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Mercedes-Benz e Bosch consolidam CTVI com investimento de R$ 130 milhões

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A Mercedes-Benz e a Bosch anunciaram a consolidação da infraestrutura do Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis (CTVI), no interior de São Paulo, com investimento conjunto de cerca de R$ 130 milhões. O espaço passa a oferecer um ambiente completo para testes veiculares, reunindo cinco pistas, sete oficinas independentes e áreas técnicas projetadas para atender às demandas da indústria automotiva em processos de desenvolvimento e homologação. Confira um vídeo do CTVI no link https://youtu.be/oew31CmHFWQ.

Complexo reúne cinco pistas, sete oficinas independentes que permitem testes de performance, segurança e eficiência

“Há 70 anos presente no Brasil, a Mercedes-Benz Caminhões e Ônibus é protagonista e testemunha de que o avanço sustentável da indústria automotiva passa pela colaboração e pela excelência técnica entre os elos do setor. Ao consolidar o centro de testes de Iracemápolis em parceria com a Bosch e disponibilizá-lo para todas as empresas, reforçamos o nosso compromisso com o desenvolvimento da engenharia nacional e com a criação de uma base tecnológica sólida para inovação, segurança e eficiência”, afirmou Denis Güven, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

As oficinas independentes foram projetadas para garantir privacidade e confidencialidade. Duas delas são destinadas a veículos comerciais, capazes de receber caminhões de diferentes portes e ônibus urbanos ou rodoviários. Outras cinco atendem veículos de passeio, todas isoladas entre si e equipadas com infraestrutura completa, incluindo escritórios, salas de reunião, internet, copa e controle de acesso individualizado.

As pistas e boxes podem ser locados por fabricantes de todas as marcas de caminhões, ônibus, automóveis, veículos comerciais leves, componentes automotivos e máquinas agrícolas. O objetivo é oferecer condições reais de uso, permitindo avaliações de performance, segurança veicular, eficiência energética e novas tecnologias de assistência ao condutor.

Gastón Diaz Perez, CEO e presidente da Bosch América Latina, destacou: “Em um momento de profundas transformações no setor automotivo, a consolidação da infraestrutura do CTVI reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento tecnológico brasileiro. Essa nova fase amplia a capacidade de testes e homologação em um ambiente que foi concebido para refletir as condições reais de uso, oferecendo precisão e confiabilidade para diferentes tipos de veículos e, principalmente, para as novas tecnologias de condução que estão chegando no mercado local.”

Mercedes-Benz e Bosch consolidam CTVI com investimento de R$ 130 milhões

Entre os diferenciais técnicos, a qualidade da pavimentação das pistas garante superfícies niveladas para medições precisas, assegurando repetibilidade e confiabilidade dos dados. O complexo foi projetado para simular estradas pavimentadas e situações reais de condução, tornando-se adequado para validação de tecnologias de segurança ativa e assistência ao condutor.

Os testes incluem Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP®), Frenagem Automática de Emergência (AEB), proteção de pedestres e ciclistas, além de sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS). Também são realizados ensaios de eficiência energética e de condução autônoma e semiautônoma.

O CTVI conta com cinco pistas de padrão internacional: a Oval de Alta Velocidade, com 2,6 km de extensão; as Comfort Lanes, com diferentes tipos de pisos; o Vehicle Dynamics Area, com 88 mil m² de asfalto plano; a pista de Medição de Frenagem, com faixas irrigáveis para testes de aderência; e a pista Pavimentada de Dirigibilidade, com 1,7 km de curvas e elevações.

Localizado em área de 400 mil m², a 170 km da capital paulista e próximo ao Aeroporto de Viracopos, o CTVI já fechou 20 contratos no primeiro ano de operação. Com capacidade para atender diferentes segmentos, o centro se posiciona como plataforma estratégica para impulsionar a competitividade e a inovação da indústria automotiva no Brasil.

Pesquisa revela apoio ao toxicológico para CNH A e B

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Pesquisa revela apoio ao toxicológico para CNH A e B
Pesquisa revela apoio ao toxicológico para CNH A e B

A ampliação da exigência do exame toxicológico para candidatos à primeira habilitação nas categorias A (motocicletas) e B (automóveis) tem ganhado destaque no debate público sobre segurança no trânsito.

