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Audi prepara estreia do A2 e-tron no segundo semestre de 2026

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Audi A2 e-tron in camouflage wrap, dynamic photo

A Audi anunciou que o A2 e-tron será apresentado no segundo semestre de 2026, ampliando sua linha de modelos elétricos com uma opção de entrada no segmento compacto. O veículo será produzido na sede da marca em Ingolstadt e integra a estratégia de renovação da gama, oferecendo acesso mais amplo à mobilidade elétrica premium.

Modelo elétrico será produzido em Ingolstadt

“O A2 e-tron representa o próximo grande passo da Audi rumo a um futuro totalmente elétrico. O protótipo está acumulando quilômetros de testes em diferentes condições antes da estreia oficial”, afirmou Gernot Döllner, CEO da Audi.

Os testes incluem avaliações em clima extremo no norte da Suécia, onde o modelo enfrenta temperaturas negativas, pistas cobertas de neve e lagos congelados. Nessas condições, são validados aspectos como dinâmica de condução, gerenciamento térmico e desempenho da bateria. O ajuste entre motor elétrico, sistema de freios e suspensão é realizado em tempo real, garantindo que o veículo esteja preparado para diferentes cenários de uso.

Em Ingolstadt, o A2 e-tron passa por otimizações aerodinâmicas no túnel de vento da área de desenvolvimento técnico da Audi. Com velocidades de até 300 km/h e medições aeroacústicas precisas, o objetivo é reduzir ruídos, melhorar a estabilidade térmica e aperfeiçoar o fluxo de ar. A linha de teto característica do modelo contribui para a eficiência aerodinâmica, elemento central para ampliar a autonomia.

Os testes também incluem estradas da região do Vale do Altmühl, na Baviera. Com subidas, curvas fechadas e diferentes tipos de pavimento, o modelo é avaliado em condições reais de tráfego. Nessas situações, são ajustados sistemas de assistência e suspensão, reforçando a aplicabilidade do A2 e-tron no uso cotidiano.

Audi prepara estreia do A2 e-tron no segundo semestre de 2026

A produção do modelo em Ingolstadt reforça o compromisso da Audi em transformar suas fábricas na Alemanha e na Europa para atender à demanda crescente por veículos elétricos. Após mais de 20 lançamentos entre 2024 e 2025, a marca passa a ter o portfólio mais jovem entre os concorrentes, cobrindo desde o segmento compacto até o de modelos de grande porte.

Mercedes-AMG apresenta o elétrico GT 4-Door Coupé

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A Mercedes-AMG apresentou o novo GT 4-Door Coupé, primeiro modelo elétrico da marca desenvolvido sobre a arquitetura AMG.EA. O veículo inaugura uma série de inovações, incluindo três motores axiais e uma bateria de 800 volts inspirada na Fórmula 1, capazes de entregar até 1.169 cavalos de potência.

Modelo estreia arquitetura AMG.EA com motores axiais que entregam até 1.169 cavalos

“Já conduzi o novo AMG GT 4-Door Coupé muitas vezes e ele realmente se destaca. Eleva o desempenho a novos limites e entrega a emoção que nossos fãs esperam, agora na era elétrica. Com este primeiro modelo na nova arquitetura AMG.EA, não apenas atingimos o padrão de Affalterbach, mas o elevamos”, afirmou Ola Källenius, presidente do conselho de administração da Mercedes-Benz Group AG.

O modelo será oferecido inicialmente em duas versões: GT 63 4-Door Coupé, com potência máxima de 1.169 cavalos, e GT 55 4-Door Coupé, com 816 cavalos. Ambas utilizam motores axiais desenvolvidos pela YASA, subsidiária da Mercedes-Benz, que permitem maior densidade de potência e torque contínuo. A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 2,1 segundos, com velocidade máxima de 300 km/h quando equipado com o pacote opcional Driver’s Package.

A bateria de alta performance utiliza células cilíndricas diretamente resfriadas, garantindo estabilidade mesmo sob cargas extremas. O sistema permite recarregar mais de 460 quilômetros de autonomia em apenas 10 minutos, com potência de 600 kW. O ciclo de recarga de 10% a 80% é concluído em 11 minutos, posicionando o modelo como referência em eficiência energética.

