Um Corvette na noite e outros contos potentes
Será dia 13/08/09, quinta-feira, a partir das 18h30
Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena

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Os que gostam de outras categorias também voltaram no tempo, mas não tanto. Uma semana antes de Felipe ser atingido por uma mola, o britânico Henry Surtees foi atingido por uma roda durante uma prova da Fórmula 2 e morreu. Henry era filho de John Surtees, o único homem do mundo a vencer mundiais em duas e quatro rodas.
Na metade do século passado, na era dos Grandes Prêmios pré-Fórmula 1, e mesmo depois da instituição do mundial, eram constantes as mortes na pista. Não foram poucos os pilotos que perderam a vida na pista. Em eventos oficiais da F1, válidos para o campeonato, foram 33 mortes. No total, contando provas extra-campeonato e testes privados, o número sobe para 43.
O primeiro a perder a vida em uma prova do mundial foi o americano Chet Miller, nas 500 Milhas de Indianápolis de 1953 (àquela época a prova fazia parte do calendário da F1). O último foi Senna, há distantes 15 anos. Este já é o maior período sem mortes na categoria máxima do esporte a motor.
No entanto, não nos enganemos. Inegavelmente os carros e pistas de hoje são mais seguros, mas se a Fórmula 1 vem se mostrando exemplo, acidentes fatais continuaram acontecendo mundo afora.
Na Indy, por exemplo, foram seis mortes neste período, entre testes e eventos oficiais. O último deles Paul Dana, em 2006. NASCAR, Stock Car, Le Mans, nenhuma categoria foge à regra. Neste ano, em junho, Carlos Prado, piloto da Nascar mexicana havia morrido em um acidente terrível. Depois foi Surtees.
Mas enfim, vamos ao que importa. Horas após o grave acontecido com Massa, Rubens Barrichello, de quem a peça que atingiu o ferrarista se soltou, disse que os acidentes eram uma mensagem, de que era necessário prestar atenção a estas coisas.
Rubinho, claro, tem razão. E eu não enumerei estes acidentes para impressionar ninguém. Este não é um texto que deve ser usado como desincentivador para futuros pilotos. Todos os postulantes a um lugar no esporte são cientes de que há riscos. Por maior que seja a segurança em volta, em carros, em pistas, em macacões e aparatos tecnológicos, quando você entra em um carro que atinge mais de 300 km/h, com a cabeça exposta como nos monopostos sempre há riscos, por menores que sejam.
E é justamente a diminuição destas margens que deve ser buscada pelos organizadores, e eles vêm fazendo. Mortes podem, sim, ser evitadas. Massa é exemplo dos avanços tecnológicos aos quais o esporte se submeteu. Não fosse a blindagem de seu capacete e dificilmente ele estaria vivo para contar a história da mola que atingiu sua cabeça.
Resumidamente, a intenção deste espaço é justamente mostrar que os riscos estão aí. Os acidentes recentes e passados devem ser utilizados para aprimorar o esporte. E que tenhamos mais 15, 30, 100 anos sem pilotos ficando pelas pistas do mundo.
Esses números representam um aumento da fidelização dos clientes à marca Chevrolet, na medida em que houve crescimento na retenção de clientes nas oficinas das concessionárias. A retenção é a parcela de clientes que retorna à concessionária para realizar serviços de manutenção – sobretudo revisão e troca de óleo.
A Chevrolet também celebra um crescimento no Indicador de Satisfação dos Clientes (ISC). Graças à implantação do programa, hoje, 63% dos entrevistados em pesquisas se dizem “Totalmente Satisfeitos” com os serviços realizados nas oficinas das concessionárias Chevrolet.
“O Novo Serviço Chevrolet é um programa 100% desenvolvido pelos profissionais da área de Pós-Vendas da General Motors do Brasil, o que nos orgulha muito e nos traz muitos desafios. Seu sucesso repercutiu tanto dentro da companhia que, em breve, vamos apresentá-lo para a matriz nos Estados Unidos, com chances de ser adotado em outras subsidiárias da GM no mundo”, observa Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul.
