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Felipe Massa visita a Fiat Automóveis

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O piloto de Fórmula 1 Felipe Massa, vice-campeão mundial pela Ferrari, participou de evento interno com os funcionários da Fiat Automóveis, na última terça-feira, 27 de janeiro, onde foi cumprimentado pelo Presidente da empresa na América Latina, C. Belini e pelos funcionários da Fiat por seu desempenho na Fórmula 1 em 2008 e pelo título mundial de construtores conquistado pela Ferrari neste ano.
Felipe massa visitou também a fábrica da Fiat Automóveis e já testou o próximo lançamento da montadora, o Punto Turbo. O modelo estará disponível no mercado brasileiro no primeiro semestre deste ano.

Ford Ecosport atinge a produção de 500.000 unidades em Camaçari

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A Ford comemorou esta semana a produção de 500.000 unidades do EcoSport na Fábrica de Camaçari, na Bahia, mais um marco que reflete o sucesso do veículo, líder da categoria de utilitários esportivos desde o lançamento. Fenômeno de vendas em vários mercados, o EcoSport conquistou diversos prêmios nestes seis anos de vida, com características que fazem dele um carro único e desejado.
Do meio milhão de unidades produzidas, 246.131 foram vendidas no mercado interno e 244.979 exportadas. O modelo é exportado hoje para dez países, incluindo Argentina, Venezuela, Equador, Colômbia, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru e México. Tem também unidades rodando em outros 16 países, como Síria e Líbano, no Oriente Médio, além do Cazaquistão, Angola, Nigéria e Etiópia, na Ásia e África.
“Mais que um carro de apelo jovem e desejado por clientes de diferentes perfis, ele é um símbolo de liberdade, conectado com o estilo de vida dos consumidores. As mulheres, por exemplo, são responsáveis por metade das vendas da linha”, afirma Antonio Baltar, gerente geral de Marketing da Ford.
Entre os atributos diferenciados do Ford EcoSport estão a posição elevada de dirigir, a visibilidade, o grande porta-objetos embaixo do banco do passageiro, o compartimento refrigerado no painel, o fácil acesso ao porta-malas e a capacidade de enfrentar obstáculos.
Líder da categoria
O veículo oferece a maior gama de opções da categoria. Disponível nas versões 1.6 Flex, 2.0 Flex com transmissão manual e automática e 2.0 Flex 4WD, conta também com as opções de acabamento XL, XLS, XLT, FreeStyle e 4WD, além de um modelo com motor 1.4 diesel para exportação.
Criado no Brasil – único lugar do mundo onde é produzido – para atender o gosto e as necessidades do consumidor brasileiro, o EcoSport inaugurou um novo segmento e foi um dos responsáveis pela grande virada da Ford no País. A sua liderança foi reforçada por constantes inovações, tanto na motorização, no estilo e no acabamento como na oferta de equipamentos.
“Apesar das diversas tentativas da concorrência, nenhum modelo foi capaz até hoje de ameaçar a sua supremacia na categoria”, destaca Antonio Baltar. Em 2008, a linha vendeu 44.178 unidades no Brasil, com média mensal acima de 3.600 unidades e participação de 41,6% no segmento de utilitários esportivos compactos.
Evolução na qualidade
Desde o lançamento, o EcoSport registra uma evolução constante nos índices de qualidade e de satisfação do consumidor. Entre eles estão o TGW/1000 (“Things Gone Wrong”), que mede o número de defeitos apontados pelos clientes a cada mil veículos produzidos, e os indicadores de garantia. A Fábrica de Camaçari trabalha com ferramentas globais de qualidade para o aprimoramento contínuo do produto, que incluem desde o controle rigoroso dos processos de manufatura e inspeção até o acompanhamento do seu desempenho no campo. “O alto padrão de qualidade do EcoSport é um fator inerente à concepção do seu projeto, que vem sendo aprimorado com investimentos constantes no desenvolvimento do produto, na melhoria dos processos da fábrica e no treinamento dos times de trabalho”, diz Reinaldo Santos, gerente da Qualidade da Ford na Fábrica de Camaçari. “Conhecemos os pontos que impactam a satisfação do cliente e trabalhamos com metas cada vez mais rigorosas para que ele seja o melhor veículo da categoria”.

Manutenção do automóvel garante economia para os motoristas

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Motoristas devem ficar atentos às condições extremas de uso dos veículos

A cada dia 600 novos carros são emplacados em São Paulo. Apesar da frota crescente, as ruas e avenidas continuam as mesmas e acabam por gerar o caótico trânsito da cidade. O anda e pára dos automóveis, somados aos problemas do dia a dia da metrópole podem reduzir a vida útil das peças de maior uso do veículo, por isso, os motoristas devem ficar atentos à manutenção.