De acordo com pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox) e realizada pelo Ipsos-Ipec, 86% dos brasileiros são favoráveis à medida. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 129 municípios do país, abrangendo diferentes perfis sociais e regiões. Os dados mostram que o apoio é consistente independentemente de gênero, escolaridade ou localização geográfica. Regionalmente, os índices variam de 84% no Sudeste e Sul a 88% no Norte e Centro-Oeste.

Além da segurança viária, a população associa a exigência do exame a impactos sociais mais amplos. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados acreditam que a medida pode contribuir para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, enquanto 69% consideram que pode ajudar a reduzir a violência doméstica relacionada ao consumo de álcool e outras substâncias.

A obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B foi incluída no Código de Trânsito Brasileiro por meio da Lei nº 15.153/2025, em vigor desde dezembro do mesmo ano.

A medida amplia uma política já aplicada desde 2015 para motoristas profissionais das categorias C, D e E. Dados da Polícia Rodoviária Federal indicam que, após a implementação do exame para esses condutores, houve redução de 34% nos acidentes envolvendo caminhões e de 45% com ônibus.

Diferentemente de testes imediatos, como o etilômetro (bafômetro), o exame toxicológico de larga janela de detecção permite identificar o uso de substâncias psicoativas ao longo de até 180 dias. A metodologia possibilita detectar quantidades mínimas de drogas, como cocaína e maconha, contribuindo para a identificação de padrões de consumo que possam comprometer a condução segura de veículos.

Nesse contexto, a LABEST, empresa especializada em exame toxicológico, oferece o exame com foco em atender às exigências legais e às demandas do setor de trânsito. A empresa atua na realização de exames toxicológicos de larga janela de detecção, alinhada às normas vigentes e aos critérios técnicos exigidos para esse tipo de análise.

Para o CEO da LABEST, Leandro Dizotti, o debate sobre a ampliação do exame reflete uma preocupação crescente da sociedade com prevenção e segurança. "A adoção do exame toxicológico para novos condutores está inserida em um movimento mais amplo de conscientização sobre os riscos associados ao uso de substâncias e seus impactos no trânsito e na sociedade", afirma.

A implementação efetiva da exigência para condutores não profissionais ainda depende de regulamentação específica. Ainda assim, os dados de opinião pública indicam um cenário favorável à medida, reforçando a relevância do tema tanto para a mobilidade quanto para questões de saúde e segurança pública.

Sobre a LABEST

Nascida em 2015, como LABET, a LABEST é uma empresa de soluções inteligentes de trânsito que atua em todo o Brasil. Com mais de 6 milhões de motoristas e 30 mil empresas atendidas, a missão da empresa de promover a segurança nas vias do país e, com isso, ajudar a salvar cada vez mais vidas no trânsito está presente em todos os serviços prestados: Exame Toxicológico CNH e CLT, Consulta Veicular, Comunicação de Venda Eletrônica, Parcelamento de Multas e Débitos Veiculares e Cursos de Reciclagem, Formação e Atualização para Motoristas.

Para saber mais, basta acessar: https://www.labest.com.br/

Maio Amarelo destaca papel do seguro automóvel em 2026

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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) divulgou que o seguro automóvel pagou R$ 35,6 bilhões em indenizações em 2025 e já desembolsou R$ 6 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026. Os números reforçam a importância da proteção financeira em um cenário de alta letalidade no trânsito, contexto em que o movimento Maio Amarelo ganha ainda mais relevância ao chamar atenção para a necessidade de prevenção e segurança viária.

Indenizações somaram R$ 6 bilhões no início de 2026

“Além de cobrir danos por colisão, roubo, furto, incêndio e eventos naturais, como alagamentos, o seguro ajuda famílias e empresas a enfrentar custos que podem comprometer seriamente o orçamento, inclusive em ocorrências de menor gravidade”, afirmou Jaime Soares, presidente da Comissão de Auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

O aumento das indenizações reflete tanto a frequência de ocorrências quanto o crescimento do custo médio dos sinistros. Durante o Carnaval de 2026, período de maior fluxo nas rodovias, o Brasil registrou o feriado mais letal da última década. Dados da Polícia Rodoviária Federal apontam 130 mortes entre os dias 13 e 18 de fevereiro, alta de 52,9% em relação às 85 mortes registradas no mesmo período de 2025.

