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BMW lança M4 Competition no Brasil em duas versões com 510 cavalos de potência

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A BMW anunciou a chegada do M4 Competition ao Brasil, disponível em duas versões: Competition, por R$ 908.950, e Competition Track, por R$ 1.015.950. O modelo cupê de duas portas, equipado com motor BMW M TwinPower Turbo de 510 cv, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos e já está em pré-venda nas concessionárias da marca.

Modelo acelera de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e traz cockpit digital e sistemas interativos

O design reforça a identidade esportiva da BMW, com faróis que exibem luzes verticais Daylights, para-choques exclusivos da divisão M e rodas de 19 polegadas na dianteira e 20 polegadas na traseira. A versão Track acrescenta freios de carbono-cerâmica, bancos concha em fibra de carbono, aerofólio e pneus semi-slick, ampliando o foco em performance.

No interior, o M4 Competition combina tecnologia e acabamento refinado. O BMW Live Cockpit Professional integra painel de instrumentos de 12,3” e central multimídia de 14,9” em tela curvada. O volante esportivo com base achatada e marcação central em vermelho reforça o caráter de competição, enquanto os acabamentos em fibra de carbono estão presentes em diversos elementos da cabine.

O motor biturbo de seis cilindros em linha entrega 510 cv a 6.250 rpm e 650 Nm de torque entre 2.750 e 5.500 rpm. A transmissão M Steptronic com Drivelogic envia a força para o eixo traseiro, permitindo velocidade máxima de 290 km/h. O sistema de freios esportivos M, com discos ventilados e perfurados, garante eficiência na desaceleração.

Entre os recursos tecnológicos, o M Drive Professional inclui o M Drift Analyzer, que registra dados de derrapagens, e o M Laptimer, que fornece tempos de volta e análises de performance em pista. O M Traction Control oferece diferentes ajustes de aceleração e torque, permitindo condução adaptada às condições de uso.

BMW lança M4 Competition no Brasil em duas versões com 510 cavalos de potência

A tração traseira, combinada com diferencial M de deslizamento limitado e suspensão adaptativa, contribui para maior precisão dinâmica. Os botões M Drive permitem memorizar duas configurações distintas de condução, ajustando motor, direção, suspensão e transmissão.

O modelo traz ainda sistemas de assistência como Driving Assistant Professional, Parking Assistant Plus, faróis BMW Full LED Adaptativos, M Head-Up Display e carregamento wireless para celulares. O BMW ConnectedDrive oferece serviços de telemetria, navegação em tempo real e integração com o aplicativo My BMW.

O Assistente Pessoal Inteligente BMW pode executar funções por comando de voz e integrar-se a dispositivos como Amazon Alexa e casas inteligentes. O veículo também está apto a receber atualizações remotas de software.

O M4 Competition está disponível em nove opções de cores externas e quatro combinações de acabamento interno em couro Full Merino. Com versões voltadas tanto para uso cotidiano quanto para pista, o modelo reforça o posicionamento da BMW M no segmento de esportivos de alta performance.

Coluna “Fernando Calmon”: Dia do Automóvel traz alento em melhorar segurança viária

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A data é uma referência ao dia 13 de maio de 1886. Neste dia o alemão Karl Benz patenteou o que é considerado o primeiro automóvel “útil” do mundo. Tratava-se de um triciclo apresentado em janeiro daquele ano e patenteado em maio. Por coincidência, em 13 de maio também se celebra o Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem, instituído pelo presidente Getúlio Vargas, em 1934. A data marca a inauguração da primeira autoestrada do Brasil: a rodovia Rio-Petrópolis.

Dia do Automóvel traz alento em melhorar segurança viária

Por outra coincidência, o Diário Oficial publica no mesmo 13 de maio a lei aprovada na véspera pelo Congresso que instituiu a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Aplica-se aos motoristas que não cometeram infrações de trânsito nos 12 meses anteriores. Entretanto, aqueles com mais de 50 anos e menos de 70 só se beneficiam uma única vez. A regra não alcança quem tem mais de 70 anos.

Manteve-se corretamente a obrigatoriedade de exames médicos de aptidão física e mental, além de avalição psicológica, para a renovação da CNH com preço público a ser fixado pela Senatran (antes conhecida por Denatran).

Também neste mês de maio o governo de São Paulo anunciou um plano de segurança viária com o objetivo de reduzir pela metade o número de mortos (19.000 salvos) no trânsito até 2030. As medidas incluem, entre outras, identificação de locais críticos para direcionar investimentos, maior uso de tecnologia na fiscalização (mais radares) e aperto sobre comportamentos de risco (celular ao volante e, se beber, não dirija). A taxa de óbitos tem diminuído no Estado: em 2025 foi de 13,24 por 100 mil habitantes, contra 14,24 em 2015.

Sonic chega em boa hora para a Chevrolet

Ter um SUV a mais na linha está na direção correta de um mercado dominado por esse tipo de carroceria com cerca de 45% de participação em média. Em especial quando os sedãs pequenos representam vendas minguadas e os hatches, apesar de mais baratos, terem perdido espaço.