O design inclui proporções esportivas e soluções aerodinâmicas ativas, como difusor traseiro e placas venturi no assoalho, que se ajustam em tempo real às condições de condução. O sistema AMGFORCE S+ oferece experiência sonora que simula o caráter de um motor V8, com respostas táteis e visuais integradas ao painel.

Mercedes-AMG apresenta o elétrico GT 4-Door Coupé

A suspensão AMG ACTIVE RIDE CONTROL, com estabilização semiativa, proporciona equilíbrio entre desempenho esportivo e conforto em longas distâncias. O AMG RACE ENGINEER, sistema de controle dinâmico, permite ajustes individuais de resposta, agilidade e tração, ampliando a personalização da condução.

“O novo Mercedes-AMG GT 4-Door Coupé inaugura uma era totalmente nova. É uma máquina de alta performance, repleta de inovações pioneiras que possibilitam um desempenho até então inimaginável neste segmento. O orgulho e o espírito da nossa equipe estão refletidos em cada detalhe”, concluiu Michael Schiebe, membro do conselho de administração da Mercedes-Benz Group AG e CEO da Mercedes-AMG GmbH.

Polestar e Oxford estudam cientificamente o prazer da condução

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A Polestar anunciou parceria com o SDG Impact Lab da Universidade de Oxford para desenvolver um estudo científico sobre a emoção de dirigir. O projeto busca estabelecer parâmetros mensuráveis que definam o prazer ao volante, utilizando sinais fisiológicos, cognitivos e comportamentais. A pesquisa será conduzida por uma equipe multidisciplinar de doutorandos e apoiada por especialistas da universidade, em colaboração com a experiência automotiva da Polestar.

Estudo propõe nova definição de desempenho para veículos elétricos

“Este projeto demonstra como a pesquisa acadêmica pode gerar impacto real além da universidade. Trabalhar com a Polestar nos permite traduzir conhecimento científico em inovação prática”, afirmou Alexander Betts, pró-reitor e cofundador do SDG Impact Lab da Universidade de Oxford.

O estudo pretende analisar atividade cerebral, dados biométricos e comportamento dos participantes durante a condução de um modelo Polestar de alto desempenho. A proposta é verificar se as sensações ligadas ao prazer de dirigir podem ser observadas e quantificadas. A iniciativa desafia a ideia de que a emoção ao volante depende do som do motor, investigando como a eletrificação pode criar novas formas de desempenho.

A pesquisa também busca contribuir para a transição energética e de mobilidade, ao propor uma narrativa global sobre o comportamento do consumidor e a percepção de performance em veículos elétricos. A Polestar, desde sua criação, tem trabalhado para oferecer uma visão mais ampla de desempenho, indo além de números de aceleração em linha reta.

O projeto terá duração de quatro meses, entre março e julho de 2026, incluindo testes práticos no circuito Gotland Ring, em junho. Os resultados serão apresentados no segundo semestre em evento dedicado na Universidade de Oxford. Paralelamente, a Polestar apoiará a iniciativa com uma série de conteúdos programados para o terceiro trimestre do ano.

Polestar e Oxford estudam cientificamente o prazer da condução

“Atuamos como referência em design e sustentabilidade, e agora é o momento de liderar também em performance, questionando convenções sobre aceleração como medida padrão de emoção ao dirigir. A abordagem científica desta pesquisa trará benefícios reais, pois os dados poderão ser usados por nossa equipe de engenharia para aprimorar a dinâmica e os atributos de desempenho dos veículos”, declarou Christian Samson, chefe de atributos de produto da Polestar.

A marca lançou recentemente o Polestar 5, modelo construído sobre a plataforma Polestar Performance Architecture, com estrutura em alumínio colado e sistemas avançados de tração, suspensão e frenagem. O estudo em parceria com Oxford reforça o compromisso da empresa em unir ciência e engenharia para redefinir o conceito de prazer ao dirigir.

SUV Ti7 amplia linha híbrida da BYD no mercado global

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O BYD Ti7, SUV de sete lugares, amplia a linha global de veículos híbridos da marca. O modelo foi desenvolvido para atender famílias maiores e consumidores que buscam versatilidade, reunindo espaço interno e tecnologia de propulsão híbrida.