Criado em 2014, o Maio Amarelo é inspirado nas diretrizes da Organização das Nações Unidas para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito. A campanha mobiliza poder público, iniciativa privada e sociedade civil em torno da redução de acidentes e da promoção de comportamentos mais seguros. Entre os fatores de risco destacados estão excesso de velocidade, distração ao volante e desrespeito às leis de trânsito.

O cenário atual evidencia que o seguro automóvel não se limita à proteção patrimonial, mas desempenha papel estratégico na resiliência financeira de motoristas e empresas. A complexidade dos sinistros, impulsionada por fatores comportamentais, eventos climáticos e maior circulação de veículos, amplia a necessidade de mecanismos que reduzam os impactos dos imprevistos.

Maio Amarelo destaca papel do seguro automóvel em 2026

Ao unir prevenção e proteção financeira, o Maio Amarelo reforça que a redução de acidentes depende da mudança de comportamento dos condutores e da adoção de instrumentos capazes de mitigar os efeitos das ocorrências. O seguro automóvel, nesse contexto, consolida-se como elemento essencial para enfrentar os desafios da mobilidade em um país que ainda convive com índices elevados de letalidade no trânsito.

Pirelli retorna às 24 Horas de Nürburgring com carros GT3

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A Pirelli anunciou sua participação nas 24 Horas de Nürburgring 2026, equipando alguns dos carros mais aguardados da prova com pneus P Zero. Na classe SP9, destinada aos modelos GT3, estarão presentes os Porsche da Dinamic, três Aston Martin da Walkenhorst e o McLaren número 69 da Dörr, que homenageará Michael Schumacher com pintura especial. Também competirá um BMW Z4 GT3 histórico, além de diversos carros GT4, incluindo o número 59 da Dörr.

Carros correrão com pinturas especiais que destacam parceria tecnológica

“Nürburgring tem sido tradicionalmente um marco para todos e o caminho ideal para testar soluções inovadoras e exigentes, além de uma oportunidade para consolidar nosso trabalho de pesquisa e desenvolvimento lado a lado com parceiros profissionais que, este ano, escolheram celebrar nossa colaboração trazendo cores Pirelli para suas pinturas”, comentou Matteo Braga, gerente de Atividades de Competição da Pirelli.

Além dos pneus, alguns carros compartilharão outra característica marcante: as cores amarelo e preto da Pirelli. Dois Porsche da Dinamic, um Aston Martin da Walkenhorst e o número 59 da Dörr terão pinturas especiais desenvolvidas para a ocasião, reforçando a colaboração tecnológica entre as equipes e o fabricante de pneus.

Os modelos GT3 da classe SP9 serão equipados com pneus P Zero otimizados para as exigências do circuito conhecido como Green Hell. Em caso de chuva, as equipes terão à disposição os pneus Pirelli Cinturato. Já os carros GT4 utilizarão os modelos padrão DHG e WHB, projetados para atender às demandas de diferentes categorias GT em campeonatos internacionais.

A edição de 2026 contará com um número recorde de inscritos, aumentando o nível de competitividade e tornando o fim de semana ainda mais desafiador. A expectativa é de disputas intensas em todas as categorias, com resultados abertos até os momentos finais da corrida.

Pirelli retorna às 24 Horas de Nürburgring com carros GT3

“Nesta edição das 24 Horas, o nível de competitividade e o número recorde de carros inscritos tornarão o fim de semana particularmente exigente. Como sempre, espero uma disputa acirrada em todas as categorias, cheia de incertezas e aberta a todos os possíveis resultados até o fim. Estamos apoiando equipes combativas e de alta qualidade que têm tudo o que precisam para deixar sua marca”, concluiu Matteo Braga.

ANFAVEA celebra 70 anos com fórum sobre mobilidade

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A ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) anunciou a realização do ANFAVEA VISIONS, fórum estratégico inédito que marca os 70 anos da entidade. O evento ocorrerá nos dias 9 e 10 de junho de 2026, no Hotel Unique, em São Paulo, e reunirá mais de 800 lideranças da indústria automotiva, tecnologia, energia e mobilidade, além de representantes do governo e do mercado financeiro.