Colocado entre Onix e Tracker dentro da linha Chevrolet, o Sonic terá rivais de peso que vão do Tera, Pulse, Kardian a outros modelos como Nivus, Fastback ou Tiggo 5x Pro. Seu preço é competitivo. A GM o classifica como SUV cupê, embora existam controvérsias válidas a respeito. O longo defletor de teto, na parte traseira, prejudica a classificação de um SUV “acupezado”. Em compensação a parte traseira chama atenção pelas lanternas interligadas com iluminação tracejada. Parte frontal é que mais agrada com iluminação em três níveis e discretos faróis de neblina na parte mais baixa do para-choque, tudo de LED.

A cor preta aparece em destaque na grade do radiador (estreia a nova “gravata-borboleta” da marca), nos arcos e nas rodas de 17 pol. (versão RS), carcaças dos espelhos, no rack de teto (funcional) e para-choque traseiro. Tudo dentro do figurino da moda, inclusive os 200 mm de vão livre do solo. O interior típico da marca com os mesmos bancos do Onix, traz materiais agradáveis ao toque em poucos locais. Tela multimídia de 11 pol. com conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay, wi-fi nativo e assistência OnStar. Há duas portas USB-A. Espaço no banco traseiro é razoável para dois adultos e uma criança, compatível com os 2.551 mm de entre-eixos. Demais dimensões (mm): comprimento, 4.230; largura, 1.770 (2.068 com espelhos); altura, 1.530. Bom porta-malas de 392 L.

Mecanicamente, sem novidades: motor (igual ao do Tracker), turbo flex de 1 L, 115 cv (E/G), 18,9 kgf·m (E/G). Câmbio automático, seis marchas. A fábrica indica aceleração 0 a 100 km/h “na casa dos 10 s”. Consumo padrão Inmetro (km/L): urbano, E/G, 8,4/12,1; estrada, 10,4/14,8. Apresentação foi estática para o Brasil e mercados da América do Sul. Primeiras impressões só dia 27 próximo.

Sonic já está nas concessionárias e os preços promocionais (ainda sem data para o término) são de R$ 129.990, versão Premier e R$ 135.990, versão RS. Depois, ambos os modelos subirão R$ 5.000.

Golf GTI: 50 anos de uma lenda

Globalmente é o pilar de uma dinastia. Até no País a sigla também foi usada no Gol e Parati. Meio século depois de lançado na Alemanha, a VW do Brasil montou uma estratégia de exclusividade ao trazer as primeiras 85 unidades importadas da série especial comemorativa. E já anunciou um segundo lote também destinado aos clientes que sejam proprietários de qualquer versão esportiva do grupo alemão. Oficialmente, no total, serão apenas 500 unidades. Preço: R$ 430.000.

No autódromo Velocità, em Mogi das Cruzes (SP), a 180 km da capital paulista, coloquei à prova o desempenho desta série especial que entrega 245 cv, 37,7 kgf·m, tem câmbio automatizado de sete marchas. A pista de 3.493 m de extensão, 13 curvas, em subidas e descidas, foi travada com alguns cones para diminuição de velocidade. Curvas são de média e baixa velocidade, além de um traçado bastante exigente para os freios.

Ainda assim, sempre uma emoção renovada. O Golf é um automóvel bem equilibrado, sem tendência excessiva de subesterço, respostas ao volante de grande precisão e freios com potência que transmitem confiança. Desenhado pelo italiano Giorgetto Giugiaro, da Italdesign, em 1974, chamava atenção não apenas pelo conjunto harmônico. As colunas traseiras largas eram — e são — sua marca registrada até hoje. Começou importado do México de 1994 a 1988, produzido no Paraná de 1999 a 2013 (quarta geração) e de 2015 a 2020 (sétima geração).

O Golf GTI Edition 50, de 325 cv, agora em maio, recuperou o título de carro de tração dianteira mais rápido no trecho norte (o mais longo, 20,8 km) do autódromo alemão de Nürburgring, conhecido como Inferno Verde.

Produção em abril continuou a subir

Os números informados pela Anfavea foram positivos: 225,8 mil unidades, alta de 2,4% sobre abril de 2025. Mais convincentes são os resultados do primeiro quadrimestre que somaram 872,6 mil veículos leves e pesados e superaram em 4,9% o mesmo período do ano passado, mesmo com dois dias úteis a menos. Exportações em queda impediram resultados melhores dos fabricantes nacionais. As 142,4 mil unidades mostraram um recuo de 16,9% sobre o primeiro terço do ano passado. Argentina, maior cliente do Brasil, encolheu 30%.

Uma referência alentadora apontada por Igor Calvet, presidente da associação, foi o crescimento de 15,6% dos veículos de fabricação nacional. Houve um recuo praticamente simbólico dos importados, mesmo sem haver garantia de que o cenário permaneça assim até o final do ano: participação nas vendas de veículos do exterior no primeiro quadrimestre foi de 19,7% em 2025 e de 19,2% em 2026.

