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T-Systems lança solução de NF-e exclusiva para concessionárias

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Imprensa T-Systems

A T-Systems, uma das líderes mundiais em serviços de Tecnologia da Informação e de Comunicações (ICT), pertencente ao grupo Deutsche Telekom, insere no mercado automotivo software de Nota Fiscal Eletrônica para atender empresas comerciais. A ferramenta permite a emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NF-e de acordo com às exigências do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED –, em vigor desde o dia 1º de abril.
Desenvolvida pela T-Systems, a solução contempla consultoria, arquitetura, projeto, implementação de portal web para a NF-e, operação e outsourcing, gestão completa do ciclo de vida da NF-e, colaboração eletrônica de notas fiscais entre parceiros de negócios e integração com ERPs.
De acordo com Ricardo Kraft, gerente de Soluções para Concessionárias da T-Systems da T-Systems, os gestores responsáveis pela implementação da solução SPED, devem estar atentos à segurança e à integridade das informações. “Além da atenção com os dados, é importante avaliar as ferramentas de conectividade e armazenamento, pois esses terão impacto direto nos aspectos de fiscalização”, esclarece o executivo.
Para transmitir e gerenciar grandes volumes de notas fiscais com segurança e confiabilidade, a solução possui o mecanismo de Mensageria – ferramenta de conectividade. Já a agilidade no processo de gerenciamento é garantida pelo sistema de armazenamento, que é agregado a um portal ou biblioteca digital, para acesso via web. Dessa forma, garante o envio de dados eletrônicos para agentes governamentais, fornecedores, clientes e parceiros.
A flexibilidade provida pela aplicação e pelo Datacenter da T-Systems permite ainda atender às constantes atualizações determinadas pelo fisco. Além disso, é possível implementar todo o projeto em menos de 15 dias. Entre os diferenciais oferecidos pela T-Systems, é destaque a portabilidade de armazenamento de NF-e de entrada, a distribuição automática de e-mail com XML e o armazenamento dos demais arquivos determinados pela legislação do SPED.
A ferramenta possibilita a facilidade do compartilhamento de informações (B2B), relacionamento eletrônico com clientes, redução de erros operacionais ligados à gestão de notas fiscais, facilidade no cumprimento das obrigações legais e redução de custos de impressão e armazenagem de docu¬mentos fiscais.

Livro registra os 90 anos da Goodyear no Brasil

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O conteúdo histórico traz também fatos importantes sobre a indústria automobilística nacional e está disponível para download no site da companhia

Imprensa Goodyear

Uma das ações para marcar a comemoração dos 90 anos da Goodyear no Brasil é o lançamento do livro que conta a trajetória da empresa e os principais fatos históricos no país e no mundo nos últimos anos. Com o título Goodyear do Brasil – 90 anos rumo ao futuro, a obra mostra a trajetória da companhia desde a instalação do escritório de vendas no Rio de Janeiro, em 1919, até os dias atuais.

Cada capítulo retrata uma década da história da Goodyear com destaque para os produtos, tecnologias, inauguração de fábricas, formas de operação e comunicação, tendo como cenário os grandes acontecimentos históricos que influenciaram o mundo e a empresa.
Com a utilização de fotos e informações históricas, o livro também poderá ser acessado pela internet no http://www.goodyear.com.br/.

A linha do tempo da Goodyear no Brasil

Os primórdios – Goodyear: um nome em homenagem ao inventor da vulcanização. Frank Seiberling funda nos Estados Unidos The Goodyear Tire & Rubber Company.

1919 – 1938 – Primeiros passos no Brasil – A Goodyear começa sua trajetória no Brasil, com a abertura de escritório de vendas no Rio de Janeiro, para a comercialização de produtos importados.

A Goodyear dos EUA e o governo brasileiro negociam a instalação de uma fábrica da companhia no Brasil.

1939 – 1948 – Fábrica em São Paulo abre uma nova etapa – A Goodyear inaugura a primeira fábrica de pneus do Brasil, no bairro do Belenzinho, em São Paulo.

A companhia inicia a produção de pneus de avião no país, da qual se tornaria líder absoluta.

1949 – 1958 – O despertar da indústria automotiva brasileira – É lançado o pneu Papaléguas, que, em cinco décadas, conquistaria sucessivas gerações de profissionais do transporte.

A Goodyear cria o departamento de Equipamento Original, para atender às montadoras que iniciavam a produção no país.