Evento acontece em São Paulo nos dias 9 e 10 de junho

Com o conceito “Rotas para o Futuro”, o fórum propõe discutir decisões estruturais que a indústria precisará tomar diante da transformação tecnológica e da reconfiguração geopolítica em curso. A programação contará com mais de 30 palestrantes distribuídos em 15 atividades, organizadas em quatro trilhas de conteúdo.

O primeiro dia terá como destaque a participação de Roberto Cortes, presidente de honra do ANFAVEA VISIONS 2026. Com mais de 25 anos de atuação na Volkswagen Caminhões e Ônibus e responsabilidade global pela marca dentro do Grupo Traton/Volkswagen, Cortes apresentará sua visão sobre os desafios e oportunidades que moldam o futuro da indústria automotiva.

A abertura institucional será conduzida pelo jornalista William Waack, âncora da CNN Brasil. Entre os nomes confirmados, o historiador Yuval Noah Harari participará em transmissão ao vivo de Londres, trazendo reflexões sobre os impactos da tecnologia e da mobilidade na sociedade.

No Pilar de Economia, Finanças e Mercado, Gilson Finkelsztain, CEO da B3, abordará como o capital privado avalia o país e quais condições são necessárias para ampliar investimentos de longo prazo no setor. No Pilar de Transformação do Mercado, Gastón Diaz Pérez, CEO da Bosch América Latina, discutirá os desafios para o Brasil sustentar uma base industrial de alta tecnologia.

ANFAVEA celebra 70 anos com fórum sobre mobilidade

O Pilar de Tecnologia e Inovação terá a participação de Luiz Tonisi, presidente da Qualcomm para a América Latina, em painel sobre inteligência artificial, cloud e dados como infraestrutura estratégica da mobilidade, ao lado de executivos da Microsoft e do Google. Já no Pilar de Disrupção, Magda Chambriard, presidente da Petrobras, integrará debate sobre a nova matriz energética da mobilidade, considerando petróleo, etanol, biometano e fontes renováveis.

O ANFAVEA VISIONS também se posiciona como espaço de networking, promovendo integração entre fabricantes, fornecedores, empresas de tecnologia, energia, governo e mercado financeiro. A Allianz Brasil será a patrocinadora host da edição.

Com caráter inédito e multidisciplinar, o fórum pretende consolidar-se como o principal encontro estratégico da mobilidade e da indústria automotiva na América Latina, marcando uma nova fase da ANFAVEA ao completar sete décadas de atuação.

CVM 193 amplia exigência sobre dados ESG

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CVM 193 amplia exigência sobre dados ESG
CVM 193 amplia exigência sobre dados ESG

Durante anos, grande parte das empresas brasileiras tratou o ESG como uma agenda de reputação. Em 2026, isso muda de patamar. Com a entrada em vigor da obrigatoriedade dos reportes alinhados às IFRS S1 e S2 para companhias abertas, a sustentabilidade passa a operar sob uma lógica muito mais próxima da contabilidade financeira: rastreabilidade, consistência e possibilidade de auditoria.

A mudança ganhou força no Brasil com a Resolução CVM 193, publicada em outubro de 2023, que estabelece a elaboração e divulgação de relatórios de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade com base nos padrões do International Sustainability Standards Board (ISSB). O período de adoção voluntária começou em 2024, mas a obrigatoriedade para companhias abertas passa a valer para exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2026.

Na prática, isso significa que métricas ambientais, climáticas e operacionais precisarão ter o mesmo nível de governança esperado de informações financeiras relevantes. O desafio deixa de ser apenas "reportar ESG" e passa a ser provar como aquele dado foi construído.

Segundo análise da Deloitte sobre as normas IFRS S1 e S2, os relatórios de sustentabilidade deverão passar por asseguração externa, incluindo testes relacionados à completude, rastreabilidade e qualidade das informações apresentadas. A partir da obrigatoriedade da norma, os relatórios passam a exigir asseguração razoável por auditor externo, elevando significativamente o nível de exigência sobre os dados utilizados pelas empresas.