Este resultado, porém, não desanimou a Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) que tem apenas nove marcas associadas, sendo somente duas com produção nacional: BYD (Bahia) e JLR (Rio de Janeiro). Em razão da base comparativa muito baixa, os percentuais de crescimento são obviamente elevados. Registraram-se 63,5 mil unidades de janeiro a abril de 2026, crescimento de 65,3% frente às 38,4 mil registradas no mesmo período de 2025. Mas aquele volume representou parcela tímida de 9% do total comercializado de veículos leves.

Outra estatística, desta vez do estudo anual do Sindipeças, mostrou um cenário só um pouco menos preocupante quanto à idade média da frota real circulante (veículos leves e pesados) no País. Em 2025 foi de 11 anos, enquanto em 2024, 10 anos e 11 meses. Especificamente, no caso de automóveis, o resultado estatístico demonstrou que a frota envelheceu mais do que a média: subiu de 11 anos e 2 meses para 11 anos e cinco meses. Os três meses acima da média contrastam com as mesmas referências para os comerciais leves (manteve-se em oito anos e 11 meses), caminhões (só um mês mais velhos, 12 anos e 3 meses) e ônibus (ligeira melhora de 11 anos e quatro meses para 11 anos e três meses).

*Ressalva na coluna da semana passada: Balanço geral de vendas em 2027 poderá ficar acima do previsto no começo deste ano tanto pela Anfavea quanto pela Fenabrave. (Correto: 2026).

Cassação italiana valida vaga judicial contra fila consular

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Cassação italiana valida vaga judicial contra fila consular
Cassação italiana valida vaga judicial contra fila consular

A Corte Suprema di Cassazione da Itália publicou, em 12 de maio de 2026, a Sentença 13818/2026, que classifica a cidadania italiana por descendência sanguínea como direito subjetivo absoluto de relevância constitucional. A decisão estabelece que filas consulares, agendamentos bloqueados e demoras administrativas configuram fundamento legítimo para o acesso à via judicial, sem necessidade de negativa formal prévia do consulado.

No mérito, a Corte reconheceu que o interesse de agir na Justiça italiana não exige a comprovação de uma negativa administrativa. A simples impossibilidade prática de acesso ao sistema consular é suficiente para autorizar a propositura de ação. A decisão também afirma que o estatuto de cidadão italiano, uma vez transmitido pelo sangue, é permanente e imprescritível, podendo ser pleiteado a qualquer tempo, independentemente da geração.

A nova sentença soma-se a outras decisões recentes que vêm consolidando o entendimento sobre a via judicial — entre elas a decisão da Corte de Apelação de Salerno, publicada em abril de 2026, e a sentença do Tribunal de Veneza, de 12 de março de 2026, que reconheceu cidadania a descendentes de terceira e quarta geração mesmo após a entrada em vigor da Lei 74/2025, conhecida como Decreto Tajani.

Os consulados italianos no Brasil analisam atualmente pedidos protocolados em 2015, segundo levantamentos divulgados pelo portal Italianismo. No mesmo período, os tribunais italianos emitiram 18.780 sentenças de reconhecimento de cidadania apenas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 140% em relação ao trimestre anterior, segundo dados compilados pela mesma publicação. Veneza, Brescia e Bolonha lideram o volume de decisões.

Para Marcela Nogueira, sócia-fundadora da MN Cidadania, escritório que atua na área de cidadania italiana pela via judicial, a sentença responde a uma controvérsia técnica que se arrasta na jurisprudência italiana desde a década de 1990, quando foram ajuizadas as primeiras ações por descendentes sul-americanos. "A decisão confirma o entendimento de que o direito à cidadania não pode ser limitado por gargalos administrativos", afirma Marcela.

Estima-se que existam cerca de 32 milhões de descendentes de italianos no Brasil, segundo levantamentos historiográficos sobre fluxos migratórios entre 1870 e 1950. O Decreto Tajani limitou o reconhecimento administrativo a duas gerações diretas, mas manteve cinco exceções no artigo 3-bis da Lei 91/1992, entre elas a existência de processo judicial protocolado antes de 27 de março de 2025 e a presença de pai, mãe, avô ou avó nascidos em território italiano.

A próxima audiência relevante sobre o tema está marcada para 9 de junho de 2026, quando a Corte Constitucional italiana analisará novos questionamentos contra a constitucionalidade do Decreto Tajani, vindos dos tribunais de Mântua e Campobasso. A decisão pode redefinir o cenário jurídico para os descendentes brasileiros que ainda avaliam qual via processual seguir.

Cerca de 70% de frotas sem seguro pressionam o ano de 2026

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Cerca de 70% de frotas sem seguro pressionam o ano de 2026
Cerca de 70% de frotas sem seguro pressionam o ano de 2026

A contratação do seguro de automóvel voltou ao centro das discussões em 2026 diante do desafio de ampliar a proteção patrimonial no país. Conteúdo publicado pelo portal Seguroauto.org cita dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSEG), indicando que cerca de 70% dos veículos circulam sem cobertura, um cenário que tende a ampliar o impacto financeiro de colisões, roubos e eventos climáticos no orçamento das famílias. O levantamento é abordado no contexto das coberturas básicas do seguro auto e reforça a importância de analisar o que, de fato, está protegido em cada apólice.