1959 – 1968 – Um país sobre rodas – A Goodyear atinge a marca de 8 milhões de pneus produzidos no Brasil, acompanhando a crescente demanda.

Na fábrica do Belenzinho, iniciam-se as operações de recauchutagem de pneus de avião.

1969 – 1978 – Fábrica de Americana: um grande salto – A Goodyear inaugura sua segunda fábrica no Brasil, em Americana (SP), a maior da América Latina, incorporando as mais avançadas tecnologias.

A companhia produz os primeiros pneus radiais de aço para caminhões e ônibus do Brasil, da linha Unisteel.

1979 – 1988 – Crises e oportunidades – É lançado o Grand Prix S, primeiro pneu radial de aço para veículos de passeio do Brasil.

Tem início a implantação de AutoCentros, um novo conceito em atendimento e serviços ao consumidor de pneus.

1989 – 1998 – Mundo em transformação – É inaugurado o primeiro Centro de Montagem, introduzindo um novo conceito no trabalho conjunto com as montadoras.

A Goodyear começa a utilizar seu primeiro blimp no país, o Spirit of the Americas, fortalecendo sua marca e visibilidade.

1999 – 2008 – Foco em pneus e na inovação – A Goodyear inaugura sua Fábrica de Materiais para Recauchutagem, em Santa Bárbara D’Oeste. No ano seguinte, é aberto o Campo de Provas, o mais completo da América Latina.

A companhia redefine seu foco de atuação, concentrando suas atividades em pneus e retirando-se de outros negócios.

2009 – Sustentabilidade, rumo ao futuro – A Goodyear continuará liderando o processo de inovação tecnológica e pneus com a sua marca, cada vez mais avançados e sustentáveis, rodarão pelas vias do Brasil e do mundo.

PRESIDENTE DO INSTITUTO AUTOGLASS FALA DE RECICLAGEM DE VIDROS AUTOMOTIVOS NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ES

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Imprensa Autoglass

A destinação final dos resíduos automotivos, principalmente de vidros, foi o tema da palestra de Fernando Carreira (foto), presidente do Instituto Autoglass, na Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Espírito Santo neste mês de maio. Da sessão participaram os deputados Reginaldo Almeida, presidente da Comissão e também Luciano Pereira, vice-presidente.

Na oportunidade também foi discutida a lei nº 9.013, de autoria de Luciano Pereira, aprovada no ano passado, e que trata da destinação final ou reciclagem de vidros automotivos pelas empresas especializadas instaladas no Estado. Para sustentar a proposta de lei, o Instituto Autoglass contribui com levantamentos estatísticos, que foram essenciais para a aprovação da Assembléia e sancionada pelo Governador Paulo Hartung.

Fernando Carreira ressaltou que a lei é inédita no Brasil, com o Espírito Santo (ES) na frente, e citou movimentos em outros países, como a França, onde o mercado está adotando providências para dar uma destinação final a todos os componentes de um veículo. “Esse pioneirismo é um exemplo para o Brasil e o momento é de fazer cumprir a lei, mobilizar a sociedade, os poderes públicos, as empresas, a seguir o que ela diz”, ressaltou.

Providências

Durante o encontro, o deputado Luciano Pereira enfatizou que está tomando a iniciativa de cobrar das autoridades o cumprimento da lei. “Já estivemos com o chefe do Ministério Público, procurador Fernando Zardini, a quem enviei um ofício apresentando a lei, que encaminhará às comarcas para que sejam tomadas as devidas providências, com a fiscalização”, explicou.

Fernando Carreira aproveitou para lembrar que o Instituto Autoglass está trabalhando a possibilidade da sucata do vidro ser utilizada em projetos de geração de emprego e renda. Um exemplo é da decoradora e professora, Fernanda Julião, que com um grupo de alunas, está estudando projetos que possam transformar os vidros quebrados em objetos de artes e na decoração de imóveis. A iniciativa poderá interessar outras ONGs em formar grupos de pessoas que possam trabalhar na produção desses objetos.

Demais propostas

Mato Grosso e Santa Catarina, por meio dos deputados Guilherme Maluf e Mauro Mariani, respectivamente, também apresentaram proposta semelhante na Assembléia Legislativa de seus estados para a reciclagem de vidros automotivos, permitindo que a iniciativa de reciclagem ganhe força e, em breve, se torne lei federal.