Modelo oferece três fileiras de assentos e não tem previsão de chegada ao mercado brasileiro

O Ti7 mede cerca de 5,14 metros de comprimento, 1,99 metro de largura e 1,86 metro de altura, dimensões que garantem presença marcante e acomodação para três fileiras de assentos. O design externo é caracterizado por linhas robustas, com dianteira equipada com assinatura luminosa em LED e detalhes cromados.

O sistema de propulsão utiliza a tecnologia Dual Mode Performance (DM-p), que combina dois motores elétricos com um motor a combustão 1.5 turbo. No Brasil, equivalentes técnicos indicam potência combinada superior a 400 cavalos, tração integral e aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. A autonomia elétrica estimada é de aproximadamente 120 quilômetros em ciclo urbano, considerando padrões locais de medição.

O interior do Ti7 oferece três fileiras de bancos e amplo espaço para bagagens. O modelo inclui painel digital, central multimídia compatível com Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado automático de duas zonas e sistemas de assistência à condução, como controle adaptativo de velocidade e alerta de saída de faixa.

Apesar de já estar presente em mercados internacionais, ainda não há previsão de comercialização do Ti7 no Brasil. A estratégia da BYD segue em expansão, mas o modelo permanece restrito a mercados selecionados.

SUV Ti7 amplia linha híbrida da BYD no mercado global

Com o Ti7, a BYD reforça sua presença global e amplia a oferta de veículos híbridos, posicionando o SUV de sete lugares como um dos modelos mais versáteis da marca.

Stellantis e Dongfeng anunciam joint venture na Europa

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A Stellantis anunciou, em conjunto com o Dongfeng Group, a intenção de formar uma joint venture europeia voltada para vendas, distribuição, produção, compras e atividades de engenharia de veículos de nova energia. O acordo prevê que a nova entidade, liderada pela Stellantis, seja responsável pela comercialização dos modelos da marca Voyah em mercados designados da Europa, além de possibilitar a produção localizada na planta de Rennes, na França, em conformidade com os requisitos Made-in-Europe.

Acordo prevê vendas, distribuição e produção de modelos Voyah

“As medidas que estamos anunciando hoje levam nossa cooperação recentemente fortalecida com a Dongfeng a uma nova dimensão de parceria internacional em benefício dos clientes em todo o mundo. Com este novo capítulo em nossa colaboração, ofereceremos aos clientes uma escolha ainda maior de produtos competitivos e preços, aproveitando o melhor da presença global da Stellantis junto ao acesso da Dongfeng ao ecossistema avançado de veículos de nova energia da China”, afirmou Antonio Filosa, CEO da Stellantis.

O acordo foi formalizado por meio de um Memorando de Entendimento não vinculativo e representa a expansão de uma parceria de 34 anos entre as duas empresas. A joint venture terá participação de 51% da Stellantis e 49% da Dongfeng, e também abrigará atividades conjuntas de compras e engenharia, aproveitando a competitividade do ecossistema chinês de veículos elétricos.

“A Dongfeng fortalecerá e expandirá nossa parceria com a Stellantis, alinhando-se às estratégias nacionais da China de abertura em alto nível e circulação dupla. Isso atende às necessidades de desenvolvimento dos acionistas e desbloqueia maior valor para a joint venture, acelerando a expansão global da Dongfeng e apoiando a presença da Stellantis na China”, declarou Qing Yang, presidente da Dongfeng.

A iniciativa reforça a estratégia da Stellantis de diversificação energética e expansão internacional. A empresa já havia adotado ação semelhante com a Leapmotor, em um acordo que ultrapassou os limites da Europa. Os modelos da Leapmotor já são comercializados no Brasil e terão produção em Pernambuco, demonstrando que a estratégia de parcerias globais pode se estender para além do continente europeu.

Stellantis e Dongfeng anunciam joint venture na Europa

Embora o acordo atual envolva apenas a Europa, os modelos da Voyah já são comercializados na Colômbia. Esse movimento indica que não seria surpresa se, em breve, a marca também estivesse presente no Brasil, ampliando a oferta de veículos de nova energia no mercado nacional.

Recentemente, Stellantis e Dongfeng também anunciaram o fortalecimento da joint venture Dongfeng Peugeot Citroën Automobile Co., Ltd (DPCA), que produzirá novos modelos Peugeot e Jeep elétricos em Wuhan, destinados ao mercado chinês e à exportação global a partir de 2027. Desde sua criação, a DPCA já produziu mais de 6,5 milhões de veículos Peugeot e Citroën para mercados domésticos e internacionais.

