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MAIS UMA VITÓRIA NO COMBATE À FRAUDE DO GNV

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Julgamento mantém suspensão de contrato entre a Comgás e posto que desviava gás

Imprensa Comgás

Por decisão da Justiça, o posto Cimal Comércio eServiços Ltda. não poderá mais comercializar gás natural até que a ação ajuizada por ele contra a Comgás – Companhia de Gás de São Paulo – seja julgada. O estabelecimento integra a lista dos seis postos vistoriados durantea força-tarefa realizada pela Comgás, o Ministério Público e a Agência Nacionaldo Petróleo (ANP), no dia 13 de novembro de 2008, em São Paulo, contra o desvio de gás natural veicular.
Na ocasião, foi detectada alteração de peças originaisno medidor instalado no posto, registrando volume de gás inferior ao realmente consumido pelo posto, segundo os resultados demonstrados por um laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo. Desde então, a Comgás interrompeu o abastecimento de GNV.
Na tentativa de obrigar a companhia a religar o gás, oposto ajuizou Medida Cautelar, para obtenção de liminar que garantisse a continuidade do fornecimento de gás pela COMGÁS, que em 1ª instância foi negada. No entanto, após recorrer, por meio de um Agravo de Instrumento, definiu-se provisoriamente que a Comgás deveria restabelecer o fornecimento.
Essa decisão foi de encontro à maior preocupação dacompanhia diante da onda das fraudes: a segurança da população. “Segurança paraa Comgás é fundamental e intervenções como essas significam risco não apenas para os funcionários do posto, mas para os consumidores e toda a vizinhança”, alerta José Carlos Broisler, diretor de Operações da Comgás.
A certeza de que a justiça brasileira está em consonância com a postura da Comgás no combate às fraudes veio com o julgamento do agravo, mantendo a decisão da 1ª instância, e interrompendo o fornecimento de GNV até que a ação contra a Comgás seja julgada.
Saiba mais sobre as fraudes
Em decisão recente da 17ª Vara Cível de São Paulo, o posto o Auto Posto Vila Monte Alegre Ltda. foi condenado a pagar R$ 863.138,02 à companhia devido à existência de uma ligação clandestina, paralelamente às tubulações da Comgás, com objetivo de fazer com que o gás não passasse pelo sistema de medição instalado. Um laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística comprovou a prática fraudulenta. Ao todo, correm na justiça sete processos com matérias relacionadas a fraudes no GNV.

“Sandero Vibe” reforça a esportividade do hatch da Renault do Brasil

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Imprensa Renault

Combinar uma ampla oferta de equipamentos de série a um visual esportivo, que agrade, principalmente, ao público jovem, esta é a receita da nova série limitada da Renault do Brasil, o “Sandero Vibe”. Esta nova série especial é limitada a 3.700 unidades e chega ao mercado com detalhes exclusivos, ampliando a gama do hatch que é sucesso de vendas no País.

De acordo com André Bassetto, Gerente de Marketing Produto da Renault do Brasil, “a série limitada “Sandero Vibe” é destinada, principalmente, ao público jovem, que procura um visual diferenciado, com design esportivo e uma ótima oferta de equipamentos de conforto e comodidade, por exemplo”.

Para encaixar o “Sandero Vibe” nesse perfil, a Renault do Brasil teve preocupação especial em realçar a esportividade e a jovialidade do desenho externo do modelo. Por isso, a série limitada “Sandero Vibe” se destaca visualmente do restante da linha Sandero pela adoção de faróis dianteiros com máscara cinza, lanternas traseiras do tipo “fumê”, frisos laterais na cor grafite, maçanetas das portas e espelhos retrovisores pintados na mesma cor da carroceria, faróis de neblina e ponteira de escapamento cromada. Na lateral, destaque para o monograma com a inscrição “Vibe”, logo acima da luz indicativa de direção, e do adesivo preto na coluna “C”, entre as portas.

O “Sandero Vibe” apresenta desenho agressivo, realçado principalmente pelas rodas de liga leve de aro 15 polegadas, na cor grafite. O modelo está disponível em quatro opções de cor: Prata Etoile, Preto Nacré, Cinza Acier e Branco Glacier.

