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Chevrolet Astra 2010 ganha novos conteúdos para manter a liderança no segmento de hatches no Brasil

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Modelo de sucesso da marca vem de série com itens que o deixaram ainda mais completo e competitivo no mercado

Texto e Fotos: Imprensa GM

O Chevrolet Astra fica ainda mais completo para manter a liderança em vendas no segmento de hatches médios do Brasil, que já dura 10 anos – neste período, o modelo atingiu a marca de mais de 310.000 unidades vendidas no Brasil. Para este desafio, a linha 2010, que chega às concessionárias Chevrolet de todo o País no final de julho, ganhou novos conteúdos para agradar ainda mais aos exigentes consumidores desta categoria, entre eles ar-condicionado eletrônico digital e rodas de liga leve aro 16 polegadas.

As novidades do Chevrolet Astra 2010 referem-se a diversos quesitos, selecionados durante pesquisa de mercado realizada pelo Marketing da Chevrolet. Segundo o estudo, os consumidores de modelos do segmento de hatches médios no Brasil levam em consideração, no momento da compra, desempenho, conforto e comodidade (nível de equipamentos disponíveis), design e relação custo-benefício.

“O Chevrolet Astra com estes novos conteúdos torna-se ainda mais competitivo no segmento dos hatches médios, onde é líder há 10 anos”, observa Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul. “Trata-se de um automóvel com um conjunto motor-transmissão já comprovado, excelente espaço interno, amplo porta-malas para seu segmento, além de desempenho e estabilidade em curvas incríveis”, acrescenta o executivo.

Além da liderança histórica, o Chevrolet Astra segue para seu 11º ano na frente. “Em 2009, foram comercializadas no mercado interno 13.346 unidades no acumulado do primeiro semestre, o equivalente a uma participação de 24% no segmento de hatches médios. Esse volume é 3.773 veículos a mais do que o registrado pelo modelo segundo colocado no ranking de janeiro a junho deste ano”, salienta José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.
Jaime Ardila acrescenta que, além desta liderança do Astra, a Chevrolet comemora um novo recorde histórico mensal de vendas ao mercado interno no mês de junho, superando em 3.018 unidades o recorde anterior, de 55.629 veículos estabelecido em julho de 2008. Foram comercializados em junho 58.647 veículos Chevrolet, a melhor marca já registrada em 84 anos de presença da GM no mercado automobilístico brasileiro.

Novidades no Astra 2010 seguem os desejos do consumidor

As novidades implementadas no Astra 2010 seguiram os desejos do consumidor da categoria, com a introdução de um pacote muito similar ao da versão Elegance, a mais sofisticada da linha.
No aspecto conforto, que diz respeito ao nível e quantidade de equipamentos, o modelo vem agora, de série, com ar-condicionado eletrônico digital com controle automático da temperatura, regulagem elétrica de altura dos faróis halógenos e faróis com desligamento automático temporizado – após o seu acionamento com o veículo desligado, os faróis permanecem acesos por 15 segundos.

Também são itens de conforto no Chevrolet Astra 2010 o espelho retrovisor eletrocrômico (escurecimento automático e antiofuscante) e luz de cortesia integrada com ativação e desativação automáticas; limpador do vidro traseiro acionado automaticamente ao engate da marcha à ré, sempre que o limpador de parabrisas estiver ligado; banco traseiro rebatível com encosto dividido 1/3 e 2/3; descansa-braço central; e portinhola de acesso ao porta-malas pelo habitáculo.

No aspecto design, outra importante razão de compra dos hatches médios, as novidades do Chevrolet Astra 2010 são as rodas de liga leve aro 16 polegadas (que vieram da versão SS), farol de neblina no parachoque dianteiro, aerofólio traseiro (exceto para a configuração de entrada), ponteira do escapamento polida e em formato “oval”, além de instrumentos no painel com moldura preta, fundo branco, ponteiros pretos e anéis cromados.

O Chevrolet Astra 2010 também se destaca pelo desempenho do motor Flexpower 2.0, que recebeu importantes modificações este ano e agora desenvolve 140 cv a 5.600 rpm, quando abastecido com álcool, e 133 cv a 5.600 rpm, com gasolina. Esta motorização ainda está mais econômica e ecológica.

“É importante ressaltar ainda a excelente relação custo-benefício do Chevrolet Astra 2010. Pode-se dizer, então, que o consumidor terá um modelo muito mais completo, por um preço de mercado ainda mais competitivo”, avalia Marcos Munhoz, diretor de Marketing e Vendas da Chevrolet.