Ao mesmo tempo em que alcança esses números expressivos, a Chevrolet anuncia para este mês de agosto o lançamento de um site específico para o Novo Serviço Chevrolet, dentro do portal oficial da Chevrolet (http://www.chevrolet.com.br/). Ele significa uma nova ferramenta para auxiliar os clientes de pós-vendas.
Programa tem como destaques o sistema de agendamento de serviço e atendimento do cliente feito pelo próprio mecânico
O Novo Serviço Chevrolet é um inovador conceito em atendimento ao cliente, por meio do qual o proprietário de um veículo da marca agenda o serviço com a central de atendimento da concessionária de sua preferência, escolhe o mecânico que irá atendê-lo, e conhece os detalhes do serviço a ser feito, as peças genuínas GM a serem trocadas, o orçamento para aprovação e até o horário em que o veículo poderá ser retirado.
O cliente ainda pode optar entre acompanhar todo o serviço ou visitar as demais dependências da concessionária. Inclusive, na recepção, um bate-papo com os vendedores o atualizará sobre as novidades existentes nos modelos Chevrolet ou na ampla gama de acessórios disponível para toda a linha de veículos da marca.
Há outras facilidades do programa: sabendo a quilometragem média rodada pelo dono do veículo, as próximas visitas já são pré-agendadas pela central de atendimento da concessionária que, à véspera de cada retorno estabelecido, manterá contato para a confirmação do agendamento.
O programa começou a ser implantado na Rede de Concessionárias Chevrolet em abril de 2006. Desde então, houve uma importante mudança na cultura não só nas concessionárias como também dos clientes da marca. Em janeiro deste ano, 100% das oficinas passaram a adotar o Novo Serviço Chevrolet.
* Com Imprensa Chevrolet
Idolatrado por ferraristas, adorado e respeitado pelos colegas de trabalho, querido por todos que o conhecem de perto, esta é a história de Schumi, ou Michael Schumacher, o humilde filho de um pedreiro alemão que só pôde começar no kart graças à generosidade de vizinhos e conhecidos, e se tornou uma das figuras mais admiradas – e controversas – da história da Fórmula 1.
Sem fugir à polêmica, o livro assinado por Alicia também enfrenta a inevitável comparação com os outros dois maiores nomes da Fórmula 1: Alain Prost e Ayrton Senna. Com estatísticas completas das 249 corridas do alemão, são listados, além das insuperáveis marcas de pódios, pontos e títulos, os seguintes recordes: vitórias seguidas em uma temporada; voltas mais rápidas; mais hat tricks – pole, volta mais rápida e vitória; maior número de pódios seguidos; maior diferença sobre o vice-campeão; título mais rápido (maior antecipação da história); mais pole positions etc.
Nenhum detalhe ficou de fora da narrativa de Alicia: as primeiras competições, a família, a chegada à Fórmula 1, o casamento, os rivais, as performances inesquecíveis (e também as esquecíveis), a chegada dos filhos, as dificuldades, as polêmicas, os contratos de publicidade. Num trabalho de pesquisa impecável, a autora nos oferece números, as melhores análises, a opinião dos nomes mais importantes do automobilismo e os depoimentos mais embasados sobre um vulto do esporte que, para alguns, jamais será superado.
“Tem sido mesmo excepcional o que o automobilismo me proporcionou em mais de trinta anos. Eu realmente amei cada momento, dos bons e dos maus tempos. São eles que fazem a vida tão especial.” (Schumacher)
Alicia Klein nasceu em São Paulo em 1983. Jornalista com experiência na área esportiva, é aficionada de Fórmula 1. A Máquina é seu primeiro livro
Serviço
A Máquina – Michael Schumacher, o melhor de todos os tempos
Alicia Klein
Editora BestSeller
272 paginas
Formato: 14×21 cm
Preço: R$ 29,90
ISBN: 978-85-7684-185-2
São 30 cores já pré-definidas, baseadas em uma pesquisa de mercado que apontou a palheta usada nos painéis das principais marcas. 30 mil novas nuances podem ser definidas, com a utilização do sistema RGB, que combina de diversas formas as cores vermelho, verde e azul. O usuário pode salvar duas cores customizadas, com os nomes “Day Color”, onde a sugestão é de cores mais claras, e “Night Color”, para cores escuras.
