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FORD LANÇA KIT TRAIL PARA O KA COM ACESSÓRIOS OFF-ROAD

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Texto e Foto: Imprensa Ford

A Ford lança mais uma novidade para o Ka, o Kit Trail, composto por acessórios que dão um visual personalizado e aventureiro ao veículo. Desenvolvido especialmente para o modelo pela área de Acessórios da Ford, o conjunto se destaca pela originalidade e pelo custo-benefício. Ele vem com protetor de para-choque dianteiro, protetor traseiro, bagageiro de teto e adesivos laterais e traseiros.

O Kit Trail pode ser adquirido nos distribuidores Ford e instalado em todos os modelos do Novo Ka, tanto com motorização 1.0 ou 1.6, novos ou usados. Os seus itens também estão disponíveis para venda separadamente, mas o kit completo é mais vantajoso, uma vez que foi criado com foco na relação custo-benefício, com preço público sugerido de R$1.183.

“A proposta do kit Trail é justamente oferecer alternativas de diferenciação para os clientes do Ford Ka por um preço atraente. Ao mesmo tempo em que gosta de ter um carro moderno, jovem e bonito, o cliente do Ka também não abre mão da melhor relação custo-benefício”, diz Lucíola Almeida, gerente de Marketing do Produto da Ford. “Acrescentar a emoção do estilo off-road a um design que já chama a atenção pela modernidade foi um desafio. O resultado é um veículo que combina a personalidade urbana com um toque de esportividade e robustez. Ele agrega valor e deixa o Novo Ka ainda mais bonito.”

O Ka Trail foi inspirado no Fiesta Trail e também no estilo aventureiro do EcoSport, complementando o sucesso das versões Tecno e ST, lançadas anteriormente. Líder do segmento de veículos de três portas no Brasil, o Ka tem no design um dos principais atrativos para o consumidor, ao lado do custo-benefício. Também é o único do segmento que vem com travas elétricas e controle remoto para abertura das portas e do porta-malas, alarme volumétrico, travamento automático das portas a 15 km/h, conta-giros, desligamento automático dos faróis e para-sol do passageiro com espelho de cortesia de série.

O novo kit é mais uma opção para quem deseja um carro de estilo personalizado com custo acessível, além da vantagem de valorizar o produto na hora da revenda. Como todos os acessórios originais Ford, as peças do Kit Trail são produzidas com materiais de qualidade, têm garantia de um ano, preservam a garantia original e a funcionalidade do veículo.

“Todas as peças são numeradas, testadas e aprovadas pela engenharia da fábrica e vêm com o Selo de Originalidade de Acessórios Ford. Este selo, que acompanha cada item, é para ser colado no manual do proprietário e funciona como um atestado de originalidade, preservando a garantia das peças e do veículo”, afirma Joaquim Arruda Pereira, gerente de Engenharia de Serviço da Ford.

PRESIDENTE MUNDIAL DA FORD, ALAN MULALLY, CHEGA AO BRASIL NA PRÓXIMA SEMANA

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Texto e Foto: Imprensa Ford

O presidente e CEO da Ford Motor Company, Alan Mulally, chega ao Brasil na próxima semana. Em sua visita à América do Sul, que irá durar quatro dias e inclui a ida à Argentina, Mulally terá encontros com empregados, fornecedores e distribuidores, além de imprensa e autoridades. É a primeira vez que o executivo visita as duas maiores operações da Ford na região desde que assumiu o comando da Ford.

Alan Mulally foi responsável pela elaboração e implantação do plano global de transformação da Ford, chamado One Ford (Uma Ford) – que foi fundamental para garantir que a montadora não precisasse da ajuda financeira emergencial do governo americano no ano passado.

Reconhecido como um dos principais executivos do mundo, Mulally recebeu várias distinções públicas, como a “A personalidade mais influente do mundo”, em 2009, na edição comemorativa “100” da revista Time, por realizar grandes contribuições para a Ford e para a indústria. Anteriormente, Mulally já havia sido escolhido a “A personalidade do Ano” pela revista Aviation Week e o “Melhores Lideres” pela Business Week.

