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Passar com o carro em rua alagada exige conhecimento técnico, alerta o IQA

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Em dias de chuva, é comum o motorista ficar em dúvida se deve arriscar passar com o carro no alagamento. Então, se não souber qual é a profundidade da poça d’água, o melhor é procurar outra rota porque, dependendo do local, a água pode danificar o motor, catalisador e outros sistemas. “O prejuízo pode ser enorme”, avisa José Palacio, auditor do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), organismo de certificação acreditado pelo Inmetro e criado pela Anfavea, Sindipeças, Sindirepa e outras entidades do setor.De acordo com o auditor, por desconhecerem a localização do sistema de captação de ar, que leva o ar até o motor, muitos motoristas arriscam passar com o carro na água e, com isso, provocam danos irreversíveis. “A sucção de água para dentro do motor produz o chamado calço hidráulico. No lugar de ar, o cilindro ‘aspira’ água, que força o pistão a comprimir um volume superior ao especificado. Quando isso acontece, pode haver o rompimento da correia dentada, empenamento de bielas e quebra do pistão e até do bloco do motor por causa da pressão da água. Isso sem contar que o motorista pode, ainda, perder o controle do veículo”, explica o auditor do IQA.Palacio adverte que nunca se deve mudar de marcha durante travessias. É importante medir a distância do alagamento, engatar a primeira e não tirar o pé do acelerador, porque o movimento do carro vai expelir a água, evitando que a mesma entre no veículo. Se a água estiver na altura do escapamento e o motorista troca de marcha, tirando o pé do acelerador, ela invade a tubulação. Com isso, o motor para de funcionar e a água danifica o catalisador. “O certo é engatar a primeira e ir em frente até atravessar todo o alagamento”, diz. Segundo o auditor, o limite para o carro não afogar é passar com água até a metade da altura dos pneus. “Na dúvida, o melhor é buscar rota alternativa ou esperar, em local seguro, a água baixar”, diz.

Fox é eleito Carro Universitário do Ano 2008 pela segunda vez consecutiva

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Agora, são dois bicampeões. Novamente, a Express Release realizou sua consulta direta a estudantes de nível superior em todo o País para saber qual é o carro preferido da moçada. E o Volkswagen Fox levou a melhor de novo –já havia ganhado o concurso em 2007. Com este resultado, o modelo da Volkswagen passou a dividir o título de bicampeão com o Peugeot 206 –vencedor em 2005 e 2006. Esta foi a quarta edição consecutiva do concurso que, este ano, contou com a parceria do CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola.
Através do site Carro Universitário milhares de jovens em todo o País puderam votar em sete modelos: Chevrolet Celta; Fiat Palio; Ford Fiesta; Peugeot 206; Volkswagen Fox; Renault Sandero e o carro mais barato do Brasil, o M100 da Effa Motors. A lista dos automóveis concorrentes ao título de Carro universitário do Ano é montada a partir do preço, inferior a R$ 30 mil, e por serem os modelos de entrada das montadoras, ou seja, aqueles que atendem às necessidades básicas de jovens estudantes.
Como nas edições anteriores do concurso, só puderam votar estudantes maiores de 18 anos regularmente matriculados em uma instituição de ensino superior. A pesquisa foi realizada em forma de enquête e cada participante teve direito a votar apenas uma vez.
A escolha do Carro Universitário do Ano 2008 começou no dia 08 de dezembro e seguiu até 31 de janeiro de 2009. O Fox, vencedor da pesquisa, recebeu exatos 4,7 mil votos (31,3%), seguido do Peugeot 206, 3,4 mil votos (22,7%) e do Sandero, com 2,7 mil votos (18,2%). Este ano, 15 mil universitários de todo o País participaram do concurso, sendo esta, a primeira edição em que os votos femininos (60,3%) superaram os masculinos (39,7%).
O concurso Carro Universitário do Ano 2007 distribuiu prêmios aos participantes, como lap top, barraca, mochilas e livros. As publicações tratam de ícones do mercado automobilístico: o Fusca e o Maverick. Eu amo Fusca foi escrito por Alexander Gromow, um entusiasta da marca -fato reconhecido pela Presidência e Diretoria da Volkswagen do Brasil- que realizou vários feitos que dignificam o carro em níveis nacional e internacional. Criou o “Dia Nacional do Fusca”, efeméride não oficial, mas amplamente comemorada, o “Dia Municipal do Fusca” e lançou na Alemanha o “Dia Mundial do Fusca” data comemorada no mundo todo. Maverick: um ícone dos anos 1970 foi escrito por Paul William Gregson. Independentemente da formação acadêmica e de sua atuação profissional, Paul alimenta uma paixão pelo Ford Maverick desde criança, o que faz com ele esteja sempre com atividades ligadas ao assunto. É colecionador de veículos antigos, atuando como presidente e membro da Diretoria do Clube do Ford V8 do Brasil e associado ao Maverick Comet Club International (USA).
A relação dos ganhadores dos prêmios pode ser conferida através do site Carro Universitário (http://www.carrouniversitario.com.br/).

Ao comemorar 35 anos de atividades, Campo de Provas da Cruz Alta da GM do Brasil é ampliado em capacidade e tecnologia

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Uma das novidades é a nova pista de testes para validação de veículos, denominada ‘Black Lake’, além da ampliação física e de número de equipamentos de diversos laboratórios experimentais