Esperar o carro dar sinais de que precisa de uma revisão não é a melhor alternativa, já que a manutenção preventiva garante segurança e, por estranho que possa parecer, até economia para os proprietários. Jair Silva, Supervisor de Assistência Técnica e Serviços da Affinia Automotiva – responsável pelas marcas Nakata, Wix, Brosol, Urba, Spicer, Perfect Circle e Victor Reinz -, utiliza um modelo da Volkswagen para um exemplo simples de como a manutenção ajuda no bolso. “Se o motorista fizer uma manutenção preventiva em seu Gol 1.0 e substituir lonas de freio e retificar o tambor, ele terá um gasto médio de R$ 130. Se optar por deixar essas peças esgotarem sua vida útil, além da substituição da lona, o tambor também deverá ser trocado e, nesse caso, o proprietário deverá desembolsar cerca de R$ 250, ou seja, quase o dobro”, calcula o técnico.

Algumas peças, devido sua importância e representatividade na segurança do veículo, devem ser substituídas preventivamente. É o caso das pastilhas, lonas e cilindros de freio; filtros de ar, óleo, combustível e cabina; correias; componentes de suspensão e direção; e óleos. Não substituir esses componentes durante seu período de vida útil pode provocar, em geral, maior consumo de combustível, aumento significativo com manutenção corretiva e, ainda, acidentes pela falta de freio ou pela perda de controle do veículo. “A manutenção preventiva é a melhor maneira de minimizar a possibilidade de imobilização do veículo, prevenir acidentes e reduzir o custo geral de manutenção do veículo,” afirma Silva.

Para aqueles proprietários de automóveis que não estão familiarizados com temas técnicos, basta seguir o plano de manutenção preventiva elaborado pela montadora do veículo que explica quais são os momentos adequados para se fazer uma revisão no carro, bem como substituir as peças importantes antes do fim da vida útil, sem caracterizar a condição extrema de uso.

Como escolher o rastreador para seu veículo

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Como toda ferramenta tecnológica, o rastreador é projetado para operar em determinadas condições de aplicabilidade, ou seja, cumpre exatamente as funções para o qual foi projetado e idealizado. Portanto, cabe ao usuário, uma escolha criteriosa dos sistemas, tecnologias e prestadores de serviço, buscando atender às suas necessidades.

Responsável por uma avaliação de sistemas de rastreamento e bloqueio, o CESVI BRASIL aponta alguns questionamentos básicos que devem ser feitos na hora da escolha de um sistema e/ou prestador de serviço.

1- Para que preciso do rastreador?
Essa é a pergunta inicial que deve ser respondida. O rastreador pode ser uma ferramenta de logística com efeitos colaterais em segurança, ou vice-versa, ou seja, pode ser projetado para a segurança contra roubo, com limitadas funções de logística. Portanto, a necessidade poderá ser delineada para aplicações exclusivas em segurança, logística ou ambos. A partir dessa análise, é possível identificar as expectativas que o equipamento deverá atender.

2 – Onde o veículo rastreado irá trafegar?
É importante lembrar que a tecnologia escolhida representará a área de cobertura do rastreador. Deve-se analisar se o veículo irá trafegar grande parte do tempo em regiões metropolitanas, em rodovias interestaduais, ou ambos. Essa análise facilitará a escolha da tecnologia correta, visando à melhor relação custo-benefício.

3 – Quais funções precisam ser controladas no veículo?
O rastreador é uma ferramenta bastante flexível, que oferece desde as funções de controle mais simples até complexas informações de telemetria do veículo, controlando, por exemplo, áreas de acesso, abertura de portas, velocidade, etc. Analise a necessidade do uso dessas funções, visando à aplicação adequada ou à solicitação de novos recursos para atender a sua necessidade.

4 – Com que freqüência é necessário obter informações do veículo?
Neste ponto, é importante analisar com quanto tempo de “atraso” será recebida a informação do veículo rastreado. Analise se o tempo de comunicação é adequado e alinhado com suas necessidades, sejam de logística, segurança ou ambos. Se o rastreador estiver sendo utilizado para o transporte de cargas, alguns pontos devem ser considerados:
ü Qual o valor da carga transportada?
ü Qual o histórico de roubo da mercadoria transportada?
ü Por quantas áreas, consideradas de risco elevado, o veículo irá trafegar?
ü Quanto tempo ficará nessas áreas?
ü Qual tecnologia permite comunicação nessas áreas?
O custo estará diretamente ligado à freqüência de comunicação e à tecnologia escolhida.