Alan Mulally ingressou na Ford em 2006. Além de presidente e CEO, ele também faz parte do Conselho Administrativo da companhia. Antes da Ford, o executivo foi vice-presidente executivo da Boeing e presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes.

Ao longo de sua carreira, foi também co-presidente do Conselho de Competitividade de Washington; presidente do Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica (AIAA) e da fundação dessa entidade; e ainda presidente do Conselho de Governadores da Associação das Indústrias Aeroespaciais.

Allan Mulally fez parte do Conselho Consultivo da NASA e de universidades renomadas como a Universidade de Washington, a Universidade do Kansas e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. Ele é membro da Academia Nacional de Engenharia e da Academia Real de Engenharia da Inglaterra.

Gabriel Dias marca primeiros pontos e larga na pole

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Mesmo prejudicado na classificação, Gabriel fez boa corrida e pontuou
Piloto de Curitiba terminou em 7º lugar a primeira bateria da F3 Inglesa em Oulton Park. Segunda e terceira corridas acontecem na segunda-feira (5)

Texto: Imprensa Gabriel Dias
Foto: Divulgação

Começou neste sábado (3) a temporada 2010 do Campeonato Britânico de Fórmula 3, um dos mais prestigiados do automobilismo internacional. Com pilotos e equipes reunidos no circuito de Oulton Park, foi dado o “pontapé inicial” com o treino classificatório de definição do grid da primeira e terceira corridas, bem como a bateria de abertura do campeonato.

Estreando na International Class, a divisão principal da Fórmula 3 Inglesa, o piloto curitibano Gabriel Dias, da equipe Hitech, se viu prejudicado por uma bandeira amarela no treino classificatório. Vice-campeão da National Class em 2009 com oito vitórias e 15 poles em 20 provas, Dias tentava sua volta mais rápida no final da sessão, enquanto a pista ia secando, quando houve uma bandeira amarela.

“Como no ano passado eu já recebi punições por causa disso, desta vez eu decidi tirar o pé e respeitar a bandeira amarela, mas outros pilotos não o fizeram e melhoraram seus tempos. A direção de prova, no entanto, não fez nada”, reclamou Gabriel, que era dono do terceiro melhor tempo e viu, com isso, suas duas melhores marcas serem superadas. Assim, o piloto largou em 10º lugar na primeira prova, e sua volta mais rápida lhe garantiu o sexto lugar no grid para a terceira corrida, a ser disputada na segunda-feira (5).

Na largada para a primeira corrida da temporada, o piloto da Hitech ganhou duas posições na primeira curva e pressionou o britânico Jay Bridger, conseguindo a ultrapassagem na última volta e cruzando a linha de chegada em sétimo lugar, em prova vencida pelo francês Jean-Eric Vergne, da Carlin.

Como o grid da segunda corrida é invertido em relação ao resultado da primeira prova, Gabriel Dias acabou sendo o contemplado pelo novo sistema de sorteio para a pole position: os quatro pilotos que terminam a prova entre o sétimo e o décimo lugar decidem por sorteio quem será o pole position e, assim, quantas posições serão invertidas.

“Estamos tentando achar um pouco mais de velocidade no carro, pois ainda não estamos no ritmo dos pilotos da Carlin”, disse Gabriel. “No entanto, houve um progresso significativo e, depois de tantos problemas que enfrentamos, largar na pole tem um sabor especial, e também representa uma recompensa pelo esforço tanto para mim como para a equipe”, ressaltou o curitibano de 19 anos.

As duas corridas complementares da primeira rodada tripla da temporada serão disputadas na segunda-feira (5). Neste domingo (4) de Páscoa, a organização decidiu respeitar o feriado, dando mais tempo para as equipes trabalharem em seus carros.

“A equipe está melhorando o acerto cada vez mais, e precisamos de velocidade, já que vamos largar na ponta e vou fazer de tudo para abrir vantagem desde o início”, afirmou.

Adriano Buzaid começa temporada com pódio na Fórmula 3 Inglesa

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O piloto brasileiro largou em quinto lugar e, mesmo com complicações no câmbio, chegou ao pódio
Texto: Imprensa Adriano Buzaid
Foto: Divulgação

Adriano Buzaid começou bem a temporada de Fórmula 3 Inglesa. Neste sábado (03), mesmo com dificuldades, o piloto conseguiu um terceiro lugar em Oulton Park, depois de largar em quinto na primeira prova da rodada tripla de abertura do campeonato. As outras duas corridas serão na segunda-feira (05).