Esse movimento expõe uma fragilidade ainda comum no mercado: boa parte dos indicadores ESG continua sendo consolidada por meio de planilhas desconectadas, pesquisas anuais e premissas pouco auditáveis. Em categorias mais complexas do Escopo 3, como o deslocamento diário de colaboradores (commuting), a dificuldade é ainda maior. Muitas organizações continuam utilizando levantamentos pontuais de RH ou estimativas genéricas para reportar emissões que variam constantemente ao longo do ano.

A consequência é um risco crescente de inconsistência regulatória, perda de comparabilidade e questionamentos em auditorias independentes. O mercado passa a exigir não apenas metas climáticas, mas evidências rastreáveis que sustentem os números divulgados.

"A discussão deixou de ser apenas sustentabilidade e passou a ser governança de dados climáticos. O mercado quer entender de onde veio o número, qual metodologia foi utilizada, qual a frequência de atualização e se existe trilha de auditoria capaz de sustentar aquela informação", afirma Lucas Nicoleti, CEO da Ecomilhas, climate tech brasileira especializada em gestão de emissões relacionadas ao deslocamento corporativo. A empresa atua com monitoramento contínuo de commuting, transformando deslocamentos sustentáveis em dados rastreáveis para indicadores ESG, campanhas internas e relatórios corporativos.

A própria CVM reforçou esse direcionamento em seu Plano de Ação em Finanças Sustentáveis 2025–2026, que prevê supervisões temáticas relacionadas à divulgação de informações de sustentabilidade, além de iniciativas voltadas ao tratamento estruturado de dados e adoção de soluções tecnológicas para supervisão regulatória.

Para Nicoleti, "a discussão de ESG entrou definitivamente na era da evidência". O que antes era tratado como relatório institucional passa a impactar diretamente governança, percepção de risco e credibilidade perante investidores.

Nesse novo cenário, empresas que conseguirem estruturar dados recorrentes, auditáveis e comparáveis tendem a sair na frente. As demais podem descobrir tarde demais que o problema do ESG nunca foi apenas medir carbono — era conseguir provar o número publicado.

Sobre a Ecomilhas

A Ecomilhas é uma climate tech brasileira especializada na gestão de emissões relacionadas ao deslocamento corporativo de colaboradores. A empresa transforma deslocamentos sustentáveis em dados rastreáveis e auditáveis para relatórios ESG, campanhas internas e indicadores de Escopo 3.7 (employee commuting), ajudando empresas a estruturarem governança climática com maior precisão, recorrência e confiabilidade.

Volkswagen ID. Polo GTI estreia com 226 cavalos e 424 quilômetros de autonomia

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A Volkswagen apresentou na Europa o ID. Polo GTI, primeiro modelo elétrico da linha GTI, com preço inicial de pouco menos de 39 mil euros, equivalente a cerca de R$ 225 mil. O lançamento mundial ocorreu durante a tradicional corrida de 24 horas em Nürburgring, marcando o início de uma nova fase para os esportivos compactos da marca.

Compacto elétrico acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos

O novo ID. Polo GTI entrega potência de 166 kW (226 cv) e acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos. O torque máximo de 290 Nm é disponibilizado instantaneamente, reforçando a proposta de desempenho dinâmico. A tração dianteira é acompanhada por diferencial eletrônico de série, suspensão adaptativa DCC e direção progressiva, elementos que garantem maior precisão em curvas e estabilidade em alta velocidade.

A bateria de 52 kWh proporciona autonomia de até 424 km no ciclo WLTP. O sistema de recarga rápida em corrente contínua (DC) permite atingir 80% da capacidade em cerca de 24 minutos, com potência de até 105 kW. O conjunto é baseado no sistema APP290, que integra motor e transmissão em um módulo compacto, favorecendo espaço interno e eficiência energética.

O design segue a linguagem Pure Positive da Volkswagen, com proporções equilibradas e elementos marcantes. A tradicional faixa vermelha na dianteira se estende por toda a largura do veículo, acompanhada pelo logotipo GTI em 3D. O modelo traz rodas de liga leve de 19 polegadas e faróis IQ.LIGHT LED Matrix, além de lanternas traseiras com elementos tridimensionais iluminados em vermelho.

