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Etapa do WorldSBK na República Tcheca terá solução inédita da Pirelli

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A Pirelli anunciou para a etapa do WorldSBK na República Tcheca, realizada no circuito de Most, a introdução da nova especificação traseira F0468 em composto médio. O traçado é reconhecido por impor alto estresse mecânico aos pneus, especialmente ao traseiro, e a solução foi desenvolvida para oferecer maior consistência de performance ao longo da corrida e melhor estabilidade.

Pilotos terão alternativas D0922 e SC0 para classificação

“Ao longo de mais de duas décadas como fornecedora do Campeonato Mundial de Superbike, a Pirelli construiu uma gama de pneus extremamente sólida e versátil. A solução traseira supersoft SCX representa hoje um referencial absoluto para os pilotos e é utilizada na maioria das corridas do calendário, enquanto o soft SC0 se torna uma alternativa válida em algumas ocasiões”, afirmou Giorgio Barbier, Motorcycle Racing Director da Pirelli.

O F0468 utiliza o mesmo composto do D0922, já empregado em Most em 2025 e em Phillip Island nas últimas temporadas, mas combina uma nova estrutura projetada para elevar a estabilidade e a durabilidade. A especificação representa uma evolução do E0829, com o qual compartilha o composto, e que também foi levado a Phillip Island nesta temporada.

Caso os pilotos não optem pela nova solução, poderão contar com o D0922 como alternativa para o pneu traseiro. Para a classificação e a Superpole Race, o pneu de referência será o soft padrão SC0.

Além da classe principal, os Campeonatos Mundiais de Supersport e SportBike também terão provas em Most. Na dianteira, os competidores contarão com as opções SC1 (soft) e SC2 (médio). Na traseira, estarão disponíveis o SC0 (soft) e o SC1 (médio), este último utilizado ao longo da temporada em ambos os eixos pelos pilotos do SportBike.

Etapa do WorldSBK na República Tcheca terá solução inédita da Pirelli

Há circuitos que exigem soluções específicas, como Phillip Island e Most, em virtude de suas características e traçado. Nesses casos, o desenvolvimento concentra-se em parâmetros como consistência e performance ao longo da corrida. A nova especificação F0468 busca atender a essas demandas, oferecendo aos pilotos uma alternativa que alia resistência e estabilidade.

“Há, no entanto, alguns circuitos particularmente exigentes com os pneus, como Phillip Island e Most, que, em virtude de seu traçado e características intrínsecas, requerem soluções mais específicas e compostos mais duráveis, tipicamente as opções médias. Nesses casos, o trabalho de desenvolvimento concentra-se na melhoria de parâmetros fundamentais como performance e consistência ao longo da distância de corrida”, concluiu Giorgio Barbier.

Juiz de Fora avança em inovação urbana com projeto Moinho

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Juiz de Fora avança em inovação urbana com projeto Moinho
Juiz de Fora avança em inovação urbana com projeto Moinho

Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, passa a integrar o mapa nacional de iniciativas de inovação urbana com o Moinho, projeto instalado na estrutura do antigo Moinhos Vera Cruz. O espaço se consolida como um moderno centro urbano que reúne empreendedorismo, inovação, criatividade, serviços, saúde, educação, comércio e cultura em um único território.

Concebido a partir da lógica da vida coletiva, o Moinho propõe uma nova forma de viver, trabalhar e se conectar com a cidade. O projeto aproveita a estrutura original do antigo moinho de trigo para abrigar empresas, espaços de trabalho, áreas de convivência, programação aberta ao público e diferentes experiências que estimulam a circulação, os encontros e a permanência das pessoas ao longo do dia.

No centro desse ecossistema está o Hub de Inovação do Moinho, ambiente que reúne empresas, startups, espaços compartilhados, salas de reunião, estações de trabalho e uma agenda contínua de encontros, debates, apresentações, conexões e trocas entre profissionais, empreendedores e lideranças.

A proposta do Moinho se estrutura a partir da integração entre quatro eixos: moradia, educação, saúde e comércio, organizados em um mesmo espaço físico. Esse modelo favorece a circulação interna, reduz deslocamentos e fortalece a construção de uma comunidade conectada por infraestrutura, serviços, experiências e relações humanas.

Com perspectiva de 180 unidades, o eixo Moradia conta hoje com 22 apartamentos por assinatura, instalados nos antigos silos de grãos e pensados para oferecer uma experiência de habitação conectada ao cotidiano contemporâneo. Todos os apartamentos são diferentes e foram criados com arquitetura original e decoração inspirada em obras de artistas locais, ampliando a proposta de um lugar onde morar, trabalhar, circular, consumir, aprender e conviver acontecem de forma integrada.