5 – O custo da instalação está incluso no valor do equipamento?
Verifique se a instalação será cobrada pela empresa. Muitas vezes, essa informação não é esclarecida pelo prestador e, após a negociação dos equipamentos, descobre-se que é necessário gastar ainda mais para fazer a instalação.

6 – Quanto tempo de garantia é oferecido? Existe assistência local em caso de mau funcionamento?
Analise qual o tempo de garantia que a empresa oferece ao equipamento e se essa garantia estende-se também aos acessórios (travas, relés, chicotes, etc.). Caso necessite de alguma manutenção, verifique se a empresa possui pontos de atendimento próprios e/ou terceirizados próximos de sua localidade. Existem empresas que comercializam o equipamento em locais em que não oferecem qualquer tipo de suporte de manutenção.

7 – A empresa possui avaliação CESVI vigente?
O CESVI realiza uma análise criteriosa dos equipamentos disponíveis no mercado, avaliando aspectos, como a legalidade da empresa, qualidade de instalação do equipamento, assistência técnica oferecida, estrutura da central de monitoramento, dentre outros. Por meio dessa avaliação, aponta os sistemas de rastreamento e bloqueio de veículos que realmente cumprem o que prometem. Portanto, antes de adquirir qualquer equipamento e/ou prestação de serviço, consulte a relação de empresas aprovadas no site www.cesvibrasil.com.br.

Exportação e logística do etanol brasileiro

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Primeiro seminário sobre o tema acontece em 6 de março; inscrições já estão abertas

O aumento das exportações de etanol nesta década comprova a força da energia verde brasileira: de 2001 a 2008, as vendas externas cresceram 600% em volume, passando a 3,6 bilhões de litros anuais. Em valores, o crescimento superou os 1.000%, chegando a US$ 1,5 bilhão no ano passado.

Nesse cenário, o seminário Exportação e Logística do Etanol: Caminhos para a Consolidação da Liderança Global trará uma contribuição estratégica, pois será o primeiro a abordar o álcool combustível do ponto de vista da exportação e sua logística. O evento acontecerá em São Paulo, no próximo dia 6 de março.

O seminário reunirá as informações mais atualizadas sobre o etanol no Brasil e no mundo, as soluções para os pontos críticos na implantação de uma logística eficaz e integrada, a imagem do etanol brasileiro entre os importadores e as estratégias de redução do protecionismo.

Com o volume de produção, a qualidade e a tecnologia de ponta hoje apresentados pelo setor sucroalcooleiro nacional, até mesmo as barreiras erguidas pelos países ricos contra o álcool combustível de cana-de-açúcar estão sendo derrubadas, criando um ambiente favorável para a consolidação da liderança do Brasil na exportação de etanol.

Com realização da revista eletrônica Opera Mundi e organização da Entrelinhas Comunicação, o seminário reunirá os principais representantes do setor sucroalcooleiro, por parte do governo e da iniciativa privada.

Os participantes poderão conhecer, por exemplo, as peculiaridades e exigências dos 27 países da União Européia para o assunto etanol e também o disputado mercado japonês.

No evento, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) mostrará os recentes posicionamentos exigidos pela crescente demanda mundial do etanol.
A Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco) avaliará a integração logística como fator diferencial para as exportações e mostrará a viabilidade de um alcoolduto e as rotas alternativas para o transporte terrestre.

A União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única) mostrará suas estratégias para o alinhamento da imagem do etanol brasileiro no mundo e para desmistificar a competição do álcool combustível com alimentos.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento avaliará as novas oportunidades do zoneamento agrícola e as modificações da capacidade de atendimento ao mercado interno.

Os participantes conhecerão também as orientações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para regulação e certificação.

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informará seus planos de negócios para o setor de logística do etanol e as linhas de crédito mais vantajosas para expansão.

Temas a serem abordados:
Exportação versus consumo interno
Crise mundial versus exportações
Vantagens competitivas do álcool brasileiro
Sustentabilidade e questões sociais
Estratégias de melhoria na logística
Exportação ao mercado japonês
O mercado europeu frente às emissões de gases
Certificação do etanol e produção da cana-de-açúcar
Construção de alcooldutos
Barreiras tarifárias

ServiçoData: 6 de MarçoLocal: H’ LotelAlameda Campinas, 266, Jardim Paulista
São Paulo – SPInscrições:Efetue sua inscrição pelos telefones (11) 3066-7703 ou 0800-770-7794, pelo fax (11) 3066-7708, pelo email eventos@operamundi.net ou pelo site www.operamundi.net/seminarios

Informe seu nome, cargo, empresa, endereço, telefone e fax.
Investimento:R$ 1.990 para inscrições pagas até o dia 20 de fevereiroR$ 2.220 para inscrições pagas após o dia 20 de fevereiro
Os pagamentos podem ser feitos por boleto, depósito bancário ou por cartão de crédito.