No interior, predominam os tons vermelho e preto, com costuras contrastantes no volante esportivo e nos bancos. O painel recebe uma faixa vermelha e o tecido dos assentos reinterpreta o clássico padrão xadrez dos GTI históricos. O cockpit digital de 10,25” e a tela central de 12,9” oferecem diferentes modos de exibição, incluindo um retro display que simula os gráficos do Golf I.

Volkswagen ID. Polo GTI estreia com 226 cavalos e 424 quilômetros de autonomia

O espaço interno foi ampliado em relação ao Polo GTI a combustão, com 441 litros de capacidade no porta-malas e até 1.240 litros com os bancos rebatidos. O modelo também pode rebocar até 1,2 tonelada e transportar bicicletas elétricas em suporte traseiro. Entre os opcionais, estão sistema de som Harman Kardon de 425 W, teto panorâmico e bancos dianteiros com função de massagem pneumática.

O ID. Polo GTI inaugura uma nova era para a Volkswagen, combinando tradição esportiva com eletrificação. A pré-venda está prevista para começar no segundo semestre de 2026 na Alemanha, consolidando o início da trajetória do primeiro GTI elétrico da marca.

Aumento do imposto pode elevar preço dos pneus importados

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Aumento do imposto pode elevar preço dos pneus importados
Aumento do imposto pode elevar preço dos pneus importados

A Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Pneus (ABIDIP) alerta para os impactos de uma possível nova alta no imposto de importação de pneus de passeio, em discussão no governo federal. Após subir de 16% em 2024 para 25% no ano passado, a alíquota pode chegar a 35% em 2026, conforme proposta em análise no Comitê de Alterações Tarifárias (CAT), da Câmara de Comércio Exterior (Camex).

Segundo a entidade, a escalada tributária pressiona diretamente o bolso do consumidor. "Um pneu de R$ 500 passou para R$ 580 com a alíquota de 16% e para R$ 625 com os atuais 25%. Se a tarifa subir para 35%, poderá chegar a R$ 675. Nesse cenário, estamos falando de um repasse final ao consumidor superior a 20%", analisa Ricardo Alípio, presidente da ABIDIP.

A ABIDIP destaca que a proposta atinge indiscriminadamente todas as categorias de pneus de passeio, inclusive medidas não mais produzidas no Brasil e essenciais para a frota mais antiga, como os aros 13 e 14, que representam grande parte dos veículos em circulação. "Nesse caso, não há proteção à indústria nacional. Há apenas redução de oferta e aumento de preços para o consumidor brasileiro", comenta Alípio.

O pedido de aumento ocorre em um momento de forte expansão do setor automotivo. Segundo a Fenabrave, as vendas de veículos de passeio e comerciais leves cresceram cerca de 15% no primeiro trimestre de 2026. Para a ABIDIP, isso evidencia que o desafio da indústria nacional não está na demanda, mas na necessidade de ganhos de eficiência e modernização. "Neste mercado aquecido, a competitividade é fundamental, e ela não se alcança através de proteção tarifária", observa o presidente da entidade.

A ABIDIP defende uma política tarifária equilibrada, que preserve a concorrência e garanta preços acessíveis ao consumidor brasileiro. "A elevação sucessiva de tarifas acaba por gerar distorções, com reflexos negativos para quem mais depende da mobilidade. O aumento de preços afeta motoristas de aplicativo, taxistas, frotistas e atividades dependentes de transporte, impactando nos custos logísticos e na inflação. O retorno à alíquota de 16% é o caminho para um mercado mais competitivo, beneficiando o consumidor brasileiro", analisa Ricardo Alípio.

BWT Alpine Formula One Team anuncia Jason Somerville como vice-diretor técnico

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A BWT Alpine Formula One Team anunciou a nomeação de Jason Somerville como vice-diretor técnico, reforçando sua liderança técnica em meio ao início competitivo da temporada 2026. O executivo passa a atuar a partir de 15 de maio, reportando-se diretamente a David Sanchez, diretor técnico executivo da equipe.

Nomeação ocorre em meio ao melhor início de temporada da equipe

“Estou muito animado por retornar a Enstone e trabalhar com Flavio, Steve e David neste novo papel. Estive afastado do lado competitivo do automobilismo dentro de uma equipe por alguns anos e estou ansioso para voltar ao centro da ação, buscando milésimos de segundo e disputando pontos e, quem sabe, troféus. Espero contribuir para o sucesso da equipe em um futuro próximo”, declarou Jason Somerville.