Os problemas para o piloto começaram durante os treinos classificatórios, que também foram realizados hoje. O extintor de incêndio foi acionado quando o carro passou em uma zebra e o brasileiro precisou ir para os boxes. Depois, durante a corrida, o câmbio começou a travar na hora de reduzir as marchas.

“Mesmo com todos os problemas, estou feliz. Fiquei em quinto lugar e logo na largada pulei para terceiro. É a primeira vez que começo um campeonato com um terceiro lugar. Isso me deixa muito mais motivado. Já teve campeonato de chegar em décimo na primeira corrida e terminar o ano em terceiro. Imagina agora?”

No entanto, muito mais do que o bom começo, o que deixou Adriano Buzaid mais empolgado foi o desempenho na corrida. Segundo o piloto, depois de muitos acertos e ajustes testados durante a pré-temporada, finalmente o carro está ficando do jeito que ele gosta.

“Eu e meu engenheiro nos encontramos nessa corrida. Depois de muitos testes, achamos um ajuste bom. Estamos no caminho certo e o carro está ficando do jeito que gosto de pilotar. Tanto é verdade que fiquei em terceiro, mesmo com problemas no câmbio, e poupando pneus durante a corrida.”

As próximas duas provas, que marcam o final da rodada tripla de abertura de Fórmula 3 Inglesa, serão realizadas na próxima segunda-feira (05), novamente, em Oulton Park. Na segunda corrida, com duração de 20 minutos, Adriano Buzaid largará novamente em quinto lugar, já que o alinhamento de largada é o grid invertido dos sete primeiros colocados da primeira prova.

Na segunda corrida, cujo grid é formado com o segundo melhor tempo dos pilotos durante os treinos classificatórios, com duração de 40 minutos, o piloto brasileiro vai sair da sétima colocação.

Com Di Grassi, Virgin completa sua primeira corrida na F1

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“Mostramos hoje que somos de fato competitivos”, disse Lucas
Brasileiro fez boa largada, manteve ritmo consistente, brigou por posições e recebeu a bandeira quadriculada na 14ª posição, a melhor entre as equipes estreantes

Texto: Imprensa Lucas Di Grassi
Foto: Virgin Racing

Dada como certa para este domingo (4), a chuva não apareceu no circuito de Sepang, o que não quer dizer que o GP da Malásia tenha sido desprovido de emoções. A corrida teve boas doses de ultrapassagens e disputas, e para Lucas Di Grassi (Clear, Sorocred, Locaweb, Eurobike, Schioppa) foi ainda mais especial: pela primeira vez na Fórmula 1, o brasileiro recebeu a bandeirada quadriculada ao final da prova.

Mais do que isso, foi o primeiro Grande Prêmio que um dos carros da Virgin Racing terminou, e à frente das outras duas equipes estreantes, Lotus e Hispania, em corrida vencida pelo alemão Sebastian Vettel, da Red Bull.

O 14º lugar do brasileiro foi motivo de comemoração pela equipe. “Finalmente receber a bandeira quadriculada é uma recompensa enorme para todos na Virgin Racing”, afirmou Nick Wirth, projetista do VR-01. “Foi uma prova bem estressante no pit wall, pois a previsão é de que choveria, e levou algum tempo até assegurarmos que ela não viria. A partir disso a nossa preocupação foi colocar em prática a estratégia de economia de combustível, que foi exaustivamente treinada em simulador”, comentou o projetista, lembrando que a partir do GP de Barcelona o carro de Lucas Di Grassi e Timo Glock terá um tanque de maior capacidade. “Chegar ao fim da corrida nos dá muitas informações e agora temos mais uma direção clara a seguir para Xangai”, disse Wirth.