Estão inclusos nesse valor o material de apoio, certificado, coffee break, almoço e estacionamento.

VAGAS LIMITADAS
CONSULTE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA GRUPOS

Realização: Opera Mundi
Organização: Entrelinhas Comunicação

Campo de Provas da Cruz Alta da GM do Brasil completa 35 anos em 2009, com muita história para contar

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Uma série de acontecimentos se mistura com a carreira de muitos funcionários, como a do vice-presidente de engenharia da região da LAAM, Pedro Manuchakian

O Campo de Provas da Cruz Alta – CPCA -, da General Motors do Brasil, completa, em 2009, 35 de atividades e com muitos motivos para comemorar. Localizado em Indaiatuba, a 110 quilômetros de São Paulo, numa área de cerca de 12 milhões de m2, o CPCA acaba de anunciar os primeiros resultados de mais uma onda de investimentos da ordem de US$ 100 milhões. O investimento também inclui a expansão do Centro Tecnológico e o Centro de Design da GM do Brasil em São Caetano do Sul (SP).
Esse valor foi aplicado na construção de uma pista de testes para validação de veículos e a ampliação física e de número de equipamentos de diversos laboratórios experimentais. Chamada de “Black Lake”, a nova área foi construída para o desenvolvimento e validação de sistemas de freios ABS, sistemas eletrônicos de estabilidade e controle de tração, direção, pneus e suspensão de veículos.
A pista para medição de ruídos internos, capaz de simular diversos tipos de pavimentos, superfícies e níveis de excitação e ruídos dentro dos veículos, atende a todos os requerimentos globais de ruídos e vibrações da GM, igualando-se aos mais avançados centros de desenvolvimento.
O Laboratório de Segurança Veicular, por exemplo, tem agora o “Sled Test”, uma espécie de trenó que faz simulações de impacto veicular; um novo Laboratório Elétrico-eletrônico foi construído, com câmaras climáticas, bancadas para testes em componentes e capacidade para teste de descarga eletroestática; o Laboratório de Ruídos e Vibrações possui um dinamômetro para veículos 4×4 e novas câmaras Reverberante e Anecóica, para validar qualidade sonora dos veículos; e o Laboratório Estrutural recebeu um simulador de pistas para avaliação estrutural mais completa dos modelos.
Nessas mais de três décadas de existência, o CPCA reúne uma série de acontecimentos que se confundem com a história de funcionários (antigos e atuais), que se esmeram para consolidá-lo como o principal campo de provas da América Latina e um dos três maiores do mundo.
O engenheiro Pedro Manuchakian, por exemplo, foi o primeiro diretor do CPCA e atual vice-presidente de engenharia da Divisão LAAM da GM, que engloba as Regiões da América Latina, África e Oriente Médio. Com 38 anos de General Motors, o executivo acompanhou todo o processo de crescimento do CPCA, além de chefiar equipes de engenheiros que desenvolveram e validaram veículos Chevrolet de sucesso no mercado nacional.
Entre eles, o Chevrolet Chevette, que embora tenha sido um projeto alemão, tinha no Brasil uma transmissão diferente, desenvolvida pela engenharia da GM do Brasil. Outros veículos validados com a participação de Pedro Manuchakian foram o Kadett, caminhões e picapes Chevrolet (D20, D40, D60 e D70), Chevette Marajó, todas as versões do Opala, inclusive a Caravan, Omega, Vectra, Novo Corsa e Montana, Meriva e tantos outros.
“Fazíamos os primeiros testes nas próprias estradas de terra da então fazenda, onde ainda estava sendo construído o Campo de Provas”, conta o executivo. “Para se ter uma idéia, uma pequena garagem era um pequeno escritório dos engenheiros”, lembra, com saudade dos tempos de “acampamento”.
Pedro Manuchakian recorda que as primeiras pistas inauguradas foram a de durabilidade acelerada e a reta, ainda em meados dos anos 70. A primeira expansão veio em 1982, quando foi construída a maioria das pistas e o Laboratório de Emissões.
O primeiro crash test foi de um Chevrolet Caravan
