The Economist e estudo de caso da Universidade de Harvard.
Talvez não tenhamos a mesma paciência dos indianos, nem desejemos que nossos motoboys se transformem em estudo de caso de universidades americanas. Contudo, com um pouco mais de planejamento empresarial, logística e atitudes positivas estaremos contribuindo significativamente para a paz no trânsito das grandes cidades. Consolidar entregas, estabelecer horários de saída e recebimento de documentos é a única maneira de reduzir a velocidade e a insanidade do trânsito.
Outro ponto importante é reconhecer que, antes de um motoboy, existe um ser humano por trás do capacete. As nossas entregas diárias não são feitas por robôs, mas sim por aqueles que ofendemos enquanto estamos ao volante.
É no mínimo contraditório reclamar sobre a velocidade e o modo inconsequente como eles pilotam se somos nós mesmos que exigimos que eles voem para atender nossas necessidades. Ora, como podemos então reclamar do quanto eles se arriscam e levam nossos retrovisores se somos nós os causadores de tanta pressa?
A velocidade dos motoboys está intimamente ligada ao nosso ritmo diário. Se nos acostumássemos a esperar um pouco mais e a planejar as coisas com mais antecedência certamente não viveríamos essa loucura que tira pelo menos uma vida desse tipo de profissional diariamente só na cidade de São Paulo.
Se quisermos um trânsito menos violento temos que começar por nós mesmos. É hipocrisia reclamar sem agir. As empresas precisam começar a trabalhar sua logística de modo mais racional e antecipado. Só assim conseguiremos poupar nossos retrovisores e o mais importante, a vida dos motoboys.