Por estas razões, não foi uma corrida fácil para o brasileiro. “Foi bastante cansativa. Física e mentalmente”, apontou Lucas. “Mas foi uma corrida boa. Consegui ganhar cinco posições na primeira volta e o carro estava muito bom”, lembrou. Mantendo um bom ritmo, Di Grassi disputava posição com Heikki Kovalainen, da Lotus, quando sofreu um toque do adversário em uma má sucedida tentativa de ultrapassagem por parte do finlandês, na 11ª volta. “Estávamos brigando e no toque acabei perdendo um pedaço da minha asa dianteira. Por fim, fizemos a corrida inteira sem esse pedaço”, comentou.

O importante, segundo o brasileiro, foi que o ritmo do carro era satisfatório. “No início da corrida (o ritmo) era muito bom e continuamos andando forte na segunda metade da prova, apesar de ter perdido aquele pedacinho da asa dianteira em um toque com o Heikki. Estávamos bem à frente das outras equipes novas, e pudemos administrar no final para que nada atrapalhasse o nosso resultado hoje. Foi uma longa espera e tivemos momentos difíceis nos últimos meses, mas sabemos que estamos progredindo e podemos conquistar mais. Vínhamos sofrendo com problemas mecânicos, depois hidráulicos, e demos hoje um grande passo adiante”, afirmou.

“Mostramos hoje que somos de fato competitivos e é uma ótima sensação que a nossa luta acabou de começar. Agora é questão de melhorar cada vez mais a durabilidade e a performance do carro”, celebrou.

O GP da China, último antes do início da temporada européia, acontece no dia 18 de abril.

Confira o resultado do GP da Malásia:

1°. Sebastian VETTEL (ALE/Red Bull-Renault), 1h33min48s412 (56 voltas)
2°. Mark WEBBER (AUS/Red Bull-Renault), a 4s8
3°. Nico ROSBERG (ALE/Mercedes), a 13s5
4°. Robert KUBICA (POL/Renault), a 18s5
5°. Adrian SUTIL (ALE/Force India-Mercedes), a 21s0
6°. Lewis HAMILTON (ING/McLaren-Mercedes), a 23s4
7°. Felipe MASSA (BRA/Ferrari), a 27s0
8°. Jenson BUTTON (ING/McLaren-Mercedes), a 37s9
9°. Jaime ALGUERSUARI (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1min10s6
10°. Nico HULKENBERG (ALE/Williams-Cosworth), a 1min13s3
11°. Sebastian BUEMI (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1min18s9
12°. Rubens BARRICHELLO (BRA/Williams-Cosworth), a 1 volta
13°. Fernando ALONSO (ESP/Ferrari), a 2 voltas
14°. Lucas DI GRASSI (BRA/Virgin-Cosworth), a 3 voltas
15°. Karun CHANDHOK (IND/Hispania-Cosworth), a 3 voltas
16°. Bruno SENNA (BRA/Hispania-Cosworth), a 4 voltas
17°. Jarno TRULLI (ITA/Lotus-Cosworth), a 5 voltas

Lucas Di Grassi na internet: www.lucasdigrassi.com.br

Visite o site da Virgin Racing*: www.virginracing.com

Marcos Moraes e Edu Sachs são campeões do RN 1500

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“Nossa estratégia foi vir monitorando nossos adversários”, afirmou Moraes
Com um quarto lugar obtido na última especial, dupla comemora seu primeiro título na competição Potiguar

Texto: Imprensa Dunas / ReUnion Press
Foto: Thiago Padovanni/ Webventure

Neste domingo de páscoa (04/04) chegou ao fim a 13ª edição do RN 1500, após a disputa da última especial da prova, que ligou Currais Novos a Natal. A Especial do Sertão, com 126 quilômetros foi vencida pela dupla Jean Azevedo e Emerson Cavassin. Marcos Moraes e Edu Sachs concluíram o dia na quarta posição e conquistaram o título da competição, o segundo da dupla nesta temporada.

“Nossa estratégia foi vir monitorando nossos adversários. Largamos em terceiro. Optamos por deixar o Jose Sawaya largar na nossa frente, para termos uma idéia de tempo, pois tínhamos uma tocada parecida. Deixamos o Reijers, que foi um pouco mais lento que a gente nesse rally, largando atrás. Depois da segunda zona de radar, havíamos diminuido a diferença para o Sawaya e também já tínhamos visto que o Reijers não tinha chegado na gente ainda. Nas zonas de radar podíamos monitorar se estávamos em um bom ritmo ou não”, comenta Marcos Moraes.