No ano em que comemora seu 35º aniversário, o Campo de Provas da Cruz Alta – CPCA -, da General Motors do Brasil, localizado em Indaiatuba (SP), é ampliado em capacidade e tecnologia. Já neste mês de fevereiro de 2009, está sendo inaugurada uma nova área para teste de veículos, denominada “Black Lake”, da pista para medição de ruídos internos e de diversos laboratórios experimentais que foram ampliados.
A GM também expande seu Centro Tecnológico e renova seu Centro de Design, ambos em São Caetano do Sul (SP), e amplia a já imensa gama de laboratórios da empresa, incluindo os do próprio CPCA.
“Desde que a GM do Brasil tornou-se um dos cinco centros globais de desenvolvimento de produto, em 2006, recebemos a missão de ampliar nossa capacidade existente também no Campo de Provas da Cruz Alta, no sentido de melhorar a base de conhecimentos sobre a engenharia necessária para criar, desenvolver e validar veículos mundiais”, observa Pedro Manuchakian, vice-presidente de Engenharia da Divisão LAAM da GM, que engloba as regiões da América Latina, África e Oriente Médio.
Black Lake, a nova pista testa sistemas de freios, direção, suspensão e pneus em alto e baixo atrito
Várias áreas do Campo de Provas passaram por obras de ampliação, além de ganharem novos e os mais avançados equipamentos no desenvolvimento de veículos do mundo. Como a nova pista de teste que também passa a integrar o CPCA: a Área de Teste de Dinâmica Veicular (VDTA), chamada de “Black Lake”, bem como a pista para medição de ruídos internos. Entre os laboratórios que foram ampliados estão o de Teste de Impacto e Segurança, o Elétrico e Eletrônico, o de Ruídos e Vibrações e o Estrutural.
A nova pista do Campo de Provas da Cruz Alta, denominada Área de Testes de Dinâmica Veicular (a sigla em inglês é VDTA), foi construída para o desenvolvimento e validação de sistemas de freios ABS, sistemas eletrônicos de estabilidade e controle de tração, direção, pneus, suspensão de veículos.
A área é chamada de “Black Lake”, pois, vista do alto, em função da tonalidade escura da cobertura do asfalto, parece ser um grande lago negro, sobretudo quando está molhada para a realização de testes de estabilidade. Em Milford, nos Estados Unidos, onde a GM possui uma pista similar, até patos selvagens – comuns na região – se confundem e, constantemente, tentam “nadar” no local.
Com 400 m x 300 m de área, a VDTA é composta por uma grande área asfaltada, dois pátios com baixo e médio coeficientes de atrito, construídos em granito polido, que simulam a rodagem em pistas cobertas por gelo ou neve. Há ainda uma alça de aceleração de 1,2 quilômetro de extensão, de onde os veículos em processo de desenvolvimento partem com a velocidade necessária para alcançar as áreas de teste.
“Agora, tudo que é novidade, como um carro com novo sistema de freios ABS, por exemplo, vai para esta área, que tem capacidade para avaliar veículos de até 4 toneladas”, observa o engenheiro Nélio Ramos, gerente responsável pelo “Black Lake”.
Segundo ele, outra grande vantagem desta pista é que não será mais preciso enviar veículos em desenvolvimento para a Europa ou América do Norte, onde a GM também mantém locais como este.
A nova pista permite que a GM do Brasil faça testes em diversos tipos de superfícies, que simulam condições reais de estradas e ruas de todo o mundo. Além da área com coeficiente de atrito baixo, igual ao gelo, há a pista de médio coeficiente de atrito, similar as estradas cobertas por neve compactada. Um sistema de irrigação automático joga água sobre o granito, onde é avaliada a capacidade do carro rodar neste tipo de piso.
Existem ainda as “Traction Hills”, rampas compostas por asfalto e granito, proporcionando uma variação entre alto e baixo atrito em superfície inclinada, onde são realizados testes gerais do trem de força que permite conferir a transferência de torque entre as rodas dos veículos, avaliando os sistemas de controle de tração e a capacidade de reação dele nesta condição.
Na nova Área de Testes de Dinâmica Veicular, também é possível realizar testes de estabilidade dinâmica (handling) em piso seco ou molhado e em circuitos demarcados por cones. “Podemos, por exemplo, comparar o comportamento de pneus de fornecedores diferentes de uma forma mais precisa, o que ajudará na escolha do componente mais adequado para o veículo”, explica Nélio Ramos.
O engenheiro informa que, de acordo com o teste, o carro recebe uma série de instrumentos, entre eles um robô de última geração que ‘dirige’ o veículo de forma constante, podendo submetê-lo a mudanças bruscas de pista. “É uma evolução do ‘Teste do Alce’, onde o carro, em velocidade mais elevada, deve desviar de cones (obstáculos)”, acrescenta.
Nos testes, os veículos são equipados por diversos sensores controlados por um computador com programas de última geração, que registram informações importantes sobre o comportamento dinâmico dos veículos.
Esses sensores são capazes de medir os ângulos segundo os quais o veículo está se movimentando, acelerações longitudinais e laterais e outras grandezas que auxiliam na comparação entre diferentes componentes e calibrações durante o processo de desenvolvimento e validação.

Chevrolet apresenta o Captiva Sport Ecotec, nova versão do utilitário-esportivo mais moderno e premiado do mercado brasileiro

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Modelo é equipado com o inédito e eficiente motor Ecotec e possui as mesmas linhas atraentes e tecnologia avançada da versão V6