Filadélfia é base estratégica para brasileiros na Copa 2026

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Filadélfia é base estratégica para brasileiros na Copa 2026
Filadélfia é base estratégica para brasileiros na Copa 2026

O Mundial de Futebol deste ano será o maior da história, com jogos distribuídos entre três países e diversas cidades-sede, um desafio logístico para torcedores que desejam acompanhar de perto a Seleção Brasileira. Nesse contexto, a cidade da Filadélfia, localizada no estado da Pensilvânia (EUA), surge como uma das bases mais estratégicas para os fãs.

A cidade sediará uma partida da fase de grupos do Brasil e está a poucas horas de Nova Jersey/NY, onde outro jogo da Seleção está previsto. Essa proximidade permite que o torcedor acompanhe mais de uma partida mantendo uma única base ao longo da viagem, o que reduz custos com hospedagem e transporte, além de evitar deslocamentos constantes em um Mundial com sedes espalhadas por grandes distâncias.

Esse cenário é viabilizado pela conectividade da região. A Filadélfia integra o chamado Corredor Nordeste dos Estados Unidos, com acesso por trens de alta velocidade, voos regionais e rodovias como a I-95. A estrutura facilita deslocamentos rápidos entre cidades-sede, inclusive com possibilidade de ida e volta no mesmo dia, tornando a logística mais simples, eficiente e econômica para quem pretende seguir a Seleção do Brasil de perto.

Durante o Torneio Mundial de Futebol, a cidade deve operar com estrutura voltada ao público internacional, incluindo fan zones, ativações urbanas e serviços multilíngues. Bares esportivos, praças e espaços públicos também devem se consolidar como pontos de encontro para torcedores, com transmissões ao vivo, programações especiais e celebrações coletivas, traduzindo nas ruas o espírito de convivência, festa e troca cultural que define a experiência do campeonato para além dos estádios.

"Queremos que o torcedor brasileiro chegue aqui e consiga aproveitar o torneio mundial de futebol com tranquilidade, sem se preocupar com a complexidade da viagem. A ideia é que ele possa focar no jogo, na experiência e na energia do evento, enquanto a cidade oferece estrutura, mobilidade e acolhimento para tornar essa jornada mais simples e memorável", afirma Anne Ryan, secretária-adjunta de Turismo da Pensilvânia.

Dicas para o torcedor brasileiro na Filadélfia

Imersão cultural local: O centro histórico da cidade concentra atrações que podem ser exploradas a pé, como o entorno do Independence National Historical Park, incluindo o Independence Hall e o Liberty Bell. Museus como o Museum of the American Revolution e o National Constitution Center complementam o roteiro, especialmente para quem quer entender o papel da Filadélfia na formação dos Estados Unidos. Para os fãs de cultura pop, o Philadelphia Museum of Art, conhecido pela escadaria eternizada pelo filme Rocky, também integra o circuito turístico.

Eventos: Durante a Copa de 2026, a cidade também será palco das celebrações do 4 de Julho, que em 2026, marcam os 250 anos da independência americana. A programação inclui shows, festivais, eventos históricos e queima de fogos, principalmente na região do Benjamin Franklin Parkway, ampliando a agenda cultural paralela aos jogos.

Bares e convivência: Bairros como Center City, Old City e Fishtown concentram bares esportivos, pubs e cervejarias artesanais que devem transmitir os jogos e organizar eventos durante o torneio. Esses espaços tendem a funcionar como pontos de encontro entre torcedores, com clima de celebração e amizade. Restaurantes, mercados e espaços frequentados por brasileiros também funcionam como pontos de apoio informal, além de fonte de dicas práticas e conexões culturais durante a estadia.

Com essa combinação de atrações acessíveis, mobilidade e programação voltada ao público internacional, a Pensilvânia se posiciona como um dos principais pontos de apoio para brasileiros durante o Mundial de futebol de 2026, equilibrando futebol, turismo e diálogo cultural em uma mesma experiência.

Sobre a Visit Pennsylvania

A Visit Pennsylvania é a organização oficial de promoção turística do estado da Pensilvânia, responsável por promover destinos, experiências e eventos para visitantes nacionais e internacionais. Para mais informações, basta acessar VisitPA.