No interior, mudanças significativas no quadro de instrumentos, com novo grafismo esportivo do velocímetro e conta-giros – ambos com borda na cor prata e ponteiros vermelhos. Detalhes na cor prata estão presentes no painel e nos anéis das saídas de ar. Os puxadores das portas possuem a inscrição “Vibe”. Os bancos foram revestidos com novo tecido, com predomínio do preto e costuras em vermelho, que realça a esportividade e jovialidade da série limitada “Sandero Vibe”.

Além do aparelho de CD Player que reproduz músicas no sistema MP3, o “Sandero Vibe” vem equipado de série com comando satélite instalado na coluna de direção, que permite ao motorista operar o rádio CD Player sem a necessidade de tirar as mãos do volante.

Além dos itens exclusivos apresentados acima, a série limitada “Sandero Vibe”, que é baseada na versão intermediária de acabamento, a Expression 1.6 8V Hi-Torque, vem equipada de série com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, banco do motorista com regulagem de altura, brake-light e sistema CAR (travamento automático das portas a 6 km/h). Opcionalmente, a série limitada “Sandero Vibe” pode contar com airbag duplo, para motorista e passageiro.

A expectativa da Renault do Brasil é a de comercializar todas as unidades dessa série limitada do Sandero em seis meses. O “Sandero Vibe” é equipado com o motor bicombustível 1.6 8V Hi-Torque, e será vendido com preço sugerido de tabela a partir de R$ 40.700,00.

“Se fossem considerados isoladamente, os itens presentes na série limitada “Sandero Vibe” custariam R$ 3 mil. Com a série especial, a economia para o consumidor será de quase 50%, garantindo ao cliente uma boa vantagem custo-benefício”, explica André Bassetto.

Motor 1.6 8V Hi-Torque : eficiente e feito para durar

A série limitada “Sandero Vibe” vem equipada de fábrica com o motor 1.6 8V Hi-Torque. Este propulsor produz 92 cv de potência com gasolina (E22) e 95 cv com álcool (E100). Como o próprio nome indica, sua principal característica é o torque de 13,7 mkgf (E22) e 14,1 mkgf (E100) a 2.850 rpm, faixa de rotação mais utilizada pelos motoristas brasileiros. Aos 2.500 rpm, 95% da força já está disponível, característica que torna a condução do veículo mais prazerosa e elimina as constantes trocas de marcha nos percursos urbanos.

Parceria Bysoft e PSA Peugeot Citroën do Brasil objetiva agilizar serviços do setor de automóveis no Brasil

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Imprensa Bysoft

A Bysoft e a PSA Peugeot Citroën do Brasil fecham parceria em desenvolvimento de soluções sistêmicas, objetivando agilizar toda a cadeia de exportações e importações de veículos e insumos.

O desenvolvimento de aplicações na plataforma Web pela Bysoft possibilitará a integração entre a PSA Peugeot Citroën do Brasil e o seu prestador de serviços (comissária de despachos) – garantindo maior agilidade operacional e redução do lead time da entrega da mercadoria no ponto de destino -, e permitirá que a PSA Peugeot Citroën do Brasil visualize, em seu sistema de gestão do comércio exterior, todas as informações, em tempo real, referentes aos processos de importação processados pelo i-Broker Import, sistema de gestão de importação desenvolvido pela Bysoft.

Os pedidos e faturas comerciais serão oriundos da solução Sistema de Gestão do Comércio Exterior da PSA Peugeot Citroën do Brasil que, uma vez integrado ao Sistema i-Broker Import, passa a ser o provedor de dados para o prestador de serviços (comissária de despachos) operacionalizar a importação das mercadorias e proceder a sistemática legal junto à Aduana Brasileira.

Uma vez processadas as informações e registros dos processos aduaneiros junto ao Siscomex-Orientador/SRFF, essas informações retornarão de forma automatizada e eletrônica para o Sistema de Gestão do Comercio Exterior da PSA Peugeot Citroën do Brasil, garantindo assim um total controle, rastreabilidade, gestão do processo logístico, além da alimentação de um banco de dados centralizado e específico para fins de RECOF.

Já está prevista uma segunda etapa de desenvolvimentos, onde os mesmos controles de automatização ocorrerão para as operações de exportação por meio de interfaces entre o Sistema de Gestão do Comercio Exterior da PSA Peugeot Citroën do Brasil e as soluções Bysoft.