A Chevrolet oferece a partir deste mês de fevereiro de 2009, o Captiva Sport Ecotec, uma nova versão de seu utilitário-esportivo, modelo que conquistou rapidamente a preferência do consumidor brasileiro e obteve sete prêmios apenas no último trimestre de 2008 e assumiu a liderança do segmento.
Disponível agora com motorização Ecotec, de 2.4 litros 16V VVT, que desenvolve 171 cv de potência e transmissão automática – com Active Select (sequencial) -, a nova versão traz moderna tecnologia em termos de equipamentos de série e as mesmas linhas atraentes e harmoniosas do Captiva Sport V6, numa faixa de preço extremamente competitiva.
“O consumidor brasileiro, que já se apaixonou pelo Chevrolet Captiva Sport, tem agora mais uma alternativa. A chegada de mais esta versão comprova a confiança da General Motors do Brasil no mercado, que continua apostando em novos e modernos produtos, com motores cada vez menos poluentes e mais eficientes, como este da família Ecotec, que equipa esta versão do modelo mundialmente”, ressalta Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.
Assim como o Chevrolet Captiva Sport V6, a nova configuração do utilitário-esportivo também possui design surpreendente, robusto e agressivo, excelentes desempenho e dirigibilidade, elevado nível de segurança preventiva e passiva, sofisticação no acabamento e uma extensa lista de equipamentos de série.
“A receita de sucesso é a mesma: um veículo feito para pessoas exigentes, que buscam um design diferenciado, conforto e segurança. O consumidor do Chevrolet Captiva Ecotec tem certeza de que estará levando para casa um modelo campeão, que conquistou sete prêmios no ano passado, com apenas quatro meses de vendas no Brasil”, observa José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.
No segmento de utilitários-esportivos médios, o Chevrolet Captiva – tanto a versão Sport V6, quanto a nova versão Sport Ecotec – tem a maior cobertura de assistência técnica do País, com 559 pontos. Ou seja, o proprietário do modelo Chevrolet conta com a mesma estrutura oferecida pelas concessionárias aos demais veículos da marca, quase que a soma de todas as concessionárias das marcas que concorrem diretamente com o modelo.
Motor Ecotec: potência, economia e eficiência
A nova versão do Chevrolet Captiva é equipada com o motor da família Ecotec, um dos mais eficientes produzidos pela engenharia da General Motors em todo o mundo. Esse motor, assim como o 3.6 V6, é global, ou seja, equipa outros veículos da empresa no mundo, tais como os modelos Saturn Aura, Pontiac G6, Chevrolet HHR, Pontiac Solstice, Saturn Sky, Chevrolet Malibu e o Saturn VUE, nome dado ao Captiva nos Estados Unidos.
Os motores Ecotec são produzidos em várias localidades ao redor do mundo. O propulsor que equipa o Chevrolet Captiva Ecotec que será vendido no Brasil vem normalmente de Spring Hills, no Tenesse (Estados Unidos), e ele tem as mesmas características construtivas dos que são feitos em Tonawanda (Estados Unidos); Kaiserslautenrn (Alemanha) e Xangai (China).
“A escolha do motor a ser utilizado em cada aplicação está diretamente ligado à capacidade produtiva e à demanda de cada planta e à logística envolvida”, explica Adhemar Nicolini, diretor geral da GM Powertrain LAAM, região que engloba a América Latina, África e Oriente Médio.
A primeira aplicação do motor Ecotec 2.4 litros foi no Chevrolet Cobalt, mas a família de motores Ecotec teve sua primeira aplicação em 2000, na versão 2.2 litros, no Saturn L Series. Em 2001, passou a equipar diversos modelos europeus e norte-americanos da General Motors.
O Ecotec é um motor do tipo DOHC (Dual Overhead Camshaft) a gasolina de 2.384 cc de cilindrada 16V, de quatro cilindros, que desenvolve 171 cavalos de potência a 6.200 rpm, e tem um torque de 22,2 kgfm a 5.100 rpm.
Esta motorização tem a capacidade de mesclar potência, com economia de combustível, baixos níveis de ruído e baixos níveis emissões. Outra característica deste propulsor é a presença de componentes em alumínio, tais como cabeçote, bloco e cárter.
Também colaboram para a eficiência do motor Ecotec 2.4 o coletor de admissão plástico e o comando de válvulas variável, que otimizam a entrada de ar/combustível e, consequentemente, o regime de rotação e funcionamento do motor.
O motor Ecotec 2.4 litros utiliza dois eixos balanceadores laterais internos ao bloco que representam a melhor tecnologia disponível nesta área para motores deste porte, pois tem melhor eficiência tornando o motor mais silencioso, com baixos níveis de vibração.
Esta versão do utilitário-esportivo da Chevrolet propicia arrancadas fortes e excelentes retomadas de velocidade. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 11s3 e faz 10 km/litro na cidade e 14,9 km/litro na estrada – média combinada de 11,7 km/litro.
O modelo possui sistema “drive-by-wire” (acelerador eletrônico), que faz com que o Captiva Sport Ecotec tenha uma dirigibilidade mais suave e sem trancos quando se acelera ou se tira o pé rapidamente do pedal da direita.
Outro atributo do motor Ecotec é sua durabilidade. Ele foi submetido aos mais duros e abrangentes processos de validação da General Motors. O Chevrolet Captiva Ecotec também rodou milhões de quilômetros em vários tipos de estradas e em locais com os mais variados climas e temperaturas.
O motor do Ecotec é global, foi desenvolvido para atender requisitos e condições dos mais variados mercados, possui componentes globais que protegem o mesmo das diversas condições ambientais e de combustíveis como, por exemplo, injetores em aço inox, vedadores, mangueiras, válvulas e assentos de válvulas em materiais especiais, velas com durabilidade de 80.000 km. Desta forma, o veículo não necessitou de adaptações ou tropicalizações especiais para o Brasil.
“A troca de experiências e a sinergia entre as divisões da General Motors, ou seja, a experiência adquirida em regiões como a nossa são incorporadas ao produto e aplicadas ao redor do mundo. Portanto, como todos os motores da General Motors aplicados no Brasil, o Ecotec está preparado para ser utilizado no nosso mercado”, acrescenta o executivo.
Transmissão Active Select adapta-se à necessidade do motorista
O Chevrolet Captiva Sport Ecotec está equipado com transmissão automática de quatro velocidades, com opção Active Select (sequencial). Sua calibração permite que se adapte a uma grande variedade de tipos de condução, ou seja, a transmissão se ajusta facilmente à necessidade do motorista.
Conforme a opção do motorista, o sistema pode funcionar como um câmbio automático normal, com as posições “P” (Parking/estacionar), “R” (Reverse/marcha à ré), “N” (Neutral/ponto morto) e “D” (Drive/dirigir), ou no modo “manual”. Nesta situação, o motorista, por meio de um botão localizado na manopla do câmbio, aumenta as marchas para frente (+) e as reduz dando toques para trás (-), de modo sequencial.
Agressividade e robustez presentes no design
A agressividade e a robustez também estão presentes no design do Chevrolet Captiva Ecotec, que conta com personalidade própria. Os grandes faróis de superfície complexa e com desenho atraente, a grade frontal com detalhes cromados, faróis de neblina, saídas de ar nas laterais, rodas de alumínio com aro de 17 polegadas e rack no teto são alguns destaques do design do modelo.
Em relação à versão Sport V6, a Ecotec possui algumas diferenças externas: os parachoques são bicolores com a cor do veículo e na cor Antracite, assim como as molduras das soleiras, o que lhe atribui um visual ainda mais agressivo e o escapamento que passa a ser único (uma saída). Também são Antracite as maçanetas das portas.
O Chevrolet Captiva Ecotec possui a linha de cintura lateral elevada e vincos laterais que conferem harmonia a todo o conjunto. Existem ainda no modelo filetes cromados que contornam os vidros laterais, os retrovisores externos e a tampa do porta-malas.
As cores disponíveis para o Chevrolet Captiva Ecotec no Brasil são: prata Quicksilver, cinza Techno, azul Imperial e preto Onix.
Computador de bordo tem diversas funções
O Chevrolet Captiva Ecotec é equipado com computador de bordo de fácil manuseio e com diversas funções, tais como temperatura externa, bússola, consumo médio, vida útil do óleo, pressão dos pneus e autonomia.
Outras tecnologias presentes no veículo são o sistema de som AM/FM estéreo com controle eletrônico de sintonia de rádio com leitor de MP3 e seis alto-falantes, com controle no volante, além de relógio e calendário digital e volante de três raios que abriga o controle giratório do volume do som e ainda o comando do controlador de velocidade de cruzeiro.
O painel de instrumentos tem design elegante e é um espetáculo à parte. Além do velocímetro, conta-giros e marcador de combustível, ele transmite uma série de informações ao usuário, tais como monitoramento de pressão dos pneus, luz de controle de velocidade de cruzeiro, e ainda informa se o sistema de controle de tração (TCS) e o programa de controle de estabilidade (ESP) estão em funcionamento ou não.
O painel mostra ainda se há necessidade de abastecimento no reservatório de fluido para o lavador de parabrisas.
Interior do modelo utiliza materiais ‘Premium’
Belo por fora, mais bonito ainda por dentro. Assim é o Chevrolet Captiva Ecotec, disponível no Brasil apenas na configuração FWD (Front Wheel Drive). Internamente, ele possui materiais ‘Premium’ e com acabamentos e arremates precisos em tecidos de elevada qualidade e fino acabamento.
Os designers da GM optaram, em todo o habitáculo do Chevrolet Captiva Ecotec, por cores mais claras para garantir maior sensação de bem-estar. Os assentos dianteiros são anatômicos, sendo que o banco do motorista possui ajuste manual lombar e de altura, e o do passageiro da frente pode ser dobrável em até 180 graus, trazendo mais flexibilidade.
Já o assento traseiro – com descansa-braço ao centro – também pode ser rebatido em 180 graus, o que facilita o acesso ao porta-malas e o transporte de objetos maiores. Seu porta-malas é amplo, com 821 litros de capacidade, podendo chegar a 1.586 litros com os bancos traseiros rebatidos.
