MAIS UMA VITÓRIA NO COMBATE À FRAUDE DO GNV
Imprensa Comgás

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Imprensa Bysoft
O desenvolvimento de aplicações na plataforma Web pela Bysoft possibilitará a integração entre a PSA Peugeot Citroën do Brasil e o seu prestador de serviços (comissária de despachos) – garantindo maior agilidade operacional e redução do lead time da entrega da mercadoria no ponto de destino -, e permitirá que a PSA Peugeot Citroën do Brasil visualize, em seu sistema de gestão do comércio exterior, todas as informações, em tempo real, referentes aos processos de importação processados pelo i-Broker Import, sistema de gestão de importação desenvolvido pela Bysoft.
Os pedidos e faturas comerciais serão oriundos da solução Sistema de Gestão do Comércio Exterior da PSA Peugeot Citroën do Brasil que, uma vez integrado ao Sistema i-Broker Import, passa a ser o provedor de dados para o prestador de serviços (comissária de despachos) operacionalizar a importação das mercadorias e proceder a sistemática legal junto à Aduana Brasileira.
Uma vez processadas as informações e registros dos processos aduaneiros junto ao Siscomex-Orientador/SRFF, essas informações retornarão de forma automatizada e eletrônica para o Sistema de Gestão do Comercio Exterior da PSA Peugeot Citroën do Brasil, garantindo assim um total controle, rastreabilidade, gestão do processo logístico, além da alimentação de um banco de dados centralizado e específico para fins de RECOF.
Já está prevista uma segunda etapa de desenvolvimentos, onde os mesmos controles de automatização ocorrerão para as operações de exportação por meio de interfaces entre o Sistema de Gestão do Comercio Exterior da PSA Peugeot Citroën do Brasil e as soluções Bysoft.
O Grand Livina obteve Car Group 18, bem mais baixo que o dos seus concorrentes na categoria Minivan Média. O custo da cesta de peças do último modelo lançado pela Nissan ficou em R$ 9.110, o menor entre todos. O Livina também fez bonito: seu Car Group ficou em 17. Segundo o CESVI, o preço competitivo das peças foi fundamental para a primeira colocação do Livina. Entre funilaria e mecânica, o órgão de segurança viária verificou que as peças substituídas na dianteira do Nissan são, em média, 25% mais baratas que as dos rivais.
Estes resultados colaboram para que os monovolumes Nissan tenham excelentes valores de seguro. No caso do Grand Livina, um homem de 45 anos, casado e com garagem para o carro no trabalho e em casa paga no Seguro Auto Nissan* R$ 1.200 na cidade de São Paulo, R$ 1.130 em Campinas (SP), Recife (PE) e Salvador (BA), R$ 1.050 em Curitiba (PR) e R$ 760 em cidades do interior paulista como Ribeirão Preto (SP). Para o Livina, o mesmo perfil tem valores de R$ 1.035 na cidade de São Paulo, R$ 980 em Recife (PE), R$ 925 em Curitiba e R$ 984 no interior do estado de São Paulo.
Segundo Rodrigo Schmidt, gerente de marketing de pós-venda, este é mais um passo importante para a Nissan do Brasil: “O resultado do CESVI mostra toda a atenção dispensada pela marca para que nossos clientes tenham a melhor experiência com nossos veículos. Este esforço traduz-se em proteção e segurança aos ocupantes, em preços de peças competitivos, em facilidade de reparação e, consequentemente, em seguros competitivos. É um grande diferencial, que nos ajudará no caminho de consolidação da Nissan no mercado brasileiro”, diz.
Metodologia
Os testes de impacto CESVI são patrocinados por empresas da área de seguro. Os resultados são classificados em notas de 10 a 60, que definem o ranking Car Group em diversas categorias. Os índices baixos permitem às empresas de seguro oferecer apólices com preços mais acessíveis. Os testes são realizados na pista de crash tests do CESVI, em São Paulo, com impactos a 15 km/h. As colisões atingem 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita do veículo, seguindo a Norma Internacional do Research Council for Automobile Repair (RCAR), conselho internacional de centros de pesquisa especializados em reparação automotiva e segurança viária. Após o impacto, o carro é levado a uma oficina-modelo para levantamento da extensão dos danos e da facilidade de reparo. A tabela Car Group contém veículos fabricados no Brasil e no Mercosul e veículos importados, mas não inclui modelos fora de produção, esportivos fora-de-série, picapes e utilitários com peso superior a 2.300 kg.
O mercúrio é um elemento importante na composição de lâmpadas de xenônio convencionais, pois seu papel é o de aumentar a tensão de partida, impedir os processos de oxidação interna e isolar termicamente o arco de luz. A partir de pesquisas por novas formatações químicas, a OSRAM conseguiu substituir um elemento extremamente tóxico, mercúrio, pelo iodeto de zinco, inofensivo ao meio ambiente. Para isso, a corrente no interior da lâmpada foi elevada, assim como os eletrodos e o bulbo de quartzo reforçado. As novas lâmpadas de xenon, XENARC D3 e D4 alcançam uma emissão de luz com uma temperatura de cor comparável às lâmpadas de xenônio convencionais.