Reconhecido pela legislação municipal como centro de tecnologia, o Moinho está inserido no Corredor de Inovação de Juiz de Fora, reforçando o potencial da Zona Norte como um espaço estratégico para o desenvolvimento econômico, criativo e urbano da cidade.

Rua ABertha reorganiza a circulação e propõe novos usos para o espaço urbano

Entre os movimentos mais recentes do projeto está a inauguração da Rua ABertha, criada em parceria com a Prefeitura de Juiz de Fora como extensão da Rua Bertha Halfeld. A nova via perpassa o Moinho e nasce com um duplo propósito: contribuir para a mobilidade da região e, ao mesmo tempo, estimular novas formas de ocupação e convivência no espaço urbano.

Durante a semana, a Rua ABertha funciona como eixo de circulação, colaborando com a redistribuição do tráfego na Zona Norte e com um novo ponto de ônibus, moderno e confortável, para os usuários do transporte público. Aos domingos, a rua é fechada para veículos e aberta ao uso de pedestres, tornando-se um espaço voltado ao lazer, ao esporte, à convivência e à programação cultural.

Seu desenho prioriza a circulação de pessoas, as áreas de permanência e a ativação por iniciativas culturais, criativas e comunitárias. A proposta é transformar a rua em um espaço vivo, onde mobilidade, encontros e cultura coexistem e ampliam a relação da cidade com o território.

Arte urbana em grande escala reforça identidade e memória do território

Como parte das ativações recentes da Rua ABertha, o Moinho também recebeu um mural em grande escala assinado pelo artista Wes Gama em uma das empenas do edifício. A obra tem cerca de 400 m² e 26,8 metros de altura, com visibilidade a partir de diferentes pontos do Bairro Industrial.

A intervenção parte de uma leitura sobre o papel histórico do antigo moinho na cidade e sua relação com o fluxo de pessoas, memórias e transformações urbanas ao longo do tempo. Ao conectar passado e presente, a obra reforça a proposta do Moinho com a arte pública, a ocupação criativa do território e a valorização da cultura no cotidiano da cidade.

Com acesso livre para a população, o mural passa a integrar a paisagem urbana da região e fortalece o Moinho como um espaço onde inovação, cidade, memória e expressão artística se encontram.

Anuário aponta expansão de mercado de mobilidade elétrica

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Anuário aponta expansão de mercado de mobilidade elétrica
Anuário aponta expansão de mercado de mobilidade elétrica

O mercado de veículos eletrificados no Brasil saltou de 49 mil unidades em 2022 para 231 mil em 2025. Isso representa crescimento superior a 370% e participação de cerca de 9% nas vendas de veículos leves. O avanço veio com maior oferta de modelos acessíveis, entrada agressiva de montadoras chinesas e adesão crescente em centros urbanos e frotas corporativas. Esses são alguns dos dados exclusivos do 5º Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica e Baixo Carbono, lançado no 3º Congresso Internacional da Mobilidade Elétrica e Baixo Carbono (CONATRE), nos dias 13 e 14 de maio, no CREA de Brasília.

Intitulado "Novo Mapa da Mobilidade Sustentável", o anuário detalha eletrificação, biocombustíveis e transição energética no país. A autoria é de Edgar Barassa, Leonardo Veloso Brandão, Robson Cruz e Sabrina Cima. A curadoria técnica vem da Barassa e Cruz Consulting (BCC). A produção é da EVBRAS em parceria com LEMOB e PNME (Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica).

Infraestrutura de recarga acelera para acompanhar demanda

A rede de recarga cresceu de cerca de 800 pontos em 2021 para 17 mil em 2025. Ainda assim, 77% dos carregadores são AC, ou seja, lentos ou semirrápidos. Os rápidos DC acima de 50 kW avançam rapidamente. O mercado caminha para equipamentos mais potentes e corredores de recarga rápida. Essa expansão é essencial para caminhões elétricos e viagens longas.

Sudeste e Sul concentram 70% da infraestrutura nacional. São Paulo detém 28% do total, com a capital respondendo por 12,5% dos pontos. As principais cidades são Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Goiânia. Projeções indicam de 545 mil a 745 mil pontos até 2040. Os investimentos necessários chegam a R$ 14-20 bilhões, além de expansão da rede elétrica.

PHEVs lideram como "tecnologia de transição"

De acordo com dados do anuário, os híbridos plug-in (PHEVs) saíram de 11,5 mil para 99 mil unidades, crescimento de 770%. Eles detêm 38% do mercado em 2025. Consumidores valorizam a maior autonomia, menor dependência de recarga e segurança em viagens longas. Por isso, são vistos como tecnologia de transição.