No utilitário-esportivo da Chevrolet a conveniência a bordo também é um ponto forte. O console central tem dois compartimentos distintos; e há ainda dois porta-copos dianteiros e dois traseiros e porta-moedas, amplo porta-luvas com iluminação e redes porta-objetos atrás dos bancos e do lado do console central (passageiro), além de diversos outros porta-objetos.
Vários Acessórios Chevrolet estão disponíveis para o modelo
Vários itens genuínos de acessórios Chevrolet também estão presentes no Captiva Ecotec, como as rodas de alumínio 17 polegadas cromadas e de design esportivo; e as maçanetas externas, também cromadas, e que, a exemplo das rodas, sofistica ainda mais a aparência do veículo.
Dentre os demais acessórios de fábrica desenvolvidos para o Chevrolet Captiva Ecotec há duas redes, com diversas variações de posição, o que facilita o transporte de objetos menores e flexibiliza a organização dos volumes no porta-malas.
Também estão à disposição da versão Ecotec, já existentes na V6, o sensor de estacionamento (pode ser usado no engate traseiro), adesivos refletivos (adverte sobre o movimento de abertura das portas), protetor de soleira das portas dianteiras (produzido em alumínio), estribos laterais cromados.
São oferecidas ainda barras transversais de teto (complementam a funcionalidade do rack e permitem várias configurações do suporte), compartimento isotérmico (aquece ou refrigera bebidas e alimentos), suporte tipo cabide (atrás do encosto de cabeça do banco dianteiro) e sistema de navegação GPS com 1.004 municípios brasileiros mapeados (lista de locais interessantes) e reprodução de fotos, áudio e vídeo em formato MP3 e JPEG.
Segurança é item de série neste utilitário-esportivo
O Chevrolet Captiva Ecotec possui uma extensa lista de equipamentos quando o assunto é segurança, seja preventiva ou passiva. Um dos mais importantes chama-se ESP (Electronic Stability Program), que administra outros sistemas igualmente avançados, tais como o ABS (Anti-lock Braking System) e o TCS (Traction Controle System).
Portanto, o ESP ou controle de estabilidade é o sistema de segurança ativa destinado a gerenciar o desempenho dinâmico do veículo, utilizando os recursos ABS e TCS, para corrigir eventuais perdas de estabilidade, sem a intervenção do motorista.
Entre os sistemas controlados pelo ESP está o ABS, que impede o travamento das rodas, possibilitando melhores frenagens. Faz parte ainda do sistema o TCS ou controle de tração, dispositivo que melhora a dirigibilidade, cujo papel é evitar que as rodas deslizem durante uma aceleração brusca. Ele melhora a estabilidade do veículo em situações críticas, como trafegar sobre pisos escorregadios ou realizar curvas sinuosas em velocidades mais altas. O controle de tração possui um processador central, que monitora a aderência dos pneus, por meio de sensores instalados nas rodas, e avalia se há risco de os pneus girarem em falso.
A localização do tanque de combustível – entre os eixos do veículo – também é fundamental para garantir segurança aos ocupantes do utilitário-esportivo da Chevrolet.
Também favorecem a segurança do motorista e passageiros os seis airbags – dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina (para proteção da cabeça no caso de impacto lateral), os cintos de segurança com pré-tensionadores e os apoios de cabeça dianteiros ativos que se movimentam para frente do veículo no caso de colisão traseira, de modo a aliviar o impacto no pescoço dos ocupantes.
Outro dispositivo de segurança importante no Chevrolet Captiva Ecotec é o monitoramento da pressão dos pneus, que observa a pressão dos quatro pneus em tempo real e avisa o motorista por meio de um sinal luminoso no painel de instrumentos. Além disso, a pressão de cada um dos pneus pode ser visualizada através do computador de bordo. Portanto, sensores localizados nos pneus “avisam” situações, por exemplo, de quando eles estão descalibrados. Esta tecnologia permite assegurar as melhores condições de rodagem ao detectar qualquer anomalia na calibragem que poderia afetar o desempenho do pneu e influenciar no consumo e segurança do veículo.
Outros itens de segurança que equipam o Chevrolet Captiva Ecotec são o sensor de presença do passageiro da frente, que aciona (ou não) o airbag dianteiro para o passageiro, o alarme antifurto e o sistema Isofix, que permite a correta e segura fixação de cadeiras para crianças.
Chevrolet espera aumentar ainda mais a participação no segmento
A Chevrolet espera aumentar ainda mais sua presença no segmento dos utilitários-esportivos de luxo, após o lançamento do Chevrolet Captiva Sport Ecotec. O Captiva Sport, equipado com motor 3.6 litros V6, é sucesso de vendas desde que chegou ao mercado, em setembro de 2008, com 4.796 unidades emplacadas acumuladas até o último dia 31 de dezembro de 2008. No segmento dos utilitários-esportivos de médio porte o Captiva liderou o mercado brasileiro nos meses de novembro e dezembro de 2008.
Inicialmente a área de marketing da GM prevê um mix de 50% das vendas totais do modelo no Brasil para a nova configuração Ecotec e de 50% para as outras duas configurações V6. Com isso, a linha Captiva no Brasil com certeza manterá o sucesso já obtido no Brasil, atingindo um maior número de consumidores, que buscam mais sofisticação, refinamento e agressividade.
Marcos Munhoz, diretor geral de Marketing e Vendas da GM do Brasil, acredita que o Chevrolet Captiva Ecotec vai obter o mesmo sucesso de vendas do Captiva Sport V6. “O mercado de utilitários-esportivos cresceu 26% em 2008 (175.737 unidades), em relação a 2007 (139.449 unidades) e esta nova versão do nosso utilitário-esportivo vai participar com uma importante fatia”, acrescenta o executivo.
Segundo ele, o Captiva Ecotec possui características técnicas superiores a dos concorrentes e ainda com a vantagem de ter um excelente custo-benefício, o que deve atrair uma nova gama de consumidores. “Tecnologia, segurança e conteúdo diferenciado são, com certeza, os itens de série de qualquer versão do Chevrolet Captiva”, destaca Munhoz.
No Brasil, o mercado de utilitários-esportivos foi descoberto pelos consumidores provenientes de outros segmentos, como os de sedãs médios grandes e wagons.
Modelo já faz sucesso em diversos países
O Chevrolet Captiva é um modelo internacional, que adota o conceito da GM de arquitetura global – mais de uma marca e diversas aplicações – e faz sucesso em diversos países no mundo.
O Chevrolet Captiva Sport (V6 e Ecotec) vendido no Brasil é produzido em uma das fábricas da General Motors Corporation no México, localizada na cidade de Ramos Arizpe. Mas o modelo também é produzido na Coreia do Sul, com outras configurações que atendem outros países – as produzidas no México atendem ao mercado brasileiro e norte-americano, por exemplo.
Hoje, o utilitário-esportivo da Chevrolet é vendido como Captiva na Rússia, México e Argentina, e está disponível na Coreia do Sul como Daewoo Windstorm; na Austrália como Holden Captiva; e nos Estados Unidos e Canadá, como Saturn Vue, Vue XE, Vue XR, Saturn Vue Redline e Saturn Vue Hybrid. E, na Europa, como Opel Antara, Vauxhall Antara e também Chevrolet Captiva.
Chevrolet Captiva, o veículo mais premiado do Brasil em 2008
O Chevrolet Captiva Sport, lançado no último mês de agosto de 2008, foi o veículo mais premiado do Brasil, em 2008: ganhou sete vezes. Já um sucesso absoluto na preferência do consumidor brasileiro que opta pela compra de um utilitário-esportivo, o Captiva venceu seus principais concorrentes nos mais importantes prêmios do setor automotivo brasileiro.
A primeira grande conquista do Captiva Sport foi em outubro de 2008, com o título de “Melhor Utilitário Esportivo” do mercado brasileiro, do Prêmio Top Car TV 2008, superando os concorrentes Dodge Journey, Ford EcoSport, Honda CR-V e Mercedes-Benz Classe ML. A escolha foi feita por um júri formado por 19 jornalistas que mantém programas de televisão especializados em veículos de todo o País.
No mesmo mês, obteve o título máximo de “Veículo Abiauto 2008”, melhor veículo vendido no País dentre todas as categorias que constam da premiação da entidade Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva. Pela mesma associação, o modelo Chevrolet, também recebeu o prêmio na categoria de “Melhor Utilitário-Esportivo”, superando os demais concorrentes.
Em seguida, foi eleito por um qualificado júri formado por 50 jornalistas especializados e engenheiros do setor automotivo, como o “Utilitário do Ano®”, uma das seis categorias da 42ª edição do tradicional Prêmio “Carro do Ano®” de 2009, da Revista Autoesporte.
O modelo ainda recebeu o prêmio CAR Awards, instituído pela CAR Magazine Brasil, que elegeu o Captiva Sport o “Melhor SUV” de 2008.
O sexto prêmio obtido em 2008 pelo Chevrolet Captiva foi o de “Melhor Utilitário-esportivo”, na eleição intitulada “O Melhor de Auto Press 2009”. O modelo da Chevrolet arrebatou 65% dos votos do júri formado por editores de automóveis dos jornais e portais de todo o Brasil assinantes do noticiário automotivo produzido pela Carta Z Notícias, do Rio de Janeiro, desde 1992.
A conquista mais recente do modelo – a sétima – foi o ‘10 Best’, da revista Car and Driver. Ele foi escolhido pelo corpo editorial da revista, que teve como base inicial para a escolha, 130 veículos avaliados em 2008. Após criteriosa seleção, o Captiva ficou entre os 10 mais prazerosos ao volante.
Segundo o vice-presidente da GM do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto, “a conquista de sete importantes prêmios, em menos de quatro meses de comercialização, reflete a excelente aceitação pelo modelo por parte dos consumidores e por parte da imprensa que o aprova em suas diversas avaliações e testes. Este modelo Chevrolet faz sucesso no mercado mundial e agora, para a nossa satisfação, também no mercado brasileiro”.
Os sete prêmios do Captiva Sport em 2008
Top Car TV 2008
Melhor Utilitário-Esportivo Abiauto
Veículo Abiauto
“Utilitário do Ano®”, da Revista Autoesporte
”Melhor SUV”, da Revista CAR Magazine Brasil
“O Melhor de Auto Press”, da Agência Auto Press
“10 Best”, da Revista Car and Driver