Em 2026, a digitalização do setor e a maior oferta de comparadores têm ampliado o acesso à informação, mas também expõem dúvidas recorrentes do consumidor. Guias do seguroauto.org sobre mitos e verdades do seguro auto destacam que o preço não é fixo e varia conforme perfil do condutor, região, histórico de sinistros e tipo de cobertura, além de pontos como franquia e serviços de assistência.

Uma das bases da contratação é entender o que compõe o "seguro básico". Segundo o Seguroauto.org, as coberturas básicas protegem o casco do veículo contra sinistros mais comuns, como colisão, incêndio, furto ou roubo, e podem incluir danos decorrentes de vendaval, enchentes e raios, dependendo do contrato. O texto também menciona a Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), voltada a indenizar terceiros em danos materiais, corporais e morais quando houver previsão na apólice.

O custo do seguro segue como fator decisivo, principalmente para quem compra carro zero. Uma tabela publicada pelo Seguroauto.org com exemplos de cotações para veículos 0 km mostra a variação por modelo e localidade: no caso do Gol 2019, há registros como R$ 1.560 (Santa Rita do Sapucaí–MG) e R$ 2.790 (Sorocaba–SP). Para a Strada 2019, aparecem valores como R$ 4.720 (Rio de Janeiro–RJ) e R$ 5.290 (Mari–PB), ilustrando como o CEP e o risco local podem alterar a precificação do prêmio.

A lógica de cálculo aparece também em materiais da plataforma Smartia, que apontam o "CEP de pernoite" e a região de circulação como determinantes na análise de risco, junto de idade, tempo de habilitação, tipo de utilização e histórico de sinistros. A orientação central é que a comparação deve ir além do menor preço, considerando franquia, limites de indenização e cobertura para terceiros, já que dois veículos idênticos podem ter seguros diferentes por causa do perfil informado.

A franquia, por sua vez, concentra parte das dúvidas. O Seguroauto.org descreve que ela costuma incidir em reparos parciais, enquanto em situações como perda total ou roubo, normalmente não há cobrança. O portal ainda relaciona a escolha de franquia normal, reduzida ou majorada à variação do valor final do seguro. Já a Smartia reforça, em conteúdo de 2026, que a franquia reduzida tende a elevar o prêmio e a ampliada pode baratear a contratação, mas aumenta o desembolso quando há acionamento.

Outro ponto que ganhou destaque em 2026 é a diferença entre seguro auto e modelos associativos de proteção veicular. O Seguroauto.org afirma que o seguro é regulamentado e fiscalizado, enquanto associações operam em formato cooperativo, o que pode afetar garantias e regras de cobertura. A recomendação é que o consumidor compare contratos e entenda obrigações, exclusões e critérios de pagamento antes de decidir.

No momento do sinistro, a indenização é outro tema sensível. A Smartia explica que o cálculo pode seguir o "valor de mercado referenciado", modalidade comum que se baseia na Tabela FIPE (por exemplo, 100% da FIPE), ou o "valor de mercado determinado", quando o contrato define previamente um valor fixo a ser pago em caso de perda total. O conteúdo cita orientação da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) sobre o valor de mercado referenciado e exemplifica um veículo avaliado em R$ 38.427,52 como referência para indenização quando a apólice prevê 100% da FIPE.

Além da indenização em si, há impactos burocráticos que costumam ser ignorados. Segundo a Smartia, mesmo isenta de tributação, a indenização precisa ser informada no Imposto de Renda para evitar inconsistência patrimonial; o texto menciona o registro na ficha de "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis", com referência ao código "03 – Indenizações por danos materiais", e alerta para o risco de malha fina quando o veículo some da declaração sem o registro do valor recebido. As negativas de cobertura também aparecem entre as dúvidas mais pesquisadas. Conteúdos do Seguroauto.org e da Smartia apontam que seguradoras podem negar indenização quando identificam violação contratual, agravamento de risco ou omissão relevante de informações, além de situações como fraude e condução por pessoa não habilitada, sempre com necessidade de comprovação do motivo alegado. A Smartia lista exemplos de dados sensíveis no perfil, como condutor principal, local de pernoite e uso do veículo; e menciona investigações de fraude, como simulação de acidentes ou comunicação falsa de roubo.

Para reduzir riscos na contratação, a recomendação recorrente nos guias é padronizar a comparação: checar se a cobertura é compreensiva (total), parcial ou apenas para terceiros; revisar franquia; validar limites de indenização; confirmar assistência 24h e carro reserva quando necessário; e ler exclusões. A Smartia reforça esse roteiro no conteúdo "Seguro de Automóvel 2026: O Que Avaliar Antes de Contratar", publicado em 27 de março de 2026, destacando cobertura, franquia, prêmio e exclusões como pontos de atenção.

Nesse cenário, Seguroauto.org e Smartia.com.br têm se posicionado como fontes de orientação ao consumidor ao consolidar explicações sobre coberturas básicas, comparação de propostas, regras de indenização e situações de negativa, organizando informações que influenciam a decisão do motorista em 2026.