Os veículos 100% elétricos (BEVs) cresceram de 8.457 para 80.135 unidades, expansão de 847%. Modelos acessíveis como BYD Dolphin Mini e Geely EX2 impulsionam a aceitação urbana. Híbridos convencionais (HEVs) subiram 1.358% para 26.853 unidades, mas tendem a estabilizar. Já os HEVs flex cresceram apenas 15%, para 24 mil unidades, perdendo espaço para os plugáveis.

Já os veículos comerciais leves eletrificados já somam 6.928 unidades entre 2022 e 2025. Os PHEVs avançam forte na logística urbana, distribuição de última milha e frotas corporativas.

Ônibus elétricos consolidam presença urbana

A frota de ônibus elétricos acelerou após 2023. Foram 11 unidades em 2022 e 844 em 2025. O total acumulado chega a 1.238 ônibus. Eletra/Induscar lidera com 44% do mercado, seguida por Mercedes-Benz (23%) e BYD (20%). São Paulo domina com oferta de modelos e eletrificação de garagens.

Caminhões enfrentam barreiras técnicas

De acordo com anuário, os caminhões elétricos ainda estão em estágio inicial. A frota acumulada foi de 281 unidades em 2021 para 2.220 em 2025. JAC comanda com 63%, seguida por MAN/VW Truck & Bus (20%). "Os desafios incluem longas distâncias, peso das baterias e necessidade de recarga de alta potência para esse segmento", acrescenta Leonardo Veloso Brandão, diretor-executivo do CONATRE e um dos autores do anuário.

Biocombustíveis complementam eletrificação

O anuário também compila em um dos seus capítulos o avanço dos biocombustíveis e destaca que o biometano tem potencial para frotas pesadas, substituindo diesel, mas ainda enfrenta barreiras na distribuição. Já o biodiesel, que consolida reduções incrementais de emissões, possui crescimento limitado pela disponibilidade de matéria-prima. O HVO (diesel renovável) surge como alternativa emergente com maior potencial de descarbonização e expansão de médio prazo. "O etanol, já consolidado em veículos leves, possui menor integração com pesados elétricos, ao contrário do hidrogênio de baixo carbono, que mira nos pesados de longa distância, mas alto custo e baixa infraestrutura ainda limitam expansão", complementa Leonardo.

Perspectivas do anuário apontam coexistência de tecnologias

O anuário prevê uma transição gradual para a eletrificação no Brasil, sem substituição rápida dos veículos a combustão. Até 2035, segundo a EPE, veículos eletrificados podem representar 23% dos licenciamentos, equivalente a 784 mil unidades por ano. A frota híbrida e elétrica totalizaria 3,7 milhões de veículos, mas os flex ainda dominariam 75% da frota circulante.

Cenários mais acelerados, como os da BCG e Anfavea, projetam participação de 35% a 42% dos eletrificados em 2040. O futuro envolve coexistência entre veículos flex, híbridos convencionais, híbridos plug-in (PHEVs) e elétricos a bateria (BEVs). A velocidade da transformação dependerá de preços mais acessíveis, expansão da infraestrutura de recarga, incentivos governamentais, produção nacional, financiamento e competição entre montadoras.

A geografia da eletromobilidade tem o Sudeste na liderança, com 48,1% dos veículos. São Paulo responde por 31,87% do total nacional, seguido pelo Distrito Federal e Rio de Janeiro. Montadoras chinesas foram decisivas no avanço. "O Brasil entra em fase de consolidação estrutural da eletromobilidade, com montadoras chinesas decisivas e infraestrutura como peça-chave", afirma Leonardo Brandão. O congresso reúne governo, indústria, academia e sociedade para debater esse cenário da descarbonização, com foco em veículos elétricos, hidrogênio, biocombustíveis e outras soluções.

É possível acessar o anuário completo neste link: https://conatre.com.br/anuario/

Maio Amarelo reforça papel dos veículos pesados na segurança viária

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A campanha Maio Amarelo trouxe à pauta em 2026 o debate sobre a convivência segura entre diferentes categorias de veículos nas vias. O movimento, dedicado à conscientização para a redução de acidentes de trânsito, reforça a importância da condução defensiva e da manutenção adequada, especialmente em veículos pesados como caminhões e ônibus.

Movimento chama atenção para vulnerabilidade de motociclistas e pedestres

“Entre os diversos aspectos da segurança viária, também não poderíamos deixar de falar sobre a importância da manutenção do veículo, principalmente dos pneus, que ainda é um dos fatores mais subestimados. Componentes desgastados comprometem a aderência, aumentam a distância de frenagem e reduzem a estabilidade, ampliando os riscos em situações críticas”, explica Fábio Torres Klabacher, gerente nacional de vendas e marketing da Dunlop Pneus.

Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que os acidentes de trânsito causam cerca de 1,19 milhão de mortes por ano no mundo, sendo motociclistas e pedestres os mais vulneráveis. No Brasil, em 2024, foram registradas 37.150 mortes, das quais aproximadamente 60% envolveram motociclistas, além de ciclistas e pedestres. Nesse cenário, o princípio de que “o maior cuida do menor” ganha relevância, ampliando a responsabilidade dos condutores de veículos pesados.

A condução de caminhões e ônibus envolve desafios técnicos que vão além da atenção. Os pontos cegos, por exemplo, podem ocultar motociclistas e pedestres em cruzamentos e conversões. Outro fator crítico é a distância de frenagem, que aumenta significativamente em veículos carregados. Pneus em boas condições reduzem o tempo de resposta e a distância de parada, tornando-se elementos decisivos para a segurança.

Para motociclistas, evitar permanecer nas zonas de ponto cego, especialmente na lateral direita de caminhões, é uma medida essencial. Pedestres, por sua vez, devem priorizar travessias em locais sinalizados e manter atenção em áreas de grande circulação. Já os condutores de veículos pesados precisam adotar práticas como manter distância segura, evitar mudanças bruscas de faixa e respeitar limites de velocidade em áreas urbanas.

Maio Amarelo reforça papel dos veículos pesados na segurança viária

Além disso, a capacitação contínua de motoristas profissionais é um fator-chave. Antecipar situações de risco e adotar uma condução defensiva são habilidades indispensáveis em um trânsito cada vez mais dinâmico.

Durante o mês de maio, a Dunlop oferece o cupom MAESDUNLOP com descontos exclusivos em linhas de pneus para veículos leves e pesados, reforçando seu compromisso com a segurança e a economia. A iniciativa complementa o debate do Maio Amarelo, que busca reduzir acidentes e promover maior conscientização entre motoristas e pedestres.

“Em um trânsito compartilhado, onde segundos podem evitar acidentes, garantir que o veículo esteja em condições ideais de rodagem é tão importante quanto a atenção ao volante”, conclui Fábio Torres Klabacher.

Volvo lança Safety Zones para caminhões no Brasil

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A Volvo anunciou o lançamento do Safety Zones, serviço conectado que reduz automaticamente a velocidade dos caminhões em áreas restritas. A novidade está disponível no Brasil por assinatura e compatível com os modelos 2026 das linhas FH, FM e FMX. O sistema utiliza conectividade GPS para criar cercas virtuais e limitar a velocidade dos veículos em locais específicos, de acordo com a determinação dos gestores de frota.

Sistema usa GPS para criar cercas virtuais de velocidade

“Em caminhões, este é um recurso especialmente útil em locais como áreas de mineração, terminais portuários, centros logísticos e outros espaços que exigem velocidade controlada. Com o Safety Zones, o motorista pode se concentrar na condução do veículo em áreas de movimento intenso, com um apoio auxiliar para não exceder os limites de segurança”, assegura Jeseniel Valério, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A ativação de uma Safety Zone é feita pelo aplicativo Volvo Connect. O gestor de frota define as áreas geográficas em um mapa digital e estabelece o limite de velocidade para cada veículo. É possível criar restrições para horários específicos ou dias da semana, além de configurar múltiplas zonas para um mesmo caminhão, controlando a velocidade em diferentes pontos da rota.

Para o motorista, a entrada em uma Safety Zone é indicada por um alerta no painel de instrumentos. O condutor é informado sobre a velocidade máxima programada para aquela área e sobre a atuação dos freios e limite de giros do motor, que inibem excessos.

“O Safety Zones é mais um dos serviços conectados da Volvo, com foco total em segurança e produtividade”, afirma Leandro Brito, gerente de desenvolvimento de serviços da marca. Um sistema de controle de velocidade independente da ação do motorista é uma demanda antiga de vários transportadores. “Com a avançada conectividade dos caminhões Volvo, isso é totalmente possível e reforça ainda mais um dos valores fundamentais da nossa marca, que é a segurança”, argumenta.

Volvo lança Safety Zones para caminhões no Brasil

A tecnologia se soma a outros recursos da Volvo que visam reduzir ou evitar acidentes. A empresa adota uma visão holística de segurança, que envolve não apenas os veículos, mas também o ecossistema de transporte. Treinamento de motoristas e aprimoramento da gestão de frotas fazem parte dessa estratégia integrada.

“Não por acaso, nossos caminhões têm recebido a nota máxima de cinco estrelas nos testes de segurança para caminhões Euro NCAP, os mais rigorosos da indústria mundial. A Volvo tem realmente um DNA de segurança, com um legado para toda a sociedade desde a nossa fundação, há quase 100 anos. O serviço Safety Zones é mais um exemplo de tecnologia que reduz acidentes e aumenta a produtividade para os transportadores”, finaliza Jeseniel Valério.