A ESCOLHA CERTA EM BLINDAGEM GARANTE SEGURANÇA PARA O MOTORISTA SEM COMPROMOTER A ESTRUTURA DOS CARROS

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Para oferecer a melhor opção em blindagem aos seus clientes, a Grand Brasil é parceira da Fórmula Blindados, empresa pioneira na comercialização de veículos com proteção balística
Texto: Imprensa Grand Brasil
Quando se trata de violência, o Brasil bate recordes. Tanto nas taxas de criminalidade quanto em sua prevenção. Por conta do número de assaltos de norte a sul do território nacional, o segmento de blindagens ganhou força, especialmente nos últimos anos, colocando o Brasil como o principal mercado do mundo em número de blindados.

Segundo reportagem do jornal americano New York Times do início de maio, mesmo com a crise, a venda de carros blindados continua a crescer no Brasil. De acordo com os dados da publicação, foi registrado um aumento de quase 300% em nove anos.

Mas para comprar esse tipo de carro, o consumidor deve procurar lojas idôneas, que se responsabilizem pela qualidade dos automóveis. Este é o caso da rede de concessionárias Grand Brasil, que têm a empresa Fórmula Blindados há mais de 10 anos como parceira na blindagem de veículos. “Sempre utilizamos materiais leves e de alta tecnologia. “Tudo feito em conformidade com as exigências do Exército Brasileiro”, afirma Joaquim Ferreira Neto, gerente de vendas da Fórmula Blindados.

Segundo ele, uma blindagem feita somente com aço (tipo bastante comum no mercado) aumenta o peso do veículo em cerca de 400kg, praticamente sua capacidade total de carga . Nesses casos, alguns componentes do automóvel acabam sofrendo desgaste prematuro, como os sistemas de freio e suspensão, pneus e caixa de direção. Além disso, o excesso de peso pode afetar a estabilidade do carro bem como sua capacidade de frenagem. Por isso, a maior parte da blindagem da Fórmula é feita com manta de aramida. “Há aplicação do aço apenas nos pontos em que não podem ser substituídos pela manta, como as proteções de maçanetas e colunas, garantindo maior leveza e segurança para o veículo blindado. Vale lembrar que a manta de aramida é cerca de seis vezes mais leve que o aço”, diz Joaquim Ferreira Neto.

Ele explica, ainda, que a durabilidade dos materiais utilizados na blindagem é indefinida. Dependendo apenas do cuidado com a manutenção feita pelo motorista ao longo do tempo. “É importante fazer, ao menos, uma revisão anual da blindagem. Se a conservação for correta a proteção irá durar muitos anos”, afirma o gerente de vendas.

Gatti Veículos de volta no jornal Alpha Autos

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Revenda é uma das mais conceituadas da Grande São Paulo

Sérgio Dias

A Gatti Veículos está novamente anunciando na edição impressa do jornal Alpha Autos. Fechou na data de hoje o anúncio na capa da próxima edição.

Conforme Ricardo Secco, gerente de marketing, trata-se de um “recomeço” da parceria.

A Gatti Veículos, desde que foi formada, tem adquirido uma ampla estrutura. Sua tecnologia e credibilidade na venda de novos e seminovos facilita o dia-a-dia dos clientes.

A Gatti Veículos esta localizada na Avenida dos Autonomistas, 3786, Osasco. Para mais informações ligue 11-21117272 ou acesse http://www.gattiveiculos.com.br/

Chevrolet Astra 2010

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Ainda hoje mais fotos e informações sobre o modelo, aqui no Alpha Autos

Só você não pode…

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Texto: Rubens Avanzini*

Foto: Companhia de Imprensa

Você compraria um carro que proporciona entre 40% e 50% de economia por quilômetro rodado em relação aos veículos vendidos hoje, emite aproximadamente 25% menos CO2, gás responsável pelo efeito estufa, tem maior durabilidade, proporciona o mesmo conforto e prazer ao dirigir e apresenta, ainda, maior valor de revenda?

Se você respondeu que sim, então você provavelmente teria um carro a Diesel, assim como dois em cada três europeus, ou ainda tal como fazem empresários do setor de transportes da Argentina. Só não tem porque no Brasil a venda de carro de passeio com motor Diesel é proibida há mais de 30 anos e, por conta disso, poucos conhecem as vantagens e os avanços alcançados por esse tipo de motor.

Vantagens existem e hoje a tecnologia permite todos os benefícios citados acima. A economia de até 90% por quilômetro rodado em relação ao similar movido à gasolina é fato comprovado em estudos realizados pela SAE BRASIL (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade).