A nomeação marca o retorno de Somerville a Enstone, onde já havia atuado entre 2010 e 2011 no departamento de aerodinâmica. Sua trajetória na Fórmula 1 começou em 1999 na Williams, seguida pela Toyota Racing em 2003, onde chegou ao cargo de vice-chefe de aerodinâmica. Após sua passagem inicial pela Alpine, retornou à Williams em posição de liderança e mais tarde integrou a Formula One Management, responsável pelo desenvolvimento dos regulamentos técnicos de 2022. Em 2022, assumiu a função de chefe de aerodinâmica na FIA, supervisionando ciclos regulatórios voltados para melhorar o espetáculo das corridas.

O novo cargo foi criado para ampliar a capacidade da equipe em design e aerodinâmica, fortalecendo o desenvolvimento do carro atual e de futuros conceitos. A Alpine iniciou a temporada 2026 com desempenho superior, somando 23 pontos após quatro etapas e ocupando a quinta posição no campeonato de construtores. O resultado já supera o total de pontos obtidos em toda a temporada anterior, evidenciando a evolução da equipe.

David Sanchez destacou a importância da chegada de Somerville: “Estamos muito satisfeitos em ter alguém com a experiência e calibre de Jason se juntando à equipe para continuar nosso progresso sustentado. O trabalho realizado até agora nesta temporada foi extraordinário, mas sabemos que é apenas o começo. A adição de Jason permitirá dar novos passos para melhorar ainda mais nossa performance na disputa de desenvolvimento da Fórmula 1.”

BWT Alpine Formula One Team anuncia Jason Somerville como vice-diretor técnico

A contratação se soma a outras movimentações estratégicas realizadas pela Alpine no último ano, incluindo a retenção de talentos e novas contratações-chave. Sob a liderança de Flavio Briatore e do diretor-geral Steve Nielsen, a equipe busca consolidar uma trajetória positiva e estruturar um crescimento consistente.

“Além de estar de volta ao ambiente competitivo, espero colaborar com o excelente grupo de engenheiros, designers e especialistas em aerodinâmica da fábrica e contribuir para o sucesso da equipe”, concluiu Jason Somerville.

Empresas ampliam uso de incentivos em estratégias ESG

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Empresas ampliam uso de incentivos em estratégias ESG
Empresas ampliam uso de incentivos em estratégias ESG

Durante anos, boa parte das estratégias de sustentabilidade corporativa foi construída em torno de campanhas de conscientização. Cartazes sobre consumo consciente, semanas internas de ESG, comunicações institucionais e treinamentos sobre impacto ambiental passaram a fazer parte da rotina das empresas. O problema é que, na prática, isso raramente mudou comportamento de forma consistente.

Agora, empresas começam a perceber que o desafio da sustentabilidade corporativa não é apenas educacional. É comportamental.

A discussão ganhou força nos últimos anos com o avanço de estudos ligados à economia comportamental, área que investiga como incentivos, recompensas, reconhecimento social e estímulos recorrentes influenciam decisões do dia a dia. A conclusão que começa a ganhar espaço dentro das empresas é simples: pessoas dificilmente mudam hábitos apenas porque receberam informação.

Em relatório sobre comportamento sustentável, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) destaca que intervenções baseadas apenas em informação tendem a ter impacto limitado quando não existem incentivos concretos capazes de sustentar mudança contínua de comportamento.

O mesmo movimento aparece em pesquisas sobre engajamento corporativo. Dados da Gallup mostram que colaboradores tendem a se engajar mais quando conseguem perceber impacto direto, reconhecimento e conexão prática entre discurso institucional e experiência cotidiana de trabalho.

Na agenda ESG, isso se tornou particularmente evidente em programas internos ligados à mobilidade sustentável. Muitas empresas criaram campanhas para estimular caronas, uso de bicicleta ou transporte coletivo, mas enfrentaram queda brusca de adesão após poucas semanas. Em muitos casos, o problema não estava na comunicação — estava na ausência de incentivo recorrente.