Grand Livina e Livina têm os menores custos de reparo em suas categorias

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Testes de impacto do CESVI mostram que índices de reparabilidade dos modelos Nissan são os melhores entre os concorrentes
Imprensa Nissan
Além de serem os modelos mais espaçosos de suas categorias, os monovolumes Grand Livina e Livina também são os que causam menos estragos nos orçamentos dos proprietários. A conclusão é do Centro de Experimentação Viária (CESVI), que submeteu os dois veículos Nissan a testes de impacto para definir seus índices de reparabilidade, o chamado Car Group. Tanto o Grand Livina como o Livina obtiveram os melhores resultados em suas respectivas categorias – Minivan Média e Minivan Compacta. O índice Car Group ajuda às seguradoras a ter idéia do custo e do tempo necessário para o reparo dos modelos. Quanto menor este índice, melhor, pois indica um conserto mais fácil e mais barato.

O Grand Livina obteve Car Group 18, bem mais baixo que o dos seus concorrentes na categoria Minivan Média. O custo da cesta de peças do último modelo lançado pela Nissan ficou em R$ 9.110, o menor entre todos. O Livina também fez bonito: seu Car Group ficou em 17. Segundo o CESVI, o preço competitivo das peças foi fundamental para a primeira colocação do Livina. Entre funilaria e mecânica, o órgão de segurança viária verificou que as peças substituídas na dianteira do Nissan são, em média, 25% mais baratas que as dos rivais.

Estes resultados colaboram para que os monovolumes Nissan tenham excelentes valores de seguro. No caso do Grand Livina, um homem de 45 anos, casado e com garagem para o carro no trabalho e em casa paga no Seguro Auto Nissan* R$ 1.200 na cidade de São Paulo, R$ 1.130 em Campinas (SP), Recife (PE) e Salvador (BA), R$ 1.050 em Curitiba (PR) e R$ 760 em cidades do interior paulista como Ribeirão Preto (SP). Para o Livina, o mesmo perfil tem valores de R$ 1.035 na cidade de São Paulo, R$ 980 em Recife (PE), R$ 925 em Curitiba e R$ 984 no interior do estado de São Paulo.

Segundo Rodrigo Schmidt, gerente de marketing de pós-venda, este é mais um passo importante para a Nissan do Brasil: “O resultado do CESVI mostra toda a atenção dispensada pela marca para que nossos clientes tenham a melhor experiência com nossos veículos. Este esforço traduz-se em proteção e segurança aos ocupantes, em preços de peças competitivos, em facilidade de reparação e, consequentemente, em seguros competitivos. É um grande diferencial, que nos ajudará no caminho de consolidação da Nissan no mercado brasileiro”, diz.

Metodologia

Os testes de impacto CESVI são patrocinados por empresas da área de seguro. Os resultados são classificados em notas de 10 a 60, que definem o ranking Car Group em diversas categorias. Os índices baixos permitem às empresas de seguro oferecer apólices com preços mais acessíveis. Os testes são realizados na pista de crash tests do CESVI, em São Paulo, com impactos a 15 km/h. As colisões atingem 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita do veículo, seguindo a Norma Internacional do Research Council for Automobile Repair (RCAR), conselho internacional de centros de pesquisa especializados em reparação automotiva e segurança viária. Após o impacto, o carro é levado a uma oficina-modelo para levantamento da extensão dos danos e da facilidade de reparo. A tabela Car Group contém veículos fabricados no Brasil e no Mercosul e veículos importados, mas não inclui modelos fora de produção, esportivos fora-de-série, picapes e utilitários com peso superior a 2.300 kg.

OSRAM LANÇA LÂMPADAS DE XENON AMIGAS DO MEIO AMBIENTE

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As lâmpadas XENARC HID da OSRAM sem mercúrio têm intenso fluxo luminoso e alta temperatura de cor

Imprensa Osram

A OSRAM é a primeira empresa do mundo a fornecer sistemas HID para farol de veículo (lâmpadas de descarga a gás xenon de alta intensidade) totalmente livres de mercúrio em sua composição. Tão eficaz quanto as demais lâmpadas, a nova XENARC utiliza o zinco e, dessa maneira, não é mais necessária uma eliminação seletiva dos resíduos.

