Felipe Massa visita a Fiat Automóveis
Felipe massa visitou também a fábrica da Fiat Automóveis e já testou o próximo lançamento da montadora, o Punto Turbo. O modelo estará disponível no mercado brasileiro no primeiro semestre deste ano.

Esperar o carro dar sinais de que precisa de uma revisão não é a melhor alternativa, já que a manutenção preventiva garante segurança e, por estranho que possa parecer, até economia para os proprietários. Jair Silva, Supervisor de Assistência Técnica e Serviços da Affinia Automotiva – responsável pelas marcas Nakata, Wix, Brosol, Urba, Spicer, Perfect Circle e Victor Reinz -, utiliza um modelo da Volkswagen para um exemplo simples de como a manutenção ajuda no bolso. “Se o motorista fizer uma manutenção preventiva em seu Gol 1.0 e substituir lonas de freio e retificar o tambor, ele terá um gasto médio de R$ 130. Se optar por deixar essas peças esgotarem sua vida útil, além da substituição da lona, o tambor também deverá ser trocado e, nesse caso, o proprietário deverá desembolsar cerca de R$ 250, ou seja, quase o dobro”, calcula o técnico.
Algumas peças, devido sua importância e representatividade na segurança do veículo, devem ser substituídas preventivamente. É o caso das pastilhas, lonas e cilindros de freio; filtros de ar, óleo, combustível e cabina; correias; componentes de suspensão e direção; e óleos. Não substituir esses componentes durante seu período de vida útil pode provocar, em geral, maior consumo de combustível, aumento significativo com manutenção corretiva e, ainda, acidentes pela falta de freio ou pela perda de controle do veículo. “A manutenção preventiva é a melhor maneira de minimizar a possibilidade de imobilização do veículo, prevenir acidentes e reduzir o custo geral de manutenção do veículo,” afirma Silva.
Para aqueles proprietários de automóveis que não estão familiarizados com temas técnicos, basta seguir o plano de manutenção preventiva elaborado pela montadora do veículo que explica quais são os momentos adequados para se fazer uma revisão no carro, bem como substituir as peças importantes antes do fim da vida útil, sem caracterizar a condição extrema de uso.
Como toda ferramenta tecnológica, o rastreador é projetado para operar em determinadas condições de aplicabilidade, ou seja, cumpre exatamente as funções para o qual foi projetado e idealizado. Portanto, cabe ao usuário, uma escolha criteriosa dos sistemas, tecnologias e prestadores de serviço, buscando atender às suas necessidades.
Responsável por uma avaliação de sistemas de rastreamento e bloqueio, o CESVI BRASIL aponta alguns questionamentos básicos que devem ser feitos na hora da escolha de um sistema e/ou prestador de serviço.
1- Para que preciso do rastreador?
Essa é a pergunta inicial que deve ser respondida. O rastreador pode ser uma ferramenta de logística com efeitos colaterais em segurança, ou vice-versa, ou seja, pode ser projetado para a segurança contra roubo, com limitadas funções de logística. Portanto, a necessidade poderá ser delineada para aplicações exclusivas em segurança, logística ou ambos. A partir dessa análise, é possível identificar as expectativas que o equipamento deverá atender.
2 – Onde o veículo rastreado irá trafegar?
É importante lembrar que a tecnologia escolhida representará a área de cobertura do rastreador. Deve-se analisar se o veículo irá trafegar grande parte do tempo em regiões metropolitanas, em rodovias interestaduais, ou ambos. Essa análise facilitará a escolha da tecnologia correta, visando à melhor relação custo-benefício.
3 – Quais funções precisam ser controladas no veículo?
O rastreador é uma ferramenta bastante flexível, que oferece desde as funções de controle mais simples até complexas informações de telemetria do veículo, controlando, por exemplo, áreas de acesso, abertura de portas, velocidade, etc. Analise a necessidade do uso dessas funções, visando à aplicação adequada ou à solicitação de novos recursos para atender a sua necessidade.