Mercado de rastreamento enfrenta dilema ético

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Mercado de rastreamento enfrenta dilema ético
Mercado de rastreamento enfrenta dilema ético

O mercado brasileiro de rastreamento vive um momento de crescimento, com previsão de mais do que dobrar o seu tamanho entre 2024 e 2032, segundo o Verified Market Research. No entanto, o setor se vê diante de um dilema ético: empresas que fornecem o sistema (software) de rastreamento para centrais, mas que também possuem suas próprias marcas de varejo que vendem diretamente para o consumidor final.

André Luiz Ota, CEO da empresa de rastreamento Ikonn, explica que o risco não é apenas a concorrência direta, abrangendo também o que ele chama de "monopólio vertical". Isso porque, quando um fornecedor controla toda a cadeia — do hardware e chip de conectividade até o software — e ainda atende o cliente final ou regime de cobrança unitária, ele detém o controle total sobre o negócio.

"Esse fornecedor sabe exatamente quais são os clientes mais rentáveis da outra empresa e onde eles estão. Para o empresário que busca a melhor plataforma de rastreamento, o risco é tornar-se um ‘revendedor dependente’ em vez de um dono de negócio. Na prática, você está construindo sua base de clientes em um sistema que pertence ao seu maior competidor", detalha Ota.

Na prática, se uma empresa utiliza o rastreador, o chip e a plataforma de uma única companhia que também disputa o mercado, ela perde a soberania sobre a operação, avalia o CEO da Ikonn.

Se o fornecedor decidir aumentar os preços ou mudar as regras de forma súbita, o empresário estará preso a essa situação. Mudar de plataforma significaria trocar todos os chips ou todos os hardwares de uma vez, o que Ota descreve como "um suicídio financeiro".

"A plataforma de rastreamento deve ser agnóstica: ela deve dar ao empresário a liberdade de escolher o melhor hardware e o melhor chip, sem que um prenda o outro", defende o empresário.

"No entanto, quando o fornecedor entrega o chip atrelado ao software, ele tem o que chamamos de visibilidade total do fluxo. Ele controla o dado desde a origem (hardware) até a interface final (app). Se esse fornecedor também vende unitário, ele pode usar essa massa de dados para identificar nichos lucrativos e canibalizar o mercado dos próprios parceiros. Soberania exige que você seja o único dono da jornada do dado", acrescenta Ota.

A dependência total de um fornecedor pode afetar até mesmo a valorização patrimonial e a atração de investimentos de uma empresa de rastreamento, ressalta o CEO da Ikonn. Ele diz que, no momento de uma venda ou fusão, o investidor avaliará o nível de dependência. Uma empresa que não é dona do seu chip, do seu hardware e que opera em uma plataforma de um concorrente tem um valor de mercado muito menor.

Esse negócio passa a ser visto pelo investidor como uma operação de revenda, e não como um ativo tecnológico, afirma Ota. "Quem busca construir um legado e triplicar o faturamento precisa de uma arquitetura que valorize a sua marca e a sua independência técnica", salienta ele.

Ota revela que, na Ikonn, o foco está na engenharia de sistemas e não em combos fechados com chip e hardware. Segundo ele, essa escolha reflete o compromisso da empresa com a soberania do parceiro.

"Se vendêssemos o chip e o hardware travados em nossa plataforma, estaríamos criando uma relação de dependência, e não de parceria. Nossa engenharia é focada em fornecer um sistema de rastreamento eficaz do ponto de vista de processamento e estabilidade, permitindo que o empresário tenha o poder de barganha com fornecedores de hardware e conectividade. Nós não queremos ser donos da sua central; queremos que você seja o dono absoluto da operação", pontua Ota.

Para saber mais, basta acessar o site da Ikonn: https://www.ikonn.com.br/

Lamborghini lança Revuelto NA63 em homenagem à América do Norte

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A Automobili Lamborghini apresentou o Revuelto NA63, edição limitada de seu primeiro veículo V12 eletrificado de alta performance (HPEV), criada para celebrar o mercado mais importante da marca: a América do Norte. Serão produzidas apenas 63 unidades, todas destinadas aos Estados Unidos e Canadá, em referência ao ano de fundação da empresa, 1963, e ao 63º aniversário da marca em 2026.