Supply chain global amplia foco em resiliência e novas rotas

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Supply chain global amplia foco em resiliência e novas rotas
Supply chain global amplia foco em resiliência e novas rotas

As cadeias globais de suprimentos seguem em transformação em 2026, impulsionadas por mudanças geopolíticas, oscilações econômicas e revisão das estratégias de produção e distribuição internacional. Empresas podem ampliar a diversificação de rotas e fornecedores para reduzir riscos operacionais.

Relatórios da UNCTAD apontam que mudanças em corredores marítimos, custos logísticos e tensões comerciais seguem impactando o fluxo global de mercadorias e a previsibilidade das operações internacionais.

Segundo a PLEX Logistics, especializada em logística internacional, o conceito de supply chain resiliente ganhou protagonismo nos últimos anos e flexibilidade operacional se tornou diferencial competitivo. "As empresas passaram a trabalhar com mais cenários alternativos e planejamento preventivo para reduzir exposição a interrupções logísticas", afirma.

A empresa destaca que integração multimodal e monitoramento contínuo devem ganhar ainda mais espaço em 2026. "A logística internacional opera hoje em um ambiente mais dinâmico. Capacidade de adaptação se tornou essencial para manter competitividade", explica.

Segundo o DHL Global Connectedness Report, o comércio internacional segue em expansão, mas com redistribuição dos fluxos produtivos e maior regionalização das cadeias de suprimentos.

Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026

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Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026
Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026

O avanço da frota de motocicletas nas cidades e o aumento do risco percebido por quem usa o veículo para trabalho e deslocamento têm ampliado a procura por informações sobre seguro de moto em 2026. Guias e tabelas publicados por portais especializados apontam que a decisão de contratar a apólice passou a considerar, além do preço, fatores como o índice de roubo por região, o modelo da motocicleta e o tipo de cobertura (roubo e furto, compreensiva e terceiros). Um dos conteúdos que reúne esse panorama é o guia "Seguro de Moto 2026: como funciona e quanto custa", do Seguroauto.org.

Em São Paulo, os registros de ocorrências e a concentração dos crimes em determinados bairros reforçam o peso do CEP no cálculo do prêmio. Levantamento divulgado pelo Seguroauto.org com base em dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) lista modelos recorrentes em boletins e informa volumes de ocorrências em 2024 para parte do ranking, como Honda CBX 250 Twister (790), Honda XRE 300 (734), Honda PCX 150 (622) e Honda Biz 125 (586). O mesmo material aponta a área central como uma das regiões com maior incidência, com 1.193 ocorrências registradas. No recorte nacional, a relação de "motos mais roubadas do Brasil em 2025" publicada pelo portal coloca a Honda CG 160 no topo, seguida por modelos como Yamaha Fazer 250 e Honda Biz 125, entre outros.

O preço segue como um dos principais pontos de atenção. Um material sobre "quanto custa um seguro de moto" cita levantamento da HelloSafe e registra custo médio de aproximadamente R$ 1.585,11, além de exemplos de variação por modelo e perfil. Para 2026, uma tabela de preço publicada pelo Seguroauto.org indica faixas médias por modelos populares, como Honda CG 160 entre R$ 1.400 e R$ 1.800, Yamaha Fazer 250 entre R$ 1.800 e R$ 2.200, e motos de maior cilindrada com valores acima de R$ 3.500. O mesmo tipo de variação aparece em recortes por marca: no caso da Yamaha, o portal traz comparativos com mínimos e máximos por modelo em 2025, como Yamaha Fazer 150 UBS (R$ 1.351,00 a R$ 2.750,00) e Yamaha YS 250 Fazer (R$ 1.336,09 a R$ 2.193,07), entre outros.

As coberturas disponíveis costumam ser apresentadas em três blocos principais: proteção contra roubo e furto; cobertura compreensiva (que pode incluir colisão, incêndio e eventos naturais); e cobertura para danos a terceiros. O blog da Smartia detalha que a indenização em casos de roubo e furto, quando o veículo não é recuperado, geralmente segue referência da Tabela FIPE, e destaca também a relevância de danos a terceiros para reduzir a exposição financeira do condutor. Já o guia "Seguro de Moto Barato em 2026" aborda a diferença entre coberturas essenciais e opcionais e reforça que a escolha do pacote altera diretamente o valor final da apólice.

Além das coberturas, a franquia é outro componente que tende a influenciar o custo. O conteúdo da Smartia explica o funcionamento de franquias reduzida, normal e ampliada, indicando que franquias maiores podem reduzir o prêmio, mas elevam a participação do segurado em sinistros parciais. O mesmo artigo menciona a expansão de seguros baseados no comportamento do condutor, com uso de aplicativos e dispositivos que avaliam padrões de condução, como velocidade, frenagens e horários de uso, dentro de uma tendência de precificação mais personalizada. No Seguroauto.org, o guia de 2026 também descreve a adoção de processos digitais e maior personalização na contratação, incluindo acionamento de sinistro por aplicativo e produtos com pagamento por uso, em que o valor pode variar conforme a quilometragem.