Em média, com um litro de diesel é possível rodar cerca de 17 km, enquanto o mesmo carro movido a gasolina faz cerca de 11 km por litro e, se for flex, apenas 7 km por litro de álcool. Com os preços atuais o custo operacional por quilômetro com diesel é cerca de 50% menor do que com a gasolina ou cerca de 40% menor quando se comparado com o álcool. Também é menor que com GNV.

Surpreso? Pois é para ficar. Motoristas de táxi e frotistas conhecem bem essa conta, pois é ela que no final determina se vale a pena ou não o preço da corrida e/ou frete. Há um porém nisso tudo, que é o custo do carro Diesel, mais elevado do que o gasolina/flex, mas para quem roda muito, compensa. Lembram-se do kit gás na época em que o m³ do GNV custava menos de um real? O investimento no Diesel é similar, paga-se com o tempo, e depende do quanto o proprietário utiliza o veículo.

Mas como o motor Diesel ficou assim, tão bom? Milagre? A resposta é investimento em tecnologia. Até a década de 1970, quando foi proibida no Brasil, a aplicação do motor Diesel já havia sido consagrada, tanto para uso comercial quanto para carros de passeio. Todavia, quando comparados aos motores do ciclo Otto, os motores Diesel ainda produziam muito ruído, tinham dirigibilidade pouco confortável e emitiam fumaça.

O advento do aumento do efeito estufa, das legislações de emissões e da conscientização sobre a necessidade de racionalizar recursos energéticos, alavancaram o avanço tecnológico dos motores Diesel desde então. Essa tecnologia evoluiu muito, principalmente na Europa, onde ocorreu um forte crescimento do mercado de veículos leves a Diesel.

Entre os avanços tecnológicos desenvolvidos, destacam-se a nova injeção direta com controle eletrônico, que garante maior precisão no volume de combustível injetado, as otimizações do fluxo de gases, o sistema EGR (Exhaust Gas Recirculation ou recirculação dos gases de escape) controlado eletronicamente, o aumento da pressão de injeção, superior a 1.800 bar, além possibilidade de injeções múltiplas em um único ciclo, que viabilizam estratégias de redução de ruído e emissões, aliadas ao pós-tratamento de gases de escape por meio de catalisadores e filtros de material particulado, o uso de turbocompressores com geometria variável e intercooler s, a adequação do perfil da câmara de combustão, número de válvulas e comando variável, e a evolução de características de lubrificantes para minimizarem atritos internos.

É isso mesmo: a engenharia trabalhou bastante nos últimos anos para tornar os motores Diesel mais econômicos, confortáveis, confiáveis, seguros e menos poluentes. E o consumidor brasileiro tem sido deixado de lado neste processo.

Há 30 anos o País procurava reservar o Diesel como combustível exclusivo para o transporte de carga e coletivo de passageiros, pelas vantagens na utilização desse tipo de propulsor. Economia e durabilidade. O petróleo entrou em crise mundial, ficou caro e a dívida externa era alta e crescia a cada ano. Para se ter ideia, o custo com importação de petróleo cresceu de US$ 600 milhões em 1973, para US$ 2,6 bilhões em 1974, e para US$ 10,6 bilhões em 1981, enquanto entre 1973 e 1980 a dívida externa brasileira pulou de US$ 6 bilhões para US$ 54 bilhões.

A situação era crítica e havia uma real necessidade de reduzir despesas com a importação de petróleo e derivados. Em contrapartida, houve o desenvolvimento do programa Pró-álcool e o domínio da tecnologia desse tipo de motor, que hoje coloca o Brasil em situação privilegiada no cenário internacional em termos de combustíveis renováveis.

Mas isso são tempos passados. Hoje, o Brasil vive uma situação econômica diferente. Nossa economia vai bem, obrigado, apesar da crise financeira mundial, nosso setor automotivo vive situação de dar inveja aos países da Europa e Estados Unidos, e, principalmente, somos auto-suficientes em derivados de petróleo, com produção crescente e novas reservas sendo descobertas.

E, para os que acham que a liberação do carro Diesel trará desequilíbrio na balança comercial (sim, porque apesar da auto-suficiência, ainda compramos Diesel, porém vendemos outros derivados de petróleo), vale lembrar que o parque de refino da Petrobras está em evolução para produzir mais diesel de qualidade, com excedentes previstos já a partir de 2012. Também não haverá uma explosão de consumo desse tipo de veículo com a sua liberação. Podemos usar o exemplo da Argentina, onde qualquer pessoa pode comprar um automóvel Diesel, porem os maiores consumidores desse tipo de carro são frotistas, justamente porque rodam muito e apresentam melhor relação custo/benefício por quilômetro rodado.