São Paulo terá Nova Marginal do Tietê

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Serra anuncia obras das de novas pistas, pontes eviadutos que reduzirão o tempo viagens em 35%

Imprensa Secretaria dos Transportes

O governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab apresentaram nesta quinta-feira, 4, as obras da Nova Marginal do Tietê. Serão ampliados de cada lado 23 quilômetros de pistas criando-se três novas faixas, além da construção de sete obras de artes especiais (OAE), sendo quatro novas pontes (Complexo Bandeiras, Cruzeiro do Sul, Tatuapé e Complexo Dutra/ Castelo Branco) e três viadutos para melhorar a fluidez das vias local, auxiliar e expressa.
O empreendimento total está orçado em R$ 1,3 bilhão e terá investimentos do governo do Estado e das concessionárias que administram as rodovias Bandeirantes/Anhanguera e Ayrton Senna/Carvalho Pinto. A previsão de conclusão da obra para pistas auxiliares é março de 2010 e para complexos/obras de arte outubro de 2010. A Dersa, em conjunto com a CET, está desenvolvendo um plano de monitoramento e desvios para minimizar os impactos no trânsito durante a execução da obra.
A construção da Nova Marginal será dividida em três trechos. Um de responsabilidade da Dersa, que vai do viaduto da CPTM (região da Lapa) até a confluência com a rua Ulisses Cruz, no Tatuapé, num total de 15,2 km. A concessionária AutoBan é responsável pelo trecho de 4 quilômetros, que vai do viaduto da CPTM até o Cebolão (rodovia Anhanguera). Já a concessionária que assumirá a rodovia Ayrton Senna, será responsável pelo trecho do Tatuapé à Ayrton Senna, no total de 3,5 quilômetros.
Benefícios

Atualmente, a marginal Tietê apresenta filas de congestionamento de 30 km, em média, nos períodos de pico, representando 25% do total de congestionamento medido na cidade de São Paulo. Para se ter uma idéia, o desperdício de tempo significa 1,7 milhão de horas/ano e o de combustível, 1,5 milhão de litros/ano.
Com as obras, o tempo das viagens diminuirá cerca de 35%. Gargalos como nos bairros do Tatuapé, Bom Retiro e Santana serão amenizados, graças à construção de novas pontes e viadutos. O tráfego para as rodovias Castelo Branco, Ayrton Senna, Dutra, Fernão Dias, Anhanguera e Bandeirantes terá fluxo mais rápido. Junto com o Rodoanel e o Complexo Anhanguera, a Nova Marginal pretende aliviar o trânsito nas principais interligações de bairros de São Paulo e evitar o trânsito de veículos de passagem por bairros e o centro da cidade. Entre os benefícios indiretos da obra está a criação de 2 mil empregos diretos e 6 mil indiretos.
Compensações ambientais
O programa de compensação ambiental prevê o plantio de cerca de 83 mil árvores ao longo da marginal e vias de acesso à mesma com melhoria de todo o calçamento existente.
Haverá investimento no Programa Várzeas do Tietê (vinculada a Secretaria de Energia e Saneamento), com objetivo de preservação da mesma, incluindo a execução de ciclovia como também Estrada Parque ao longo de 23,3 Km de extensão, com os seguintes benefícios:
Reassentamento das famílias ao longo da Várzea do Rio Tietê como também controlar as vasões do trecho de jusante do Rio Tietê;
Melhorar as condições ambientais na área de intervenção (implantação de sistemas de saneamento / intervenções hidráulica e recuperação ambiental);
Criar opções de lazer, cultura, turismo, educação e prática de esportes para a população dos municípios;
Proporcionar a sustentabilidade ambiental e econômica mediante a criação de unidade de conservação, como também o plantio de 65 mil árvores.
Detalhes da obra – Nova Marginal Tietê

Criação de pistas auxiliares com três faixas de rolamento por sentido
Implantação de pista auxiliar local nos trechos sob as pontes
Construção de quatro novas pontes (próximas ao rio Tamanduateí, a ponte das Bandeiras, a avenida Cruzeiro do Sul e a ponte do Tatuapé)
Construção de três novas alças de acessos (saída da Santos Dumont, final da Dutra e av. Salim Farah Maluf)
Prolongamento das pontes existentes
Implantação do sistema de monitoramento eletrônico de trânsito com informações para o usuário
Nova sinalização de orientação
Revitalização das áreas degradadas da Marginal e área do entorno
Replantio de árvores no entorno da marginal e projeto Várzeas do Tietê
Implantação de calçadas com vegetação para absorção de águas das chuvas.
Rodoanel e Complexo Anhanguera