As tabelas por fabricante ajudam a ilustrar como o preço muda dentro de uma mesma marca. Em "Seguro de moto Honda em 2026: veja tabela de preços por modelo", a Smartia aponta faixas anuais para motos de baixa cilindrada, como Honda Biz e CG 160, e sinaliza que modelos maiores podem ultrapassar R$ 3.500 a R$ 4.200 em cobertura completa. O texto também associa o custo ao risco por região e ao histórico do condutor, além de mencionar possibilidade de desconto com rastreador. No caso específico da Honda Biz 125, o Seguroauto.org apresenta uma tabela com exemplos estimados por seguradora e tipo de cobertura, incluindo proteção de roubo e furto e planos com cobertura completa e assistência.

O nível de exposição ao risco também depende do uso e do perfil do veículo. Scooters e motos urbanas, por exemplo, ganham espaço no tráfego diário e aparecem com frequência em análises de mercado e fichas técnicas. A ficha da Honda Elite 125, publicada também pela Seguroauto.org, destaca características do modelo, como motor monocilíndrico de 123,9 cm³ e tecnologias voltadas ao uso urbano, o que reforça por que scooters entram no radar de quem busca equilibrar mobilidade e custo de manutenção e, por consequência, avalia o custo do seguro conforme a região e o perfil de uso.

Para quem está na etapa de pesquisa, a recomendação recorrente nos conteúdos é comparar propostas com a mesma base de coberturas e observar fatores que alteram o preço: local de circulação, tempo de habilitação, histórico de sinistros, idade do condutor e se a moto é usada profissionalmente. Um artigo da Smartia sobre "simular um seguro de moto" reforça que o modelo, o perfil do condutor e a exposição a roubos e acidentes estão entre os pontos considerados antes de fechar a apólice. Já para a escolha de seguradoras, o Seguroauto.org mantém um ranking com critérios de comparação e exemplos de serviços normalmente associados às apólices, como assistência 24h e coberturas adicionais. A Smartia reúne outros materiais do tema em sua categoria de "seguro para moto".

Chevrolet lança Spin 2027 com nova versão LTZ de cinco lugares

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A Chevrolet apresentou a linha 2027 do Spin, que chega ao mercado brasileiro com novidades voltadas para públicos que sustentam sua trajetória. O modelo, que registra mais de 70% de índice de fidelização, reforça sua proposta de espaço interno, versatilidade e custo-benefício, consolidando-se como referência entre famílias, motoristas profissionais e clientes que priorizam funcionalidade no uso cotidiano.

Público PcD e taxistas seguem como foco estratégico

“O Spin construiu uma relação muito sólida com públicos que valorizam espaço, praticidade e robustez. A linha 2027 evolui nessa direção ao ampliar a oferta do produto e atender ainda melhor famílias, motoristas profissionais e clientes que buscam mais conforto e conveniência”, afirmou Gabriel Alabarce, gerente de Marketing de Produto da GM América do Sul.

A principal novidade é a configuração LTZ de cinco lugares. Até então, essa opção estava restrita às versões de entrada, voltadas ao máximo volume de carga. Agora, o modelo passa a oferecer acabamento superior, com ar-condicionado digital, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, assistente de estacionamento, partida sem chave, dutos de ar para o banco traseiro e interior mais refinado.

Na versão de cinco lugares, o Spin mantém o maior porta-malas entre os automóveis de passeio produzidos no Brasil. São 756 litros com a segunda fileira avançada e carga até a altura dos vidros, e até 1.021 litros com o banco traseiro rebatido e bagagem até o teto. Essa característica amplia a relevância do modelo para públicos estratégicos, como taxistas e clientes PcD.

O Spin preserva também a oferta de versões para até sete ocupantes, reforçando a flexibilidade que ajudou a consolidar sua posição no mercado ao longo da última década.

Chevrolet lança Spin 2027 com nova versão LTZ de cinco lugares

Em design e tecnologia, a linha 2027 traz novidades. A versão LT recebe aplique inferior do para-choque dianteiro na cor Dark Silver. As versões LTZ e Premier passam a contar com novos desenhos de rodas e grade frontal escurecida. O modelo topo de linha adiciona farol alto adaptativo. A paleta de cores externas ganha o Cinza Âmbar, substituindo o Cinza Rush.

Todas as versões mantêm uma base consistente de conteúdo: seis airbags, faróis em LED, câmera de ré, painel digital de 8 polegadas, central multimídia MyLink de 11 polegadas, OnStar e Wi-Fi embarcado. O motor 1.8 Flex continua disponível com transmissão manual ou automática de seis velocidades.

Entre os públicos que reforçam a força do Spin estão os clientes PcD, para quem o espaço interno e a configuração de cinco lugares favorecem adaptações veiculares. O modelo é indicado por empresas especializadas em acessibilidade para instalação de rampas traseiras, permitindo transporte de passageiros em cadeira de rodas.

No segmento de táxis, o Spin mantém protagonismo. Em um universo de cerca de 25 mil táxis novos emplacados por ano no Brasil, o modelo responde por aproximadamente 15 mil unidades comercializadas nos últimos cinco anos. Essa presença reflete a consistência da proposta do produto em um mercado que exige alta quilometragem, uso severo e controle rigoroso de custos.