E nós, aqui no Brasil, já temos uma parte do diesel de origem vegetal sendo usada, o biodiesel. A adição de 4% de biodiesel em todo o diesel (B3) comercializado no País, autorizada a partir de 01/07/2008, resulta numa economia 1.350.000 m³ de óleo Diesel, suficientes para suprir, por exemplo, três vezes o consumo anual da frota de táxi das capitais do Brasil, se equipados com motores Diesel. E o B3 está passando agora para B4. Em 2010 está previsto aumentar a adição de biodiesel para 5% (B5).

Se o motor flex proporcionou o livre arbítrio do usuário na escolha de seu combustível a proibição do carro a Diesel vai justamente a sentido contrário. Assim, enquanto o mundo inteiro se beneficia da tecnologia do carro Diesel, hoje, só você não pode.

*Rubens Avanzini (foto) é coordenador da Comissão Técnica de Tecnologia Diesel da SAE BRASIL

ACAV fortalece integração com o grupo MAN em visita à Alemanha

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Texto e Foto: Imprensa ACAV
Com o objetivo de manter a liderança de mercado e os diferenciais da marca, a ACAV (Associação Brasileira de Distribuidores Volkswagen Caminhões e Ônibus) está realizando uma série de iniciativas para fortalecer a relação entre a Rede de concessionárias VWCO e o grupo MAN. A primeira ação foi a visita à sede da MAN, em Munique, na Alemanha. Os principais objetivos do encontro foram apresentar à MAN a solidez da Rede e da marca VWCO no Brasil, reforçar a integração entre associação e grupo e conhecer os processos fabris da montadora.
Durante a visita, o presidente da ACAV, Sérgio Dante Zonta, ressaltou para o grupo MAN o trabalho realizado pela associação, além de reforçar a importância da Rede para o sucesso na comercialização dos caminhões e ônibus da Volkswagen. “Os concessionários VWCO têm atuação predominante em todo o território nacional. Estamos presentes em todos os pontos do Brasil, com infraestrutura completa e uma das melhores do País. Como resultado, somos líderes de mercado há seis anos”, comenta Zonta.
O primeiro local que a diretoria executiva da ACAV conheceu foi a sede mundial da companhia. Outro compromisso importante da viagem, realizada a convite de Häkan Samuelsson, CEO da MAN SE, foi a visita à fábrica de caminhões, a MAN Nutzfahrzeuge. Na planta, puderam ver todo o processo de montagem de veículos, desde os mais simples até os produzidos para o exército e para aplicações mais severas. Nessa unidade, são fabricados modelos de 7,5 a 50 toneladas.
Os executivos conheceram ainda a fábrica de motores diesel em Augsburg. No local, conferiram os processos de fabricação de motores estacionários e marítimos.
“Priorizávamos nessa visita a integração com a MAN e a apresentação aos processos fabris da montadora. Não poderia ter sido melhor, eles têm muito a nos ensinar. Mas, sem dúvida alguma, deixamos registrada a nossa trajetória de sucesso por meio da união entre todos os integrantes do universo VWCO”, finaliza Zonta.

Michelin é eleita a melhor fabricante de pneus industriais

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Texto: Imprensa Michelin

A Michelin receberá o prêmio Top Log Marcas Líderes por ser reconhecida como a melhor fabricante de pneus industriais, durante a Movimat 2009, no dia 04 de agosto, às 17h, no auditório do Expo Center Norte.

O prêmio é concedido pelo Instituto IMAM (Inovação e Melhoramento na Administração Moderna) às empresas mais lembradas pelos profissionais das áreas nas seguintes categorias: fabricantes de produtos para logística, movimentação, armazenagem, embalagem e transporte de materiais e provedoras de serviços e sistemas.

A Movimat 2009 será realizada de 04 a 07 de agosto, das 14h às 21h, no Expo Center Norte – SP.

John Deere nacionaliza produção de dois novos tratores

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Os modelos estão disponíveis para financiamento pelo Programa Mais Alimentos, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); lançamento aconteceu na última sexta-feira, 17, com a presença do ministro Guilherme Cassel, na fábrica de Montenegro (RS)

Texto: Imprensa John Deere

A fábrica de tratores da John Deere em Montenegro, na região metropolitana de Porto Alegre, recebeu na última sexta-feira, 17, a visita do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. O encontro marcou o início da produção, no Brasil, dos tratores modelos 5303, com motor de 57 cv, e 5403, de 65 cv, que podem ser adquiridos com financiamento do Programa Mais Alimentos.