Tecnologia Cyber Tyre transforma pneu em sensor ativo de dados

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A Pirelli apresentou o sistema Cyber Tyre em uma jornada de mais de 1.500 quilômetros pela Europa, realizada ao volante do Pagani Utopia Roadster. O hipercarro partiu da sede da Pagani Automobili em Modena, passou pela Bosch Engineering em Stuttgart e concluiu o percurso na sede da Pirelli em Milão. O objetivo foi demonstrar a integração da tecnologia que transforma o pneu em um sensor ativo capaz de transmitir dados em tempo real sobre as condições da estrada e do próprio pneu.

Jornada de 1.500 quilômetros pela Europa conecta Pagani, Bosch e Pirelli

“Por mais de vinte anos, nossa pesquisa foi guiada pelo princípio leonardesco de Arte e Ciência: um hipercarro não deve ser apenas rápido, mas também uma obra de arte capaz de inspirar confiança e segurança em quem o pilota. Com o Pirelli Cyber Tyre, o pneu adquire a sensibilidade de uma mão humana, percebendo o asfalto e comunicando-se com o coração eletrônico do Pagani Utopia Roadster para transformar cada metro em um instante de controle absoluto”, afirmou Horacio Pagani, fundador da Pagani Automobili.

O Pagani Utopia Roadster foi o primeiro modelo a adotar o sistema como equipamento de origem, integrando-o aos sistemas eletrônicos de dinâmica veicular. A Bosch Engineering colaborou para viabilizar a comunicação entre os pneus e sistemas como ABS, ESP e controle de tração.

“Temos orgulho de ser parceiros de um inovador como a Pirelli, combinando sua pioneira tecnologia Cyber Tyre com nossa profunda expertise em dinâmica veicular. Essa colaboração libera todo o potencial dos pneus inteligentes, e vê-la ganhar vida em uma obra-prima automotiva como o Pagani Utopia Roadster nos permite estabelecer novos padrões de performance e segurança”, declarou Johannes-Joerg Rueger, CEO da Bosch Engineering.

A tecnologia Cyber Tyre está sendo expandida para outros modelos dos segmentos premium e prestige. O sistema permite que a eletrônica de bordo opere com maior precisão, aumentando a segurança e a performance.

Tecnologia Cyber Tyre transforma pneu em sensor ativo de dados

“Esta jornada da tecnologia Cyber Tyre é a realização concreta de uma visão nascida há mais de vinte anos: a de que o pneu poderia evoluir de um elemento passivo para um sensor ativo, capaz de gerar dados e não apenas transmitir forças. Juntos com parceiros como a Pagani Automobili e a Bosch, inauguramos uma nova era de segurança digital e performance”, explicou Piero Misani, diretor técnico da Pirelli.

A expansão inclui também a produção do sistema nos Estados Unidos, na fábrica de Rome, na Geórgia. A unidade, já dedicada ao Motorsport e à produção High Value, passará a abrigar a fabricação da tecnologia Cyber Tyre, reforçando a estratégia global da Pirelli.

“A integração do Cyber Tyre no Utopia Roadster e a ativação das funcionalidades desenvolvidas em conjunto com a Bosch confirmam a maturidade técnica da nossa solução. Fornecemos parâmetros baseados nas características reais do pneu montado no veículo, permitindo que a eletrônica de bordo opere com maior precisão, aumentando assim a segurança e a performance”, concluiu Corrado Rocca, chefe da Unidade Cyber da Pirelli.

Comércio exterior planeja redução de atrasos logísticos

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Comércio exterior planeja redução de atrasos logísticos
Comércio exterior planeja redução de atrasos logísticos

As mudanças geopolíticas e a reorganização das cadeias globais de suprimentos têm levado empresas a ampliar o planejamento operacional no comércio exterior. Revisão de rotas, diversificação de modais e análise preventiva passaram a ocupar papel estratégico nas operações internacionais.

Dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) indicam que tensões comerciais, mudanças em corredores marítimos e oscilações nos custos logísticos seguem impactando prazos e previsibilidade nas operações internacionais. Relatórios recentes também apontam aumento da complexidade operacional nas cadeias globais de suprimentos.

Segundo a PLEX Logistics, especializada em logística internacional, o cenário atual exige maior previsibilidade e capacidade de adaptação das empresas diante de oscilações cambiais, custos de frete e mudanças regulatórias.

