F-BMW: Vilarinho marca pontos e segue na disputa pelo título nos Estados Unidos

– Filtro de ar
De forma geral, filtros sujos podem causar diversos problemas para o automóvel. Por isso, de forma preventiva, a Affinia recomenda sempre a troca do filtro de ar nas revisões periódicas, independente se veículo utiliza injeção eletrônica, que afeta o desempenho, ou carburador, que eleva o consumo de combustível e aumento o nível de emissões. Ou seja, não trocar o filtro preventivamente vai gerar algum tipo de prejuízo ao proprietário do veículo.
– Filtro de óleo
A função do óleo é lubrificar, resfriar e, principalmente, limpar o motor graças à função detergente. Por isso, é muito importante a cada troca de óleo substituir também o filtro, em geral a cada 10 mil km. Do contrário, o resíduo de óleo sujo na caneca do filtro vai contaminar o óleo novo. Existe a falsa idéia de que o filtro de óleo deve ser trocado a cada duas trocas de óleo, mas não é o recomendado, pois pode acarretar diminuição da vida útil do motor. Lembrando que o melhor óleo, bem como o intervalo correto de troca é o indicado pela montadora no manual do proprietário. Comprou um carro seminovo ou usado e tem dúvidas sobre a qualidade do óleo? O ideal é remover todo o óleo e o filtro, substituindo-os pelo recomendado pela montadora.
– Filtro de combustível
Não há uma data ou quilometragem padrão para troca. O importante é seguir a recomendação de substituição da montadora. Em razão da baixa qualidade de combustíveis, o filtro pode ter o processo de saturação acelerado. Um filtro de combustível saturado pode provocar desde danos à bomba de combustível até a parada total do motor. Ou seja, a suposta economia no abastecimento pode trazer sérios prejuízos no sistema de alimentação do veículo, e também do bolso. Na hora da substituição do filtro deve-se levar em conta o combustível, álcool, gasolina ou flex. Existe um filtro para cada tipo de combustível.
– Carburador
Os veículos fabricados com carburador passaram por um processo de substituição pela injeção eletrônica que durou de 1989 até 1996 quando os motores com carburador não atendiam as leis de emissões de poluentes vigentes no país. Estudos feitos com combustíveis, em especial de alguns postos sem bandeira, revelaram que a má qualidade do produto atinge diretamente o carburador, principalmente os componentes à base de borracha nitrílica. Por isso recomenda-se a manutenção preventiva, ou seja, limpeza ou regulagem, a cada seis meses ou 10 mil km, conforme o uso do veículo, em geral veículos com mais de 15 anos.
– Bomba d’água
Não existe substituição preventiva. Mas recomenda-se tomar certos cuidados para a manutenção. É muito importante a manutenção do sistema de arrefecimento, mantendo-o sempre com a proporção adequada de aditivo e substituir todo o líquido uma vez por ano. As causas mais comuns de danos na bomba d’água são aquelas que comprometem a vedação do selo mecânico, desgaste por tempo de uso ou falta de manutenção no sistema de arrefecimento. A vida útil de uma bomba d’água, tanto original de fábrica quanto a de reposição, está diretamente ligada à manutenção prestada. Lembre-se, os veículos atuais possuem o sistema de arrefecimento selado, a necessidade de reposição periódica de água indica vazamento, fique atento, pois o nível do líquido abaixo do mínimo pode provocar superaquecimento e sérios danos ao motor.
– Amortecedor
Muitas pessoas acreditam que os amortecedores servem apenas para o conforto interno do veículo, mas a função vai além. O amortecedor é responsável por manter os pneus em contato com o solo e garantir a estabilidade do veículo. É comum ouvir que o motorista perdeu a direção do carro. Numa curva, por exemplo, caso os amortecedores estejam desgastados, o carro pode perder a trajetória devido à falta de equilíbrio, ficando ‘solto’. A troca preventiva dos amortecedores pode ser feita por volta dos 40 mil km. Alguns tipos de veículos, ou modo de condução ou ainda condição do solo, podem ter esta média alterada, para mais ou menos. Porém, estudos comprovam que o recomendado para os carros que rodam no Brasil é que, preventivamente, a troca seja feita, em média, com 40 mil km. Os amortecedores da Affinia, fabricados sob a marca Nakata, por exemplo, possuem dois anos de garantia e quilometragem livre.