O mercúrio é um elemento importante na composição de lâmpadas de xenônio convencionais, pois seu papel é o de aumentar a tensão de partida, impedir os processos de oxidação interna e isolar termicamente o arco de luz. A partir de pesquisas por novas formatações químicas, a OSRAM conseguiu substituir um elemento extremamente tóxico, mercúrio, pelo iodeto de zinco, inofensivo ao meio ambiente. Para isso, a corrente no interior da lâmpada foi elevada, assim como os eletrodos e o bulbo de quartzo reforçado. As novas lâmpadas de xenon, XENARC D3 e D4 alcançam uma emissão de luz com uma temperatura de cor comparável às lâmpadas de xenônio convencionais.

Desempenho eficiente nas estradas

Entre os atributos mais importantes das lâmpadas com o rótulo “livre Hg” estão o fluxo luminoso de até 3.200 lumens, vida útil de 3.000 horas e intensidade luminosa com temperatura de cor de 4150 Kelvin. Além disso, seu desempenho é muito superior às convencionais lâmpadas halógenas, muito utilizadas na iluminação automotiva. Com uma potência de 80 lumes por watt, as lâmpadas de descarga de gás, como a XENARC HID, da OSRAM, são muito mais eficientes do que as soluções halógenas, que emitem 18 lumes por watt. Vale ressaltar que há ainda uma redução das emissões de CO2, pois uma lâmpada XENARC 35W produz 1,3 grama a menos de gases que contribuem para o efeito de estufa do que uma lâmpada halógena 55W. A nova tecnologia empregada nas lâmpadas OSRAM XENARC D3 e D4 contribui para uma produção sustentável, diminuindo, assim, impactos ambientais decorrentes da eliminação de mercúrio na natureza.

Um sistema sustentável

Como a mistura de gases sem adição do mercúrio é segura, as lâmpadas XENARC D3 e D4 não precisam ser eliminadas separadamente. No entanto, como elas não podem ser misturadas com os modelos HID convencionais, cada tipo de lâmpada tem o seu código identificado na base e, portanto, não devem ser misturadas na hora do descarte. Para ajustar a XENARC D3 e D4, a OSRAM fornece o sistema completo composto de reator eletrônico, conectores e cabos, que se encaixam em um sistema ambientalmente correto.

Cangueiro realizou testes em Londrina

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Piloto quer somar pontos na etapa de São Paulo, no próximo final de semana

Imprensa Fórmula Truck

O paulista José Cangueiro (Mercedes-Benz) realizou testes em seu equipamento no autódromo de Londrina, no norte do Paraná. Entre os ajustes, o motor e a suspensão foram os mais modificados. “Estou muito satisfeito e empolgado com os resultados. Para se ter uma idéia, baixei 3 segundo do meu tempo conquistado aqui em Londrina no ano passado”, comenta empolgado.

Cangueiro teve como companheiro nos treinos João Maistro (Volvo). “É sempre bom ter um outro piloto para uma referência. As vezes a pista não está boa e achamos que é o caminhão”, finaliza o piloto que tem o apoio do Banco Paulista e Mercalf Caminhões.

Chevrolet Prisma registra recorde histórico de vendas em junho

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Com 7.145 unidades emplacadas em junho, o modelo da Chevrolet se firma comoum dos sedãs preferidos pelos consumidores brasileiros

Imprensa GM

A poucos meses de completar três anos no mercado brasileiro, o Chevrolet Prisma registrou no mês de junho um recorde histórico mensal de vendas. Foram emplacadas 7.145 unidades do sedã, o que lhe rendeu a melhor marca já registrada desde outubro de 2006, quando foi lançado.

Comparativamente ao último mês de maio os emplacamentos do Chevrolet Prisma, no mês de junho de 2009, cresceram 27,8%, e quando comparados com o resultado do mesmo mês de 2008 o crescimento registrado foi de 56,2%.

No período de janeiro a junho de 2009 foram emplacadas 29.793 unidades do modelo, com uma média mensal de mais de 4.900 unidades. Além disso, o Prisma já emplacou, desde seu lançamento, 144.208 unidades no território nacional.