Apenas 63 unidades serão produzidas para os Estados Unidos e Canadá

O modelo se destaca por uma pintura exclusiva desenvolvida para refletir tanto a herança da Lamborghini quanto a identidade cultural norte-americana. A primeira configuração apresenta carroceria Blu Marinus, com faixas em Rosso Mut e Bianco Monocerus Matt, remetendo às cores da bandeira dos Estados Unidos e ao padrão da bandeira canadense. Os detalhes em vermelho se repetem em elementos como o splitter dianteiro, as saias laterais e o difusor traseiro.

Além dessa configuração, os clientes poderão escolher entre outras três opções: carroceria Grigio Serget com detalhes em Blu Royal e Bianco Monocerus; carroceria Bianco Sideralis com faixas em Rosso Mars e Blu Royal; e carroceria Grigio Acheso com acabamentos em Nero Nemesis e Arancio Xanto.

O Revuelto NA63 mantém a arquitetura técnica do modelo original, combinando o motor V12 aspirado da Lamborghini com um sistema híbrido que entrega 1.015 cavalos de potência e 807 Nm de torque. O desempenho inclui aceleração de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e velocidade máxima superior a 350 km/h.

O design exterior é marcado por faixas bicolores no capô, complementadas por elementos coordenados nas laterais e na traseira, criando uma assinatura visual distinta. A aerodinâmica avançada e o uso de tecnologias inovadoras no chassi reforçam a proposta de performance e eficiência.

Lamborghini lança Revuelto NA63 em homenagem à América do Norte

O interior segue a filosofia de inovação da Lamborghini, com acabamentos que unem funcionalidade e estética. Cada unidade será personalizada de acordo com as preferências dos clientes, reforçando o caráter exclusivo da série.

Com o Revuelto NA63, a Lamborghini celebra não apenas um marco histórico, mas também a importância estratégica da América do Norte em sua trajetória. A edição limitada simboliza a união entre tradição e inovação, reafirmando o papel da região como protagonista no crescimento global da marca.

Talos apresenta Porsche 911 RT limitado a 20 unidades

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A Talos Vehicles apresentou o Porsche 911 RT, criação artesanal que será produzida em série limitada de apenas 20 unidades em todo o mundo. O modelo foi inspirado no lendário 911 R de competição e adaptado para uso nas ruas, mantendo a identidade visual e acrescentando soluções de engenharia que garantem desempenho e exclusividade.

Projeto combina autenticidade visual e engenharia artesanal

“Nossa filosofia para o 911 RT foi muito simples: criar um carro de rua que se comporta como um carro de corrida e vice-versa, e estamos extremamente orgulhosos do resultado”, afirmou Jamie Thwaites, diretor-gerente da Talos Vehicles e responsável pelo projeto.

Cada unidade será encomendada individualmente e construída de acordo com as especificações definidas pelo proprietário. O processo de personalização inclui escolhas de design, materiais e acabamentos, reforçando o caráter exclusivo do veículo. A atenção aos detalhes e a dedicação ao artesanato britânico são marcas registradas da Talos, que busca oferecer uma experiência única a cada cliente.

O chassi e a dinâmica foram desenvolvidos em colaboração com a Öhlins, que criou um sistema de suspensão digital TTX exclusivo para o modelo. O sistema permite equilibrar conforto e precisão de condução, com amortecedores eletrônicos ajustáveis via smartphone, dando ao motorista controle total sobre o comportamento do carro.

O motor e o conjunto de transmissão permanecem fiéis à fórmula clássica da Porsche, com foco em resposta, confiabilidade e envolvimento do condutor. O 911 RT entrega aproximadamente 540 cavalos de potência, com entrega progressiva e natural, permitindo explorar plenamente as capacidades do veículo.

Talos apresenta Porsche 911 RT limitado a 20 unidades

O exterior foi concebido a partir de avançes tecnológicos de digitalização 3D, que capturaram o carro de corrida original e o adaptaram ao chassi do GT3 RS. Painéis de fibra de carbono desenvolvidos em parceria com a MCT Carbon reduzem o peso em 80 kg em comparação ao GT3 RS. O pacote aerodinâmico agressivo e os parafusos de roda com travamento central reforçam a vocação esportiva.

As escolhas finais de pintura e acabamento externo serão definidas em conjunto com cada proprietário, garantindo que cada unidade seja única.

O interior busca equilíbrio entre ambiente de competição e conforto para uso diário. Materiais, cores e acabamentos são escolhidos em consulta direta com os clientes, resultando em um veículo que reflete as preferências individuais.

“O Talos 911 RT foi projetado e encomendado sem concessões. Não apenas representa uma oportunidade exclusiva de design para os proprietários, mas também entrega prazer de condução genuíno. Com cada cliente desempenhando papel direto na definição do carro, o 911 RT é diferente de qualquer outro. Ele ultrapassa os limites de performance e individualidade”, concluiu Thwaites.