Outro fato marcante lembrado pelo executivo foi a inauguração, em 1985, da área para teste de impacto em barreira fixa. “Fizemos um grande evento com a imprensa, que assistiu ao crash test bem-sucedido da Caravan”, conta. “Até hoje já fizemos aproximadamente 2.000 testes de impacto no CPCA”, acrescenta.
Ele também acompanhou, em 1988, a aprovação do projeto da pista circular que até hoje simula uma “reta sem fim”, permitindo realizar testes de elevada velocidade e acúmulo de quilometragem dos veículos em menor espaço de tempo. Hoje a pista tem 4,3 quilômetros de extensão, com inclinações que variam de 4,2% a 56,6% e diâmetro de 1.400 metros.
O executivo também comandou o desenvolvimento de tantos equipamentos avançados tecnologicamente, cada um para sua época, tais como o freio a disco nas 4 rodas para o Opala, tanque de plástico para o Opala e Kadett, e a direção Servotronic para o Opala.
Em 1995, Pedro Manuchakian foi trabalhar na engenharia da General Motors nos Estados Unidos e junto com outros engenheiros brasileiros desenvolveu a picape Silverado, que seria lançada no Brasil. “Tínhamos experiência em projetos de picapes, desde a D20 e ainda da S10, que foi validada para rodar no Brasil com a participação de um time de brasileiros”, acrescenta.
Meriva foi o grande desafio da engenharia experimental brasileira
De volta ao Brasil, já como diretor geral de engenharia experimental, a quem o Campo de Provas estava subordinado, Pedro Manuchakian foi nomeado para liderar um dos projetos mais desafiadores de sua carreira: o Chevrolet Meriva. “Foi nosso primeiro projeto global, desenvolvido pela engenharia brasileira. Um veículo que é também feito na Europa e roda em diversos países do mundo. Foi a nossa ‘maioridade’ na engenharia de produto, onde mostramos que somos capazes de fazer e desenvolver produtos globais”, comenta.
Ao olhar para o passado do Campo de Prova da Cruz Alta, Pedro Manuchakian mira o futuro. “O CPCA era um campo de provas regional com algumas pistas que representavam as condições e modo de dirigir brasileiros. Hoje, temos orgulho de ter um campo de provas de nível mundial”, comemora.
O executivo também destaca a capacidade do Campo de Provas da Cruz Alta de “federalizar” veículos, ou seja, preparar um modelo já fabricado em um determinado país, para que ele possa atender a requisitos legais americanos, como os níveis de emissões de poluentes, segurança veicular, calibração de suspensão e validação, entre outros aspectos.
O CPCA participou da “federalização” de vários veículos, entre eles o Hummer H3G, Saturn Astra e do desenvolvimento do Hummer H3T. Um exemplo claro disso é a capacidade da Engenharia brasileira de projetar aqui um veículo de origem norte-americana para rodar em países com mão inglesa, ou seja, com volante do lado direito, como os da Grã-Bretanha, África do Sul e Japão.
Preocupação ecológica desde o início das atividades
A preocupação com a ecologia também faz parte da história do CPCA desde o início de suas atividades, seja na fauna e flora, seja no tratamento de efluentes. São mais de 450 mil árvores fruto de reflorestamento, mais uma reserva de mata atlântica intocada.
Com relação à fauna o CPCA tem capivaras, pássaros de várias espécies (entre eles o Tucano), entre outros animais. A água potável é proveniente de poços artesianos, que garantem a autonomia do CPCA (não depende do fornecimento externo); há também uma estação de tratamento de efluentes, que permite que o Campo de Provas da Cruz Alta trate 100% de seu esgoto (a qualidade da água descartada tem 95% de pureza).
Fato curioso é que nos primeiros anos, havia muitas cobras na área, mas uma delas virou mascote e até hoje faz parte do logotipo do uniforme dos funcionários do Campo de Provas. Era uma jiboia, logo apelidada de Doroteia, que durante anos pôde ser vista diariamente tomando banho de sol nas proximidades das pistas (ela comia outras cobras menores e venenosas).
Pedro Manuchakian acrescenta que as cobras peçonhentas capturadas no CPCA seguiam para o Instituto Butantã, em São Paulo, que tinha um convênio com a GM, para fornecimento de soro antiofídico para os funcionários, em caso de acidente.