NOVO SITE DA TROLLER LANÇA BLOG DA COMUNIDADE “OFF-ROAD”

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A comunidade “off-road” tem um novo ponto de encontro na internet: a Troller lançou seu novo site – http://www.troller.com.br/ –, com visual moderno, tecnologias avançadas de navegação e ferramentas que favorecem a interatividade. Uma delas é o blog na página principal, com histórias de clientes, notícias de interesse dos trilheiros e espaço para quem desejar postar seus comentários.
O site também oferece grande conteúdo de fotos e vídeos, com links diretos para o Flickr e o YouTube, duas referências mundiais do universo digital. A página personalizada da Troller existente no YouTube facilita o compartilhamento de vídeos.
“Quem tem um Troller T4 sempre tem boas histórias para contar. Fomos buscar as tecnologias e tendências mais modernas para unir essa comunidade. O objetivo foi criar um ambiente sintonizado com tudo que os fãs do Troller T4 apreciam e admiram: design, robustez, versatilidade e estilo de vida”, diz Rodrigo Lourenço, gerente geral da Troller.
Nas páginas internas, o novo Troller T4 2009 é apresentado de forma dinâmica, com destaque para as principais mudanças do modelo 2009. É possível visualizar as várias opções de cores do veículo, ficha técnica, detalhes sobre a tecnologia aplicada e rede de revendedores e assistência técnica no Brasil. Há também uma área para download de papéis de parede e protetores de tela, tudo com navegação amigável e simples.
Outra seção do site é inteiramente dedicada à Copa Troller, competição que une trilhas, natureza e confraternização para os amantes da prática fora-de-estrada. Além de uma retrospectiva de toda a temporada 2008, com fotos, vídeos e resultados das etapas dos Campeonatos Sudeste, Nordeste e Troféu Copa Troller, ele traz a programação de 2009, com a atualização de cada etapa.