4 – Com que freqüência é necessário obter informações do veículo?
Neste ponto, é importante analisar com quanto tempo de “atraso” será recebida a informação do veículo rastreado. Analise se o tempo de comunicação é adequado e alinhado com suas necessidades, sejam de logística, segurança ou ambos. Se o rastreador estiver sendo utilizado para o transporte de cargas, alguns pontos devem ser considerados:
ü Qual o valor da carga transportada?
ü Qual o histórico de roubo da mercadoria transportada?
ü Por quantas áreas, consideradas de risco elevado, o veículo irá trafegar?
ü Quanto tempo ficará nessas áreas?
ü Qual tecnologia permite comunicação nessas áreas?
O custo estará diretamente ligado à freqüência de comunicação e à tecnologia escolhida.
5 – O custo da instalação está incluso no valor do equipamento?
Verifique se a instalação será cobrada pela empresa. Muitas vezes, essa informação não é esclarecida pelo prestador e, após a negociação dos equipamentos, descobre-se que é necessário gastar ainda mais para fazer a instalação.
6 – Quanto tempo de garantia é oferecido? Existe assistência local em caso de mau funcionamento?
Analise qual o tempo de garantia que a empresa oferece ao equipamento e se essa garantia estende-se também aos acessórios (travas, relés, chicotes, etc.). Caso necessite de alguma manutenção, verifique se a empresa possui pontos de atendimento próprios e/ou terceirizados próximos de sua localidade. Existem empresas que comercializam o equipamento em locais em que não oferecem qualquer tipo de suporte de manutenção.
7 – A empresa possui avaliação CESVI vigente?
O CESVI realiza uma análise criteriosa dos equipamentos disponíveis no mercado, avaliando aspectos, como a legalidade da empresa, qualidade de instalação do equipamento, assistência técnica oferecida, estrutura da central de monitoramento, dentre outros. Por meio dessa avaliação, aponta os sistemas de rastreamento e bloqueio de veículos que realmente cumprem o que prometem. Portanto, antes de adquirir qualquer equipamento e/ou prestação de serviço, consulte a relação de empresas aprovadas no site www.cesvibrasil.com.br.
Primeiro seminário sobre o tema acontece em 6 de março; inscrições já estão abertas
O aumento das exportações de etanol nesta década comprova a força da energia verde brasileira: de 2001 a 2008, as vendas externas cresceram 600% em volume, passando a 3,6 bilhões de litros anuais. Em valores, o crescimento superou os 1.000%, chegando a US$ 1,5 bilhão no ano passado.
Nesse cenário, o seminário Exportação e Logística do Etanol: Caminhos para a Consolidação da Liderança Global trará uma contribuição estratégica, pois será o primeiro a abordar o álcool combustível do ponto de vista da exportação e sua logística. O evento acontecerá em São Paulo, no próximo dia 6 de março.
O seminário reunirá as informações mais atualizadas sobre o etanol no Brasil e no mundo, as soluções para os pontos críticos na implantação de uma logística eficaz e integrada, a imagem do etanol brasileiro entre os importadores e as estratégias de redução do protecionismo.
Com o volume de produção, a qualidade e a tecnologia de ponta hoje apresentados pelo setor sucroalcooleiro nacional, até mesmo as barreiras erguidas pelos países ricos contra o álcool combustível de cana-de-açúcar estão sendo derrubadas, criando um ambiente favorável para a consolidação da liderança do Brasil na exportação de etanol.
Com realização da revista eletrônica Opera Mundi e organização da Entrelinhas Comunicação, o seminário reunirá os principais representantes do setor sucroalcooleiro, por parte do governo e da iniciativa privada.
Os participantes poderão conhecer, por exemplo, as peculiaridades e exigências dos 27 países da União Européia para o assunto etanol e também o disputado mercado japonês.
No evento, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) mostrará os recentes posicionamentos exigidos pela crescente demanda mundial do etanol.
A Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco) avaliará a integração logística como fator diferencial para as exportações e mostrará a viabilidade de um alcoolduto e as rotas alternativas para o transporte terrestre.
A União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única) mostrará suas estratégias para o alinhamento da imagem do etanol brasileiro no mundo e para desmistificar a competição do álcool combustível com alimentos.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento avaliará as novas oportunidades do zoneamento agrícola e as modificações da capacidade de atendimento ao mercado interno.
Os participantes conhecerão também as orientações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para regulação e certificação.
O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informará seus planos de negócios para o setor de logística do etanol e as linhas de crédito mais vantajosas para expansão.
Temas a serem abordados:
Exportação versus consumo interno
Crise mundial versus exportações
Vantagens competitivas do álcool brasileiro
Sustentabilidade e questões sociais
Estratégias de melhoria na logística
Exportação ao mercado japonês
O mercado europeu frente às emissões de gases
Certificação do etanol e produção da cana-de-açúcar
Construção de alcooldutos
Barreiras tarifárias
ServiçoData: 6 de MarçoLocal: H’ LotelAlameda Campinas, 266, Jardim Paulista
São Paulo – SPInscrições:Efetue sua inscrição pelos telefones (11) 3066-7703 ou 0800-770-7794, pelo fax (11) 3066-7708, pelo email eventos@operamundi.net ou pelo site www.operamundi.net/seminarios
Informe seu nome, cargo, empresa, endereço, telefone e fax.
Investimento:R$ 1.990 para inscrições pagas até o dia 20 de fevereiroR$ 2.220 para inscrições pagas após o dia 20 de fevereiro
Os pagamentos podem ser feitos por boleto, depósito bancário ou por cartão de crédito.
Estão inclusos nesse valor o material de apoio, certificado, coffee break, almoço e estacionamento.
VAGAS LIMITADAS
CONSULTE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA GRUPOS
Realização: Opera Mundi
Organização: Entrelinhas Comunicação
Motoristas e reparadores devem ficar atentos à verificação de itens essenciais para o bom funcionamento do motor e que, constantemente, estão em contato com o álcool (combustível mais corrosivo que a gasolina), como as velas de ignição.
As velas, quando danificadas, podem causar o aumento do consumo de combustível e falhas no sistema de ignição. Responsáveis pela queima da mistura oxigênio-combustível, elas geram a energia necessária para o trabalho do motor e, consequentemente, para a movimentação do carro.
No caso dos veículos flex, a reposição por velas que possuem exclusivo tratamento com níquel é a mais indicada. Essa tecnologia garante maior proteção contra corrosão, minimizando os riscos de danos ao motor, proporcionando maior segurança durante a troca das velas, que podem ficar presas e danificar o bloco do motor.
É importante ressaltar que a revisão deste componente deve ser feita a cada 15 mil quilômetros. A troca deverá cumprir as normas do manual do fabricante do veículo ou a tabela de aplicação disponível nos canais de vendas.
Tecnologia exclusiva Bosch: tratamento de níquel
A Bosch foi pioneira no desenvolvimento do sistema Flex Fuel e hoje 94% dos veículos bicombustíveis produzidos no Brasil saem de fábrica com componentes do sistema de injeção e ignição Bosch.
No continente americano, a Robert Bosch Ltda. é considerada centro de excelência em tecnologia de produção de velas de ignição e exporta seus produtos para diversos países na América Latina, Europa e Estados Unidos. As velas Bosch, no Brasil, são equipamento original de fábrica da Volkswagen, Fiat, GM, Peugeot e Citröen.
A unidade da Bosch em Aratu-BA, onde são fabricadas as velas de ignição, atingiu neste ano a marca de 700 milhões de velas produzidas, desde que iniciou suas operações.
Sérgio Dias será o responsável pelos projetos editoriais da empresa, entre eles o jornal Alpha Autos e também cuidará de algumas das contas de assessoria de imprensa. Seus novos telefones para contato são (11) 4198-5858 e (11) 7833 3784 e seu e-mail sergio.dalia@terra.com.br.