Desempenho eficiente nas estradas
Entre os atributos mais importantes das lâmpadas com o rótulo “livre Hg” estão o fluxo luminoso de até 3.200 lumens, vida útil de 3.000 horas e intensidade luminosa com temperatura de cor de 4150 Kelvin. Além disso, seu desempenho é muito superior às convencionais lâmpadas halógenas, muito utilizadas na iluminação automotiva. Com uma potência de 80 lumes por watt, as lâmpadas de descarga de gás, como a XENARC HID, da OSRAM, são muito mais eficientes do que as soluções halógenas, que emitem 18 lumes por watt. Vale ressaltar que há ainda uma redução das emissões de CO2, pois uma lâmpada XENARC 35W produz 1,3 grama a menos de gases que contribuem para o efeito de estufa do que uma lâmpada halógena 55W. A nova tecnologia empregada nas lâmpadas OSRAM XENARC D3 e D4 contribui para uma produção sustentável, diminuindo, assim, impactos ambientais decorrentes da eliminação de mercúrio na natureza.
Um sistema sustentável
Como a mistura de gases sem adição do mercúrio é segura, as lâmpadas XENARC D3 e D4 não precisam ser eliminadas separadamente. No entanto, como elas não podem ser misturadas com os modelos HID convencionais, cada tipo de lâmpada tem o seu código identificado na base e, portanto, não devem ser misturadas na hora do descarte. Para ajustar a XENARC D3 e D4, a OSRAM fornece o sistema completo composto de reator eletrônico, conectores e cabos, que se encaixam em um sistema ambientalmente correto.
O Chevrolet Prisma passou a oferecer no último mês de março mais uma opção de motorização. Trata-se do Prisma 1.0 litro, o mesmo motor VHCE Flexpower que já equipa o Classic e o Celta desde o início de 2009.
Imprensa SAE Brasil
A sociedade está mais atenta às questões ambientais e clama por soluções que impeçam a destruição do planeta. E o desafio é o custo do desenvolvimento tecnológico. “O melhor seria se os carros fossem movidos por uma fonte energética renovável, não poluente”, afirma Rubens Avanzini, coordenador da Comissão Técnica de Tecnologia Diesel da SAE BRASIL.
Segundo Avanzini, tecnologia existe. Mas quanto isso custa? Quem está disposto a pagar cinco vezes mais por um carro popular com zero de emissões? Mas pagaria 10% a mais por um que emitisse cerca de 25% menos de gases causadores do efeito estufa, o CO2? Certamente sim.
“Este carro existe e é líder de vendas na Europa, principalmente entre frotistas e motoristas de táxi. O segredo? Emitir menos CO2 é mais econômico e roda mais com menos combustível. O mesmo Diesel, que é proibido nos automóveis do Brasil”, diz Avanzini.
Felizmente, a proibição não é mundial. Com a crise do petróleo, a indústria foi obrigada a desenvolver motores mais eficientes, que também reduzem a emissão de gases, como o CO2, um dos vilões do efeito estufa. Assim, os novos motores possuem a tecnologia esperada pelos usuários e agridem menos a natureza. É certo, porém, que não existe ainda especificação que regulamente a quantidade de emissão de CO2 pelos veículos automotores, mas, estudos indicam que a temperatura da Terra aumenta consideravelmente, e parte disso vem dos escamentos dos carros.
Apesar da falta de regulamentação, já existe proposta da Comissão Européia para cortar em 25% as emissões de dióxido de carbono (CO2) dos carros novos a partir de 2012, ou seja, que a média atual de 161 gramas por quilômetro (g/km) caia para uma média de 120 g/km, por fabricante.
O caminho para atingir a redução é tornar os motores mais eficientes, ou, em alguns casos, tomar o motor Diesel como referência. Observe o gráfico acima que mostra a diferença de emissão de CO2 em carros com motor gasolina e os similares com motor Diesel. A grande maioria dos carros Diesel passaria na nova regulamentação, sem mudanças. É interessante notar que os modelos também são fabricados no Brasil, com motor Diesel, porém vão todos para exportação.
Tecnologia
A tecnologia Diesel atingiu níveis que permitem, hoje, o motor ser mais eficiente, rodar silencioso e macio, além de menos agressivo à natureza. Efeitos de um melhor controle e gerenciamento da combustão, com uso de módulos eletrônicos e sistemas que injetam combustível em alta pressão, além de equipamentos adicionais com turbo compressores e intercoolers.
A associação de tecnologias mudou a forma de fazer veículos Diesel (automóveis, ônibus, caminhões, máquinas agrícolas, de construção etc.) e trouxe de volta esse tipo de motor ao topo da lista dos melhores do mundo. E, melhor, no Brasil e em outros países já são usados com combustível renovável, o biodiesel.
Lázaro Moraes, coordenador de desenvolvimento da empresa, informa que é muito importante esse tipo de revisão uma vez que no Truck Service do ano passado foram realizados 60 atendimentos, e muitos veículos apresentaram problemas como lâmpadas queimadas, infiltração de água e até faróis invertidos. “A intenção era regular um número muito maior de veículos, mas com os diagnósticos com tantas necessidades, o trabalho foi mais minucioso”, explica Moraes. A procura pelo serviço no ano passado foi decisiva para a Nino Faróis confirmar a presença este ano na 30ª edição do evento.
“Ficamos tranquilos em saber que os caminhões que rodam nas estradas brasileiras, hoje com a nossa ajuda, têm condições para trafegar melhor” comenta o coordenador. O serviço de regulagem de faróis estará disponível durante todos os dias do evento, de 15 a 17 de julho, das 9 às 18h.
Truck Service Nino Faróis