“Desgaste, atrito e lubrificação” é o tema do 1º curso da AEA em 2009

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O mestre em Ciência e Tecnologia de Materiais Nucleares pelo IPEN, Marcos Batista Garcia, será responsável por ministrar o 1º curso da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva em 2009. “Desgaste, atrito e lubrificação” compõe o temário do curso que acontece nos dias 19 e 20 de março, no Anfiteatro da UNIP – Universidade Paulista, na Vila Clementino, em São Paulo.

Embora a entidade esteja voltada ao setor automotivo, o tema sugere abrangência mais ampla. O curso é destinado a todos os profissionais que de alguma forma trabalham com especificação de materiais e sua degradação por processo eletromecânico.

O curso, com carga de 16 horas, está subdividido em quatro módulos: Definição de tribologia (desgaste, atrito e lubrificação); Parâmetros de influenciam o desgaste e o atrito (estruturais, interface e funcionais); Mecanismos de desgaste (abrasivo, adesivo, fadiga de superfície e corrosivo ou triboquímico) e Análises&testes de desgaste e atrito (análise de superfície de desgaste, características de materiais, simulações e estudo de caso).

Inscrições e mais informações podem ser obtidas por meio do site www.aea.org.br, e.mail cursos@aea.org.br ou tel. 11-5575-9043 ramal 18.

STETSOM AMPLIA LINHA VULCAN DE AMPLIFICADORES

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A linha VULCAN da STETSOM, atualmente composta de oito produtos, é específica para projetos sonoros de grande potência e possui características exclusivas que fazem dela a campeã de vendas do mercado.

O novo modelo VULCAN 6K-2D de 1 e 2 OHMs, tem potência de 7.900 WRMS com ligação em 1 OHM, 4.800 WRMS com ligação em 2 OHMs e 2.700 WRMS com ligação em 4 OHMs. Possui os diferenciais que já conquistaram o consumidor, tais como, sistemas de proteção com indicação por Led´s, resposta de freqüência de 20HZ a 8KHz, distorção harmônica de 0,9 dentre outras.

Para atender às novas tendências do mercado, cada vez mais dinâmico e exigente, a STETSOM está em constante atualização das matérias primas utilizada para garantir a qualidade e a tecnologia de vanguarda que caracteriza e garante o sucesso dos produtos da Stetsom.

Para o Gerente de Marketing da STETSOM, Mario Casadei, a linha VULCAN se destaca pelo design que proporciona melhores adaptações nos veículos, por sua qualidade e especificações. “Além de ter um visual interessante o VULCAN 6K-2D de 1 e 2 Ohms, tem todos os sistemas que fazem dele um produto confiável, como, por exemplo, o indicador de Clipping – sistema que indica quando o amplificador atinge sua máxima potência sem distorção de áudio” afirma Mario.

O VULCAN 6K-2D de 1 e 2 OHMs atende vários tipos de projetos sonoros: uma variedade de sistemas de sonorização de alta qualidade, sonorização tipo trio elétrico – o conhecido “som prá fora” que rola solto nas praias e nas praças -, e todo tipo de sonorização utilizada nos eventos automotivos.