“A especial de hoje foi de 126 quilômetros. A maior parte do percurso encontramos muitas pedras e depois, nos últimos 25 quilômetros, entramos em uma estrada de alta velocidade, com piso de cascalho. Conseguimos monitorar nossos adversários até a última zona de radar, que foi a 25 quilômetros da chegada. Ali verificamos que não tínhamos mais como perder e aliviamos um pouco o pé, apenas para concluir a prova”, acrescentou o piloto campeão.

“Das seis etapas que disputamos do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country até aqui, conquistamos dois primeiros lugares e quatro segundos na categoria protótipos. Além disso, conseguimos vencer os dois rallys que participamos até agora. Gostaria de agradecer a nossa equipe, que trabalhou muito bem para deixar o carro da maneira que ele esteve durante todo o RN 1500. Parabéns também para os organizadores do rally, que fizeram uma prova realmente muito boa”, finaliza Moraes.

Will Power é o novo dono da Indy

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Australiano vence segunda prova do ano e pinta como favorito

Texto: Edmur Hashitani
Foto: Ron McQueeney/IndyCar

O piloto Will Power, da Penske, venceu a etapa de St. Petersburg da Indy e disparou como principal candidato ao título da temporada 2010, após ter ganhado também a etapa inaugural, disputada em São Paulo.

Mas apenas duas corridas não fazem um campeão, bem como não fazem também um favorito ao título. Essa candidatura começou, na verdade, no ano passado, quando foi contratado por Roger Penske para substituir Hélio Castroneves, que estava ausente das pistas para poder resolver problemas jurídicos.

Ao invés de apenas substituir o brasileiro, Power fez uma belíssima apresentação em St. Pete, mostrou-se rápido e consistente e arrumou um bom problema para a equipe, pois não seria muito inteligente deixar um piloto de seu nível livre para os times concorrentes.

Com seu bom desempenho, Power conseguiu disputar mais cinco corridas em um terceiro carro da Penske, chegando a vencer a prova de Edmonton (ele disputaria ainda uma sétima prova, mas teve problemas e não largou em Sonoma). Além da vitória, o australiano somou ainda dois pódios e dois top-10.

Seus resultados foram suficientes para garantir um contrato para toda a temporada. Começou o ano mais tranquilo, sabendo ter a confiança de seu chefe e um carro para todo o campeonato. Aproveitou-se do início em pistas de rua, no qual está mais acostumado por ter vindo da CART, e abriu uma boa vantagem na tabela de pontos.

Falta saber, principalmente, como o australiano se comportará em provas disputadas em ovais, que representa quase metade do campeonato. Se ele conseguir melhorar também nesse tipo de pista, todos aqueles que almejam o título, principalmente seus companheiros de Penske, têm sérios motivos para começar a se preocupar.
A chuva

A prova da Indy foi realizada apenas na segunda-feira, graças à chuva que castigou o traçado temporário de St. Petersburg. Isso mostra que não é apenas São Paulo que sofre com o problema de drenagem da pista. E devemos considerar que a cidade da Flórida já recebe a Indy há muito mais tempo que a etapa paulista.

A água que se acumulou no traçado e que impediu a realização da corrida no domingo nos faz pensar se a culpa do “alagamento” no Anhembi é realmente da pista, ou se é um problema de lógica da categoria. Afinal de contas, para que um traçado de rua seja montado, enormes placas de concreto são utilizadas para cercar as ruas e isolar a área.

Assim, a impressão que se tem, é que a água que cai não tem para onde correr, ficando represada em uma espécie de rio margeado pelos blocos de cimento. Se realmente é isso e se a Indy quer continuar correndo na chuva, é hora de começar a procurar soluções para os problemas de drenagem.

A emoção está de volta?

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Lucas Di Grassi, piloto da Virgin

Excelente corrida na Austrália foi resultado de chuva e não regras

Texto: Edmur Hashitani
Foto: Virgin Racing

A Fórmula 1 voltou, finalmente, a apresentar uma verdadeira prova de corrida. Recheada de disputas e alternativas, a etapa australiana foi infinitamente superior à abertura do campeonato, em Sakhir.