Além da Nova Marginal, outras duas obras do governo do Estado estão ajudando a diminuir o trânsito e facilitar o fluxo de veículos em São Paulo: o Rodoanel e o Complexo Anhanguera.
O Rodoanel, a maior obra viária em andamento na América Latina atualmente, prevê a construção de 176 quilômetros de rodovias, interligando as 10 principais rodovias do Estado: Anhanguera, Bandeirantes, Raposo Tavares, Castelo Branco, Régis Bittencourt, Imigrantes, Anchieta, Ayrton Senna, Dutra e Fernão Dias. Quando todos os trechos estiverem concluídos 725 mil veículos, sendo 585 mil automóveis e 141 mil veículos comerciais (caminhões e ônibus) deverão ser retirados diariamente do tráfego urbano. Atualmente, está em funcionamento o trecho Oeste e sendo finalizado o trecho Sul. Com apenas esse trecho, houve um aumento de 55% da velocidade média dos veículos na avenida Francisco Morato e redução de 30% do transporte de cargas nas marginais. O trecho Sul irá melhorar ainda mais o trânsito na marginal Pinheiros e na avenida Bandeirantes.
Já, as obras do Complexo Anhanguera têm como objetivo desafogar parte dos congestionamentos na Marginal do Tietê e facilitar a travessia sobre o Rio Tietê e a chegada à Avenida Gastão Vidigal, porta de entrada para a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). A obra consiste na implantação de pontes e viadutos no entroncamento com a Marginal Tietê que irão ampliar e reformular o tráfego desde a Ponte Atílio Fontana na Marginal Tietê, em São Paulo, até o km 19 da Via Anhanguera, região de Osasco. Duas das sete pontes já foram inauguradas e o restante da obra deve estar pronto em 2010.
Investimento em Transporte Metropolitano

A meta é 2010, mas o Plano de Expansão, desenvolvido pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, já produz os primeiros resultados. Em menos de dois anos, foram entregues dez novas estações com qualidade de Metrô (9 delas na CPTM), 9,6 km de linhas adicionais (trem e metrô), 12 trens novos e 28 totalmente modernizados, além de mais 33 km de corredores de ônibus, com 10 km de faixa exclusiva.
O Plano de Expansão 2007-2010 receberá recursos no valor de R$ 20 bilhões do Governo do Estado de São Paulo, o maior investimento no setor já feito no país. Um dos principais objetivos é quadruplicar a rede sobre trilhos com qualidade de metrô, dos atuais 61,3 km para 240 km (160 km em forma de metrô de superfície na CPTM), uma antiga reivindicação da população. O Plano de Expansão também vai inovar com a adoção do Metrô Leve, que convive bem com a cidade, pois o trem é menor, confortável, corre em superfície sem a necessidade de muros e pode ter áreas de lazer ao longo do percurso.
Ao todo, 40 mil empregos diretos e milhares indiretos estão sendo gerados pelo Plano de Expansão. Com a consolidação dos projetos, o número de pessoas que se deslocam pelo sistema metro-ferroviário aumentará em 55%. Além dos benefícios sócio-econômicos e ambientais, um dos ganhos mais expressivos será a diminuição do tempo médio de viagem em 25%. Para se ter uma idéia, o passageiro que utiliza na ida e na volta o trecho entre Grajaú e Sé, ganhará mais de duas horas, diariamente, para poder desfrutar com a família, lazer, estudos ou apenas descansar.

Citroën C4 VTR Turbo será destaque no Quatro Rodas Experience 2009

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Imprensa Citroën

Ficou pronto o C4 VTR Turbo que participará do Quatro Rodas Experience 2009, evento que acontecerá no Autódromo de Interlagos entre os dias 9 e 14 de junho. Projetado e desenvolvido em parceria com a Personal Parts, o modelo foi inspirado no universo dos grandes bólidos esportivos e no C4 WRC, uma das grandes sensações do Campeonato Mundial de Rali.
“Buscamos unir o universo do Tuning com o prestígio internacional da Citroën Racing, que já conquistou quatro títulos no WRC na categoria construtores e cinco entre os pilotos”, afirma Reinaldo Siffert, gerente de Marketing de Produto da Citroën do Brasil.