CPCA é referência internacional em tecnologia
O CPCA da GM do Brasil é uma referência internacional em tecnologia. Todos os veículos da marca Chevrolet lançados pela General Motors do Brasil passam, obrigatoriamente, por exaustivos testes de desenvolvimento, durabilidade e validação, cujo objetivo sempre é aprimorar o desenvolvimento dos veículos, melhorar a qualidade e garantir a segurança dos produtos Chevrolet, visando sempre alcançar a plena satisfação dos clientes.
O CPCA possui cerca de 500 colaboradores, engenheiros e motoristas/mecânicos que rodam mais de 8 milhões de quilômetros por ano, o equivalente a onze viagens de ida e volta entre a Terra e a Lua, considerando os mais variados testes lá realizados, cujos dados são captados por sofisticada instrumentação e minuciosamente analisados em seus laboratórios.
As pistas do CPCA reproduzem os melhores e piores caminhos que um veículo pode percorrer nas ruas e estradas brasileiras e dos países para onde os produtos da GM do Brasil são exportados. Lá os testes são feitos em pisos irregulares de vários tipos, com asfalto perfeito, buracos, retas, curvas de alta e de baixa velocidades, valetas, lombadas, terra, lama e pedriscos.
Na parte dos laboratórios, o CPCA possui o que existe de mais moderno no mundo, nas áreas de segurança veicular, ruídos e vibrações, sistemas elétrico-eletrônicos e estruturais.
Veículos desenvolvidos e certificados em harmonia com o meio ambiente
O Campo de Provas da Cruz Alta lembra um bem cuidado parque ecológico, com a mesma atmosfera de calma, verde exuberante e sol quase o ano todo. Desde a sua compra em 1972, a GM tenta preservar, na medida do possível, as características do local.
Estão lá, intactos, os velhos casarões da antiga fazenda habitados durante 25 anos pela família Waldemarin, ex-proprietários, e as casas ocupadas pelos colonos. Pistas, laboratórios, escritórios e oficinas foram erguidos de maneira a não romper o equilíbrio natural, preservando a fauna e a flora locais. Para evitar acidentes, foram construídas cercas ao longo das pistas, a fim de preservar os animais nativos, como cobras, veados, capivaras entre outros.
A preocupação da GM com o meio-ambiente pode ser comprovada pela imensa área verde e a floresta natural pertencente à Mata Atlântica, que não foram afetadas, e há atividades agrícolas concentradas na produção da noz macadâmia e milho, em substituição ao café que era plantado no local no passado.
Esta cultura, lembra Pedro Manuchakian, foi trocada pelas macadâmias, depois de uma geada que resultou em significativo prejuízo ecológico. Atualmente, há uma empresa que administra a cultura da macadâmia e ajuda na preservação dos recursos naturais do local.
Aos 62 anos, Pedro Manuchakian tem uma longa história profissional e pessoal com a General Motors. Paulistano, casado e pai de duas filhas, formou-se em Engenharia Mecânica Automobilística em 1968 e em Engenharia de Produção em 1970, pela FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, está na Engenharia de Produtos desde 1971. Hoje, como vice-presidente de Engenharia de Produtos das Operações da América Latina, África e Oriente Médio coordena, juntamente com seus Diretores as áreas do Centro Tecnológico, Engenharia Experimental e Engenharia do Campo de Provas da Cruz Alta.
No final do ano passado, recebeu o prêmio de “Personalidade do Ano da Indústria Automotiva”, concedido pela SAE Brasil (Sociedade de Engenharia Automotiva). Pela segunda vez, em um período de 15 anos, o prêmio foi recebido por algum executivo da General Motors.
Pedro Manuchakian tem sob sua responsabilidade o desenvolvimento de novos projetos, sua adequação ao mercado, e o compromisso de estar fazendo um produto de qualidade para o consumidor Brasileiro. Atualmente, entre tantos desafios de sua carreira, está envolvido diretamente no projeto “Viva”, que vai resultar em uma nova família de veículos Chevrolet no Brasil.