Além das alterações no motor 1.4 litro Econo.Flex, modelo teve sua autonomia de combustível aumentada
Chevrolet Prisma, equipado com o excelente motor 1.4 litro Econo.Flex, ficou ainda mais potente e teve a capacidade de seu tanque de combustível aumentada. Com isso, o modelo ganhou em desempenho e autonomia.
O motor 1.4 litro Econo.Flex passou dos 89 cavalos de potência, quando abastecido com gasolina, para 95 cv, a 6.000 rpm. O torque do Chevrolet Prisma também evoluiu de 12,4 kgfm, com gasolina no tanque, para 13,2 kgfm, a 2.800 rpm; já com álcool, o torque aumentou de 12,9 kgfm para 13,7 kgfm, igualmente a 2.800 rpm, enquanto a potência se manteve em 97 cv a 6.000 rpm.
A autonomia do Chevrolet Prisma também é outra a partir de agora: são 54 litros de capacidade, contra 47,8 litros na configuração anterior, o que representa um acréscimo de 13%. Agora, o Chevrolet Prisma passa a ter uma autonomia que poderá chegar a quase 1.000 quilômetros. Ou seja, nesse caso, o carro necessitaria de apenas um tanque de gasolina para uma viagem, por exemplo, de São Paulo a Brasília (DF) ou Rio de Janeiro (RJ) a Porto Seguro (BA) sem a necessidade de reabastecimento.
O consumo do Prisma 1.4 com gasolina em trecho urbano é de 13,0 quilômetros por litro (km/l), de 18,3 km/l na estrada e 14,9 km/l em trecho combinado (cidade/estrada). Já com álcool, o consumo na cidade é de 9,0 km/l, de 12,4 km/l na estrada e de 10,3 km/l na média combinada (cidade/estrada).
O desempenho, por sua vez, é de 0 a 100 km/h no tempo de 10s9 com álcool e 11s4 com gasolina. A retomada de velocidade, de 40 a 100 km/h, em quarta marcha, é de 15s3 com álcool e 15s7 com gasolina, e de 80 a 120 km/h, em quinta marcha, de 15s2 com álcool e 15s8 com gasolina. A velocidade máxima alcançada pelo Prisma 1.4 é de 182 km/h com álcool e de 178 km/h com gasolina.
Linha 2009 do Prisma traz inovações
O Chevrolet Prisma da linha 2009 recebeu novas evoluções tecnológicas, de segurança e de conveniência. Na parte mecânica, por exemplo, o modelo conta com o Electronic Throttle Control – ETC -, conhecido popularmente como ‘acelerador eletrônico’, dispositivo que garante a precisão e melhora nas respostas às acelerações impostas pelo condutor do veículo.
O veículo recebeu também a luz auxiliar de freio – ‘brake-light’, item que passa a ser agora de série no modelo Prisma para as versões Joy e Maxx.
O Chevrolet Prisma também destaca-se pelo amplo porta-malas, quesito de suma importância para os apreciadores de veículos do tipo sedã. São 439 litros de capacidade, que podem chegar a 829 litros, com o banco traseiro rebatido. O porta-malas, agora, conta com iluminação interna como item de série.
Anteriormente, o Prisma já havia recebido algumas melhorias, tais como a barra cromada na grade frontal e as rodas de aço com 14 polegadas como item de série na versão Joy, a exemplo do que já ocorria com a versão Maxx. Igualmente o modelo recebera o espelho integrado à sombreira do lado do passageiro e o console central traseiro com porta-copo também para a versão Joy.
Líder do segmento de sedãs compactos com motorização acima de 1.0 litro no ano, com 50.698 unidades emplacadas no ano de 2008, o Chevrolet Prisma continua sendo um dos automóveis mais procurados pelo consumidor brasileiro. Em 2007, ele também foi o líder no segmento com 54.606 unidades.