Mas, a ressalva que eu fiz na semana passada continua valendo. Uma prova é muito, muito pouco para se avaliar o que podemos esperar desta temporada. Até porque, o placar está empatado em um a um, entre corridas boas e enfadonhas.

Também devemos lembrar sempre de que a corrida foi disputada em condições totalmente adversas, com muita chuva caindo no circuito de Albert Park, o que altera o cenário, fazendo com que equipes revejam suas estratégias e alterando o comportamento, não só dos carros, mas também dos pilotos.

Isso sem contar que houve uma pequena confusão logo na largada, jogando três pilotos com carros rápidos para o fim do pelotão e os forçando a buscar ultrapassagens. Aliás, não apenas três bons pilotos, mas sim três campeões mundiais. Lewis Hamilton, Fernando Alonso e Michael Schumacher tiveram problemas na primeira curva.

O traçado, como já disse anteriormente, também ajuda. A falta do dedo de Tilke já nos faz esperar corridas tecnicamente melhores que suas pistas de ferrorama. A cada pista nova que se passa, o alemão se torna cada vez mais o inimigo número um dos apreciadores de boas corridas.

Mas, o que importa é que a prova da Austrália nos permite ter alguma esperança para o resto do ano. Na Malásia, por exemplo, pode-se ver se as regras que visavam o aumento da competitividade surtirão algum efeito. É verdade que o traçado é tilkiano, mas é menos travado que os trabalhos mais atuais do arquiteto, então se as regras realmente funcionam, Kuala Lumpur será um bom lugar para demonstrar isso.

Outro ponto a se destacar no GP australiano é o bom desempenho da McLaren. A equipe inglesa, que parecia atrás das suas concorrentes na pré-temporada, foi consistente com Button e veloz com Hamilton. Este último, no entanto, ficou preso atrás de um Fernando Alonso quase sem pneus e perdeu a chance de brigar pela vitória.

Sem ter de brigar com seu companheiro de equipe mais badalado, Button ganhou a vitória de presente, quando o dominante Vettel escapou sozinho, alegando problemas nos freios. O inglês do carro 1 enche seu parceiro de pressão, quase que obrigando-o a mostrar que ele é o brilhante piloto que venceu o mundial de 2008 ou ainda o imaturo que perdeu o de 2007.

Já a Red Bull, claramente dona do carro mais rápido do ano, terá que resolver seu problema de confiabilidade o mais cedo possível, ou Vettel novamente perderá a chance de disputar um título.

MVK SIMBA

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Sucesso com os pequenos

Texto e Foto: Imprensa MVK

A MVK Motos, marca que atua desde 2002 no mercado brasileiro de motocicletas e quadriciclos, tem uma dica de diversão garantida para os pequenos. A empresa comercializa no País um quadriciclo especialmente desenvolvido para atender as crianças com idade de 4 a 12 anos. Trata-se do SIMBA, um quadriciclo (veículo off-road ) divertido e versátil que é uma ótima opção de diversão em condomínios, sítios ou praias.
Equipado com motor monocilíndrico de 50 cc, o SIMBA, vem equipado com freios a disco nas rodas traseiras, partida elétrica, permitindo que qualquer criança ligue o veículo, e sistema de transmissão automático, que também facilita a condução por pilotos de todas as idades.

Com apenas 85 Kg, e dimensões reduzidas (somente 154 cm de comprimento, 86 cm de largura e 67 cm de altura do assento ao solo), o modelo é fácil de ser transportado e manobrado. Para os iniciantes, a MVK instalou um dispositivo de segurança, que, acionado por um adulto, desliga imediatamente o motor. O SIMBA, está disponível nas cores azul, vermelho, amarelo e camuflado (simulando o visual de um veículo militar). O modelo tem preço sugerido de R$ 3.780,00. (São Paulo, sem frete e sem seguro)