“O Prisma continua sendo um dos automóveis mais procurados pelo consumidor brasileiro, graças ao seu estilo atraente, amplo porta-malas, robustez e, sobretudo, pela eficiência dos motores 1.4 Econo.Flex e 1.0 Flexpower VHCE”, observa José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.

Prisma 2010

O Chevrolet Prisma passou a oferecer no último mês de março mais uma opção de motorização. Trata-se do Prisma 1.0 litro, o mesmo motor VHCE Flexpower que já equipa o Classic e o Celta desde o início de 2009.

O motor 1.0 Flexpower VHCE recebeu, recentemente, importantes alterações, propiciando mais potência e torque, além de se enquadrar à nova resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama 315/02), que entrou em vigor neste ano de 2009. O Prisma 1.0 Flexpower VHCE desenvolve 78 cavalos quando abastecido com o álcool e, 77 cavalos com gasolina. O desempenho do sedã está entre os melhores da categoria. Sua velocidade máxima é de 164 km/h (álcool) e 162 km/h (gasolina).

Como o Chevrolet Prisma 1.4 litro Econo.Flex, o modelo 1.0 VHCE também tem o tanque de combustível com 54 litros de capacidade, o que favorece a sua autonomia.

Automóvel Diesel, uma saída para o efeito estufa

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Imprensa SAE Brasil

Na década de 1970, o governo brasileiro decidiu proibir o comércio de automóveis a diesel, liberando o uso do combustível apenas para veículos comerciais e jipes com tração 4×4 e reduzida. Na época, a situação econômica justificava a medida. O petróleo entrava em crise mundial e o Brasil não atravessava um bom momento. Hoje, o quadro mudou e o mundo também, principalmente quando o assunto é meio ambiente.

A sociedade está mais atenta às questões ambientais e clama por soluções que impeçam a destruição do planeta. E o desafio é o custo do desenvolvimento tecnológico. “O melhor seria se os carros fossem movidos por uma fonte energética renovável, não poluente”, afirma Rubens Avanzini, coordenador da Comissão Técnica de Tecnologia Diesel da SAE BRASIL.

Segundo Avanzini, tecnologia existe. Mas quanto isso custa? Quem está disposto a pagar cinco vezes mais por um carro popular com zero de emissões? Mas pagaria 10% a mais por um que emitisse cerca de 25% menos de gases causadores do efeito estufa, o CO2? Certamente sim.

“Este carro existe e é líder de vendas na Europa, principalmente entre frotistas e motoristas de táxi. O segredo? Emitir menos CO2 é mais econômico e roda mais com menos combustível. O mesmo Diesel, que é proibido nos automóveis do Brasil”, diz Avanzini.

Felizmente, a proibição não é mundial. Com a crise do petróleo, a indústria foi obrigada a desenvolver motores mais eficientes, que também reduzem a emissão de gases, como o CO2, um dos vilões do efeito estufa. Assim, os novos motores possuem a tecnologia esperada pelos usuários e agridem menos a natureza. É certo, porém, que não existe ainda especificação que regulamente a quantidade de emissão de CO2 pelos veículos automotores, mas, estudos indicam que a temperatura da Terra aumenta consideravelmente, e parte disso vem dos escamentos dos carros.

Apesar da falta de regulamentação, já existe proposta da Comissão Européia para cortar em 25% as emissões de dióxido de carbono (CO2) dos carros novos a partir de 2012, ou seja, que a média atual de 161 gramas por quilômetro (g/km) caia para uma média de 120 g/km, por fabricante.
O caminho para atingir a redução é tornar os motores mais eficientes, ou, em alguns casos, tomar o motor Diesel como referência. Observe o gráfico acima que mostra a diferença de emissão de CO2 em carros com motor gasolina e os similares com motor Diesel. A grande maioria dos carros Diesel passaria na nova regulamentação, sem mudanças. É interessante notar que os modelos também são fabricados no Brasil, com motor Diesel, porém vão todos para exportação.

Tecnologia

É importante também notar a superioridade do motor Diesel em relação ao motor a gasolina, pois como o brasileiro é impedido de rodar aqui com carro Diesel, ele acredita que esse motor continua igual como os de antigamente ou é como grande parte daqueles dos caminhões que circulam no País, desregulados e emitindo fumaça preta.