O modelo tradicional de campanha ESG corporativa normalmente segue o mesmo roteiro: lançamento interno, peças de comunicação, uma ação de engajamento inicial, alguns comunicados e, depois, queda gradual de participação. Sem reforço contínuo, o comportamento antigo tende a voltar rapidamente.

Isso acontece porque hábitos cotidianos são extremamente difíceis de alterar apenas por conscientização racional. O deslocamento diário até o trabalho, por exemplo, envolve conforto, tempo, segurança, rotina familiar, custo, previsibilidade e esforço mental. Esperar que colaboradores mudem esse comportamento apenas por alinhamento institucional com metas climáticas costuma gerar baixa adesão no médio prazo.

"A sustentabilidade corporativa passou muito tempo tentando convencer pessoas apenas pelo discurso. Mas comportamento recorrente depende de estímulo, reconhecimento e percepção clara de benefício individual", afirma Lucas Nicoleti, CEO da Ecomilhas, climate tech brasileira especializada em gestão de emissões relacionadas ao deslocamento corporativo.

Segundo Nicoleti, um dos principais erros das empresas foi tratar ESG como campanha institucional, e não como sistema contínuo de engajamento. "O colaborador não muda rotina porque viu um pôster sobre ODS no corredor. Ele muda quando existe feedback recorrente, incentivo tangível e reconhecimento associado ao comportamento", acrescenta.

O tema ganhou ainda mais relevância com a entrada da Geração Z no mercado de trabalho. Pesquisas de employer branding indicam que profissionais mais jovens tendem a valorizar coerência entre discurso ambiental e experiência prática dentro da empresa. Benefícios climáticos individualizados, incentivos ligados à mobilidade e programas que geram impacto visível começam a ganhar mais relevância do que campanhas genéricas de conscientização.

Na prática, isso significa que a lógica do ESG corporativo começa a migrar da comunicação para a experiência do colaborador.

Empresas passaram anos investindo em discursos sobre sustentabilidade enquanto mantinham benefícios, processos e rotinas desconectados desse posicionamento. O resultado foi uma percepção crescente de incoerência entre narrativa institucional e realidade operacional.

Esse cenário ajuda a explicar por que muitas iniciativas ESG possuem alta adesão inicial, mas baixa sustentação ao longo do tempo. Sem mecanismos de reforço comportamental, reconhecimento ou retorno percebido pelo colaborador, a sustentabilidade passa a ser vista como mais uma campanha corporativa temporária — e não como parte concreta da cultura organizacional.

É nesse contexto que plataformas baseadas em gamificação, incentivos e feedback contínuo começam a ganhar espaço dentro das estratégias ESG corporativas.

A Ecomilhas atua justamente nessa frente. A empresa monitora deslocamentos corporativos e transforma mobilidade sustentável em campanhas de engajamento, recompensas e indicadores ESG rastreáveis. O objetivo é criar estímulos contínuos para adoção de hábitos sustentáveis, ao mesmo tempo em que as empresas estruturam dados auditáveis sobre emissões relacionadas ao commuting corporativo.

Segundo a empresa, o desafio não é apenas calcular carbono. É criar mecanismos capazes de tornar a sustentabilidade parte da rotina do colaborador sem depender exclusivamente de campanhas institucionais.

O movimento também altera o papel do RH dentro da agenda ESG. Áreas de People & Culture começam a assumir protagonismo em temas ligados a mobilidade, experiência do colaborador, engajamento climático e comportamento organizacional. Sustentabilidade deixa de ser responsabilidade isolada da área ambiental e passa a depender diretamente de cultura corporativa e desenho de incentivos.

Na prática, o mercado começa a perceber que sustentabilidade corporativa não depende apenas de consciência ambiental. Depende da arquitetura de comportamento. E isso muda completamente a forma como empresas precisam pensar em engajamento ESG daqui para frente.

Sobre a Ecomilhas

A Ecomilhas é uma climate tech brasileira especializada na gestão de emissões relacionadas ao deslocamento corporativo de colaboradores. A empresa transforma deslocamentos sustentáveis em dados rastreáveis e auditáveis para relatórios ESG, campanhas internas e indicadores de Escopo 3.7 (employee commuting), ajudando empresas a estruturarem governança climática com maior precisão, recorrência e confiabilidade.

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