Mães deixam carreira pela formação profissional dos filhos

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Mães deixam carreira pela formação profissional dos filhos
Mães deixam carreira pela formação profissional dos filhos

A busca por oportunidades educacionais e profissionais muitas vezes exige redesenhar trajetórias familiares — e, muitas vezes, são as mães que lideram deslocamentos ousados. É o que acontece em Joinville, Santa Catarina. Longe dos holofotes, elas deixam casas, carreiras, rotinas e vínculos para acompanhar os filhos em jornadas que exigem mudanças radicais de vida.

Embora não existam estatísticas oficiais específicas sobre esse tipo de decisão, estudos sobre mobilidade social ajudam a compreender o fenômeno. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), analisados pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS), indicam que o suporte familiar é um dos principais fatores que influenciam o futuro educacional e profissional dos jovens.

Na prática, isso pode se traduzir em escolhas de impacto: quando a oportunidade não está onde a família vive, alguém precisa se mover — e, na maioria das vezes, esse alguém é a mãe.

A vida que ficou para trás — e o futuro que chama

A história de Elaine Neves materializa esse movimento. Há quatro anos, ela deixou o Rio de Janeiro ao lado da filha Elisa Neves, hoje com 13 anos, após a adolescente, que na época tinha nove anos, ser aprovada na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville (SC) — uma das mais respeitadas instituições de formação em dança do país.

A decisão exigiu mais do que uma mudança de endereço. Elaine renunciou a carreira como arquiteta, fechou sua casa na região serrana do Rio, abriu mão da convivência diária com o marido, que permaneceu no RJ por questões profissionais e embarcou rumo aos sonhos da filha. Desde então, a família vive uma realidade marcada pela distância, sustentada por viagens constantes e pela tentativa de manter os laços apesar da separação geográfica.

Enquanto Elisa se dedica à formação como bailarina, ainda com mais quatro anos de estudo pela frente, Elaine assume o papel de base emocional, logística e afetiva — essencial para que o sonho da filha siga possível entre jornadas intensas de treinos, estudos e outros cuidados parentais. "Os sonhos dela são os meus e eu mudaria tudo outra vez para ver se concretizar a realidade que Elisa tanto almeja. Sei que ela está se transformando em uma exímia bailarina e no futuro celebraremos essa vitória conquistada em família. O amor de uma mãe é capaz de tudo", diz Elaine.

Foi o que também fez Jaqueline Cristina Almeida dos Santos ao deixar a comunidade Cidade de Deus, considerada uma das regiões mais violentas no Rio de Janeiro. A mãe solo que vivia em condições de extrema vulnerabilidade social com os sete filhos deixou os medos para trás e encarou com coragem a esperança de um futuro melhor assim que o filho Wellington dos Santos, de 12 anos, foi aprovado como estudante de balé no Bolshoi. Hoje, contratada como cozinheira de um restaurante, ela consegue prover os filhos que esperam pelo retorno do futuro bailarino enquanto recebem os cuidados de outros familiares.

Além do sangue: o projeto de vida de mães voluntárias

Histórias como essa revelam uma verdade pouco discutida: o sucesso de jovens talentos raramente é individual. Ele é construído a partir de renúncias, reorganizações e principalmente rede de apoio.

No caso da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, essa realidade é reconhecida na prática. A instituição conta com o apoio da Casa Social, onde vive uma mãe voluntária com seus filhos temporários. Na cidade de Joinville, em uma casa social sustentada com recursos públicos da Paraíba, mora Edileusa Lisboa e 19 filhos temporários com idades entre 11 e 16 anos. A mulher largou tudo em João Pessoa para se dedicar aos alunos aprovados pelo Bolshoi que não podem contar com a presença de suas mães biológicas nem de outros integrantes da família durante o período de formação, que dura oito anos. Edileusa assume a função de cuidados, acompanhamento acadêmico, alimentação saudável, rotina regrada, idas e voltas aos treinos e ensaios, mas, acima de tudo, acolhimento — garantindo que os adolescentes tenham uma referência afetiva mesmo longe de casa.

Edileusa não é mãe de sangue, mas se considera mãe de coração: "São oito anos para levá-los comigo por uma vida inteira. O sinônimo de mãe é entrega", acentua a paraibana.

Maternidade em trânsito: entre renúncia e potência

Pesquisas sobre mobilidade urbana e dinâmica familiar em São Paulo mostram que mulheres, especialmente mães, concentram grande parte das responsabilidades relacionadas aos filhos — o que impacta diretamente nas decisões de deslocamento e reorganização de rotinas no cotidiano, mas em alguns casos os impactos vão além: envolvem escolhas estruturais como mudar de cidade, interromper carreiras, reconstruir redes de apoio e recomeçar do zero.