Evoy amplia digitalização e transforma consórcios com novas ferramentas

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A Evoy Administradora de Consórcios anunciou a evolução de sua estratégia com investimentos em tecnologia e inovação voltados para transformar a experiência do cliente no setor. A empresa passou a adotar plataformas digitais de acompanhamento, sistemas integrados de gestão e soluções de atendimento online, buscando maior eficiência e agilidade em todas as etapas da operação.

Aplicativo permite acompanhar cotas e pagamentos em tempo real

“A transformação digital deixou de ser uma tendência para se tornar parte da operação diária das empresas. No setor de consórcios, a tecnologia tem papel importante na agilidade dos processos, no relacionamento com o cliente e na capacidade de oferecer uma experiência mais transparente e eficiente”, afirmou Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios.

Nos últimos anos, o avanço das ferramentas digitais modificou a forma como consumidores acessam serviços financeiros e acompanham operações relacionadas ao crédito planejado. Nesse contexto, a Evoy estruturou processos digitais voltados ao acompanhamento de cotas, emissão de informações, atualização cadastral e interação com clientes em ambiente online.

As plataformas permitem que os clientes acompanhem dados sobre assembleias, contemplações, pagamentos e evolução contratual em tempo real. O modelo reduz a necessidade de processos presenciais e centraliza informações, ampliando o acesso e a transparência.

Além disso, a empresa investiu em sistemas integrados de gestão operacional, conectando áreas administrativas, comerciais e de atendimento. Essa integração possibilita maior controle dos processos internos, padronização das operações e acompanhamento contínuo de indicadores de desempenho.

Evoy amplia digitalização e transforma consórcios com novas ferramentas

Outro ponto da estratégia está no atendimento digital. A ampliação de canais online passou a integrar o relacionamento com o cliente, oferecendo suporte remoto, comunicação digital e respostas mais rápidas. O objetivo é aumentar a eficiência na condução das demandas e ampliar a capacidade de atendimento em diferentes regiões do país.

A digitalização também impacta o processo comercial. Ferramentas de análise de dados, integração de informações e automação passaram a apoiar a gestão e a tomada de decisão. Com isso, a Evoy busca ampliar a eficiência operacional e fortalecer indicadores estratégicos.

O avanço tecnológico acompanha mudanças no comportamento do consumidor, que passou a priorizar serviços com maior praticidade e acesso remoto. No segmento de crédito planejado, a digitalização contribui para simplificar processos de contratação, gestão de informações e acompanhamento das operações.

A empresa mantém investimentos em segurança da informação, revisão de processos internos e treinamento de equipes para utilização das ferramentas tecnológicas. A estratégia busca garantir estabilidade operacional e consistência no atendimento.

A Evoy atua nacionalmente no segmento de consórcios e direciona sua estratégia para integração tecnológica, fortalecimento dos canais digitais e desenvolvimento de soluções alinhadas às novas demandas do mercado.

“O setor de consórcios passa por um processo de modernização acelerado. Nosso foco é utilizar tecnologia e inovação para construir operações mais acessíveis, eficientes e conectadas ao perfil atual do consumidor, mantendo organização, transparência e capacidade de adaptação aos novos cenários”, concluiu Marcelo Lucindo.

Plataforma Hubees amplia funcionalidades e inclui parcelamento de débitos

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A Hubees anunciou a evolução de seu aplicativo de mobilidade, que passa a oferecer descontos em estacionamentos, parcelamento de débitos veiculares e integração de serviços automotivos em um único ambiente. A atualização marca um novo momento na estratégia da empresa, que transforma a plataforma em um hub completo de mobilidade e serviços para motoristas.

App passa a oferecer cotação e contratação de seguros veiculares

“A evolução do aplicativo reflete o nosso compromisso em simplificar a rotina do motorista e ampliar o papel da Hubees no dia a dia das pessoas. Passamos a oferecer uma experiência completa, integrada e sem obstáculos, conectando diferentes serviços em um único lugar, além de facilitar o estacionamento, com opções de locais próximos ao destino do condutor e oferta de descontos”, afirmou Roberto Hissa, CEO da plataforma.

Entre as principais novidades está a possibilidade de consultar, simular e pagar IPVA, multas e licenciamento diretamente pelo app, com opção de parcelamento em até 12 vezes no cartão de crédito. A iniciativa busca reduzir o impacto financeiro das despesas recorrentes, oferecendo condições com as menores taxas de juros do mercado, conforme estudo realizado em maio de 2026.

O novo design do aplicativo inclui uma tela inicial redesenhada, que concentra as funcionalidades mais utilizadas e reduz etapas nas jornadas de busca por estacionamento, início e encerramento de estadias. A navegação foi reorganizada para tornar o processo mais intuitivo e eficiente, ampliando a visibilidade de recursos já existentes e facilitando a descoberta de novas soluções.

A Hubees também passa a oferecer cotação e contratação de seguros veiculares, permitindo que o motorista compare diferentes opções e finalize a contratação diretamente pela plataforma. Essa funcionalidade amplia o papel do aplicativo na gestão completa do veículo, centralizando débitos, histórico e documentos em um único ambiente.