Novo Ford Ka completa um ano de sucesso no mercado

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O Novo Ford Ka completou um ano de produção cumprindo todas as expectativas positivas que cercaram o seu lançamento. O hatch compacto teve um papel importante não só no crescimento das vendas da Ford, que passou a contar com um produto diferenciado no segmento de maior volume do mercado, como também vem contribuindo para firmar a imagem de inovação e modernidade da marca.
Com mais de 64.000 unidades vendidas no Brasil em 2008, o novo modelo representa 25% das vendas de carros da marca no país. Ele trouxe um crescimento de 120% nas vendas da linha, praticamente dobrando a sua participação no mercado nacional, de 1,5% para 2,9%, e fechou o mês de dezembro como um dos três veículos mais vendidos do Brasil. Além disso, teve mais de 10.000 unidades exportadas para a Argentina, mercado onde encontrou excelente aceitação.
“O Novo Ford Ka é um carro de entrada com estilo e praticidade, que dá orgulho aos seus proprietários. Com seu lançamento, o consumidor passou a ter no segmento as opções de um belo design e um carro equipado em uma faixa de preço mais acessível”, diz Lucíola Almeida, gerente de Marketing do Produto da Ford. “Ele foi totalmente projetado em sintonia com os desejos dos clientes, por isso tínhamos certeza do seu sucesso, que acabou se confirmando”.
Disponível nas versões 1.0 Flex e 1.6 Flex, o Novo Ford Ka se destaca por reunir o melhor conjunto da categoria em design, acabamento, equipamentos e relação custo-benefício.
Também é o único do segmento que vem equipado de série com travas elétricas, controle remoto para abertura das portas e do porta-malas, alarme volumétrico, travamento automático das portas a 15 km/h, abertura elétrica do porta-malas no painel e sistema de imobilização antifurto Ford (PATS). Esses equipamentos, junto com o preço acessível das peças de reposição, fazem com que ele tenha um custo baixo de manutenção e seguro.
Outro fator que tem impulsionado o sucesso do Novo Ford Ka é o sistema de kits, que reduz o custo de aquisição de equipamentos como ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos. Hoje, os kits estão presentes em pelo menos 80% das vendas da linha.
Reconhecimento e prêmios
O Novo Ford Ka foi revelado ao público em dezembro de 2007, em um evento com a presença do presidente da República na fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, SP, que foi remodelada e passou a viver uma nova fase com a sua produção. A imprensa foi a primeira a reconhecer as qualidades do produto. Sucessivas avaliações e comparativos, feitos por especialistas de todo o Brasil, comprovaram a sua superioridade frente aos concorrentes.
As vendas começaram em fevereiro de 2008 e, em agosto, praticamente seis meses após o lançamento, a linha trouxe mais uma novidade, o Ka Tecno. O modelo, equipado com o sistema de som My Connection, com conexão para iPod, MP3-players e celular Bluetooth, tornou-se um ícone de tecnologia e conectividade, ajudando a popularizar um tipo de equipamento até então só disponível em veículos de outros segmentos.
Ações inovadoras de marketing, incluindo promoções com universidades e grandes redes de supermercados, foram desenvolvidas para divulgar o carro junto aos consumidores. Logo vieram os prêmios. O Novo Ford Ka recebeu o Prêmio Top Car TV de Melhor Carro Nacional até 1.000 cc, o Prêmio Imprensa Automotiva da ABIAUTO de Melhor Carro Popular e foi eleito o Melhor Hatch Compacto de Entrada na pesquisa “Os Eleitos” feita pela revista Quatro Rodas com proprietários de veículos, com uma vantagem de 7,7 pontos sobre o segundo colocado.
Ele também foi apontado como o hatch compacto de melhor visibilidade para o motorista, tanto na frente e na traseira como nas laterais, em um estudo feito pelo Cesvi Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária, no qual foi o único a receber quatro estrelas entre os 17 veículos do segmento mais vendidos no Brasil.

Troca regular das velas de ignição minimiza riscos de danos ao motor

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Motoristas e reparadores devem ficar atentos à verificação de itens essenciais para o bom funcionamento do motor e que, constantemente, estão em contato com o álcool (combustível mais corrosivo que a gasolina), como as velas de ignição.

As velas, quando danificadas, podem causar o aumento do consumo de combustível e falhas no sistema de ignição. Responsáveis pela queima da mistura oxigênio-combustível, elas geram a energia necessária para o trabalho do motor e, consequentemente, para a movimentação do carro.

No caso dos veículos flex, a reposição por velas que possuem exclusivo tratamento com níquel é a mais indicada. Essa tecnologia garante maior proteção contra corrosão, minimizando os riscos de danos ao motor, proporcionando maior segurança durante a troca das velas, que podem ficar presas e danificar o bloco do motor.

É importante ressaltar que a revisão deste componente deve ser feita a cada 15 mil quilômetros. A troca deverá cumprir as normas do manual do fabricante do veículo ou a tabela de aplicação disponível nos canais de vendas.

Tecnologia exclusiva Bosch: tratamento de níquel
A Bosch foi pioneira no desenvolvimento do sistema Flex Fuel e hoje 94% dos veículos bicombustíveis produzidos no Brasil saem de fábrica com componentes do sistema de injeção e ignição Bosch.

No continente americano, a Robert Bosch Ltda. é considerada centro de excelência em tecnologia de produção de velas de ignição e exporta seus produtos para diversos países na América Latina, Europa e Estados Unidos. As velas Bosch, no Brasil, são equipamento original de fábrica da Volkswagen, Fiat, GM, Peugeot e Citröen.