FEIRÃO DE FÁBRICA FORD TRAZ GRANDES OFERTAS

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A Ford começa fevereiro com uma promoção forte de varejo, o Feirão de Fábrica Ford, que de quinta-feira até domingo (5 a 8) oferece grandes descontos e condições flexíveis de financiamento para facilitar a compra de um carro zero. Durante a promoção, toda a linha de automóveis da marca pode ser adquirida com zero de entrada e pagamento em até 60 meses, com prestações calculadas para caber dentro do orçamento do cliente.
Um dos modelos em destaque é o Novo Ford Ka, equipado de série com travas elétricas com controle remoto, abertura elétrica do porta-malas, alarme volumétrico e travamento automático das portas a 15 km/h, com preço a partir de R$23.157. O Novo Fiesta Hatch 1.0 é oferecido a partir de R$26.877 e o Focus Hatch 1.6 Flex completo, com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, sai por R$ 39.900. Outras ofertas são o Fiesta Sedan 1.0 por R$29.202 e o Ford EcoSport 2.0 FreeStyle por R$ 53.770, todos com IPI reduzido e descontos adicionais sobre os preços de tabela.
São condições muito atraentes, como há muito tempo não se via no mercado. Não por acaso, o slogan adotado para o feirão é “a Ford não está para brincadeira”. “A redução do IPI deu um impulso grande nas vendas em dezembro e janeiro e agora ampliamos ainda mais as vantagens para incentivar o consumidor. É uma grande oportunidade para quem quer comprar ou trocar de carro, já que a redução do imposto está prevista para vigorar só até março”, diz Ivan Nakano, gerente de Marketing de Varejo da Ford.

Prática da carona é uma alternativa ao trânsito das grandes cidades

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Novo portal Carona Brasil acaba de ser lançado e visa melhorar o trânsito e a qualidade de vida nos grandes centros

O portal Carona Brasil – www.caronabrasil.com.br – acaba de ser lançado, fruto da iniciativa sócio-ambiental de um industrial e um engenheiro que se uniram para propor uma alternativa de locomoção nos grandes centros. O objetivo do projeto é estimular a prática da carona e aumentar a taxa de ocupação dos milhões de veículos que trafegam apenas com o motorista, encorajando e disponibilizando uma ferramenta online para que as pessoas compartilharem suas jornadas de carro.

O projeto visa ainda trazer para a pauta das discussões a mobilidade urbana nos centros de convergência – nas indústrias, faculdades, escolas, empresas, condomínios e centros comerciais. Os idealizadores do projeto, Edgard Riyad Azzam e Fernando Doria De Bellis, apostam na criação de redes de caronas dentro de organizações para diminuir em até 20% o número de carros que chegam e partem de um mesmo ponto diariamente.

“Quando idealizamos o Carona Brasil, pensamos em uma iniciativa sustentável, de longo prazo e com impacto direto na vida das pessoas. Acompanhamos de perto a degradação do sistema de transporte da cidade de São Paulo, a situação do trânsito piorando a cada ano e por conseqüência, aumentando a poluição e diminuindo a qualidade de vida das pessoas. O Carona Brasil é antes de tudo, um investimento pessoal que fazemos em prol da sustentabilidade da cidade de São Paulo e dos demais centros urbanos do País”, explica Azzam.

O conceito de carona é muito difundido na Europa e América do Norte. A proposta do Carona Brasil é tropicalizar esta mentalidade nos grandes centros de convergência de usuários para gerar imediatamente um impacto no trânsito e conseqüentemente, reduzir a emissão de poluentes. “Neste mês de volta às aulas, o aumento do trânsito é considerável e aproveitamos este momento para anunciar oficialmente o portal”, explica De Bellis.

No segmento corporativo, cada vez mais as empresas estão preocupadas com o impacto que suas atividades geram ao meio ambiente e a neutralização das emissões de carbono está se tornando uma exigência para atestar o compromisso de sustentabilidade das empresas. “Nossa proposta entra em sinergia com o movimento pela sustentabilidade vivido em nosso País, e passa a ser um aliado a todos os usuários que necessitam do automóvel como meio de locomoção diário”, explica Azzam.

Como o usuário pode participar
O Carona Brasil utiliza a internet para conectar usuários que buscam uma melhor qualidade de vida e os impactos que essa atitude traz para a sociedade, com a diminuição da poluição do ar, aumento da segurança no trânsito, além de gerar economia de tempo e dinheiro, com a diminuição das despesas com estacionamento, combustível, manutenção do carro, etc.

Os membros do Carona Brasil realizam o cadastro gratuitamente e já podem adicionar seus destinos online, pesquisar por caronas oferecidas e compartilhar viagens com outros membros abertamente no portal ou através da rede criada pela empresa onde trabalha, faculdade, condomínio, etc.

As soluções corporativas do Carona Brasil são desenhadas utilizando ferramentas web, não sendo necessário passar pelo processo da implantação e aprovação de algum software. As suas arquiteturas são construídas nas mais recentes tecnologias de sistemas de informações geográficas (Plataforma GIS) tornando-se possível visualizar as caronas oferecidas em um mapa, possibilitando aos empregadores a flexibilidade em customizá-las de acordo com sua necessidade, criando grupos privados e restritos para compartilhamento de veículos – private carpools.

O site disponibiliza uma calculadora ecológica que calcula dinamicamente a economia mensal individual de cada usuário com combustível, quanto de CO2 está deixando de emitir o equivalente em árvores.

No caso de uma organização implantar o sistema, o site também calcula o total economizado por todos os usuários daquele grupo, podendo incluir a economia de CO2 gerada com caronas em seus relatórios de sustentabilidade.

Os usuários informam em seu perfil, sexo, faixa etária, se é ou não fumante, seu time do coração, seu tipo de música preferido, se gostam de conversar, final da placa do carro e as informações de consumo e tipo de combustível do automóvel, entre outras informações, que são utilizadas para gerar os sumários de economia ambiental e os custos para compartilhar o carro.

O site ainda traz ainda uma ferramenta de busca avançada, onde é possível, por exemplo, buscar apenas membros do sexo feminino. A segurança dos usuários para as soluções corporativas estão nos detalhes de como funciona o Carona Brasil.