Plataforma Hubees amplia funcionalidades e inclui parcelamento de débitos

As vantagens incluem visualização de estacionamentos próximos em tempo real, simplificação da navegação e acesso a serviços integrados. A condição de parcelamento com taxas reduzidas é resultado de parcerias estratégicas que viabilizam custos mais competitivos, garantindo previsibilidade e controle sobre os gastos dos usuários.

Com essa evolução, a Hubees reforça seu posicionamento como uma plataforma que vai além do estacionamento, integrando soluções que acompanham toda a jornada do motorista. O aplicativo passa a atuar como um verdadeiro hub de mobilidade, oferecendo mais controle, praticidade e eficiência para quem utiliza o veículo no dia a dia.

Digitalização transforma operações de freight forwarding

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Digitalização transforma operações de freight forwarding
Digitalização transforma operações de freight forwarding

Para que produtos importados cheguem ao consumidor final com eficiência e segurança, é necessária uma cadeia logística altamente integrada. Nesse contexto, o freight forwarding desempenha um papel essencial ao coordenar e gerenciar as etapas do transporte internacional de cargas, conectando fornecedores, transportadoras, agentes e operações aduaneiras para garantir eficiência, visibilidade e fluidez ao longo de toda a cadeia de suprimentos.

Na prática, é uma espécie de intermediário especializado entre quem precisa enviar mercadorias e os diversos serviços envolvidos na logística. Em vez de lidar com várias empresas diferentes (navio, porto, alfândega, transporte interno), uma companhia no Brasil opta por contratar um freight forwarder, que centraliza essas responsabilidades.

Nos últimos anos, o freight forwarding tem passado por uma transformação digital. Ela trouxe uma mudança relevante para as operações, especialmente em um setor que sempre lidou com grande volume de informações, múltiplos parceiros e processos bastante operacionais, explica Rosa Amador, diretora comercial da Samsung SDS (braço de logística e tecnologia da informação do Grupo Samsung).

"Hoje, atividades que antes demandavam tempo e muitas interações manuais, como cotações, reservas, acompanhamento de cargas e gestão documental, podem ser realizadas de forma muito mais simples e rápida em ambientes digitais integrados", destaca Rosa Amador.

Mais do que automatizar tarefas, a transformação digital trouxe inteligência para a operação. Com acesso a dados em tempo real, continua a executiva, as empresas conseguem tomar decisões com mais agilidade, reduzir riscos e ganhar competitividade em um mercado global cada vez mais dinâmico.

Ela lembra que, no ano passado, o Brasil bateu recorde em exportações, com uma cifra de US$ 348,7 bilhões (cerca de R$ 1,7 trilhão, na cotação atual). O dado, na visão da especialista, reforça o dinamismo da atividade e a importância de investir em tecnologias e soluções que fomentem o comércio global.

"Quando falamos em logística internacional, tempo e previsibilidade são fatores estratégicos. A digitalização contribui diretamente nesses dois pontos ao conectar informações, automatizar fluxos e dar visibilidade completa das etapas da operação", diz Rosa Amador.

O investimento em digitalização pode reduzir o retrabalho, trazer respostas mais rápidas e maior capacidade de antecipar desvios ou atrasos. Se uma operação sofre impacto, por exemplo, a empresa consegue agir com antecedência, buscar alternativas e minimizar consequências. Isso gera mais confiança para toda a cadeia logística, detalha a diretora comercial da Samsung SDS.

Rosa Amador informa que a Samsung SDS atua globalmente, unindo tecnologia e expertise logística para apoiar empresas em seus desafios. O foco, segundo ela, tem sido transformar operações complexas em processos mais simples, conectados e eficientes.

"Dentro desse movimento, desenvolvemos a Cello Square, nossa plataforma digital de freight forwarding, que reúne soluções para dar mais autonomia, transparência e inteligência aos clientes. O objetivo é permitir que as empresas tenham uma gestão logística mais estratégica, com apoio de tecnologia de ponta e alcance global", pontua.

A Cello Square concentra, em um único ambiente digital, funcionalidades como cotação, booking, rastreamento em tempo real, gestão documental e acompanhamento operacional. Existe ainda a possibilidade de integrar as funcionalidades do ChatGPT ao ecossistema do Cello Square, ampliando a experiência do usuário com consultas inteligentes, apoio na análise de informações logísticas, respostas rápidas e mais agilidade na tomada de decisão.

"Outro ponto importante é a combinação entre tecnologia e presença global da Samsung SDS. Isso nos permite oferecer soluções escaláveis, com eficiência operacional e visibilidade ponta a ponta, algo cada vez mais valorizado pelas empresas que operam no comércio internacional", ressalta Rosa Amador.

Em relação ao futuro do freight forwarding, a diretora comercial enxerga algumas tendências claras. Ela acredita que o setor verá uma presença cada vez maior de inteligência artificial, automação, analytics preditivo e soluções de visibilidade em tempo real.

Além disso, sustentabilidade será um tema central. Ferramentas voltadas ao monitoramento de emissões, rotas mais eficientes e decisões logísticas mais conscientes devem ganhar relevância. "O futuro do freight forwarding será cada vez mais digital, conectado e orientado por dados", conclui.

Para saber mais, basta acessar a página da Cello Square: https://www.cello-square.com/en/index.do

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