Mais do que acompanhar, essas mães protagonizam uma travessia. São elas que, muitas vezes, tornam possível o acesso dos filhos às oportunidades que exigem deslocamento — físico e emocional.

Amor que não mede distância, mensura propósito

No mês das Mães, histórias como a de Elaine, Jaqueline e Edileusa revelam renúncias que marcam muitas experiências na maternidade. "As mães são capazes de trocar estabilidade por possibilidade, proximidade por propósito e rotina por sonho. Mães entendem que, às vezes, amar também é partir ou renunciar", exclama Elaine.

"O amor da minha mãe se moveu, se reinventou, percorreu quilômetros pra me levar mais longe e eu nunca esquecerei que foi o sacrifício dela que me fez brilhar no palco mais importante de todos, o palco da vida", finaliza grata e emocionada a futura bailarina profissional, Elisa Neves.

Exclusividade garantida: Jeep Avenger ganha novas versões e tecnologias

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A Jeep apresentou o novo Avenger, evolução de seu modelo mais vendido na Europa, agora com a edição especial de 85 anos. O utilitário compacto abre pedidos na Europa e chega com atualizações de design, novos recursos tecnológicos e ampla variedade de motorizações, incluindo opções híbrida, elétrica, 4xe e o inédito motor a gasolina Turbo 100. Confira dois vídeos com o modelo nos links https://youtu.be/LcWbigeuLK8 e https://youtu.be/64uJR7lWe5M.

SUV compacto oferece opções híbrida, elétrica, 4xe e a combustão

“Para onde a vida levar, o Avenger será sempre o ajuste perfeito: ágil na cidade, aventureiro fora dela e desenhado em torno da essência da liberdade concentrada”, afirmou Fabio Catone, Head da Jeep Brand na Enlarged Europe.

O Avenger foi concebido na Europa e pensado para clientes europeus, mas conquistou reconhecimento global por unir estilo, funcionalidade e tecnologia em um modelo compacto. Desde seu lançamento, já acumula mais de 270 mil pedidos, sendo 60% de versões eletrificadas. Atualmente, é o SUV mais vendido na Itália e um dos líderes do segmento B-SUV na Europa. Esta nova geração também será fabricada no Brasil, embora ainda não esteja confirmado quais versões serão oferecidas no mercado nacional.

O design foi atualizado com novos para-choques, rodas redesenhadas de 17 e 18 polegadas e duas novas cores, Forest e Bamboo, que reforçam a conexão da marca com a natureza. A grade de sete fendas, característica da Jeep, ganhou iluminação em LED inspirada no Compass, tornando-se visível à noite e alinhando o visual ao restante da linha.

No interior, o Avenger recebeu novos materiais e acabamentos, como painéis de porta mais macios, inserções acolchoadas no painel e novos revestimentos premium nas versões Altitude e Summit. A versão 4xe traz interiores verdes laváveis e duráveis, além do sistema Selec-Terrain com comandos redesenhados para facilitar a escolha dos modos de condução.

Exclusividade garantida: Jeep Avenger ganha novas versões e tecnologias

Entre os recursos tecnológicos, o modelo passa a oferecer faróis Full LED Matrix, que ajustam automaticamente o facho de luz conforme o tráfego e a velocidade, e câmera frontal com visão 360°, que auxilia em manobras de estacionamento e evita pequenos danos. O sistema projeta uma visão superior do veículo e arredores na tela central, permitindo ao motorista selecionar diferentes ângulos.

A gama de motores inclui o novo Turbo 100 a gasolina, com 101 cavalos de potência e câmbio manual de seis marchas, o e-Hybrid de 110 cavalos com câmbio automático de dupla embreagem e bateria de 48V, o 4xe híbrido plug-in com tração integral e até 1.900 Nm de torque nas rodas traseiras, e a versão elétrica BEV de 156 cavalos, com bateria de 54 kWh e autonomia de até 400 km no ciclo WLTP.

O Avenger oferece ainda porta-malas de 380 litros, sistema multimídia de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de atualizações remotas. O aplicativo Jeep permite localizar o veículo, travar e destravar portas, verificar nível da bateria e programar recargas.

A edição especial 85th Anniversary traz detalhes exclusivos, como logotipos comemorativos nos para-lamas, rodas douradas de 18 polegadas, decalque no capô e bancos com estampa tartan e costuras douradas. O pacote inclui também iluminação ambiente multicolorida e grade iluminada.

“Projetado e fabricado na Europa, o Avenger abre um novo capítulo: novos recursos, mais atualizações e a exclusiva edição especial de 85 anos tornam este modelo o mais atraente até agora”, concluiu Fabio Catone.

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