Entre as funcionalidades do KD-R409UR, estão a leitura de arquivos de música em MP3 e WMA, amplificador MOS-FET, que diminui a intensidade de ruídos e distorções, e entrada USB frontal, para o uso de pen drives e tocadores de música portátil, além de controle remoto.
O preço sugerido é de R$ 449,00.
NO ÓLEO
A nova correia, que inclusive ganhou, recentemente, o Prêmio Inovação (categoria de componentes mecânicos) da Madrid Motortec, tem uma particularidade que a diferencia totalmente das demais: opera passando pelo óleo do motor. Em relação à corrente de transmissão, as vantagens da Dayco BIO são muitas, como redução de atrito, de ruídos, de emissões CO2 e no consumo de combustível.
Este produto é o resultado de contínuo desenvolvimento tecnológico e de qualidade exercidos pela Dayco em todas as suas unidades. O primeiro motor a receber a correia BIO foi o Ford Lynx 1.8 TDCi. Ela ainda foi apresentada num congresso da Volkswagen em Viena, Áustria, para o motor 1.6 24V TDI.
A correia dentada Dayco BIO também não necessita de tensionador, já que a pré-tensão necessária para seu funcionamento é produzida durante a montagem no motor – como resultado das dimensões dos componentes.
A versão de entrada, que contempla motor de 4 cilindros, 1,6 litro, de 126 cavalos, câmbio manual, direção hidráulica, vidros elétricos, travamento central, retrovisores com comando elétrico e pisca-pisca, airbag duplo, computador de bordo, rádio+CD+MP3 com entrada auxiliar e USB, conexão para iPod, controle remoto do rádio no volante, rodas de liga leve aro 15, keyless com alarme e ar condicionado manual será oferecida por R$ 49,9 mil.
Na avaliação de José Luiz Gandini, presidente da empresa, por esse preço público, vamos entrar na briga com os principais sedãs médios disponíveis no mercado brasileiro e, em muitos casos, com vantagens muito evidenciadas, mesmo recolhendo 35% de alíquota de importação.
A 2ª versão do Kia Cerato, também com câmbio manual, possui todos os features do modelo de entrada mais as rodas de liga leve de 16, farois de neblina, ABS, freio traseiro a disco, apoio de cabeça ativo, ar condicionado automático, detalhe do painel em metal, volante e alavanca de câmbio revestidas em couro, ao preço de R$ 52,9 mil.
E a 3ª versão possui todos os itens do modelo mecânico topo de linha, mas com transmissão automática, ao preço de R$ 57,9 mil.
Entre os primeiros resultados dessa nova forma de atuar no mercado, estão o “Projeto Frotas”, voltado principalmente aos veículos pesados, e o “Projeto Varejo”, focado nas lojas de autopeças. Nas duas iniciativas, os clientes da marca passam a contar com uma atenção especial na comercialização e assistência técnica de toda a linha de produtos.
“No contato diário com o mercado, notamos que precisaríamos ir além das ações tradicionais de promoção. Distribuidores e varejistas querem reconhecer no promotor um verdadeiro parceiro, que os ajuda a vender mais, atender melhor e oferecer um suporte técnico de qualidade ao aplicador”, destaca Eryka Yared, Gerente de Marketing.
No “Projeto Varejo”, a equipe de promoção da Corteco avalia, em visitas regulares, a evolução das vendas em cada loja de autopeças e identifica os itens com maior potencial de mercado. Com base nessas análises, os varejistas podem aumentar a oferta dos produtos mais procurados, vender mais e ter uma melhor gestão dos estoques.
Além das ações nas autopeças, os promotores trabalham integrados aos principais distribuidores, que passam a oferecer pacotes personalizados de produtos, conforme as necessidades dos varejistas. Os treinamentos técnicos e comerciais completam a base do projeto, abrangendo desde as equipes dos distribuidores até os balconistas e aplicadores.