DNA esportivo

Externamente, o C4 VTR Turbo traz kit aerodinâmico completo (incluindo saias e aerofólio), novas lanternas traseiras, ponteiras duplas de escapamento e película nos vidros. A carroceria do C4 VTR Turbo ganhou também modelagem diferenciada nos pára-choques, que se tornaram maiores e mais agressivos.

O perfil lateral foi valorizado por meio da utilização de um conjunto de rodas aro 20″ da marca Tsuya, além de pneus Yokohama 225/30 R20. Além disso, alinhado a nova imagem de marca, o modelo recebeu uma exclusiva pintura branco pérola.

Internamente, foi instalado na lateral interna da coluna A (lado motorista) um suporte para a fixação de dois mostradores: um Manômetro, para verificação da pressão do turbo, e um Hallmeter, para medir a dosagem de ar e combustível.
Buscando uma condução mais veloz e esportiva, o motor teve seus números referenciais aumentados em cerca de 30%. Para tanto, uma turbina Master Power com 0,4 bar de pressão e um intercooler foram acrescentados. No intuito de suprir a maior necessidade de combustível, um bico injetor auxiliar foi instalado para enriquecer a mistura ar/gasolina.
“O sistema de exaustão foi todo refeito, desde o coletor de escapamento até as ponteiras, tendo agora um diâmetro de 2,5 polegadas”, explica Daniel Simone, gerente comercial da Personal Parts. Segundo ele, o C4 VTR Turbo preparado para o Quatro Rodas Experience 2009 passa a disponibilizar cerca de 180 cv de potência máxima.

Para a manutenção da estabilidade, a suspensão teve sua altura rebaixada em 4,5 cm com o encolhimento das molas. Na prática, isso resultou em mais estabilidade e em uma sensação mais apurada do controle do carro.

Citroën C4 VTR: bem-vindo ao universo da inovação

Lançado no mercado brasileiro em setembro de 2006 e com cerca de 3.500 unidades já comercializadas no mercado brasileiro, o C4 VTR simboliza a visão da Citroën para um cupê dinâmico que associa estilo, esportividade e personalidade. O bem-estar a bordo do C4 se destaca, particularmente, pelo uso de equipamentos totalmente inovadores.

O volante com comandos centrais fixos agrupa ao alcance da mão as principais funções de conforto e de ajuda à direção. Esta disposição ergonômica – que privilegia a simplicidade de utilização dos comandos − favorece o prazer de dirigir e aumenta a segurança, já que permite a utilização de um airbag para o motorista com formato otimizado.

Este volante (revestido em couro) é associado a um display translúcido também inédito que exibe informações de direção (velocidade do veículo, parâmetros do limitador e do regulador de velocidade etc.) sobre uma lâmina translúcida, implantada no centro do painel. O contraste da exibição ajusta-se instantaneamente em função da luminosidade: a legibilidade é perfeita em quaisquer circunstâncias.

Alguns equipamentos reservados a veículos dos segmentos superiores também aparecem no C4 VTR, como os faróis de xenônio direcionais de dupla função com acendimento automático, regulador e limitador de velocidade, detector de chuva, retrovisor interno elétrocromo, entre outros.

Com tais prestações, uma verdadeira atmosfera de serenidade reina dentro do espaço interno. Ela é reforçada pela presença de um dispositivo para perfumar o ambiente e por um sistema de ar condicionado automático digital com regulagens distintas de temperatura para os lados esquerdo e direito do habitáculo.

Completo, conta ainda com CD player – MP3 frontal com comando no volante, faróis de neblina, brake light, chave com dispositivo antifurto transponder, banco do motorista com regulagem de altura e lombar, computador de bordo, retrovisor com regulagem elétrica, apoio central de braço dianteiro escamonteável, detector de obstáculo traseiro (DOT), pack elétrico, entre outros.

Citroën lança Promoção Ano da França no Brasil

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C4 Pallas tem preço a partir de R$ 57.990,00

Imprensa Citroën

A Citroën lança a promoção Ano da França no Brasil, na qual oferecerá os modelos C3, Xsara Picasso, C4 e C4 Pallas por preços e condições especiais.

“Aproveitamos o calendário do Ano da França no Brasil para desenvolver anúncios temáticos, divulgando uma nova estratégia comercial, mais agressiva”, afirma Nívea Morato, diretora de Marketing da Citroën do Brasil.