A unidade da Bosch em Aratu-BA, onde são fabricadas as velas de ignição, atingiu neste ano a marca de 700 milhões de velas produzidas, desde que iniciou suas operações.

Sérgio Dias reforça a equipe da Dália Comunicação

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Depois de quase 15 anos trabalhando na empresa Porto Seguro, o jornalista e empresário Sérgio Dias dedicará agora o seu tempo integral para cuidar da empresa que fundou há dois anos, a Dália Comunicação.

Sérgio Dias será o responsável pelos projetos editoriais da empresa, entre eles o jornal Alpha Autos e também cuidará de algumas das contas de assessoria de imprensa. Seus novos telefones para contato são (11) 4198-5858 e (11) 7833 3784 e seu e-mail sergio.dalia@terra.com.br.

Mais potência e torque para o Chevrolet Prisma

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Além das alterações no motor 1.4 litro Econo.Flex, modelo teve sua autonomia de combustível aumentada

Chevrolet Prisma, equipado com o excelente motor 1.4 litro Econo.Flex, ficou ainda mais potente e teve a capacidade de seu tanque de combustível aumentada. Com isso, o modelo ganhou em desempenho e autonomia.
O motor 1.4 litro Econo.Flex passou dos 89 cavalos de potência, quando abastecido com gasolina, para 95 cv, a 6.000 rpm. O torque do Chevrolet Prisma também evoluiu de 12,4 kgfm, com gasolina no tanque, para 13,2 kgfm, a 2.800 rpm; já com álcool, o torque aumentou de 12,9 kgfm para 13,7 kgfm, igualmente a 2.800 rpm, enquanto a potência se manteve em 97 cv a 6.000 rpm.
A autonomia do Chevrolet Prisma também é outra a partir de agora: são 54 litros de capacidade, contra 47,8 litros na configuração anterior, o que representa um acréscimo de 13%. Agora, o Chevrolet Prisma passa a ter uma autonomia que poderá chegar a quase 1.000 quilômetros. Ou seja, nesse caso, o carro necessitaria de apenas um tanque de gasolina para uma viagem, por exemplo, de São Paulo a Brasília (DF) ou Rio de Janeiro (RJ) a Porto Seguro (BA) sem a necessidade de reabastecimento.
O consumo do Prisma 1.4 com gasolina em trecho urbano é de 13,0 quilômetros por litro (km/l), de 18,3 km/l na estrada e 14,9 km/l em trecho combinado (cidade/estrada). Já com álcool, o consumo na cidade é de 9,0 km/l, de 12,4 km/l na estrada e de 10,3 km/l na média combinada (cidade/estrada).
O desempenho, por sua vez, é de 0 a 100 km/h no tempo de 10s9 com álcool e 11s4 com gasolina. A retomada de velocidade, de 40 a 100 km/h, em quarta marcha, é de 15s3 com álcool e 15s7 com gasolina, e de 80 a 120 km/h, em quinta marcha, de 15s2 com álcool e 15s8 com gasolina. A velocidade máxima alcançada pelo Prisma 1.4 é de 182 km/h com álcool e de 178 km/h com gasolina.
Linha 2009 do Prisma traz inovações
O Chevrolet Prisma da linha 2009 recebeu novas evoluções tecnológicas, de segurança e de conveniência. Na parte mecânica, por exemplo, o modelo conta com o Electronic Throttle Control – ETC -, conhecido popularmente como ‘acelerador eletrônico’, dispositivo que garante a precisão e melhora nas respostas às acelerações impostas pelo condutor do veículo.
O veículo recebeu também a luz auxiliar de freio – ‘brake-light’, item que passa a ser agora de série no modelo Prisma para as versões Joy e Maxx.
O Chevrolet Prisma também destaca-se pelo amplo porta-malas, quesito de suma importância para os apreciadores de veículos do tipo sedã. São 439 litros de capacidade, que podem chegar a 829 litros, com o banco traseiro rebatido. O porta-malas, agora, conta com iluminação interna como item de série.
Anteriormente, o Prisma já havia recebido algumas melhorias, tais como a barra cromada na grade frontal e as rodas de aço com 14 polegadas como item de série na versão Joy, a exemplo do que já ocorria com a versão Maxx. Igualmente o modelo recebera o espelho integrado à sombreira do lado do passageiro e o console central traseiro com porta-copo também para a versão Joy.
Líder do segmento de sedãs compactos com motorização acima de 1.0 litro no ano, com 50.698 unidades emplacadas no ano de 2008, o Chevrolet Prisma continua sendo um dos automóveis mais procurados pelo consumidor brasileiro. Em 2007, ele também foi o líder no segmento com 54.606 unidades.

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