O diretor Comercial para América Latina da John Deere, Paulo Herrmann, comemora a chegada de mais dois tratores na linha de produção nacional e disponíveis aos agricultores por meio do Mais Alimentos. “O programa tem foco na agricultura de pequena produção, portanto, com grande impacto socioeconômico. Ao ampliar a oferta de equipamentos aos produtores deste segmento, também ampliamos a possibilidade de acesso à mecanização e tecnologias ao pequeno agricultor, contribuindo para o aumento da produtividade das lavouras e produção de alimentos no Brasil.”

Hermann destaca que a agricultura de pequena produção é responsável por cerca de 70% dos alimentos que compõem a mesa dos brasileiros e já atinge 9% de participação Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Mais Alimentos é uma linha especial de crédito a longo prazo destinado para investimento em infraestrutura na propriedade rural. O limite de crédito é de R$ 100 mil, que podem ser pagos em até 10 anos, com três de carência, e taxa de juros de 2%. Os tratores 5303 e 5403 juntam-se ao trator 5603, de 75 cv, que já vinha sendo financiado por meio do programa do Governo Federal. “Com os dois novos modelos, pretendemos crescer na participação de mercado no segmento abaixo de 75cv”, afirma Hermann.

Além do ministro Cassel, participaram da visita à fábrica da John Deere o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre; o presidente da Federação dos Trabalhadores da Agricultura (FETAG), Elton Weber; o presidente do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Aureo Scherer; e representantes da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (FETAF).

Sistema reduz acidentes envolvendo caminhões

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“Fica-Filipe” evita que a roda se solte e alerta motorista sobre problema

Texto: Fabricio Mazocco – jornalista científico

É comum encontrarmos notícias relacionadas a acidentes, muitas vezes fatais, provocados por rodas que se soltam dos eixos dos caminhões. Valter Pereira, um inventor de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, especializado na manutenção de sistemas de tração e suspensão de veículos de cargas, percebendo a alta incidência desse tipo de problema, desenvolveu um sistema de segurança capaz de evitar esse tipo de ocorrência.

O sistema, denominado “Fica-Filipe”, é usado nos eixos das rodas que não têm tração, construído com dispositivos mecânicos e eletroeletrônicos capazes de identificar e avisar o motorista que há algum tipo de problema no eixo do seu veículo. Essa tecnologia foi depositada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) na forma de dois documentos de patente.

Vários são os motivos que podem fazer com que a roda se solte do caminhão, como a quebra do eixo, quebra da ponteira, quebra de rolamento ou espanamento de rosca. Em muitos desses casos, que são comuns, o “rodeiro” (ou “filipe” como é conhecido) escapa, o que pode provocar sérios acidentes e prejuízos.

Ao acontecer algum desses problemas, mesmo com o “rodeiro” escapando, o Fica-Filipe evita que a roda saia repentinamente. Além disso, um sensor instalado no eixo faz com que, ao soltar o rodeiro, um sinal sonoro seja emitido na cabine do motorista, alertando-o do problema. Assim, o caminhoneiro tem a segurança de parar o caminhão antes da roda se soltar.

Valter levou cinco anos para desenvolver o Fica-Filipe. O equipamentos já está sendo testado em caminhões e carretas, inclusive em caminhões que transportam grande volume de carga, como por exemplo nos caminhões de cana-de-açúcar. Atualmente, o Fica-Filipe está sendo negociado para ser produzido e comercializado por fabricantes de carretas e trucks.

VDO apresenta ao mercado de reposição a nova linha de eletrobombas

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Texto e Foto: Imprensa VDO
A VDO, uma das marcas da Continental Brasil Indústria Automotiva para o mercado de reposição, inova seu portfólio de produtos com a ampliação da linha de eletrobombas, com oito novos itens, para veículos leves e pesados. Recém-lançada, a eletrobomba é direcionada para o sistema lavador de para-brisas e injetor de gasolina. O novo produto contempla os veículos Fiat Uno, Volkswagen Gol, Volkswagen Parati, GM Celta, GM Astra, GM Zafira, Fiat Doblò, Fiat Palio, Ford Ka, Ford Fiesta, Ford EcoSport e caminhões e ônibus Mercedes-Benz, entre outros.
A eletrobomba para o injetor de gasolina atua diretamente no envio do combustível para a entrada de alimentação do motor, por meio de mangueiras. No caso de veículos flex ou movidos a álcool, o equipamento é importante, pois funciona como um sistema de partida a frio, agilizando o processo de ignição e evitando danos posteriores ao carro. Já a eletrobomba para o sistema lavador do para-brisas é responsável pela captação da água do reservatório para o limpador, auxiliando na limpeza do local.

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