SOBRE A MVK

Fundada em 2002, a MVK Motos tem como acionistas o Grupo Maverick da Argentina, que atua no mercado de motocicletas há 12 anos. Em 2008, o Grupo investiu R$ 10 milhões na construção de uma fábrica em San Juan, na Argentina, com capacidade para produzir 6 mil motos por mês. A MVK já investiu no Brasil cerca de R$ 15 milhões em treinamento de pessoal, lançamentos de produtos e ações de marketing. Em outubro de 2009, a empresa anunciou um investimento de R$ 32 milhões na construção de uma fábrica de motos e quadriciclos em Manaus (AM). A marca comercializa no mercado brasileiro, hoje, oito modelos de motocicletas (Fenix, Black Star, Street, Super, Fox, BRX 140, Spyder e Fenix Gold) e mais cinco quadriciclos (Simba, Sport 150, X-Cape, Big Force e Jurasic). Confira estas e outras informações no site www.mvkmotos.com.br

Mercedes-Benz C 180 Kompressor Classic chega ao mercado brasileiro

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Sedã oferece potência de 156 cv e acelera de 0 a 100km/h em 9,9 segundos

Texto e Foto: Imprensa Mercedes-Benz

A Classe C, um dos modelos de maior sucesso da marca no Brasil, apresenta mais uma versão, a C 180 Kompressor Classic. O sedã chega ao País para conquistar um novo público e será vendido por R$ 119.900,00.

“Com a chegada da C 180 Kompressor ao mercado brasileiro, a Mercedes-Benz amplia sua linha de produtos e oferece um sedã completo, com o mesmo nível de equipamentos da C 200 K, mas com um preço mais competitivo. Com isso, queremos atrair novos clientes para a marca”, diz Dimitris Psillakis, diretor de Vendas e Pós-Venda de Automóveis da Mercedes-Benz do Brasil.
BlueEFFICIENCY

A nova Classe C é equipada com motor de quatro cilindros, gerando 156 cv de potência e um torque de 230 Nm a 4.600 rpm. Com aceleração de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e velocidade máxima de 223 km/h.

Para aperfeiçoar ainda mais o rendimento o motor, a C 180 Kompressor possui o pacote BlueEFFICIENCY. Os engenheiros dos departamentos de desenvolvimento da Mercedes-Benz trabalharam para criar esse conceito, que otimiza os recursos dos automóveis e seus componentes, com o objetivo de melhorar o desempenho do motor, diminuir o nível de emissão de CO2 e aperfeiçoar a aerodinâmica.
Conforto e dinamismo

Para garantir ainda mais conforto aos passageiros, o automóvel possui a suspensão AGILITY CONTROL. O sistema demonstra alto nível de flexibilidade ao controlar o amortecimento do veículo, dependendo das condições do piso e do estilo de pilotagem.

Quando se conduz com tranquilidade por estradas sinuosas ou durante manobras lentas no fora de estrada, o sistema responde com suavidade, aumentando o nível de conforto dos ocupantes. Além disso, o automóvel também possui a função de piloto automático, aumento ainda mais a comodidade de seus passageiros.
Agilidade, conforto e dinamismo também estão presentes no Câmbio Automático Seqüencial de 5 velocidades que, além de contar com os modos “C” (Comfort) e “S” (Standard) de trocas automatizadas de marchas.

Mais proteção para os ocupantes

A Classe C é reconhecida pela alta segurança que seus automóveis possuem e a C 180 K segue o mesmo padrão. O novo sedã mantém a tradição ao apresentar o ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade) e o sistema de freios Adaptive Break, com ABS/BAS.

O modelo também possui airbags dianteiros de dois estágios, nas portas dianteiras e windowbags. Outro destaque é a proteção para a cabeça NECK-PRO, que suaviza os efeitos de uma colisão traseira para o motorista e o passageiro do banco da frente.
Requintado e funcional

O sedã possui um moderno design externo, revestido por uma pintura metálica diferenciada, que é combinado com um luxuoso interior: acabamento interno em madeira, estofamento em couro sintético e teto solar de vidro com ajuste elétrico.

Para garantir um conforto ainda maior, a nova Classe C está equipada com o ar condicionado THERMATIC de controle de clima automático de duas zonas, assentos dianteiros com ajustes semi-elétricos, entre outros itens. O automóvel também permite que seus passageiros mantenham-se conectados ao apresentar sistema Bluetooth para celulares e rádio MB Áudio 20 com cd player no painel.

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