O sedan C4 Pallas, por exemplo, em sua recém lançada versão GLX 2.0 16V Flex, passa a ser oferecido a partir de R$ 57.990,00 (incluindo frete e pintura metálica). “Uma excelente oportunidade, principalmente para quem procura um veículo com estilo sedutor, tecnologia inovadora e grande número de conteúdos de série”, analisa Domingos Boragina Neto, diretor comercial da marca. Conteúdos como o volante com comandos centrais fixos, o display central translúcido, sistema de freios com ABS + EBD + AFU, CD Player com “Bluetooth”, ar condicionado, limitador e regulador de velocidade, rodas de liga leve aro 16, porta-malas de 580 litros, entre outros.

Já o hatch C4, sucesso de público e crítica, em sua versão GLX 1.6 16V Flex, tem preço a partir de R$ 52.600,00 (incluindo frete e pintura metálica). Referência mundial em design, tecnologia e comportamento dinâmico, o Citroën C4 oferece ao consumidor brasileiro conteúdos inovadores e uma ampla lista de equipamentos de série.

Na promoção Ano da França no Brasil, o compacto premium C3, oferecido a partir de R$ 37.990,00, passa a contar também com plano de financiamento que prevê entrada mais parcelas de R$ 499,00.

“Um compacto premium em sua essência, com estilo, acabamento e equipamentos de segmentos superiores”, destaca o executivo.

E, fechando a promoção, a minivan Xsara Picasso, modelo com amplo espaço interno e mais de 85 mil unidades comercializadas no mercado brasileiro, passa a ser oferecida com taxa de juros zero, partindo de preço inicial de R$ 53.440,00.

Antes de blindar, busque orientação

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Sérgio Kina*

Em uma cidade como São Paulo, sair de carro se tornou uma aventura perigosa. Não só pelo volume de carros, que exige atenção redobrada, ou de motos que trafegam entre as faixas, mas pelo risco, cada vez maior, de ser assaltado ou roubado nos semáforos ou vias mal iluminadas. Antes restrita à camada de alto poder aquisitivo e políticos, como solução eficiente para proteção, porque a estrutura do veículo (vidros, lataria e pneus) é reforçada para suportar impactos balísticos, a blindagem agora está mais acessível ao bolso do consumidor, com as reduções de impostos e facilidades de pagamento e financiamento.

Portanto, antes de sair à procura de uma empresa de blindagem de veículos, pondere alguns pontos. Tome cuidado para não se deixar levar pela falsa sensação que, ao blindar o carro, estará totalmente seguro. A começar pela escolha dos materiais e sua espessura, que dependem do nível de proteção desejado: II, III etc. O nível de blindagem determina as características dos vidros, mantas e chapas de aço balístico que protegem o veículo.

Além disso, existem no mercado opções por blindagens parciais, como a dos vidros somente, porém, toda a lataria fica descoberta. No caso, há a possibilidade de o alvejador atingir outras partes do veículo e quem está no seu interior. O ideal é a blindagem completa, que inclui o veículo como um todo, como lataria, vidros, pneus e outros pontos críticos. Por exemplo, se apenas um pneu for atingido por projétil, o carro fica impossibilitado de rodar e você de fugir.

Hoje no mercado existem muitas empresas especializadas, que oferecem diferentes serviços de blindagem. Uma dica é optar por aquelas que possuem uma cerificação da qualidade, de forma a garantir um processo padrão e sistematizado de blindagem, onde amostras de vidro, manta e aço balístico passam por testes de laboratório, que atestam sua eficácia contra tiros.

Já participei de processos de certificação no IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) em que tivemos de abortar a auditoria por falta de confiabilidade no processo de blindagem, que é bem complexo. Veja: o carro tem de ser desmontado, blindado, remontado e, por fim, passar por teste de funcionamento da parte elétrica, mecânica entre outros. Se a remontagem do veículo for feita de forma inadequada, você estará com um carro blindado contra tiros e até granadas dependendo do nível de blindagem, mas sujeito a acidente devido a uma eventual falha mecânica ou elétrica, ou simplesmente ficar insatisfeito por barulhos excessivos ou infiltrações de água. O consumidor pode entrar em contato com o Instituto pelo e-mail marketing@iqa.org.br ou pelo site www.iqa.org.br (no link ‘contato’) e solicitar as empresas de blindagens certificadas pelo IQA.