– Discos e pastilhas de freio
O mesmo carro, ano e modelo, que trafega por uma pequena cidade do interior tem o desgaste de pastilhas e discos completamente diferente daquele que anda-pára no trânsito das grandes cidades. Estes são itens de extrema atenção. O que muitos motoristas não levam em consideração, é que a placa sinalizadora no início da serra com a mensagem “desça engrenado” não é à toa. O objetivo é fazer com que o carro utilize o freio-motor e evite o superaquecimento das pastilhas e freios. O contrário também é verdadeiro. Numa enchente, por exemplo, pastilhas de má qualidade podem absorver água comprometendo a resposta adequada dos freios nas próximas frenagens. Pode-se fazer só a troca das pastilhas de freio e a retífica do disco, se a espessura mínima ainda permitir. No entanto, preventivamente, recomenda-se trocar discos e pastilhas juntos, pois, com a proibição do amianto na composição das pastilhas, passou-se a utilizar elementos metálicos que aceleram o desgaste do disco.
Imprensa ASEBRASIL
O Instituto ASEBRASIL foi criada em 1996, sem fins lucrativos, como o único programa de certificação da competência dos profissionais automotivos em nosso País. Nesta primeira fase, o Instituto ASEBRASIL era vinculado à ASE dos Estados Unidos, criadora da marca. Até 2006, 73.881 técnicos passaram por 21 provas do Instituto. Hoje, existem 38.000 profissionais certificados pela entidade no País e outras 12.000 pessoas cujo certificado venceu em 2007 ou 2008, período no qual não foram realizadas provas.
“A nova certificação trará inúmeras vantagens para os profissionais avaliados e também para o consumidor final. As questões aplicadas nos testes, por exemplo, levarão mais em consideração a realidade tecnológica do mercado automobilístico brasileiro”, explica o presidente do Instituto ASEBRASIL. Além disso, as oficinas e estabelecimentos comerciais que possuem em seus quadros profissionais certificados pelo Instituto ASEBRASIL terão menos custos com garantia, decorrentes da aplicação incorreta de seus produtos.
Para os profissionais da reparação, uma das vantagens que a nova certificação ASEBRASIL trará é uma possibilidade concreta de maior remuneração. Para tanto, foi firmado um compromisso com diversos SINDIREPAs dos estados e do Distrito Federal para ser criada uma cláusula especial nas próximas convenções coletivas de trabalho, que prevê um percentual de reajuste superior para o salário do pessoal certificado.
A primeira iniciativa do Instituto, neste reinício, foi prorrogar por um ano, contado a partir de janeiro de 2009, a validade de todos os certificados vencidos desde 1º de janeiro de 2007, para dar tempo a todos os profissionais participarem de novas provas. “Mas os interessados deverão solicitar junto ao Instituto ASEBRASIL esta prorrogação para que seja emitido outro certificado com nova data de validade”, diz Simões, lembrando que os contatos poderão ser feitos por meio do site do Instituto, no endereço www.asebrasil.org.br.
Os profissionais que possuem um bom desempenho no teste e recebem a certificação do Instituto ASEBRASIL passam a exibir no uniforme o logotipo azul e branco do Instituto. As oficinas podem usá-lo em sua fachada, impressos e orçamentos. Os consumidores também se beneficiam muito do programa de certificação, pois ele atesta a competência individual do profissional, servindo como parâmetro importante na hora de escolher uma oficina para deixar seu automóvel.
Nesta nova fase, dependendo da demanda dos profissionais do setor, o Instituto ASEBRASIL poderá promover testes em 10 áreas específicas: reparo de motor, suspensão e direção, freios, sistema eletroeletrônico, funilaria, pintura, ar condicionado, reparo de motor a diesel, freios pesados e especialista em autopeças. “Com a evolução do segmento automotivo, no entanto, poderemos ter, em breve, outras especialidades”, afirma Simões.
O Instituto ASEBRASIL tem como alicerce um Conselho de Administração formado por universidades, representantes dos SINDIREPAS de todo o Brasil, dezenas de empresas do setor automobilístico e pelo próprio SENAI, tradicional parceiro da entidade. Os questionários serão elaborados por uma equipe técnica capacitada, formada por professores do SENAI e das universidades e consultores de fábricas e concessionárias.
As inscrições para a 22ª prova de certificação do Instituto ASEBRASIL já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 27 de julho pelo site www.asebrasil.org.br, nos SINDIREPAS de diversos estados e do DF e na sede do Instituto ASEBRASIL, em São Paulo (SP). Os aprovados receberão um certificado com validade de quatro anos. A meta do Instituto ASEBRASIL é realizar as provas em todos os estados brasileiros, geralmente em escolas do SENAI.
A taxa de inscrição é de R$ 95,00 por teste. A mesma pessoa poderá participar de testes de diferentes temas. Para a mesma pessoa que se inscrever em mais de um teste haverá um desconto especial na taxa. A inscrição em três temas, pela mesma pessoa, por exemplo, custará um valor total de R$ 185,00 (o que significa uma redução de 35%).