A tecnologia Diesel atingiu níveis que permitem, hoje, o motor ser mais eficiente, rodar silencioso e macio, além de menos agressivo à natureza. Efeitos de um melhor controle e gerenciamento da combustão, com uso de módulos eletrônicos e sistemas que injetam combustível em alta pressão, além de equipamentos adicionais com turbo compressores e intercoolers.

A associação de tecnologias mudou a forma de fazer veículos Diesel (automóveis, ônibus, caminhões, máquinas agrícolas, de construção etc.) e trouxe de volta esse tipo de motor ao topo da lista dos melhores do mundo. E, melhor, no Brasil e em outros países já são usados com combustível renovável, o biodiesel.

30ª FESTA DO CARRETEIRO TERÁ REGULAGEM DE FAROL GRATUITA

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Imprensa Nino Faróis

A Nino Faróis, empresa fabricante de produtos para iluminação automotiva, estará presente pela segunda vez consecutiva no Truck Service da Festa do Carreteiro. Lá, técnicos especializados farão gratuitamente a verificação e regulagem dos faróis, com o auxílio de um a reguloscópio, aparelho que possui a demarcação para regular a direção de luz e fazer os ajustes necessários.

Lázaro Moraes, coordenador de desenvolvimento da empresa, informa que é muito importante esse tipo de revisão uma vez que no Truck Service do ano passado foram realizados 60 atendimentos, e muitos veículos apresentaram problemas como lâmpadas queimadas, infiltração de água e até faróis invertidos. “A intenção era regular um número muito maior de veículos, mas com os diagnósticos com tantas necessidades, o trabalho foi mais minucioso”, explica Moraes. A procura pelo serviço no ano passado foi decisiva para a Nino Faróis confirmar a presença este ano na 30ª edição do evento.

“Ficamos tranquilos em saber que os caminhões que rodam nas estradas brasileiras, hoje com a nossa ajuda, têm condições para trafegar melhor” comenta o coordenador. O serviço de regulagem de faróis estará disponível durante todos os dias do evento, de 15 a 17 de julho, das 9 às 18h.

Truck Service Nino Faróis

Datas: 15, 16 e 17 de julho de 2009
Horário de atendimento: 9h às 18h
Local: Pátio da Basílica de Aparecida

Umicore alerta para os cuidados com o catalisador antes da inspeção veicular

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Imprensa Umicore

Os veículos equipados com catalisadores falsos ou adulterados podem ser reprovados na inspeção veicular, obrigatória para os automóveis registrados na cidade de São Paulo (SP). Para garantir uma vistoria sem surpresas, a Umicore, principal fornecedora da tecnologia do catalisador das marcas Mastra, Scapex, OG e Sicap, alerta para os prejuízos e os problemas causados pela peça falsa ou a ausência do catalisador no escapamento. “O carro com o catalisador falso apresenta emissão de poluentes acima do limite previsto por lei, podendo ser reprovado durante a avaliação. Além da perda de tempo, o motorista pode perder o direito ao reembolso de R$ 52,73 e deverá refazer a avaliação posteriormente”, explica Carlos Eduardo Moreira, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Umicore.

Para evitar gastos extras durante a inspeção veicular, é recomendável o consumidor procurar um centro automotivo de confiança e realizar a verificação do sistema de escapamento para ver se o carro está equipado com o catalisador original. Em caso de necessidade de reposição da peça, o motorista deve exigir o certificado de garantia, a nota fiscal e a embalagem padronizada do produto, garantindo a originalidade do catalisador e o perfeito funcionamento do motor.

“O equipamento falso possui um custo muito baixo, não realiza nenhuma conversão dos gases poluentes e traz prejuízos ao automóvel, tais como o desempenho inferior do motor, a desregulagem do sistema de injeção e o aumento no consumo de combustível. Além disso, um falso catalisador contribui para deteriorar ainda mais a qualidade do ar com o conseqüente aumento das doenças respiratórias entre a população”, afirma Moreira.

Sobre o catalisador

O catalisador é uma peça do sistema de exaustão do veículo, composta por um núcleo cerâmico, responsável pela conversão de até 98% dos gases poluentes. Projetado para ter a mesma durabilidade que o automóvel, o catalisador pode ser danificado por impactos, o que pode comprometer permanentemente o seu funcionamento, sendo necessário efetuar a substituição da peça.

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