Para João Lucas da Silva, responsável por Trade Lane Development Sales da PLEX Logistics, o planejamento antecipado reduz vulnerabilidades operacionais. "Empresas que trabalham com cenários alternativos e diversificação de rotas conseguem responder mais rapidamente a oscilações logísticas e reduzir impactos operacionais", afirma João Lucas da Silva.

A integração multimodal e o monitoramento contínuo tendem a ganhar ainda mais relevância em operações internacionais, especialmente em cadeias que dependem de previsibilidade e rapidez na tomada de decisão.

"A logística internacional passou a operar em um ambiente de variabilidade constante. Planejamento hoje é fator decisivo para competitividade", explica o especialista.

O setor também acompanha o avanço de estratégias como nearshoring e regionalização produtiva, que vêm alterando fluxos logísticos globais e exigindo revisão permanente das operações internacionais.

Logística integrada amplia debate sobre interoperabilidade

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Logística integrada amplia debate sobre interoperabilidade
Logística integrada amplia debate sobre interoperabilidade

A integração de dados em tempo real passou a ocupar papel estratégico nas operações logísticas, impulsionando discussões sobre interoperabilidade entre sistemas utilizados por transportadoras, operadores logísticos, embarcadores e centros de distribuição. O avanço da digitalização das cadeias de suprimentos ampliou a necessidade de comunicação mais eficiente entre plataformas operacionais para fortalecer rastreabilidade e capacidade de resposta.

Segundo informações do Ministério dos Transportes sobre o Plano Nacional de Logística 2050, a modernização da infraestrutura logística brasileira passa pela ampliação da integração entre modais, maior eficiência operacional e uso mais intensivo de tecnologia para planejamento e gestão das operações.

A Fractal, especializada em segurança tecnológica aplicada à logística, avalia que a interoperabilidade reduz falhas operacionais e fortalece a gestão da cadeia de custódia.

Para José Roberto Mesquita, diretor-executivo da Fractal, operações fragmentadas dificultam a tomada de decisão. "Quando os sistemas não se comunicam, a cadeia perde visibilidade e capacidade de resposta. A interoperabilidade permite decisões mais rápidas e operações mais previsíveis", afirma.

Segundo o executivo, a tendência é de maior integração entre sensores, plataformas de monitoramento e sistemas corporativos ao longo de 2026. "A rastreabilidade depende cada vez mais da capacidade de conectar dados e gerar informação operacional confiável em tempo real", explica José Roberto Mesquita.

O planejamento logístico nacional também prevê aumento da participação de modais como ferrovias, cabotagem e transporte hidroviário, movimento que tende a ampliar a necessidade de integração tecnológica entre diferentes operadores e plataformas logísticas.

Transporte de medicamentos reforça exigências regulatórias

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Transporte de medicamentos reforça exigências regulatórias
Transporte de medicamentos reforça exigências regulatórias

A revisão de protocolos logísticos tem ganhado relevância no setor farmacêutico diante da ampliação das exigências regulatórias relacionadas ao transporte e armazenamento de medicamentos. Questões como integridade térmica, rastreabilidade e controle operacional seguem entre os principais pontos de atenção das empresas em 2026.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece diretrizes para transporte e armazenagem de medicamentos por meio de normas como a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 430, que trata das boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos.

Dados da IQVIA Brasil indicam que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou mais de R$ 240 bilhões no último ano, considerando canais varejistas e institucionais. O crescimento da demanda amplia a necessidade de operações logísticas especializadas, especialmente em cadeias que exigem controle rigoroso de condições ambientais.

Segundo Sheyla Pinhata, farmacêutica da KENKO, especializada em logística farmacêutica, o cenário regulatório exige integração entre tecnologia, controle ambiental e gestão operacional.

"A rastreabilidade e o controle das condições ambientais são fundamentais para garantir a segurança dos medicamentos e a aderência às exigências regulatórias", afirma.

De acordo com a especialista, auditorias, monitoramento contínuo e revisão periódica de procedimentos devem ganhar ainda mais relevância ao longo do ano. "As exigências regulatórias estão mais rigorosas e as empresas precisam ampliar visibilidade operacional para reduzir riscos e garantir conformidade", explica Sheyla Pinhata.

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