Sobre o Carona Brasil
O Carona Brasil é uma solução web, oficialmente no ar desde dezembro de 2008 e idealizado por dois empresários das áreas de construção civil e da indústria. O projeto estimula o uso compartilhado de um automóvel particular por duas ou mais pessoas, para viajar juntos durante os horários de pico para o trabalho, escola, faculdade, eventos, etc. A ferramenta de busca por parceiros de carona é totalmente gratuita para pessoas físicas e conta com vários planos de atendimento ao segmento corporativo e pessoas jurídicas.
Website: www.caronabrasil.com.br

Aliança Renault-Nissan registra venda de 6.090.304 veículos em 2008

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Em um mercado mundial que registrou queda de 5%, Renault e Nissan anunciam uma retração das vendas de 1,1% em 2008. Com um total de 6.090.304 veículos comercializados em 2008, a Aliança Renault-Nissan acumula uma participação de mercado de 9,4%, uma alta de 0,3 ponto percentual em relação a 2007.A Renault e a Nissan comercializaram, respectivamente, 2.382.230 e 3.708.074 veículos. Em 2008, as vendas da Renault tiveram retração de 4,1%, enquanto as da Nissan aumentaram 0,9%.Resultados do Grupo Renault em 2008Enquanto o mercado mundial sofreu queda de 5%, o Grupo Renault registrou queda nas vendas da ordem de 4,1% e aumentou sua participação de mercado para 3,6%.O Grupo Renault (composto pelas marcas Renault, Dacia e Samsung Motors) continuou a buscar o crescimento nos mercados internacionais, com um aumento das vendas de 1,5% fora da Europa e comercialização de 873.798 unidades. As vendas nestes mercados representam 37% das vendas totais do Grupo Renault. Na Europa, em um mercado que desacelerou 8,1%, o Grupo Renault teve retração de 0,2 ponto percentual em sua participação de mercado, atingindo o patamar de 9%. Fora da Europa, as performances mais notáveis são:• No Brasil, o Grupo Renault registrou um crescimento nas vendas da ordem de 56,4%, atingindo um volume recorde de 115.000 unidades vendidas. A participação da Renault no mercado brasileiro cresceu 1,2 ponto percentual, chegando a 4,3%, e a marca se posicionou entre as seis maiores montadoras do País. Cerca de 40 mil Sandero e 36,5 mil Logan foram comercializados no Brasil.• Na Rússia, as vendas do Grupo Renault cresceram 6,8%, ultrapassando 100.000 unidades pelo segundo ano consecutivo.• No Marrocos, o Grupo mantém a liderança, com uma participação de mercado de 27,8%.Nove novos modelos foram lançados em 2008 na Europa: Clio Estate, Grand Modus, Mégane, Laguna Coupé, Novo Kangoo (passeio e utilitário), Kangoo Compact, Logan Pick Up e Thalia/Symbol. Até o final de 2009, o Grupo Renault oferecerá a gama mais jovem da Europa, com uma idade média de 2,2 anos (contra 3,8 anos em 2005).Os veículos da gama de entrada (das marcas Renault e Dacia) registraram um forte crescimento, com 510.000 unidades vendidas, o que representa um crescimento de 38,7% em relação a 2007. A Renault assinou um acordo de parceria com a maior montadora russa, a AvtoVAZ, em 28 de fevereiro de 2008. As vendas da marca Renault totalizaram 669.972 unidades entre 1º de março e 31 de dezembro de 2008. As vendas da Lada não foram contabilizadas nas vendas do Grupo Renault à medida que o resultado não representou um ano completo. Vendas da Nissan estimuladas por uma sólida gama de produtos Apesar das quedas observadas em grande parte de seus principais mercados, a Nissan (marcas Nissan e Infiniti) encerrou o ano de 2008 com vendas mundiais em alta de 0,9% e atingindo o patamar de 3.708.074 unidades. Este resultado foi estimulado pelo lançamento de oito novos produtos: Teana, Infiniti FX, Maxima, NP200, Qashqai+2, KIX mini-SUV, Cube e 370Z.No Japão, a Nissan vendeu 678.126 veículos, uma queda de 5,9% em relação a 2007 em um mercado onde os volumes foram os mais fracos desde 1980. A participação de mercado recuou 0,2 ponto percentual em relação a 2007 e atingiu o patamar de 13,3%.Nos Estados Unidos, em um mercado de forte queda (-18%) e que representa 13.242.701 unidades, as vendas da Nissan tiveram baixa de 10,9%, uma retração menos pronunciada. As vendas da Nissan e da Infiniti totalizaram 951.350 unidades. A participação de mercado nos Estados Unidos atingiu o patamar recorde de 7,2%. As vendas na Europa (incluindo Rússia) atingiram um novo recorde (591.139 unidades), um crescimento de 5,5% em relação a 2007 (ano em que as vendas também foram igualmente elevadas). Este comportamento se explica pela popularidade do Qashqai, com 183.294 unidades comercializadas. A Rússia permaneceu como o principal mercado europeu da Nissan, com 154.340 unidades comercializadas e que corresponde a uma elevação de 26,5% em relação ao ano anterior.Nos demais mercados, a Nissan terminou o ano com um forte crescimento, de 15,3% ante 2007, com 1.404.008 unidades vendidas. As vendas na China cresceram 19,1% graças ao sucesso do Tiida, da gama Livina e Sylphy. As vendas no Conselho de Cooperação do Golfo (Bahrain, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos) registraram crescimento de 17,1% em função da popularidade do Tiida e do Altima.Veículos com zero emissão, uma prioridade para a Aliança Renault-NissanCom a proposta de reduzir as emissões de CO2 dos veículos e a poluição gerada pelas partículas, a Aliança Renault-Nissan desenvolveu um plano para liderar o setor automotivo na comercialização em grande escala de veículos com emissão zero. A Aliança Renault-Nissan tem estabelecido alianças inovadoras com governos, cidades e demais organismos que permitirão acelerar o desenvolvimento de veículos elétricos em todo o mundo. Em 2009, a Aliança Renault-Nissan completará 10 anos.

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