Outro ponto importante é que, em média, a blindagem acrescenta ao peso do veículo o equivalente a dois adultos. Caso o veículo não seja utilizado com plena carga (cinco passageiros mais bagagem), o impacto sobre a suspensão e outros sistemas não é significativo. Do contrário, deve ser prevista a adequação da suspensão no processo de blindagem. Também é importante realizar teste de freios para checar se a eficiência do sistema é a mesma de quando o veículo entrou na casa.

A empresa que realizou a blindagem deve fornecer informações necessárias para o uso correto do veículo e sua manutenção, como sempre conduzir o veículo com as portas travadas e os vidros fechados. Ou, o consumidor optando por ter vidros móveis, deverá ser alertado para não bater a porta com os vidros parcialmente abertos, porque poderá provocar danos nos vidros ou pontos de fixação. São detalhes importantes que garantem a eficiência do sistema e ajudam na segurança.

*Sergio Kina é gerente técnico do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva (sergio.kina@iqa.org.br)

Fiat comemora 10 milhões de carros produzidos no Brasil

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Imprensa Fiat

A Fiat Automóveis comemorou, esta semana, a fabricação do veículo de número 10.000.000, com a saída de um Novo Palio 2010 da linha de montagem da fábrica de Betim, que começou a operar em junho de 1976. Desde então, a produção da Fiat cresceu vertiginosamente, passando de 63.756 unidades do Fiat 147, em 1977, para 713.248 veículos em 2008, recorde nos 33 anos da Fiat no Brasil. Hoje, são produzidos em Betim 15 modelos e mais de uma centena de versões, para atender aos mercados do Brasil e de exportação, com uma média diária superior a 2,8 mil unidades. O volume de produção da fábrica de Betim é ainda maior se for considerada a fabricação de veículos desmontados para a exportação (CKD, na sigla em inglês), que somaram cerca de 900 mil unidades nas décadas de 80 e 90.

SISTEMA DE ELEVAÇÃO PORTÁTIL PARA CADEIRA DE RODAS E SCOOTERS FACILITA A VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

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Cavenaghi lança mais uma adaptação veicular automatizada que transporta cadeiras de rodas elétricas e scooters na parte traseira dos veículos

Imprensa Cavenaghi

A Cavenaghi, empresa brasileira que é referência em adaptações veiculares, apresenta mais uma novidade entre suas soluções para o segmento. Trata-se do Auto Lift, um equipamento projetado para facilitar a acomodação de cadeiras de rodas e motos de pequeno porte nos porta malas de veículos, tornando mais fácil, segura e confortável o transporte de equipamentos pesados, como cadeira de rodas elétricas e scooters. O produto é mais uma prova de que a empresa está sempre aprimorando seu conceito em adaptação veicular e promovendo qualidade de vida entre pessoas com mobilidade reduzida.

O Auto Lift é uma solução para transporte composta por um sistema de elevação portátil com base giratória, para instalação no porta-malas do automóvel, que tem capacidade para levantar até 180 quilos (peso aproximado de uma moto de pequeno porte). A velocidade do movimento da adaptação pode ser ajustada pela Cavenaghi, atendendo às necessidades dos usuários.

O produto foi apresentado na Reatech Reatech 2009 – Feira Internacional de Tecnologia em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade – em um estande com 440 m². Com soluções inteligentes e de alta tecnologia, a Cavenaghi supera-se a cada edição da Reatech.

Fiat lidera as vendas em maio

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Imprensa Fiat

Mais uma vez, a Fiat foi a marca de automóveis e comerciais leves com maior número de emplacamentos no mercado brasileiro, segundo balanço do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), divulgado hoje (04/06) pela Anfavea. Em maio, foram emplacados 60.620 veículos da marca Fiat, com 25,5% de participação no total e mais de 5 mil unidades à frente da segunda colocada. No acumulado de vendas do ano, a Fiat amplia a sua liderança, totalizando 271.607 veículos, ou 24,6% do mercado, com mais de 11.500 unidades de vantagem.
A Fiat acaba de comemorar, esta semana, a produção de 10.000.000 de veículos no Brasil. Entre os automóveis com maior volume de vendas, o Fiat Palio e o Fiat Uno Mille continuam entre os três mais procurados do mercado, enquanto a picape Strada mantém-se isolada na liderança como o veículo comercial leve mais vendido do Brasil e 57,5% de participação no segmento das picapes pequenas.

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